{"id":12122,"date":"2017-04-08T00:08:43","date_gmt":"2017-04-08T03:08:43","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=12122"},"modified":"2017-04-07T21:46:53","modified_gmt":"2017-04-08T00:46:53","slug":"12122","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2017\/04\/08\/12122\/","title":{"rendered":"Policiais civis no Rio suspendem greve ap\u00f3s decis\u00e3o do STF"},"content":{"rendered":"<p>Em assembleia geral ontem (7), policiais civis do Rio de Janeiro votaram pela suspens\u00e3o da greve, iniciada h\u00e1 mais de dois meses. \u00c9 que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, na quarta-feira (5), proibir greve de servidores p\u00fablicos da \u00e1rea de seguran\u00e7a p\u00fablica. O presidente\u00a0 do Sindicato dos Policiais Civis do Rio de Janeiro (Sindpol) inspetor M\u00e1rcio Garcia criticou a decis\u00e3o do Supremo.<\/p>\n<p>\u201cA greve nunca foi decretada ilegal. Mas somos servidores p\u00fablicos e temos obriga\u00e7\u00e3o de respeitar as ordens judiciais. Lamentamos, pois trata-se de um direito fundamental que n\u00e3o foi reconhecido aos policiais civis, que lutam por verbas de natureza alimentar, sal\u00e1rios, 13\u00ba sal\u00e1rio e horas extras n\u00e3o pagas\u201d, disse ele.<br \/>\nIniciada em 20 de janeiro, a greve dos policiais do Rio previa o atendimento apenas dos servi\u00e7os essenciais, como ocorr\u00eancias graves e urgentes. Garcia argumentou que, mesmo com o fim da greve, faltam condi\u00e7\u00f5es materiais para o trabalho adequado. \u201cA Pol\u00edcia Civil est\u00e1 sucateada e n\u00e3o temos condi\u00e7\u00f5es de prestar um servi\u00e7o adequado \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, mas faremos o melhor que podemos dentro das nossas limita\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o h\u00e1 condi\u00e7\u00f5es dignas de trabalho\u201d.<\/p>\n<p><strong>Contratos encerrados<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com o inspetor, os contratos com o pessoal da limpeza e da inform\u00e1tica, que \u00e9 terceirizado, foram encerrados. \u201cEstamos sem esse suporte, inclusive, todos os sistemas da Pol\u00edcia Civil podem sair do ar\u201d, alertou.<\/p>\n<p>Com o direito de greve proibido, a categoria disse que continuar\u00e1 as negocia\u00e7\u00f5es com o governo do estado, j\u00e1 que o Supremo tamb\u00e9m determinou que, a partir de agora, o Poder P\u00fablico \u00e9 obrigado a participar das mesas de negocia\u00e7\u00e3o com as entidades e sindicatos.<\/p>\n<p>Na semana passada, em reuni\u00e3o com o governador Luiz Fernando Pez\u00e3o e integrantes da Comiss\u00e3o de Seguran\u00e7a P\u00fablica da Assembleia Legislativa (Alerj), entidades ligadas \u00e0 Pol\u00edcia Civil do Rio de Janeiro cobraram a apresenta\u00e7\u00e3o de um calend\u00e1rio de pagamento dos servidores da corpora\u00e7\u00e3o, em greve desde o dia 20 de janeiro.<\/p>\n<p>Os policiais tamb\u00e9m reivindicaram o pagamento do 13\u00ba sal\u00e1rio do ano passado, do Regime Adicional de Servi\u00e7o (RAS), que deixou de ser depositado em setembro de 2016, e do Sistema Integrado de Metas (SIM), que representa um pr\u00eamio pela redu\u00e7\u00e3o da criminalidade, suspenso desde o segundo semestre de 2015.<\/p>\n<p>O governador disse, na ocasi\u00e3o, que a melhora do quadro depende da aprova\u00e7\u00e3o, pelo Congresso Nacional, do projeto de recupera\u00e7\u00e3o fiscal dos estados, que incluir\u00e1 o acordo firmado entre o Rio de Janeiro e a Uni\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil de Not\u00edcias 08\/04\/2017<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em assembleia geral ontem (7), policiais civis do Rio de Janeiro votaram pela suspens\u00e3o da greve, iniciada h\u00e1 mais de dois meses. \u00c9 que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, na quarta-feira (5), proibir greve de servidores p\u00fablicos da \u00e1rea de seguran\u00e7a p\u00fablica. 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