{"id":11410,"date":"2017-03-15T04:55:21","date_gmt":"2017-03-15T07:55:21","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=11410"},"modified":"2017-03-15T04:55:21","modified_gmt":"2017-03-15T07:55:21","slug":"tribunal-regional-federal-da-1a-regiao-nega-licenca-a-servidora-para-acompanhar-conjuge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2017\/03\/15\/tribunal-regional-federal-da-1a-regiao-nega-licenca-a-servidora-para-acompanhar-conjuge\/","title":{"rendered":"Tribunal Regional Federal da 1\u00aa Regi\u00e3o nega licen\u00e7a a servidora para acompanhar c\u00f4njuge."},"content":{"rendered":"<p>A Primeira Turma do Tribunal Regional Federal da 1\u00aa Regi\u00e3o, por unanimidade, negou provimento \u00e0 apela\u00e7\u00e3o de uma servidora p\u00fablica contra a senten\u00e7a, da 1\u00aa Vara Federal da Se\u00e7\u00e3o Judici\u00e1ria do Amazonas, que julgou improcedente seu pedido de licen\u00e7a para acompanhar o c\u00f4njuge com exerc\u00edcio provis\u00f3rio no Tribunal Regional do Trabalho da 20\u00aa Regi\u00e3o, sediado em Aracaju\/SE.<\/p>\n<p>Irresignada com a decis\u00e3o, a servidora recorreu ao TRF1 alegando que ela e seu marido, naturais de Aracaju\/SE, vinham exercendo suas fun\u00e7\u00f5es normalmente no TRT da 11\u00aa Regi\u00e3o\/AM e RO, onde estabeleceram domic\u00edlio quando seu marido descobriu, em meados de abril de 2014, que o pai dele tinha um delicado problema de sa\u00fade que fez com que o servidor retornasse ao seu \u00f3rg\u00e3o de origem, TRT da 20\u00aa Regi\u00e3o\/Sergipe. Por esses motivos, a autora pediu a reforma da senten\u00e7a para que lhe seja concedida a licen\u00e7a para acompanhar seu marido.<\/p>\n<p>Ao analisar o caso, o relator desembargador federal Carlos Augusto Pires Brand\u00e3o, destacou que, conforme jurisprud\u00eancia do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ), a licen\u00e7a para acompanhamento do c\u00f4njuge deve ser concedida apenas quando o c\u00f4njuge for deslocado no interesse da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica, n\u00e3o sendo poss\u00edvel deferir o pedido quando a ruptura da unidade familiar decorrer de ato volunt\u00e1rio do servidor em virtude de nomea\u00e7\u00e3o e posse em localidade diversa daquela onde residia com seu n\u00facleo familiar.<\/p>\n<p>O magistrado ressaltou que em dois momentos distintos houve a ruptura da unidade familiar por ato volunt\u00e1rio dos integrantes do pr\u00f3prio n\u00facleo familiar. O primeiro, quando houve nomea\u00e7\u00e3o da autora como t\u00e9cnica judici\u00e1ria do TRT da 11\u00aa Regi\u00e3o\/AM e RO, cargo que assumiu espontaneamente; e o segundo aconteceu quando o c\u00f4njuge da apelante pediu o cancelamento de sua licen\u00e7a para acompanh\u00e1-la, voltando ao estado de origem de ambos.<\/p>\n<p>O desembargador afirmou, ainda, que \u201cconceder a licen\u00e7a para acompanhamento de c\u00f4njuge com exerc\u00edcio provis\u00f3rio, no caso concreto, afrontaria a isonomia \u2013 porque outros servidores na mesma situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o teriam direito ao benef\u00edcio \u2013 e a razoabilidade \u2013 porque a din\u00e2mica da Administra\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode ficar ref\u00e9m dos interesses particulares que sem sintonia com o interesse p\u00fablico desejam sucessivas mudan\u00e7as de seu \u00f3rg\u00e3o de lota\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Diante do exposto, o Colegiado, nos termos do voto do relator, negou provimento \u00e0 apela\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Processo n\u00ba: 0012425-09.2014.4.01.3200\/AM<\/p>\n<p><strong>Tribunal Regional Federal da 1\u00aa Regi\u00e3o 15\/03\/2017<br \/>\n<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Primeira Turma do Tribunal Regional Federal da 1\u00aa Regi\u00e3o, por unanimidade, negou provimento \u00e0 apela\u00e7\u00e3o de uma servidora p\u00fablica contra a senten\u00e7a, da 1\u00aa Vara Federal da Se\u00e7\u00e3o Judici\u00e1ria do Amazonas, que julgou improcedente seu pedido de licen\u00e7a para acompanhar o c\u00f4njuge com exerc\u00edcio provis\u00f3rio no Tribunal Regional do Trabalho da 20\u00aa Regi\u00e3o, sediado [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":11401,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[135],"tags":[],"class_list":{"0":"post-11410","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-clipping"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/acompanhar.jpg?fit=800%2C527&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11410","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11410"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11410\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11401"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11410"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11410"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11410"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}