{"id":13250,"date":"2017-05-20T07:19:44","date_gmt":"2017-05-20T10:19:44","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=13250"},"modified":"2017-05-20T07:19:44","modified_gmt":"2017-05-20T10:19:44","slug":"a-guerra-em-que-o-povo-nao-participa-nem-lucra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2017\/05\/20\/a-guerra-em-que-o-povo-nao-participa-nem-lucra\/","title":{"rendered":"A guerra em que o povo n\u00e3o participa nem lucra."},"content":{"rendered":"<p>Em editorias publicados nesta sexta-feira (19) em dois dos principais jornais do pa\u00eds, o povo n\u00e3o est\u00e1 participando. O\u00a0que est\u00e1 acontecendo com o pa\u00eds? Dois dos principais\u00a0jornais do pais &#8211;\u00a0<em>O Estado de S. Paulo<\/em>, tradicional desde os\u00a0anos 30, com a dire\u00e7\u00e3o formada por grandes\u00a0homens do caf\u00e9, ligados \u00e0 velha UDN; e\u00a0<em>O Globo<\/em>, jornal conservador, que sempre manteve uma\u00a0pol\u00edtica governista &#8211; com\u00a0esses dois editoriais antag\u00f4nicos no conte\u00fado e no\u00a0objetivo, mostram que os grandes segmentos empresariais\u00a0brasileiros est\u00e3o em confronto.<\/p>\n<p>A\u00a0consequ\u00eancia n\u00e3o ser\u00e1 paga por eles, e sim trar\u00e1 ao\u00a0povo o seu eterno sacrif\u00edcio, fazendo com que o povo, a\u00a0massa, se distancie cada vez mais de conseguir\u00a0satisfazer as sua b\u00e1sicas necessidades: a da sa\u00fade, a\u00a0de poder viver em paz, se alimentar e estudar.<\/p>\n<p>Que editoriais s\u00e3o esses?<\/p>\n<p>H\u00e1 pouco tempo, durante a campanha, o senador A\u00e9cio Neves\u00a0falava que o PT queria dividir o Brasil. E o PT dizia a mesma coisa de A\u00e9cio.<\/p>\n<p>Hoje, o que se v\u00ea \u00e9 que o povo n\u00e3o participa, n\u00e3o tem\u00a0o direito de ter um lado. O povo tem somente o resto, n\u00e3o tem\u00a0lado.<\/p>\n<p>Lado parece que quem tem mesmo \u00e9 a elite brasileira.<\/p>\n<p>Essa divis\u00e3o de opini\u00e3o n\u00e3o \u00e9 a divis\u00e3o do pa\u00eds, e sim a divis\u00e3o de\u00a0poder.<\/p>\n<p><strong>O Globo<\/strong><\/p>\n<p><em>Editorial: A ren\u00fancia do presidente\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Um presidente da Rep\u00fablica aceita receber a visita de um megaempres\u00e1rio alvo de cinco opera\u00e7\u00f5es da Pol\u00edcia Federal que apuram o pagamento de milh\u00f5es em propinas entregues a autoridades p\u00fablicas, inclusive a aliados do pr\u00f3prio presidente. O encontro n\u00e3o \u00e9 \u00e0s claras, no Pal\u00e1cio do Planalto, com agenda p\u00fablica. Ele se d\u00e1 quase \u00e0s onze horas da noite na resid\u00eancia do presidente, de forma clandestina. Ao sair, o empres\u00e1rio combina novos encontros do tipo, e se vangloria do esquema que deu certo: &#8220;Fui chegando, eles abriram. Nem perguntaram o meu nome&#8221;. A simples decis\u00e3o de receb\u00ea-lo j\u00e1 guardaria boa dose de esc\u00e2ndalo. Mas houve mais, muito mais.<\/em><\/p>\n<p><em>Em di\u00e1logo que revela intimidade entre os dois, o empres\u00e1rio quer saber como anda a rela\u00e7\u00e3o do presidente com um ex-deputado, ex-aliado do presidente, preso h\u00e1 meses, acusado de se deixar corromper por milh\u00f5es. Este ex-deputado, em outro inqu\u00e9rito, \u00e9 acusado inclusive de receber propina do empres\u00e1rio para facilitar a vida de suas empresas no FI-FGTS da Caixa Econ\u00f4mica Federal. O presidente se mostra amuado, e lembra que o ex-deputado tentou fustig\u00e1-lo, ao torn\u00e1-lo testemunha de defesa com perguntas que o pr\u00f3prio juiz vetou por acreditar que elas tinham por objetivo intimid\u00e1-lo.<\/em><\/p>\n<p><em>Ao ouvir esse relato do presidente, o empres\u00e1rio procura tranquiliz\u00e1-lo mostrando os pr\u00e9stimos que fez. Diz, abertamente, que &#8220;zerou&#8221; as &#8220;pend\u00eancias&#8221; com o ex-deputado, que tinha ido &#8220;firme&#8221; contra ele na cobran\u00e7a. E que ao zerar as pend\u00eancias, tirou-o &#8220;da frente&#8221;. Mais tarde um pouco, em outro trecho, diz que conseguiu &#8220;ficar de bem&#8221; com ele. Como o presidente reage? Com um incentivo: &#8220;Tem que manter isso, viu?&#8221;<\/em><\/p>\n<p><em>N\u00e3o \u00e9 preciso grande esfor\u00e7o para entender o significado dessa sequ\u00eancia de di\u00e1logos. Afinal, que pend\u00eancias, sen\u00e3o o pagamento de propinas ainda n\u00e3o entregues, pode ter o empres\u00e1rio com um ex-deputado preso por corrup\u00e7\u00e3o? Que objetivo ter\u00e1 tido o empres\u00e1rio quando afirmou que, zerando as pend\u00eancias, conseguiu ficar de bem com ele, sen\u00e3o tranquilizar o presidente quanto ao fato de que, com aquelas provid\u00eancias, conseguiu mant\u00ea-lo quieto? E, por fim, que significado pode ter o incentivo do presidente (&#8220;tem que manter isso, viu&#8221;), sen\u00e3o uma advert\u00eancia para que o empres\u00e1rio continue com as pend\u00eancias zeradas, tirando o ex-deputado da frente e se mantendo bem com ele?<\/em><\/p>\n<p><em>Esses di\u00e1logos falam por si e bastariam para fazer ruir a imagem de integridade moral que o presidente tem orgulho de cultivar. Mas houve mais. O empres\u00e1rio relata as suas agruras com a Justi\u00e7a, e, abertamente, narra ao presidente alguns \u00eaxitos que suas pr\u00e1ticas de corrup\u00e7\u00e3o lhe permitiram ter. Conta que tem em m\u00e3os dois ju\u00edzes, que lhe facilitam a vida, e um procurador, que lhe repassa informa\u00e7\u00f5es. Um esc\u00e2ndalo. O que faz o presidente? Expulsa o empres\u00e1rio de sua casa e o denuncia as autoridades? N\u00e3o. Exclama, satisfeito: &#8220;\u00d3timo, \u00f3timo&#8221;.<\/em><\/p>\n<p><em>N\u00e3o \u00e9 tudo, por\u00e9m. Em menos de 40 minutos de conversa, o empres\u00e1rio ainda encontra tempo para se queixar de um ex-funcion\u00e1rio seu, atual ministro da Fazenda. Diz, com desfa\u00e7atez, que tem enfrentado resist\u00eancia no ministro da Fazenda para conseguir a troca dos mais altos funcion\u00e1rios do governo na \u00e1rea econ\u00f4mica: o secret\u00e1rio da Receita Federal, a presidente do BNDES, o presidente do Cade e o presidente da CVM. Pede, ent\u00e3o, que seja autorizado a usar o nome do presidente quando for novamente ao ministro da Fazenda com tais pleitos. O que faz o presidente? Manda-o embora, indignado? N\u00e3o, de forma alguma. O presidente autoriza: &#8220;Pode fazer&#8221;.<\/em><\/p>\n<p><em>Este jornal apoiou desde o primeiro instante o projeto reformista do presidente Michel Temer. Acreditou e acredita que, mais do que dele, o projeto \u00e9 dos brasileiros, porque somente ele far\u00e1 o Brasil encontrar o caminho do crescimento, fundamental para o bem-estar de todos os brasileiros. As reformas s\u00e3o essenciais para conduzir o pa\u00eds para a estabilidade pol\u00edtica, para a paz social e para o normal funcionamento de nossas institui\u00e7\u00f5es. Tal projeto far\u00e1 o pa\u00eds chegar a 2018 maduro para fazer a escolha do futuro presidente do pa\u00eds num ambiente de normalidade pol\u00edtica e econ\u00f4mica.<\/em><\/p>\n<p><em>Mas a cren\u00e7a nesse projeto n\u00e3o pode levar ao autoengano, \u00e0 cegueira, a virar as costas para a verdade. N\u00e3o pode levar ao desrespeito a princ\u00edpios morais e \u00e9ticos. Esses di\u00e1logos exp\u00f5em, com clareza cristalina, o significado do encontro clandestino do presidente Michel Temer com o empres\u00e1rio Joesley Batista. Ao abrir as portas de sua casa ao empres\u00e1rio, o presidente abriu tamb\u00e9m as portas para a sua derrocada. E tornou veross\u00edmeis as dela\u00e7\u00f5es da Odebrecht, divulgadas recentemente, e as de Joesley, que vieram agora a p\u00fablico.<\/em><\/p>\n<p><em>Nenhum cidad\u00e3o, c\u00f4nscio das obriga\u00e7\u00f5es da cidadania, pode deixar de reconhecer que o presidente perdeu as condi\u00e7\u00f5es morais, \u00e9ticas, pol\u00edticas e administrativas para continuar governando o Brasil. H\u00e1 os que pensam que o fim deste governo provocar\u00e1, mais uma vez, o atraso da t\u00e3o esperada estabilidade, do t\u00e3o almejado crescimento econ\u00f4mico, da t\u00e3o sonhada paz social. Mas \u00e9 justamente o contr\u00e1rio. A realidade n\u00e3o \u00e9 aquilo que sonhamos, mas aquilo que vivemos. Fingir que o esc\u00e2ndalo n\u00e3o passa de uma inocente conversa entre amigos, iludir-se achando que \u00e9 melhor tapar o nariz e ver as reformas logo aprovadas, tomar o caminho hip\u00f3crita de que nada t\u00e3o fora da rotina aconteceu n\u00e3o \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o. Fazer isso, al\u00e9m de contribuir para a perpetua\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas que t\u00eam sido a desgra\u00e7a do nosso pa\u00eds, n\u00e3o apressar\u00e1 o projeto de reformas de que o Brasil necessita desesperadamente. Ser\u00e1, isso sim, a raz\u00e3o para que ele seja mais uma vez postergado. S\u00f3 um governo com condi\u00e7\u00f5es morais e \u00e9ticas pode lev\u00e1-lo adiante. Quanto mais rapidamente esse novo governo estiver instalado, de acordo com o que determina a Constitui\u00e7\u00e3o, tanto melhor.<\/em><\/p>\n<p><em>A ren\u00fancia \u00e9 uma decis\u00e3o unilateral do presidente. Se desejar, n\u00e3o o que \u00e9 melhor para si, mas para o pa\u00eds, esta acabar\u00e1 sendo a decis\u00e3o que Michel Temer tomar\u00e1. \u00c9 o que os cidad\u00e3os de bem esperam dele. Se n\u00e3o o fizer, arrastar\u00e1 o Brasil a uma crise pol\u00edtica ainda mais profunda que, ningu\u00e9m se engane, chegar\u00e1, contudo, ao mesmo resultado, seja pelo impeachment, seja por den\u00fancia acolhida pelo Supremo Tribunal Federal. O caminho pela frente n\u00e3o ser\u00e1 f\u00e1cil. Mas, se h\u00e1 um consolo, \u00e9 que a Constitui\u00e7\u00e3o cidad\u00e3 de 1988 tem o roteiro para percorr\u00ea-lo. O Brasil deve se manter integralmente fiel a ela, sem inova\u00e7\u00f5es ou atalhos, e enfrentar a realidade sem ilus\u00f5es v\u00e3s. E, passo a passo, chegar ao futuro de bem-estar que toda a na\u00e7\u00e3o deseja.<\/em><\/p>\n<p><strong>Estado de S. Paulo<\/strong><\/p>\n<p><em>A hora da responsabilidade<\/em><\/p>\n<p><em>Este grave momento da vida nacional dever\u00e1 passar \u00e0 hist\u00f3ria como aquele em que a irresponsabilidade e o oportunismo prevaleceram sobre o bom senso e sobre o interesse p\u00fablico. Tudo o que se disser agora sobre os desdobramentos do terremoto gerado pela dela\u00e7\u00e3o do empres\u00e1rio Joesley Batista, em especial no que diz respeito ao presidente Michel Temer, ser\u00e1 mera especula\u00e7\u00e3o. Mas pode-se afirmar, sem d\u00favida, que a crise \u00e9 resultado de um encadeamento de atitudes imprudentes, tomadas em grande parte por gente que julga ter a miss\u00e3o messi\u00e2nica de purificar a pol\u00edtica nacional. A consequ\u00eancia \u00e9 a instabilidade permanente, que trava a urgente recupera\u00e7\u00e3o do Pa\u00eds e joga as institui\u00e7\u00f5es no torvelinho das incertezas \u2013 ambiente prop\u00edcio para aventureiros e salvadores da p\u00e1tria.<\/em><\/p>\n<p><em>O vazamento de parte da dela\u00e7\u00e3o do empres\u00e1rio Joesley Batista para a imprensa n\u00e3o foi um acidente. Seguramente h\u00e1, nos \u00f3rg\u00e3os que t\u00eam acesso a esse tipo de documento, quem esteja interessado, sabe-se l\u00e1 por quais raz\u00f5es, em gerar turbul\u00eancia no governo exatamente no momento em que o presidente Michel Temer parecia ter arregimentado os votos suficientes para a dif\u00edcil aprova\u00e7\u00e3o da reforma da Previd\u00eancia. Implicar Temer em uma trama para subornar o deputado cassado Eduardo Cunha a fim de mant\u00ea-lo calado, como fez o delator, segundo o pouco que chegou ao conhecimento do p\u00fablico, seria suficiente para justificar seu afastamento e a abertura de um processo contra o presidente \u2013 o Supremo Tribunal Federal j\u00e1 autorizou a instaura\u00e7\u00e3o de inqu\u00e9rito.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00c9 preciso destacar, no entanto, o modus operandi do vazamento. A parte da dela\u00e7\u00e3o que foi divulgada n\u00e3o continha sen\u00e3o fragmentos de frases transcritas de uma grava\u00e7\u00e3o clandestina feita por Joesley Batista em uma conversa com Temer. N\u00e3o se conhecia o contexto em que o di\u00e1logo se deu, porque a grava\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi tornada imediatamente p\u00fablica. Durante as horas que se seguiram \u00e0 divulga\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia do explosivo material, mesmo que n\u00e3o se soubesse o exato teor do que disse Temer, criou-se um fato pol\u00edtico grav\u00edssimo. A demora em tornar p\u00fablica a grava\u00e7\u00e3o se prestou, deliberadamente ou n\u00e3o, a prejudicar o acusado, encurralando-o. A vers\u00e3o que certamente interessava ao vazador, portanto, se imp\u00f4s.<\/em><\/p>\n<p><em>At\u00e9 mesmo uma conversa informal, na qual Temer teria confidenciado a Joesley Batista que a taxa de juros estava para cair \u2013 o que qualquer pessoa medianamente inteirada da conjuntura j\u00e1 imaginava \u2013, est\u00e1 sendo interpretada como tr\u00e1fico de informa\u00e7\u00e3o privilegiada. O Banco Central informou o \u00f3bvio \u2013 que n\u00e3o h\u00e1 possibilidade de que Temer tenha tido conhecimento antecipado de uma decis\u00e3o sobre juros \u2013, mas, num momento em que o debate pol\u00edtico se resume ao disse que disse fr\u00edvolo das redes sociais, prevalece n\u00e3o a verdade, mas o rumorejo.<\/em><\/p>\n<p><em>N\u00e3o \u00e9 de hoje que h\u00e1 vazamentos desse tipo \u2013 e isso s\u00f3 pode ser feito por quem tem acesso privilegiado a documentos sigilosos. Ao longo de toda a Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato, tornou-se corriqueira a divulga\u00e7\u00e3o de trechos de depoimentos de delatores, usados como armas pol\u00edticas por procuradores. O vazamento a conta-gotas das dela\u00e7\u00f5es dos executivos da Odebrecht que envolvem quase todo o Congresso Nacional, mantendo o mundo pol\u00edtico em p\u00e2nico em meio a especula\u00e7\u00f5es sobre o completo teor dos depoimentos, foi um claro exemplo desse execr\u00e1vel m\u00e9todo.<\/em><\/p>\n<p><em>Enquanto isso, fica em segundo plano o fato de que Joesley Batista e outros delatores sair\u00e3o praticamente livres, pagando multas irris\u00f3rias, embora tenham cometido \u2013 e confessado! \u2013 cabeludos crimes. Para honrar t\u00e3o generoso acordo com o Minist\u00e9rio P\u00fablico, o empres\u00e1rio saiu por Bras\u00edlia a armar flagrantes, com gravador escondido no bolso, a servi\u00e7o dos que pretendem reformar a pol\u00edtica na marra.<\/em><\/p>\n<p><em>Nesse clima de fim de mundo, revoam os urubus. Parlamentares e l\u00edderes pol\u00edticos, uns mais criativos que outros, prop\u00f5em as solu\u00e7\u00f5es mais estapaf\u00fardias para uma crise que s\u00f3 existe porque grassa a insensatez entre aqueles que deveriam preservar a estabilidade no Pa\u00eds.<\/em><\/p>\n<p><em>Resta demandar que a Constitui\u00e7\u00e3o n\u00e3o seja rasgada ao sabor das conveni\u00eancias daqueles que lucram com o caos.<\/em><\/p>\n<p><strong>Artigo p<em>ublicado na pagina <\/em><em>da internet do JB Online\/Opini\u00e3o &#8211; <\/em><em>dispon\u00edvel na internet <\/em><em>20<\/em><em>\/05\/2017<\/em><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #000080;\"><strong>Nota: O presente artigo n\u00e3o traduz necessariamente a opini\u00e3o do ASMETRO-SN. Sua publica\u00e7\u00e3o tem o prop\u00f3sito de estimular o debate dos problemas brasileiros e de refletir as diversas tend\u00eancias do pensamento contempor\u00e2neo<\/strong><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em editorias publicados nesta sexta-feira (19) em dois dos principais jornais do pa\u00eds, o povo n\u00e3o est\u00e1 participando. O\u00a0que est\u00e1 acontecendo com o pa\u00eds? Dois dos principais\u00a0jornais do pais &#8211;\u00a0O Estado de S. 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