Delação de Sérgio Cabral tem ministros do STJ e TCU, advogados e políticos. Eike Batista entrega executivos de três bancos.

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Cabral nomeia, sempre segundo sua delação, algumas bancas que foram usadas para o recebimento de propinas direcionadas a dois ministros do STJ — um deles, Humberto Martins, atual corregedor nacional de Justiça.

A delação de Cabral bota também na roda alguns ministros do TCU. Entre eles, Bruno Dantas, Vital do Rêgo e Aroldo Cedraz.

Sérgio Cabral, em um dos anexos, detalha ainda a compra do apoio do PSD à candidatura de Luiz Fernando Pezão ao governo do Rio de Janeiro em 2014. A negociação dos valores da propina foi feita diretamente com Gilberto Kassab e Índio da Costa.

A chuteiras de Romário devem queimar os seus pés com a delação de Cabral. E o motivo é novamente o apoio do senador à eleição de Pezão no segundo turno em 2014.

Eike Batista entrega executivos de três bancos em delação premiada

Nenhum deles é presidente dessas instituições. Os anexos que tratam do mercado financeiro e de Aécio Neves são tidos como o filé mignon da colaboração.

A propósito, a negociação de delação com a PGR está adiantada. Dentro do MPF estima-se que ela pode ser fechada em março.

Crédito: Lauro Jardim/ O Globo – disponível n internet 10/02/2020

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