{"id":103608,"date":"2025-08-23T04:15:34","date_gmt":"2025-08-23T07:15:34","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=103608"},"modified":"2025-08-22T06:32:55","modified_gmt":"2025-08-22T09:32:55","slug":"a-ousadia-de-imaginar-o-brasil-como-solucao-global","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2025\/08\/23\/a-ousadia-de-imaginar-o-brasil-como-solucao-global\/","title":{"rendered":"A ousadia de imaginar o Brasil como solu\u00e7\u00e3o global"},"content":{"rendered":"<header class=\"styles__ContainerHeaderNoticiaBlockStyled-sc-17abcbt-0 hfWkCG\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"container-news-informs\">\n<div>\n<h4><em><strong><span style=\"font-size: 27px;\">Pa\u00eds j\u00e1 tem solu\u00e7\u00f5es para as maiores metas globais de clima, alimentos e energia \u2013 mas o mundo precisa saber disso<\/span><\/strong><\/em><\/h4>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/header>\n<div id=\"content\" class=\"styles__ContentWrapperContainerStyled-sc-1ehbu6v-0 iMMgpd content-wrapper -paywall-parent box\">\n<div class=\"styles__ContentWrapperContainerStyled-sc-1ehbu6v-0 iMMgpd content-wrapper news-body container content template-coluna already-sliced already-checked\" data-paywall-wrapper=\"true\">\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-sc-6adecn-0 cWrRiu \" data-component-name=\"paragraph\">Quando os mestres medievais se lan\u00e7aram \u00e0 constru\u00e7\u00e3o das grandes catedrais da Europa, n\u00e3o sabiam quanto tempo levariam, quanto elas custariam ou se estariam vivos para ver o resultado. Ainda assim, come\u00e7aram. Porque compreendiam que constru\u00edam algo maior que eles mesmos \u2013 obras de f\u00e9, cultura e pertencimento, erguidas por muitos e para muitos, que atravessaram s\u00e9culos e moldaram identidades.<\/p>\n<div class=\"styles__MultiParagraphAdStyled-sc-1yb8ue6-0 gJoYAt\" data-component-name=\"multi-paragraph\">\n<div class=\"paragraph\">\n<p>S\u00e9culos depois, outro projeto coletivo entraria para a hist\u00f3ria: o programa Apollo, com o ousado objetivo de levar um homem \u00e0 Lua e traz\u00ea-lo de volta em seguran\u00e7a. Ao anunciar essa miss\u00e3o, o presidente John F. Kennedy n\u00e3o prometia apenas um feito tecnol\u00f3gico. A partir de um chamado \u00e0 coopera\u00e7\u00e3o entre governo, ci\u00eancia, ind\u00fastria e sociedade civil, ele propunha uma reorganiza\u00e7\u00e3o das prioridades nacionais. Era uma ambi\u00e7\u00e3o clara, inspiradora e dotada de prop\u00f3sito.<\/p>\n<p>Essas experi\u00eancias, t\u00e3o distintas e distantes no tempo, t\u00eam algo essencial em comum: o poder das miss\u00f5es. Miss\u00f5es que mobilizam m\u00faltiplos setores, que desafiam a in\u00e9rcia institucional e catalisam inova\u00e7\u00f5es. Elas n\u00e3o surgem para \u201ccorrigir falhas de mercado\u201d, mas para criar novos mercados, orientados por desafios reais da sociedade.<\/p>\n<p>Hoje, o enfrentamento da crise clim\u00e1tica, da desigualdade estrutural e da eros\u00e3o da confian\u00e7a coletiva demandam justamente esse tipo de ousadia. N\u00e3o basta esperar que as solu\u00e7\u00f5es emerjam espontaneamente da soma dos interesses individuais. \u00c9 preciso definir rumos, fazer escolhas, tomar riscos. Estabelecer miss\u00f5es claras, capazes de provocar rea\u00e7\u00f5es em cadeia, saltos tecnol\u00f3gicos e transforma\u00e7\u00f5es institucionais.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<figure class=\"styles__FigureImageWrapper-sc-1qk1vbn-0 NaVlt figure-image-wrapper \">\n<div class=\"figure-image-container\">\n<figure style=\"width: 1200px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.estadao.com.br\/resizer\/v2\/KOMWXKKYDREBLOP3XYGJHNFAHQ.jpg?resize=696%2C520&#038;ssl=1\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 728px, (max-width: 1024px) 984px, 1322px\" srcset=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/resizer\/v2\/KOMWXKKYDREBLOP3XYGJHNFAHQ.jpg?quality=80&amp;auth=ca114ca35c4f7865375a6dbda58e87edbe439de25a4305aca0004d250a88faff&amp;width=380 768w, https:\/\/www.estadao.com.br\/resizer\/v2\/KOMWXKKYDREBLOP3XYGJHNFAHQ.jpg?quality=80&amp;auth=ca114ca35c4f7865375a6dbda58e87edbe439de25a4305aca0004d250a88faff&amp;width=768 1024w, https:\/\/www.estadao.com.br\/resizer\/v2\/KOMWXKKYDREBLOP3XYGJHNFAHQ.jpg?quality=80&amp;auth=ca114ca35c4f7865375a6dbda58e87edbe439de25a4305aca0004d250a88faff&amp;width=1200 1322w\" alt=\"Parque e\u00f3lico no Rio Grande do Norte: Brasil \u00e9 l\u00edder em energia solar e e\u00f3lica de baixo custo\" width=\"696\" height=\"520\" data-srcset=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/resizer\/v2\/KOMWXKKYDREBLOP3XYGJHNFAHQ.jpg?quality=80&amp;auth=ca114ca35c4f7865375a6dbda58e87edbe439de25a4305aca0004d250a88faff&amp;width=380 768w, https:\/\/www.estadao.com.br\/resizer\/v2\/KOMWXKKYDREBLOP3XYGJHNFAHQ.jpg?quality=80&amp;auth=ca114ca35c4f7865375a6dbda58e87edbe439de25a4305aca0004d250a88faff&amp;width=768 1024w, https:\/\/www.estadao.com.br\/resizer\/v2\/KOMWXKKYDREBLOP3XYGJHNFAHQ.jpg?quality=80&amp;auth=ca114ca35c4f7865375a6dbda58e87edbe439de25a4305aca0004d250a88faff&amp;width=1200 1322w\"><figcaption class=\"wp-caption-text\">Parque e\u00f3lico no Rio Grande do Norte: Brasil \u00e9 l\u00edder em energia solar e e\u00f3lica de baixo custo&nbsp;&nbsp;Foto: JF Diorio\/Estad\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/figure>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-sc-6adecn-0 cWrRiu \" data-component-name=\"paragraph\">\u00c9 nesse ponto que o Brasil ganha relev\u00e2ncia. Embora tenha desafios sociais e econ\u00f4micos consider\u00e1veis, o pa\u00eds tem atributos para liderar um novo cap\u00edtulo da hist\u00f3ria econ\u00f4mica global. Anfitri\u00e3o da&nbsp;COP30&nbsp;em&nbsp;Bel\u00e9m, o Brasil tem reafirmado seu papel como pot\u00eancia da biodiversidade, da restaura\u00e7\u00e3o florestal, da energia limpa e da seguran\u00e7a alimentar. Al\u00e9m disso, nos \u00faltimos dois anos o Pa\u00eds apresentou sinais reais de retomada. O&nbsp;desmatamento&nbsp;na&nbsp;Amaz\u00f4nia&nbsp;caiu mais de 50%. A pobreza extrema e o desemprego atingiram suas menores taxas hist\u00f3ricas. A renda m\u00e9dia subiu. A desigualdade recuou (o Brasil continua inegavelmente desigual, mas houve uma melhora recente da distribui\u00e7\u00e3o de renda), e o Pa\u00eds saiu do Mapa da Fome da&nbsp;ONU. S\u00e3o avan\u00e7os expressivos, mas que continuam sendo subestimados, dentro e fora do Brasil.<\/p>\n<div class=\"styles__MultiParagraphAdStyled-sc-1yb8ue6-0 gJoYAt\" data-component-name=\"multi-paragraph\">\n<div class=\"paragraph\">\n<p>Como mostra o estudo&nbsp;<em>O Brasil que o Brasil quer ser<\/em>, mesmo diante de fatos positivos, permanece entre n\u00f3s uma relut\u00e2ncia em reconhecer nossas virtudes. \u00c9 a velha s\u00edndrome do vira-lata, essa cren\u00e7a inconsciente de que somos sempre \u201cmenos\u201d \u2013 menos capazes, menos confi\u00e1veis, menos prontos. Romper com esse padr\u00e3o narrativo \u00e9 parte da miss\u00e3o.<\/p>\n<p>Um caminho poderoso para isso \u00e9 recuperar e celebrar hist\u00f3rias que provem o contr\u00e1rio. \u00c9 nesse sentido que iniciativas como o&nbsp;<em>Amaz\u00f4nia Revelada<\/em>, liderado pelo arque\u00f3logo Eduardo G\u00f3es Neves, ganham dimens\u00e3o estrat\u00e9gica e simb\u00f3lica. Elas mostram que o Brasil que conhecemos \u00e9 apenas uma camada de um territ\u00f3rio muito mais complexo e sofisticado. Por tr\u00e1s da floresta, h\u00e1 vest\u00edgios de civiliza\u00e7\u00f5es milenares que manejavam ecossistemas com precis\u00e3o, criavam redes de troca e produziam conhecimento. N\u00e3o somos um pa\u00eds \u00e0 margem da hist\u00f3ria: somos um centro de intelig\u00eancia ancestral. Recontar essa hist\u00f3ria \u2013 pelo Brasil e para o Brasil \u2013 \u00e9 fundamental para reconstruir nossa autoestima coletiva e projetar um futuro que n\u00e3o repita as exclus\u00f5es do passado.<\/p>\n<p>Essa consci\u00eancia hist\u00f3rica n\u00e3o \u00e9 apenas motivo de orgulho: \u00e9 um lembrete de que temos, hoje, muitos elementos para exercer protagonismo global. Somos a maior democracia tropical do mundo. Temos a matriz energ\u00e9tica mais limpa entre as grandes economias. Saberes tradicionais vivos, ci\u00eancia de ponta, juventude criativa, tecnologias sociais sofisticadas. Somos guardi\u00f5es da maior biodiversidade do planeta. E o mundo precisa do que temos: para alimentar, para energizar, para regenerar.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-sc-6adecn-0 cWrRiu \" data-component-name=\"paragraph\">Essa n\u00e3o \u00e9 uma miss\u00e3o abstrata, mas uma resposta a necessidades concretas e urgentes. As demandas globais est\u00e3o bem definidas: aumentar em 50% a produ\u00e7\u00e3o de alimentos at\u00e9 2050 sem ampliar a fronteira agr\u00edcola; triplicar a capacidade instalada de energias renov\u00e1veis nesta d\u00e9cada; e restaurar, anualmente, milh\u00f5es de hectares de ecossistemas para conter a perda de biodiversidade e o avan\u00e7o do aquecimento global.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-sc-6adecn-0 cWrRiu \" data-component-name=\"paragraph\">E \u00e9 justamente nesse ponto que o Brasil pode transformar discurso em pr\u00e1tica. J\u00e1 estamos respondendo a cada um desses desafios: sistemas integrados de produ\u00e7\u00e3o que triplicam a produtividade por hectare na agricultura tropical; lideran\u00e7a mundial em&nbsp;energia e\u00f3lica&nbsp;e solar de baixo custo, somada ao&nbsp;etanol&nbsp;e ao biog\u00e1s; e tecnologias de restaura\u00e7\u00e3o florestal que combinam ci\u00eancia, saberes tradicionais e gera\u00e7\u00e3o de renda para comunidades locais. Em vez de oferecer promessas vagas, podemos apresentar ao mundo casos replic\u00e1veis, escal\u00e1veis e economicamente vi\u00e1veis, capazes de conciliar prosperidade econ\u00f4mica e integridade ambiental.<\/p>\n<div class=\"styles__MultiParagraphAdStyled-sc-1yb8ue6-0 gJoYAt\" data-component-name=\"multi-paragraph\">\n<div class=\" ads-container\">\n<div class=\"styles__Container-sc-1v8tg5g-0 kdBSPY\">\n<div class=\"ads-placeholder-wrapper\">\n<div id=\"tmeio2-5\" class=\"styles__AdSlotStyled-sc-1l64tzh-0 eotsDo\" data-google-query-id=\"CPDHrfCKno8DFZRK3QIdM-43IA\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/118650305\/economia\/noticia_4__container__\">O desafio, no entanto, \u00e9 que avan\u00e7os isolados n\u00e3o bastam. Para que esse potencial se sustente e se amplifique, precisamos transform\u00e1-lo em projeto de pa\u00eds. Isso significa assumir uma nova mentalidade, que compreenda o papel do Estado n\u00e3o como freio da inova\u00e7\u00e3o, mas como seu motor; que veja a coopera\u00e7\u00e3o entre setores como vantagem competitiva; que estabele\u00e7a objetivos de longo prazo orientados pelo bem comum. Que permita o erro, o experimento, a reinven\u00e7\u00e3o. E que valorize a imagina\u00e7\u00e3o como um ativo estrat\u00e9gico.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"paragraph\">\n<p>Como no programa Apollo, as solu\u00e7\u00f5es que o planeta precisa n\u00e3o surgir\u00e3o de abordagens fragmentadas. Precisamos de uma nova narrativa p\u00fablica, de um pacto intergeracional, de uma ambi\u00e7\u00e3o institucionalizada. Precisamos construir nossas catedrais do s\u00e9culo XXI \u2013 em rede, com escuta, com prop\u00f3sito. Projetos que unam governos, comunidades, empresas, universidades e artistas em torno de um futuro desej\u00e1vel e compartilhado.<\/p>\n<figure id=\"attachment_103611\" aria-describedby=\"caption-attachment-103611\" style=\"width: 150px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-103611 size-thumbnail\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/d7a3f66023d6afa90fa464c7cba55719.png?resize=150%2C150\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/d7a3f66023d6afa90fa464c7cba55719.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/d7a3f66023d6afa90fa464c7cba55719.png?zoom=2&amp;resize=150%2C150 300w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/d7a3f66023d6afa90fa464c7cba55719.png?zoom=3&amp;resize=150%2C150 450w\" sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-103611\" class=\"wp-caption-text\">Renata Piazzon<br \/>Diretora-geral do Instituto Arapya\u00fa e representante do Conselho de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social Sustent\u00e1vel (CDESS)<\/figcaption><\/figure>\n<p>A COP30 \u00e9 a nossa chance de inaugurar esse novo tempo. Precisamos fazer dela um marco referencial \u2013 n\u00e3o apenas pela sua dimens\u00e3o diplom\u00e1tica, mas porque pode consolidar o Brasil como ponto de virada na transi\u00e7\u00e3o global para a&nbsp;sustentabilidade. Esse \u00e9 o momento de mostrar ao mundo que somos mais do que detentores de florestas e biodiversidade: somos capazes de liderar uma agenda de solu\u00e7\u00f5es, de prosperidade compartilhada e de futuro comum.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-sc-6adecn-0 cWrRiu \" data-component-name=\"paragraph\">O mundo est\u00e1 em busca de novos far\u00f3is. E o Brasil pode e deve ser um deles. Para isso, precisamos deixar de pedir licen\u00e7a para existir e aprender a falar bem do Brasil pelo Brasil.<\/p>\n<div class=\" ads-container\">\n<div class=\"styles__Container-sc-1v8tg5g-0 cZpEMP\">\n<div class=\"ads-placeholder-wrapper\">\n<div id=\"hmeio3-6\" class=\"styles__AdSlotStyled-sc-1l64tzh-0 eotsDo\" data-google-query-id=\"CMKK7PCKno8DFQ5U3QIdpzcVoA\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/118650305\/economia\/noticia_5__container__\">Se um dia fomos capazes de chegar \u00e0 Lua, podemos \u2013 e devemos \u2013 habitar melhor a Terra. E o Brasil pode ser o lugar onde essa nova miss\u00e3o come\u00e7a.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<div><strong>Cr\u00e9dito:&nbsp; Renata Piazzon \/ A Era do Clima no O Estado de S\u00e3o Paulo &#8211; @ dispon\u00edvel na internet 23\/8\/2025<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pa\u00eds j\u00e1 tem solu\u00e7\u00f5es para as maiores metas globais de clima, alimentos e energia \u2013 mas o mundo precisa saber disso Quando os mestres medievais se lan\u00e7aram \u00e0 constru\u00e7\u00e3o das grandes catedrais da Europa, n\u00e3o sabiam quanto tempo levariam, quanto elas custariam ou se estariam vivos para ver o resultado. Ainda assim, come\u00e7aram. 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