{"id":104800,"date":"2025-10-21T03:15:13","date_gmt":"2025-10-21T06:15:13","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=104800"},"modified":"2025-10-21T05:57:06","modified_gmt":"2025-10-21T08:57:06","slug":"por-que-china-dobra-a-aposta-em-guerra-comercial-com-os-eua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2025\/10\/21\/por-que-china-dobra-a-aposta-em-guerra-comercial-com-os-eua\/","title":{"rendered":"Por que China dobra a aposta em guerra comercial com os EUA"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Pequim resiste \u00e0 disputa com Washington \u2013 e encontra novos parceiros no meio do caminho. Quanto mais Trump aumenta as tarifas, mais a confian\u00e7a do governo chin\u00eas parece crescer<\/strong><\/em>.<\/p>\n<p>Um meme que circula na rede Truth Social resume bem o sentimento de muitos nos&nbsp;Estados Unidos: um broche de uma bandeira americana envolto em um pl\u00e1stico transparente onde se l\u00ea &#8220;feito na&nbsp;China&#8221;.<\/p>\n<p>Quando a bandeira nacional dos EUA \u00e9 produzida na China, como sugere a imagem, ent\u00e3o \u00e9 porque alguma coisa est\u00e1 errada, disso os apoiadores do presidente americano&nbsp;Donald Trump&nbsp;t\u00eam certeza. \u00c9 por isso que eles conclamam os &#8220;patriotas&#8221; a boicotarem&nbsp;produtos chineses.<\/p>\n<p>Mas os EUA teriam condi\u00e7\u00f5es para isso? Ser\u00e1 que o com\u00e9rcio bilateral de&nbsp;terras raras&nbsp;e smartphones produzidos na China, de um lado, e de soja e superchips feitos nos EUA, de outro, vai virar coisa do passado?<\/p>\n<figure class=\"placeholder-image master_landscape big\">\n<div class=\"render-container po8t7s9\">\n<div class=\"srnoiv7 s1a75hd4 lazy-load-container\">\n<figure style=\"width: 1110px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"hq-img loaded\" title=\"Meme mostrando um broche da bandeira americana fabricado na China\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.dw.com\/image\/74354268_906.jpg?resize=696%2C391&#038;ssl=1\" alt=\"Meme mostrando um broche da bandeira americana fabricado na China\" width=\"696\" height=\"391\"><figcaption class=\"wp-caption-text\">&#8220;Em uma foto, o que est\u00e1 errado com os EUA hoje&#8221;, l\u00ea-se em meme que circula na Truth Social, plataforma do presidente Donald TrumpFoto: X\/@joemccuiston<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/figure>\n<h5><strong>Depend\u00eancia m\u00fatua<\/strong><\/h5>\n<p>A resposta \u00e9 &#8220;n\u00e3o&#8221;, principalmente para os EUA. &#8220;A depend\u00eancia m\u00fatua dos dois lados continua a ser bem alta&#8221;, explica \u00e0 DW o especialista em China Scott Kennedy, do Centro para Estudos Estrat\u00e9gicos e Internacionais (CSIS, na sigla em ingl\u00eas). &#8220;Apesar das diferentes preocupa\u00e7\u00f5es com a seguran\u00e7a econ\u00f4mica, os dois lados ainda ganham significativamente com o com\u00e9rcio bilateral&#8221;, afirma ele.<\/p>\n<p>Mas essa rela\u00e7\u00e3o comercial entre os dois pa\u00edses n\u00e3o \u00e9 nada equilibrada. Na \u00faltima d\u00e9cada, o d\u00e9ficit da balan\u00e7a comercial americana em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 China aumentou de 295 bilh\u00f5es de d\u00f3lares para 382 bilh\u00f5es de d\u00f3lares (de R$ 1,59 trilh\u00e3o para R$ 2,06 trilh\u00f5es). Em 2024, a China exportou para os EUA mais que o triplo de mercadorias que recebeu de l\u00e1: cerca de 526 bilh\u00f5es de d\u00f3lares (R$ 2,8 trilh\u00f5es).<\/p>\n<div class=\"render-container embed dw-widget\">\n<div class=\"w1smsexi dw-widget\"><iframe class=\"cmplazyload\" title=\"Elemento externo integrado\" src=\"https:\/\/www.dw.com\/webapi\/iframes\/widget\/pt-br\/74414676\" data-cmp-vendor=\"c43449\" data-cmp-src=\"\/webapi\/iframes\/widget\/pt-br\/74414676\" data-cmp-preview=\"100%x300\" data-cmp-done=\"1\" data-cmp-ab=\"1\" data-cmp-activated=\"1\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/div>\n<\/div>\n<p>Uma olhada nas estat\u00edstica revela que produtos chineses fazem parte do cotidiano dos americanos. Dos 526 bilh\u00f5es de d\u00f3lares em mercadorias chinesas importadas pelos EUA, 127 bilh\u00f5es de d\u00f3lares eram smartphones e computadores. Tarifas mais altas, portanto, impactariam todos os consumidores americanos.<\/p>\n<h5><strong>A rea\u00e7\u00e3o de Pequim<\/strong><\/h5>\n<p>As tarifas de Trump aborrecem Pequim. Mas diferentemente da Europa ou de outras regi\u00f5es, a China&nbsp;tem se mostrado confiante, e promete&nbsp;&#8220;lutar at\u00e9 o fim&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Amea\u00e7ar com a imposi\u00e7\u00e3o de altas tarifas n\u00e3o \u00e9 o jeito certo de negociar com a China&#8221;, informaram diplomatas do pa\u00eds em um comunicado oficial em 13 de outubro. &#8220;Os EUA deveriam corrigir sua abordagem.&#8221;<\/p>\n<div class=\"render-container tweet embed\">\n<div class=\"s1lxdrht ssamamu\">\n<blockquote class=\"x-tweet\" data-id=\"1977751965745418348\">\n<div class=\"twitter-tweet twitter-tweet-rendered\"><iframe id=\"twitter-widget-0\" class=\"\" title=\"X Post\" src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/embed\/Tweet.html?dnt=false&amp;embedId=twitter-widget-0&amp;features=eyJ0ZndfdGltZWxpbmVfbGlzdCI6eyJidWNrZXQiOltdLCJ2ZXJzaW9uIjpudWxsfSwidGZ3X2ZvbGxvd2VyX2NvdW50X3N1bnNldCI6eyJidWNrZXQiOnRydWUsInZlcnNpb24iOm51bGx9LCJ0ZndfdHdlZXRfZWRpdF9iYWNrZW5kIjp7ImJ1Y2tldCI6Im9uIiwidmVyc2lvbiI6bnVsbH0sInRmd19yZWZzcmNfc2Vzc2lvbiI6eyJidWNrZXQiOiJvbiIsInZlcnNpb24iOm51bGx9LCJ0ZndfZm9zbnJfc29mdF9pbnRlcnZlbnRpb25zX2VuYWJsZWQiOnsiYnVja2V0Ijoib24iLCJ2ZXJzaW9uIjpudWxsfSwidGZ3X21peGVkX21lZGlhXzE1ODk3Ijp7ImJ1Y2tldCI6InRyZWF0bWVudCIsInZlcnNpb24iOm51bGx9LCJ0ZndfZXhwZXJpbWVudHNfY29va2llX2V4cGlyYXRpb24iOnsiYnVja2V0IjoxMjA5NjAwLCJ2ZXJzaW9uIjpudWxsfSwidGZ3X3Nob3dfYmlyZHdhdGNoX3Bpdm90c19lbmFibGVkIjp7ImJ1Y2tldCI6Im9uIiwidmVyc2lvbiI6bnVsbH0sInRmd19kdXBsaWNhdGVfc2NyaWJlc190b19zZXR0aW5ncyI6eyJidWNrZXQiOiJvbiIsInZlcnNpb24iOm51bGx9LCJ0ZndfdXNlX3Byb2ZpbGVfaW1hZ2Vfc2hhcGVfZW5hYmxlZCI6eyJidWNrZXQiOiJvbiIsInZlcnNpb24iOm51bGx9LCJ0ZndfdmlkZW9faGxzX2R5bmFtaWNfbWFuaWZlc3RzXzE1MDgyIjp7ImJ1Y2tldCI6InRydWVfYml0cmF0ZSIsInZlcnNpb24iOm51bGx9LCJ0ZndfbGVnYWN5X3RpbWVsaW5lX3N1bnNldCI6eyJidWNrZXQiOnRydWUsInZlcnNpb24iOm51bGx9LCJ0ZndfdHdlZXRfZWRpdF9mcm9udGVuZCI6eyJidWNrZXQiOiJvbiIsInZlcnNpb24iOm51bGx9fQ%3D%3D&amp;frame=false&amp;hideCard=false&amp;hideThread=false&amp;id=1977751965745418348&amp;lang=en&amp;origin=https%3A%2F%2Fwww.dw.com%2Fpt-br%2Fpor-que-china-a-dobra-a-aposta-na-guerra-comercial-com-os-eua%2Fa-74413247&amp;sessionId=084f653fe403508d93223dcf0360361a4616719f&amp;siteScreenName=dw_brasil&amp;theme=light&amp;widgetsVersion=2615f7e52b7e0%3A1702314776716&amp;width=550px\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-tweet-id=\"1977751965745418348\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/div>\n<\/blockquote>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Pequim j\u00e1 reagiu com tarifas e&nbsp;restri\u00e7\u00f5es a exporta\u00e7\u00f5es de itens como terras raras&nbsp;\u2013 minerais essenciais na fabrica\u00e7\u00e3o de carros el\u00e9tricos, smartphones, semicondutores, turbinas e produtos militares. Mais de 90% do que os EUA consomem em terras raras \u00e9 importado do exterior, e 80% v\u00eam da China, que controla cerca de 60% da produ\u00e7\u00e3o mundial desses recursos e quase 90% da capacidade de refino.<\/p>\n<h5><strong>China passou a comprar soja do Brasil em vez dos EUA<\/strong><\/h5>\n<p>A desaven\u00e7a entre EUA e China vai al\u00e9m dos minerais. Desde maio, Pequim n\u00e3o compra um \u00fanico gr\u00e3o de soja vindo dos EUA, segundo o Departamento de Agricultura americano. Em 2024, essas exporta\u00e7\u00f5es chegaram a quase 13 bilh\u00f5es de d\u00f3lares (R$ 70,3 bilh\u00f5es). Agora a China compra do Brasil e da Argentina.<\/p>\n<p>O boicote chin\u00eas \u00e0 soja americana e as restri\u00e7\u00f5es \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o de terras raras s\u00e3o a resposta ao controle de exporta\u00e7\u00f5es imposto pelos EUA aos microchips, que desde 2022 vem sendo apertado, a fim de frear o acesso da China a tecnologia de ponta e intelig\u00eancia artificial.<\/p>\n<p>Para a especialista em China Christina Otte, da ag\u00eancia do governo alem\u00e3o de promo\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica Germany Trade &amp; Invest (Gtai), a disputa tarif\u00e1ria exp\u00f5e principalmente os pontos fracos dos EUA.<\/p>\n<p>&#8220;Provavelmente os EUA s\u00e3o mais dependentes da China do que o contr\u00e1rio&#8221;, explica. &#8220;Porque apesar de os EUA ainda serem um mercado importante para os produtos da China, a sua relev\u00e2ncia vem caindo continuamente desde o primeiro mandato de Donald Trump.&#8221;<\/p>\n<p><strong>Primeiro a \u00c1sia, depois os EUA<\/strong><\/p>\n<p>Os n\u00fameros s\u00e3o claros. Segundo a ag\u00eancia de not\u00edcias Bloomberg, a China conseguiu compensar a queda de exporta\u00e7\u00f5es aos EUA&nbsp;redirecionando suas mercadorias para outras regi\u00f5es.<\/p>\n<p>As exporta\u00e7\u00f5es no per\u00edodo de setembro de 2024 a setembro de 2025 aumentaram 56% para a \u00c1frica, 16% para o Sudoeste Asi\u00e1tico, 14% para a Uni\u00e3o Europeia e 15% para a Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p>&#8220;Os EUA est\u00e3o agora atr\u00e1s dos pa\u00edses da Asean [Associa\u00e7\u00e3o de Na\u00e7\u00f5es do Sudeste Asi\u00e1tico], mais ou menos equiparados \u00e0 UE. No primeiro semestre de 2025, o com\u00e9rcio bilateral com os EUA caiu 10,4% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior&#8221;, diz Otte.<\/p>\n<p>Mas ela tamb\u00e9m afirma que &#8220;empresas chinesas no exterior expandem sua produ\u00e7\u00e3o para abastecer os EUA&#8221;. &#8220;Exporta\u00e7\u00f5es s\u00e3o redirecionadas, por exemplo, pelo Vietn\u00e3 e pela Mal\u00e1sia.&#8221;<\/p>\n<h5><strong>Impacto tamb\u00e9m na d\u00edvida do Tesouro americano<\/strong><\/h5>\n<p>Tamb\u00e9m a venda cont\u00ednua de t\u00edtulos do Tesouro americano mostra que a China est\u00e1 dando as costas para os EUA. Segundo dados do Congresso americano e do FED, o banco central americano, a China detinha em 2013 t\u00edtulos de d\u00edvida emitidos pelo governo dos Estados Unidos no valor de 1,3 trilh\u00e3o de d\u00f3lares (R$ 7 trilh\u00f5es).<\/p>\n<p>Em mar\u00e7o de 2025, por\u00e9m, a China tinha apenas 765 bilh\u00f5es de d\u00f3lares (R$ 4,1 trilh\u00f5es) em t\u00edtulos da d\u00edvida \u2013 atr\u00e1s, portanto, do Jap\u00e3o e do Reino Unido, e o terceiro maior credor entre pa\u00edses estrangeiros.<\/p>\n<div class=\"render-container embed dw-widget\">\n<div class=\"w1smsexi dw-widget\"><iframe class=\"cmplazyload\" title=\"Elemento externo integrado\" src=\"https:\/\/www.dw.com\/webapi\/iframes\/widget\/pt-br\/74414782\" data-cmp-vendor=\"c43449\" data-cmp-src=\"\/webapi\/iframes\/widget\/pt-br\/74414782\" data-cmp-preview=\"100%x300\" data-cmp-done=\"1\" data-cmp-ab=\"1\" data-cmp-activated=\"1\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/div>\n<\/div>\n<h5><strong>&#8220;<em>Chim\u00e9rica&nbsp;<\/em>ainda n\u00e3o morreu&#8221;<\/strong><\/h5>\n<p>Apesar dessa virada chinesa, os EUA ainda s\u00e3o um parceiro comercial importante para Pequim. &#8220;A China continua a depender de produtos americanos em alguns setores, como avia\u00e7\u00e3o, chips de alta performance ou semicondutores&#8221;, ressalta Kennedy. Ao mesmo tempo, acrescenta, produtos chineses continuam a ser uma parte importante das cadeias produtivas americanas, apesar da guerra tarif\u00e1ria.<\/p>\n<p>Por isso, quando o presidente chin\u00eas Xi Jinping e Trump se encontrarem no final do m\u00eas na c\u00fapula da Coopera\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica \u00c1sia-Pac\u00edfico (Apec), em Gyeongju, na Coreia do Sul, um tema importante ser\u00e1 conter os danos dessa espiral de tarifas.<\/p>\n<p>Kennedy est\u00e1 otimista. &#8220;As rela\u00e7\u00f5es entre os EUA e a China continuam a ser bastante robustas. A &#8216;Chim\u00e9rica&#8217; est\u00e1 abatida, mas ainda n\u00e3o est\u00e1 morta, e n\u00e3o se deixa erradicar t\u00e3o facilmente&#8221;, brinca, aludindo ao neologismo que descreve a rela\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica simbi\u00f3tica entre China e EUA.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Astrid Prange de Oliveira <\/strong><strong>\/&nbsp;Deutsche Welle &#8211; @ dispon\u00edvel na internet 21\/10\/2025<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pequim resiste \u00e0 disputa com Washington \u2013 e encontra novos parceiros no meio do caminho. Quanto mais Trump aumenta as tarifas, mais a confian\u00e7a do governo chin\u00eas parece crescer. 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