{"id":12188,"date":"2017-04-11T03:44:45","date_gmt":"2017-04-11T06:44:45","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=12188"},"modified":"2017-04-11T04:12:53","modified_gmt":"2017-04-11T07:12:53","slug":"relator-da-reforma-trabalhista-pretende-mudar-mais-de-100-artigos-da-clt","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2017\/04\/11\/relator-da-reforma-trabalhista-pretende-mudar-mais-de-100-artigos-da-clt\/","title":{"rendered":"Relator da reforma trabalhista pretende mudar mais de 100 artigos da CLT"},"content":{"rendered":"<p>A reforma trabalhista, segundo Marinho, n\u00e3o ser\u00e1 uma &#8220;minirreforma&#8221;, mas uma reforma robusta.<\/p>\n<p>O relator da reforma trabalhista na C\u00e2mara dos Deputados, Rog\u00e9rio Marinho (PSDB-RN), garantiu que mudar\u00e1 mais de 100 artigos da Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho (CLT) no parecer, que apresentar\u00e1 quarta-feira \u00e0 comiss\u00e3o especial que trata do tema na Casa. Criada em 1943, a CLT tem 922 artigos, muitos deles considerados obsoletos pelos idealizadores da reforma.<\/p>\n<p>Com o objetivo de proteger os trabalhadores, o relator afirmou que incluir\u00e1 no parecer uma quarentena de 18 meses para demitir um funcion\u00e1rio e contrat\u00e1-lo como terceirizado. Al\u00e9m disso, assegurou que o trabalhador terceirizado ter\u00e1 as mesmas condi\u00e7\u00f5es do trabalhador da tomadora no ambiente de trabalho.\u00a0As garantias foram dadas na tarde desta segunda-feira (10\/4), em almo\u00e7o com integrantes do Grupo de L\u00edderes Empresariais (Lide), em Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>No relat\u00f3rio, o deputado ainda retirar\u00e1 a contribui\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria aos sindicatos, que passar\u00e1 a ser opcional. &#8220;O governo n\u00e3o vai fechar conosco nesse assunto, mas vou levar para o parlamento. O modelo sindical do Brasil \u00e9 muito distorcido&#8221;, criticou Marinho, citando que o pa\u00eds tem mais de 11 mil sindicatos, enquanto a Argentina, por exemplo, tem 100. &#8220;Na Alemanha, s\u00f3 existem oito grandes sindicatos.&#8221;<\/p>\n<p>O deputado tamb\u00e9m prometeu que haver\u00e1, no parecer, propostas para diminuir a judicializa\u00e7\u00e3o trabalhista, por meio de filtros para institui\u00e7\u00e3o de jurisprud\u00eancias e s\u00famulas. &#8220;Haver\u00e1 um mecanismo de gradua\u00e7\u00e3o para a edi\u00e7\u00e3o de s\u00famulas sobre o assunto. Al\u00e9m dos artigos da CLT, existem mil jurisprud\u00eancias e mais de 500 s\u00famulas, que t\u00eam for\u00e7a de lei, tratando do tema&#8221;, criticou. Isso \u00e9 um problema porque esses dispositivos se sobrep\u00f5em \u00e0 fun\u00e7\u00e3o legislativa, disse.<\/p>\n<p>A reforma trabalhista, segundo Marinho, n\u00e3o ser\u00e1 uma &#8220;minirreforma&#8221;, mas uma reforma robusta, a maior desde que foi criada a Constitui\u00e7\u00e3o Federal, em 1988. As 844 emendas protocoladas, na opini\u00e3o dele, mostram a &#8220;demanda reprimida&#8221; sobre o assunto. A reforma trabalhista foi o terceiro projeto mais emendado na C\u00e2mara em 14 anos.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Alessandra Azevedo<\/strong>\/<strong>Correio Braziliense \u2013 dispon\u00edvel na internet 11\/04\/2017<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A reforma trabalhista, segundo Marinho, n\u00e3o ser\u00e1 uma &#8220;minirreforma&#8221;, mas uma reforma robusta. 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