{"id":13197,"date":"2017-05-19T05:07:36","date_gmt":"2017-05-19T08:07:36","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=13197"},"modified":"2017-05-19T05:07:36","modified_gmt":"2017-05-19T08:07:36","slug":"faltou-trabalho-para-265-milhoes-de-pessoas-no-1o-trimestre-de-2017-aponta-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2017\/05\/19\/faltou-trabalho-para-265-milhoes-de-pessoas-no-1o-trimestre-de-2017-aponta-ibge\/","title":{"rendered":"Faltou trabalho para 26,5 milh\u00f5es de pessoas no 1\u00ba trimestre de 2017, aponta IBGE."},"content":{"rendered":"<p>No primeiro trimestre, 24,1% da\u00a0for\u00e7a de trabalho brasileira\u00a0estava desocupada ou subutilizada; em S\u00e3o Paulo a taxa de desemprego fica em 14,2%<\/p>\n<p>Nos primeiros tr\u00eas meses do\u00a0ano, 24,1% da\u00a0for\u00e7a de trabalho brasileira\u00a0estava desocupada ou subutilizada. O \u00edndice supera o registrado no quarto trimestre do ano passado (22,5%) e ao que foi observado de janeiro a mar\u00e7o\u00a0de 2016 (20,9%).\u00a0\u00a0Os dados s\u00e3o da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (Pnad Cont\u00ednua) trimestral, divulgados nesta quinta-feira, 18, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). O resultado equivale a dizer que faltava trabalho para 26,5 milh\u00f5es de pessoas no Pa\u00eds no primeiro trimestre. No quarto trimestre de 2016, eram 24,3 milh\u00f5es nessa condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O indicador inclui a taxa de desocupa\u00e7\u00e3o, a taxa de subocupa\u00e7\u00e3o por insufici\u00eancia de horas e a taxa da for\u00e7a de trabalho potencial, pessoas que n\u00e3o est\u00e3o em busca de emprego mas estariam dispon\u00edveis para trabalhar.<\/p>\n<p>Parte inferior do formul\u00e1rio<\/p>\n<p><strong>Regi\u00f5es<\/strong>. A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o, que ficou em 13,7% no primeiro trimestre,\u00a0subiu em todas as grandes regi\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o ao quarto\u00a0trimestre de 2016: na regi\u00e3o Norte (de 12,7% para 14,2%), Nordeste (de 14,4% para 16,3%), Sudeste (de 12,3% para 14,2%), Sul (de 7,7% para 9,3%) e Centro-Oeste (de 10,9% para 12,0%). A Regi\u00e3o Nordeste permanece registrando a maior taxa de desocupa\u00e7\u00e3o dentre todas as regi\u00f5es.<\/p>\n<p>A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o de 13,7% teve\u00a0uma eleva\u00e7\u00e3o de 1,7 ponto porcentual em compara\u00e7\u00e3o com o quarto trimestre de 2016 (12,0%) e alta de 2,8 pontos porcentuais frente ao primeiro trimestre de 2016 (10,9%).<\/p>\n<p>A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o no estado de S\u00e3o Paulo ficou em 14,2% no primeiro trimestre. Em igual per\u00edodo do ano anterior, a taxa de desemprego em S\u00e3o Paulo estava em 12,0%. No quarto trimestre de 2016, o resultado foi de 12,4%.<\/p>\n<p>\u00c0 procura de uma vaga<\/p>\n<p><strong>Faixa et\u00e1ria<\/strong>.\u00a0A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o dos jovens de 18 a 24 anos de idade, 28,8%, continuou a apresentar patamar superior ao estimado para a taxa m\u00e9dia total. Este comportamento foi verificado tanto para o Brasil, quanto para cada uma das cinco Grandes Regi\u00f5es, onde a taxa oscilou entre 19,1% no Sul e 32,9% no Nordeste.<\/p>\n<p>J\u00e1 nos grupos de pessoas de 25 a 39 e de 40 a 59 anos de idade, este indicador foi de 12,8% e 7,9%, respectivamente.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Daniela Amorim\/O Estado de S.Paulo \u2013 dispon\u00edvel na internet 19\/05\/2017<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No primeiro trimestre, 24,1% da\u00a0for\u00e7a de trabalho brasileira\u00a0estava desocupada ou subutilizada; em S\u00e3o Paulo a taxa de desemprego fica em 14,2% Nos primeiros tr\u00eas meses do\u00a0ano, 24,1% da\u00a0for\u00e7a de trabalho brasileira\u00a0estava desocupada ou subutilizada. 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