{"id":102646,"date":"2025-07-10T04:18:33","date_gmt":"2025-07-10T07:18:33","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=102646"},"modified":"2025-07-10T04:35:26","modified_gmt":"2025-07-10T07:35:26","slug":"o-impacto-para-o-clima-do-petroleo-na-foz-do-amazonas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2025\/07\/10\/o-impacto-para-o-clima-do-petroleo-na-foz-do-amazonas\/","title":{"rendered":"O impacto para o clima do petr\u00f3leo na Foz do Amazonas"},"content":{"rendered":"<header class=\"sgeegmk\">\n<p class=\"teaser-text s1811lbz li5mn0y sohyj9x w1fzgn0z blt0baw\">Petroleiras avan\u00e7am na explora\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel f\u00f3ssil na costa da Amaz\u00f4nia. Regi\u00e3o pode emitir mais que o dobro dos gases de efeito estufa que o Brasil libera anualmente na atmosfera.<\/p>\n<\/header>\n<div class=\"c17j8gzx rc0m0op r1ebneao s198y7xq rich-text li5mn0y r16w0xvi w1fzgn0z blt0baw\">\n<p>At\u00e9 17 de junho desse ano, apenas a&nbsp;Petrobras&nbsp;tinha concess\u00f5es e buscava uma licen\u00e7a para explorar petr\u00f3leo na bacia mar\u00edtima&nbsp;Foz do Amazonas. Com o leil\u00e3o realizado naquele dia, as americanas Exxon Mobil e Chevron e a chinesa CNPC tamb\u00e9m arremataram blocos na regi\u00e3o, confirmando a costa da&nbsp;Amaz\u00f4niacomo uma \u00e1rea de expans\u00e3o petroleira.<\/p>\n<p>O movimento das petroleiras em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Foz do Amazonas ocorre em um cen\u00e1rio em que o desafio \u00e9 diminuir as emiss\u00f5es dos gases de efeito estufa (GEE), respons\u00e1veis pelas&nbsp;mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. O impacto no&nbsp;clima&nbsp;da queima do combust\u00edvel f\u00f3ssil na bacia, localizada na costa do Amap\u00e1 e Par\u00e1, ainda \u00e9 incerto. Mas especialistas, ambientalistas e procuradores mostram preocupa\u00e7\u00e3o com seus efeitos.<\/p>\n<p>Um c\u00e1lculo do Instituto ClimaInfo mostrou que 4,7 bilh\u00f5es de toneladas de g\u00e1s carb\u00f4nico (CO\u2082) poderiam ser lan\u00e7ados na atmosfera, mais de duas vezes o que o pa\u00eds emitiu em 2023. A compara\u00e7\u00e3o foi feita com os \u00faltimos dados dispon\u00edveis no Sistema de Estimativas de Emiss\u00f5es e Remo\u00e7\u00f5es de Gases do Efeito Estufa (SEEG) do Observat\u00f3rio do Clima.<\/p>\n<p>Se for considerada toda a&nbsp;Margem Equatorial,&nbsp;a regi\u00e3o mar\u00edtima entre a costa do Rio Grande do Norte e Amap\u00e1, onde est\u00e1 localizada a Foz do Amazonas, seriam lan\u00e7ados 13,5 bilh\u00f5es de toneladas de CO\u2082 na atmosfera. \u00c9 mais do que o pa\u00eds emitiu nos \u00faltimos cinco anos, incluindo o desmatamento, o principal gerador das emiss\u00f5es brasileiras, a agropecu\u00e1ria e o setor de energia.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise foi feita a partir de estimativas da Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica (EPE). &#8220;Se tiver aquele petr\u00f3leo todo, se tirar aquele petr\u00f3leo todo e se ele for transformado em gasolina, diesel e GLP [G\u00e1s Liquefeito de Petr\u00f3leo] e queimado, \u00e9 muita coisa que ser\u00e1 emitida&#8221;, explicou Shigueo Watanabe Jr., f\u00edsico especializado em mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e pesquisador do Instituto ClimaInfo.<\/p>\n<h4><strong>Riscos socioambientais e clim\u00e1ticos<\/strong><\/h4>\n<p>H\u00e1 diversos riscos na explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo na Foz do Amazonas, alertou Suely Ara\u00fajo, coordenadora de pol\u00edticas p\u00fablicas do Observat\u00f3rio do Clima. &#8220;\u00c9 uma bacia pouco estudada ecologicamente, pr\u00f3xima do grande sistema recifal amaz\u00f4nico. \u00c9 uma \u00e1rea com correntes fort\u00edssimas, o que aumenta a chance de acidentes, tanto na perfura\u00e7\u00e3o quanto na produ\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p>Um&nbsp;poss\u00edvel derramamento de \u00f3leo&nbsp;poderia afetar a fauna e a flora da regi\u00e3o. Al\u00e9m disso, h\u00e1 muitas popula\u00e7\u00f5es tradicionais que podem ser impactadas durante o processo de explora\u00e7\u00e3o, como ind\u00edgenas, quilombolas e pescadores. Mesmo assim, a Petrobras est\u00e1 perto de obter a licen\u00e7a para perfurar o bloco 59, a cerca de 170 quil\u00f4metros da costa do Amap\u00e1.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-102647 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/fb94f5b1-e9e6-4786-b487-ee6450b4a53f.jpg?resize=696%2C1231\" alt=\"\" width=\"696\" height=\"1231\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/fb94f5b1-e9e6-4786-b487-ee6450b4a53f.jpg?w=736&amp;ssl=1 736w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/fb94f5b1-e9e6-4786-b487-ee6450b4a53f.jpg?resize=170%2C300&amp;ssl=1 170w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/fb94f5b1-e9e6-4786-b487-ee6450b4a53f.jpg?resize=579%2C1024&amp;ssl=1 579w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/fb94f5b1-e9e6-4786-b487-ee6450b4a53f.jpg?resize=237%2C420&amp;ssl=1 237w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/fb94f5b1-e9e6-4786-b487-ee6450b4a53f.jpg?resize=150%2C265&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/fb94f5b1-e9e6-4786-b487-ee6450b4a53f.jpg?resize=300%2C531&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/fb94f5b1-e9e6-4786-b487-ee6450b4a53f.jpg?resize=696%2C1231&amp;ssl=1 696w\" sizes=\"auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px\" \/><\/p>\n<div class=\"render-container embed dw-widget\">\n<div class=\"w1smsexi dw-widget\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<p>Em maio, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama) deu sinal verde para a Petrobras realizar a Avalia\u00e7\u00e3o Pr\u00e9-Operacional (APO), \u00faltima etapa antes de obter a licen\u00e7a. A petroleira precisa demonstrar na pr\u00e1tica, em uma esp\u00e9cie de simulado, que seus planos de redu\u00e7\u00e3o de riscos funcionam.<\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF) do Amap\u00e1 entrou com uma a\u00e7\u00e3o na Justi\u00e7a para anular a APO. Um dos argumentos dos procuradores \u00e9 que o Ibama desconsiderou a an\u00e1lise de 29 analistas ambientais do pr\u00f3prio instituto, que recomendou o indeferimento da licen\u00e7a. &#8220;O problema \u00e9 o vi\u00e9s pol\u00edtico superar a ci\u00eancia no que se refere \u00e0s garantias ao meio ambiente que essa explora\u00e7\u00e3o deve possuir&#8221;, escreveram os procuradores.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s esse epis\u00f3dio, a Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (ANP) realizou um leil\u00e3o para ofertar \u00e1reas para explora\u00e7\u00e3o. Na Margem Equatorial, havia 47 blocos dispon\u00edveis na Foz do Amazonas e 17 na Potiguar. Foram arrematados 19 na primeira, e nenhum na segunda.<\/p>\n<p>At\u00e9 ent\u00e3o, a Petrobras tinha nove blocos na Foz do Amazonas, incluindo o 59. Com o leil\u00e3o, o n\u00famero passou para 28, e a regi\u00e3o passou a contar tamb\u00e9m com empresas americanas e chinesa. &#8220;A principal derrota, para quem olha a prote\u00e7\u00e3o ambiental e a quest\u00e3o clim\u00e1tica, \u00e9 a consolida\u00e7\u00e3o da bacia sedimentar da Foz do Amazonas como uma \u00e1rea de expans\u00e3o petroleira&#8221;, destacou Ara\u00fajo, do Observat\u00f3rio do Clima.<\/p>\n<h4><strong>Falta de estudo clim\u00e1tico<\/strong><\/h4>\n<p>O MPF do Par\u00e1 entrou com uma a\u00e7\u00e3o na Justi\u00e7a Federal para suspender o leil\u00e3o ou, ao menos, retirar da disputa todos os blocos oferecidos na Foz do Amazonas. Como o certame foi realizado antes da an\u00e1lise judicial, os procuradores refor\u00e7aram o pedido, solicitando que o resultado n\u00e3o seja homologado.<\/p>\n<p>Um dos principais pedidos do MPF \u00e9 que, antes da concess\u00e3o, seja realizado um Estudo de Impacto Clim\u00e1tico para diagnosticar os efeitos das emiss\u00f5es de gases de efeito estufa. De acordo com a a\u00e7\u00e3o, a oferta de blocos realizada pela Uni\u00e3o e a ANP sem o estudo &#8220;configura flagrante viola\u00e7\u00e3o do ordenamento jur\u00eddico brasileiro e dos imperativos cient\u00edficos impostos pela crise clim\u00e1tica global&#8221;.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-102648 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/809bcda7-09d7-412d-b1a0-20d7f154035a.jpg?resize=696%2C777\" alt=\"\" width=\"696\" height=\"777\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/809bcda7-09d7-412d-b1a0-20d7f154035a.jpg?w=736&amp;ssl=1 736w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/809bcda7-09d7-412d-b1a0-20d7f154035a.jpg?resize=269%2C300&amp;ssl=1 269w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/809bcda7-09d7-412d-b1a0-20d7f154035a.jpg?resize=376%2C420&amp;ssl=1 376w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/809bcda7-09d7-412d-b1a0-20d7f154035a.jpg?resize=150%2C168&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/809bcda7-09d7-412d-b1a0-20d7f154035a.jpg?resize=300%2C335&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/809bcda7-09d7-412d-b1a0-20d7f154035a.jpg?resize=696%2C777&amp;ssl=1 696w\" sizes=\"auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px\" \/><\/p>\n<p>&#8220;Diante desse quadro cr\u00edtico, a decis\u00e3o de expandir a fronteira de explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo no Brasil representa um grave contrassenso, pois sinaliza em uma dire\u00e7\u00e3o oposta aos esfor\u00e7os globais de descarboniza\u00e7\u00e3o e coloca em xeque a credibilidade do Brasil como ator relevante na agenda clim\u00e1tica internacional, perpetuando a depend\u00eancia de um modelo energ\u00e9tico insustent\u00e1vel&#8221;, escreveram os procuradores.<\/p>\n<p>A DW solicitou \u00e0 ANP um posicionamento sobre a a\u00e7\u00e3o e perguntou se a autarquia tem alguma previs\u00e3o dos impactos clim\u00e1ticos da explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo na regi\u00e3o, mas n\u00e3o obteve retorno at\u00e9 a publica\u00e7\u00e3o. O Minist\u00e9rio do Meio Ambiente e Mudan\u00e7a do Clima tamb\u00e9m n\u00e3o respondeu aos questionamentos da reportagem.<\/p>\n<h4><strong>O destino do petr\u00f3leo<\/strong><\/h4>\n<p>Ao norte da Foz do Amazonas foram encontradas grandes \u00e1reas de petr\u00f3leo, principalmente na Guiana. Por ser uma \u00e1rea geol\u00f3gica similar, acredita-se que a regi\u00e3o brasileira tenha importantes reservas. Mas a previs\u00e3o s\u00f3 ser\u00e1 confirmada ao perfurar os po\u00e7os, explicou Watanabe Jr.<\/p>\n<p>Na opini\u00e3o do f\u00edsico, vai levar cerca de dez anos para o petr\u00f3leo ser retirado do fundo do mar. Caso o combust\u00edvel seja encontrado, ser\u00e1 preciso analisar a viabilidade econ\u00f4mica de produzi-lo, conseguir as licen\u00e7as ambientais e construir a infraestrutura para transport\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da viabilidade t\u00e9cnica e econ\u00f4mica, outra quest\u00e3o \u00e9 se o petr\u00f3leo deve ser explorado. A Ag\u00eancia Internacional de Energia (IEA) projeta a queda da demanda dos combust\u00edveis f\u00f3sseis ap\u00f3s 2030. Al\u00e9m disso, h\u00e1 todos os esfor\u00e7os para frear o aquecimento global, como a realiza\u00e7\u00e3o da 30\u00b0 edi\u00e7\u00e3o da Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre as Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (COP30), que ser\u00e1 em Bel\u00e9m (PA), em novembro deste ano.<\/p>\n<p>Na opini\u00e3o de Ara\u00fajo, a op\u00e7\u00e3o do Brasil por expandir a produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo vai contra a descarboniza\u00e7\u00e3o e enfraquece seu papel de lideran\u00e7a clim\u00e1tica. &#8220;O petr\u00f3leo n\u00e3o vai sumir da nossa economia t\u00e3o cedo, mas assumir que ele \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o dos nossos problemas \u00e9 olhar para o passado e desconsiderar a gravidade da crise clim\u00e1tica. De certa forma, isso tem um negacionismo, n\u00e3o sobre as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, mas sobre a relev\u00e2ncia da crise.&#8221;<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Maur\u00edcio Frighetto \/ Deutsche Welle &#8211; @ dispon\u00edvel na internet 10\/7\/2025<\/strong><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Petroleiras avan\u00e7am na explora\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel f\u00f3ssil na costa da Amaz\u00f4nia. Regi\u00e3o pode emitir mais que o dobro dos gases de efeito estufa que o Brasil libera anualmente na atmosfera. At\u00e9 17 de junho desse ano, apenas a&nbsp;Petrobras&nbsp;tinha concess\u00f5es e buscava uma licen\u00e7a para explorar petr\u00f3leo na bacia mar\u00edtima&nbsp;Foz do Amazonas. 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