Selo do Inmetro poderá deixar de ser exigido. Assista o Vídeo

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Selo do Inmetro poderá deixar de ser exigido, Assista o Vídeo (Jornal da Band)

Exigência do selo do Inmetro em brinquedos pode ser extinta (Destak)

Selo do Inmetro poderá deixar de ser exigido em produtos comercializados no Brasil (G1 do dia 25)

Nota de esclarecimento do Inmetro (29/07/2019)


Selo do Inmetro poderá deixar de ser exigido 

O selo do Inmetro poderá deixar de ser exigido para a comercialização de produtos. O instituto responsável pela certificação anunciou que avalia criar regras mais brandas e não descarta a chamada autodeclaração, quando o próprio fabricante é quem garante a segurança da mercadoria. A ideia é desburocratizar a indústria, mas órgãos de defesa do consumidor avaliam que a medida pode reduzir a qualidade dos produtos.

Crédito: Jornal da Band do dia 26/07/2019 – disponível na internet 27/07/2019

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Exigência do selo do Inmetro em brinquedos pode ser extinta

Leia a íntegra da matérias >>> www.destakjornal.com.br/seu-valor/detalhe/exigencia-do-selo-do-inmetro-em-brinquedos-pode-ser-extinta


Selo do Inmetro poderá deixar de ser exigido em produtos comercializados no Brasil  

Leia a íntegra da matéria >>>  g1.globo.com/economia/noticia/2019/07/25/selo-do-inmetro-podera-deixar-de-ser-exigido-em-produtos-comercializados-no-brasil.ghtml


Nota de Esclarecimento do Inmetro

O Inmetro esclarece que o novo modelo regulatório, que será totalmente concluído até dezembro de 2021, tem como principal objetivo fortalecer ainda mais a qualidade e segurança dos produtos comercializados no país, sejam eles de fabricação nacional ou importados. Ao desenvolver o novo modelo, o Inmetro estará cada vez mais alinhado às melhores práticas globais de regulação e de fiscalização, facilitando, inclusive, o acesso a novos produtos e mercados.

 

O selo do Inmetro, que sempre foi uma referência nacional em segurança e ferramenta importante para a decisão de compra do consumidor, não deixará de existir. Pelo contrário. O novo modelo ampliará a sua cobertura dos atuais 10% para, no mínimo, 70% dos produtos certificados no Brasil atestados pela reconhecida competência do Instituto.  

Da mesma forma, o selo do Inmetro será cada vez mais reconhecido como símbolo de segurança em qualquer mercado onde houver produto brasileiro comercializado. Há que se ressaltar que o selo é a prova maior de que o produto passou por todos os testes de laboratório em algum dos 2.700 organismos acreditados. Todos com a competência reconhecida pelo Inmetro.

Em relação à fiscalização, o Instituto continuará atuando, de forma cada vez mais eficiente, por meio do trabalho de vigilância de mercado realizado por sua equipe e a Rede Brasileira de Metrologia Legal e Qualidade do Inmetro (RBMQL-I). É importante ressaltar ainda, que o novo modelo contempla a não complacência com a não conformidade, por meio de severa punição, aos infratores.

11 Comentários

  1. Bom dia,
    Vejo que no Inmetro as pessoas não estão se entendendo, saiu na página do Inmetro que o Selo de Certificação não deixará de existir, através de uma Nota de Esclarecimento.
    Afinal de contas vai ou não acabar o Selo?
    Tenham mais profissionalismo, sejam mais corretos com a sociedade brasileira.

  2. Os Ipem’s estaduais estão definhando por causa do não cumprimento do repasse mínimo de acordo com a arrecadação feito pelo convênio com o Inmetro. A área que está diminuindo a fiscalização é justamente nesta área de fiscalização do selo do Inmetro nos produtos.
    Os valores das infrações ainda são baixos e falta uma estrutura mais eficiente e menos burocrática para apreensão e destruição de produtos não certificados.
    Já saiu uma portaria que desobriga as empresas de realizar as verificações iniciais de diversos produtos nos Ipem’s, facultando ao fabricante realizar na própria empresa. O fabricante que tinha muitos produtos reprovados vai passar a fazer a verificação inicial por conta própria e com isso a qualidade dos produtos no mercado vai diminuir.

  3. Edson meu amigo, concordo com você, mas não podemos ficar parados esperando o desmonte do Inmetro.
    As certificações de produtos na Europa, exigem que as sanções sejam rígidas com aqueles que usam da má fé com o consumidor, aqui não acontece nada, se o Inmetro quer mudar que comece com as sanções aos maus fabricantes e importadores.
    A hora de agir é agora, não podemos ficar olhando o tempo passar.

  4. Oscar Carneiro, o modelo neoliberal de administração pública é o do Estado minimo, onde existe a liberdade para as empresas agirem como quiserem. A filha primogênita desse modelo é a globalização, que abre as portas dos países menos desenvolvidos às importações predatórias de produtos de qualidade duvidosa, pondo em dificuldades a indústria local. O primeiro mundo propõe isso mas não pratica. Quem quiser exportar para o 1° mundo tem que se submeter a regras técnicas muito rígidas. Eles protegem a própria indústria!

  5. Estou repassando o conteúdo da matéria “Presidente do Inmetro teima em não acabar com a tomada de três pinos https://canalgama.com.br/presidente-do-inmetro-teima-em-nao-acabar-com-a-tomada-de-tres-pinos/” publicada no dia 28 no Canal Gama:
    Presidente e diretor do inmetro causam revolta porque querem acabar com o selo do Inmetro
    A Presidente do Inmetro, Angela Furtado, e seu diretor relutam em acabar com a tomada de três pinos. Mesmo com seis meses no cargo, ambos querem numa canetada só acabarem com o selo do Inmetro que foi uma conquista de 45 anos.

    A tomada de 03 pinos é impopular e o selo do Inmetro é popular, resultado de anos de incansável trabalho de seus servidores. A atual gestão vai jogar pelo ralo uma conquista em detrimento ao que prega o Presidente Jair Bolsonaro.

    O selo do Inmetro poderá deixar de ser exigido para a comercialização de produtos. O instituto responsável pela certificação anunciou que avalia criar regras mais brandas e não descarta a chamada autodeclaração, quando o próprio fabricante é quem garante a segurança da mercadoria. A ideia é desburocratizar a indústria, mas órgãos de defesa do consumidor avaliam que a medida pode reduzir a qualidade dos produtos.

    Servidores indignados postam em redes sociais seus descontentamentos com a atual gestão, que em questão de muito pouco tempo deve cair inteira. É só aguardar os próximos dias.

  6. E assim vai o Inmetro definhando. Quando me aposentei em 2011, já tinha assistido ao desmonte da Dimel, que ficou com apenas duas divisões, sendo eliminadas as outras, necessárias e produtivas. Não vai demorar muito para de Brasília olharem para o Inmetro e extinguir o órgão por ter pouca utilidade, devido à eliminação de suas funções regulamentadoras e fiscalizatórias. E o Inmetro que nos deu tanto orgulho de trabalharmos nele, passará ao lixo da História, sem choro nem vela.

  7. O governo vai dar um tiro no pé . Se o governo quer cortar servidores, por quê não começa por eles mesmos??? Mande os servidores federais embora. São os que têm maiores salários. Mamam no governo há anos. Só aí a economia será representativa. Vamos lá Sr Ministro. Use a sua sabedoria e autoridade.

  8. Triste fim que estão projetando para o Inmetro.
    Este time que esta propondo o fim do Selo e o mesmo que obrigou o brasileiro a usar a tomada de 3 pinos na era dos governos petista.
    E a presidenta Ângela Flores Furtado nada faz ou melhor quer acabar com o selo respeitado pela sociedade brasileira. Será que a industria brasileira vai resistir a este descalabro. Bem vindo então os produtos chineses
    Presidente Bolsonaro já passou da hora de despetizar o Inmetro

    • A tomada de 3 pinos não foi iniciativa do governo petista, o projeto teve início ainda no governo FHC, que estabeleceu um cronograma de implantação de 15 anos, se não me engano. A parte final se deu no governo Petista, mas não teve nada a ver com eles.

  9. Se não reformular a fiscalização e aumentar o número de fiscais, e pesar a mão nos valores das multas, soa mais como um estímulo para a impunidade e para produtos ruins e inseguros.

  10. Bom dia,
    O novo modelo regulatório tem por objetivo flexibilizar a avaliação da conformidade de produtos fabricados no Brasil, com a intenção de desburocratizar este processo. O objetivo é alinhar o modelo brasileiro a modelos internacionais de conformidade, através de auto declaração (de conformidade às novas normas regulatórias),onde o próprio fabricante emitirá o atestado de conformidade ficando sujeito a fiscalização e punições em caso de problemas causados pelo produto.
    Destacamos que na matéria Gustavo Kuster informa que a fiscalização nas indústrias ocorreria de forma voluntária pelo próprio Inmetro, mas que o quadro atual de pessoal do Inmetro não seria suficiente para a fiscalização e que “Talvez falte uma otimização da forma de fiscalizar. Vamos precisar talvez não de mais pessoas, mas de mais qualificação.”
    Alguns Organismos de Certificação estiveram no Encontro Nacional de Organismos, realizado no mês de julho de 2019 pelo Inmetro no Rio de Janeiro, com o objetivo de buscar maiores informações sobre o novo marco regulatório, mas a informação que recebemos da presidente do Inmetro Ângela Flores Furtado é que o novo regulamento está em desenvolvimento, ainda em fase de consulta pública e a proposta é que seja implantado até dezembro de 2021.
    Observamos um descompasso nas informações apresentadas no evento e uma precipitação na entrevista dada pelo Sr. Gustavo Kuster, que não avaliou as consequências de tal divulgação antes de ter um projeto pronto para informar ao mercado de como será o novo modelo regulatório, correndo o risco de perceberem com o tempo que o modelo apropriado para o mercado europeu talvez não seja totalmente aplicável no mercado brasileiro.
    “Na Europa tem uma responsabilização severa e o empresário, então, se previne ao seguir todas as normas. Para que isso aconteça, é preciso criar uma estrutura que seja flexível o suficiente para não sufocar o empresário, mas suficientemente rígida para punir aqueles picaretas”
    Frase esta dita por Nigel Croft, PhD em sistemas de gestão de qualidade.

    A renovação tem que acontecer, isto é fato, mas anos e anos de trabalho duro e sério, para em minutos ver tudo por água abaixo. Elaborar uma marca onde a sociedade brasileira deposita sua confiança e do nada sem consulta a sociedade, dizem que está em Consulta Pública, mas não houve as devidas informações a sociedade. É triste ver tudo isso,espero que as cabeças pensantes do Inmetro revejam seus atos em nome da sociedade brasileira.

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