{"id":14359,"date":"2017-07-03T00:15:11","date_gmt":"2017-07-03T03:15:11","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=14359"},"modified":"2017-07-03T04:41:40","modified_gmt":"2017-07-03T07:41:40","slug":"operadoras-de-plano-de-saude-ampliam-receita-apesar-de-perda-de-clientes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2017\/07\/03\/operadoras-de-plano-de-saude-ampliam-receita-apesar-de-perda-de-clientes\/","title":{"rendered":"Operadoras de plano de sa\u00fade ampliam receita, apesar de perda de clientes."},"content":{"rendered":"<p><strong>Em 2016, lucro saltou 66% com reajustes ao consumidor bem acima da infla\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p>A recess\u00e3o e o desemprego fizeram com que mais de 1,5 milh\u00e3o de pessoas deixassem de ter plano de sa\u00fade no ano passado. Mesmo assim, as operadoras conseguiram aumentar seus ganhos: a receita das empresas cresceu 12%, e o lucro l\u00edquido aumentou 66%, segundo dados da Ag\u00eancia Nacional de Sa\u00fade Suplementar (ANS). Segundo especialistas, a estrat\u00e9gia para obter resultados melhores em ano de crise \u00e9 repassar a conta para o consumidor. <strong><span style=\"color: #ff0000;\">H\u00e1 reajustes de planos coletivos \u2014 equivalentes a 80% do mercado \u2014 que chegam a 40%<\/span><\/strong>. Nos planos individuais, o aumento foi de 13,55%, \u00edndice similar aos dos \u00faltimos dois anos. A pr\u00f3pria ANS reconhece o problema e diz que a tend\u00eancia \u00e9 que os planos de sa\u00fade se tornem um servi\u00e7o de elite.<br \/>\nO reajuste dos planos foi muito superior \u00e0 infla\u00e7\u00e3o, que fechou o ano passado com alta de 6,29%. Mesmo assim, as contas n\u00e3o fecham para as operadoras, muito menos para os usu\u00e1rios. Os planos individuais, cujo reajuste \u00e9 fixado pela ANS, praticamente n\u00e3o est\u00e3o dispon\u00edveis no mercado. O consumidor, muitas vezes, \u00e9 levado a contratar planos coletivos por ades\u00e3o, nos quais o reajuste \u00e9 livremente negociado entre operadora e empresa ou associa\u00e7\u00e3o que contratou o servi\u00e7o. Ao aumentar o pre\u00e7o da mensalidade, as operadoras empurram mais consumidores para fora dos planos e n\u00e3o resolvem a press\u00e3o de custos m\u00e9dicos e hospitalares, que subiram 14% no \u00faltimo ano. Para analistas, h\u00e1 risco at\u00e9 de se inviabilizar o segmento.<br \/>\nAs operadoras est\u00e3o lucrando num contexto de crise em que outros setores est\u00e3o indo mal. Se est\u00e1 havendo preju\u00edzo pelo aumento maior de despesas que de receita, ele n\u00e3o est\u00e1 sendo repassado ao acionista, mas ao consumidor \u2014 diz Ana Carolina Naverrete, pesquisadora de sa\u00fade do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).<br \/>\nO estudante Michel Menezes, de 19 anos, contratou seu primeiro plano de sa\u00fade, em fevereiro, e j\u00e1 sentiu o peso do reajuste: foram 28%, aplicados em maio.<\/p>\n<p>\u2014 Consigo pagar porque ainda moro com meus pais. Mas o valor me surpreendeu por vir antes de completar um ano que firmei o contrato e pelo percentual \u2014 diz Menezes, que teve o aumento aplicado na data de anivers\u00e1rio do contrato de ades\u00e3o ao qual se vinculou.<\/p>\n<p>A conta para Marco Ant\u00f4nio Cavalcanti veio ainda mais salgada. O fot\u00f3grafo aposentado, de 65 anos, teve seu plano reajustado em 40%, em junho, para R$ 2.900. Sem \u00eaxito na tentativa de negociar com a administradora do benef\u00edcio, ele vai recorrer \u00e0 Justi\u00e7a.<\/p>\n<p>\u2014 Minha aposentaria toda vai para pagar essas taxas \u2014 desabafa Cavalcanti.<\/p>\n<figure id=\"attachment_14367\" aria-describedby=\"caption-attachment-14367\" style=\"width: 640px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/saude.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-14367 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/saude.jpg?resize=640%2C480\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/saude.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/saude.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/saude.jpg?resize=560%2C420&amp;ssl=1 560w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/saude.jpg?resize=80%2C60&amp;ssl=1 80w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/saude.jpg?resize=160%2C120&amp;ssl=1 160w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/saude.jpg?resize=265%2C198&amp;ssl=1 265w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-14367\" class=\"wp-caption-text\">Imagem do Jornal O Globo<\/figcaption><\/figure>\n<p>Segundo Jos\u00e9 Cechin, diretor-executivo da Fenasa\u00fade (federa\u00e7\u00e3o com 23 grandes empresas do setor) e ex-ministro da Previd\u00eancia, as operadoras fecharam as contas com d\u00e9ficit em seis dos \u00faltimos dez anos. De acordo com Cechin, o resultado positivo de 2016 \u2014 de R$ 6,46 bilh\u00f5es \u2014 foi influenciado por ganhos obtidos com a aplica\u00e7\u00e3o financeira das reservas obrigat\u00f3rias exigidas pela ANS. A regra \u00e9 uma forma de assegurar que as empresas tenham recursos para garantir a opera\u00e7\u00e3o futura. Outro fator que contribuiu para o salto de 66% nos ganhos do segmento foi a revers\u00e3o de dep\u00f3sito judicial de uma das empresas.<\/p>\n<p>\u2014 A preocupa\u00e7\u00e3o das nossas associadas \u00e9 que a despesa com a assist\u00eancia est\u00e1 crescendo mais rapidamente do que as receitas. E a sinistralidade (frequ\u00eancia de uso) tamb\u00e9m cresceu de uma m\u00e9dia de 75% para 85% em 2016 \u2014 destaca Cechin.<\/p>\n<p>Pedro Ramos, diretor da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), que re\u00fane os planos, afirma que 30% das operadoras que atuam no mercado est\u00e3o no negativo. Ele argumenta que o setor sofreu com reajustes represados em governos anteriores e que, mesmo com os aumentos recentes, o equil\u00edbrio dos contratos ainda n\u00e3o foi retomado. O setor busca fechar um acordo com os hospitais \u2014 que representam 40% das despesas \u2014 com dura\u00e7\u00e3o de cinco anos para reduzir custos. A proposta \u00e9 trocar o pagamento por procedimento por um modelo de pacote de servi\u00e7os:<\/p>\n<p>\u2014 Estamos reescrevendo a rela\u00e7\u00e3o com os hospitais no Brasil.<\/p>\n<p>Ramos diz ainda que s\u00f3 um modelo adequado de reajustes permitiria mensalidades mais baixas no futuro:<\/p>\n<p>\u2014 Precisamos aumentar a oferta de produtos, acabar com o imbr\u00f3glio dos reajustes por faixa et\u00e1ria, que sobrecarregam os jovens. Est\u00e3o todos embalados por uma can\u00e7\u00e3o que diz que os planos t\u00eam que dar tudo, mas tudo tem um custo. Isso n\u00e3o pode ser suportado.<\/p>\n<p>Nos hospitais, por sua vez, os efeitos da crise se refletem nos atrasos dos pagamentos das operadoras, que variam de 15 a 60 dias, nos casos mais graves, segundo Fernando Boigues, vice-presidente da Federa\u00e7\u00e3o dos Hospitais do Estado do Rio (Feherj). Ele afirma que \u00e9 necess\u00e1rio fazer mudan\u00e7as no modelo.<\/p>\n<p>\u2014 \u00c9 preciso fazer um estudo sobre esse pagamento por pacotes e trabalhar em preven\u00e7\u00e3o de custo \u2014 diz Boigues.<\/p>\n<p>Rodolfo Garcia Maritano, superintendente executivo da Unimed Brasil, admite que o ritmo de reajuste n\u00e3o \u00e9 sustent\u00e1vel para o consumidor.<\/p>\n<p>\u2014 Ao aplicar um aumento elevado, voc\u00ea estimula quem usa pouco o plano a sair. Ficam aqueles que usam com maior frequ\u00eancia. Isso n\u00e3o \u00e9 sustent\u00e1vel. No entanto, os custos na \u00e1rea de sa\u00fade sobem de elevador, enquanto os reajustes v\u00e3o pela escada. Para mexer no custo, \u00e9 preciso mexer na abrang\u00eancia da cobertura e em gest\u00e3o assistencial \u2014 afirma.<\/p>\n<p>At\u00e9 agora, a solu\u00e7\u00e3o apresentada pelas empresas para resolver a crise \u00e9 diminuir ainda mais a regula\u00e7\u00e3o sobre o setor. Na C\u00e2mara dos Deputados se discute, em regime de urg\u00eancia, a mudan\u00e7a na Lei 9.656\/1998, que rege a sa\u00fade suplementar. Simultaneamente, a ANS discute com especialistas uma proposta do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade de cria\u00e7\u00e3o de planos acess\u00edveis. Nas duas frentes, as iniciativas preveem uma regula\u00e7\u00e3o ainda menor dos reajustes \u2014 hoje, somente planos individuais ou coletivos com at\u00e9 30 benefici\u00e1rios s\u00e3o acompanhados pela ag\u00eancia. Outras sugest\u00f5es incluem reajustes baseados em planilha de custos das empresas, prazo maior para atendimento e redu\u00e7\u00e3o de coberturas.<\/p>\n<p>Arthur Rollo, titular da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), prop\u00f4s \u00e0 ANS, na \u00faltima semana, o fim da figura das administradoras de benef\u00edcios, obrigat\u00f3rias pela regula\u00e7\u00e3o do setor na contrata\u00e7\u00e3o de planos coletivos:<\/p>\n<p>\u2014 Em toda cadeia produtiva, o intermedi\u00e1rio onera o custo. As administradoras t\u00eam a fun\u00e7\u00e3o de proteger o consumidor, mas, se assim fosse, n\u00e3o estariam como r\u00e9s, ao lado dos planos, em a\u00e7\u00f5es judiciais.<\/p>\n<p><strong>ANS: PLANO DEVE VIRAR SERVI\u00c7O DE ELITE<\/strong><\/p>\n<p>Leandro Fonseca da Silva, diretor de Normas e Habilita\u00e7\u00e3o das Operadoras e diretor-presidente substituto da ANS, diz que a trajet\u00f3ria de custos das operadoras \u00e9 insustent\u00e1vel e que a \u00fanica sa\u00edda \u00e9 repassar o custo ao consumidor:<\/p>\n<p>\u2014 A tend\u00eancia \u00e9 que plano de sa\u00fade vire um servi\u00e7o de elite. Temos que fazer uma discuss\u00e3o mais ampla, como a que est\u00e1 sendo feita para a Previd\u00eancia, sobre como fechar essa equa\u00e7\u00e3o da sa\u00fade, seja ela p\u00fablica ou privada. Essa conta vem pelo imposto ou pela mensalidade.<\/p>\n<p>Indagado sobre como a ANS vai atuar para evitar que o consumidor seja muito onerado, ele foi lac\u00f4nico:<\/p>\n<p>\u2014 O desafio \u00e9 grande.<\/p>\n<p>Perguntada sobre o fato de n\u00e3o exigir maior oferta de planos individuais, a ANS disse, em nota, que n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o legal para obrigar as empresas a ofertarem estes planos. Em rela\u00e7\u00e3o aos planos coletivos, a ag\u00eancia argumenta que neste caso h\u00e1 livre negocia\u00e7\u00e3o entre empresas e operadoras. Na pr\u00e1tica, por\u00e9m, caso o trabalhador n\u00e3o concorde com o reajuste aplicado, dificilmente encontrar\u00e1 um plano individual dispon\u00edvel no mercado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"614\">\n<h4><strong><span style=\"color: #ff0000;\">Seus direitos em caso de negativa de atendimento pelo plano de sa\u00fade<\/span><\/strong><\/h4>\n<h4>Problemas no atendimento<\/h4>\n<h4>Voc\u00ea paga o Plano de Sa\u00fade e, na hora que precisa, tem o atendimento negado. Numa situa\u00e7\u00e3o desta, o usu\u00e1rio deve fazer contato de imediato com a operadora para exigir solu\u00e7\u00e3o. De acordo com a Proteste, em casos de urg\u00eancia e emerg\u00eancia, n\u00e3o pode haver negativa de atendimento. Todos os Tribunais de Justi\u00e7a do pa\u00eds mant\u00eam um juiz de plant\u00e3o\u00a0 (24<\/h4>\n<p>Negativa deve ser registrada por escrito<\/p>\n<h4>A operadora que se negar a cobrir determinado procedimento dever\u00e1 fazer essa comunica\u00e7\u00e3o por escrito, sempre que o benefici\u00e1rio do plano solicitar. A negativa dever\u00e1 estar em linguagem clara, indicando a cl\u00e1usula contratual ou o dispositivo legal que a justifique. A operadora que n\u00e3o fornecer a negativa por escrito pode ser multada pela ANS em R$<\/h4>\n<p>Cobertura de procedimentos pode ser consultada<\/p>\n<h4>Em caso de d\u00favidas sobre o que o plano de sa\u00fade deve ou n\u00e3o cobrir, \u00e9 poss\u00edvel consultar o Rol de Procedimentos da ANS, onde constam todos os procedimentos que um plano de sa\u00fade deve cobrir. Desde o dia 2 de janeiro, foram inclu\u00eddos mais 21 novos procedimentos, ampliando a lista para 3.216. \u00c9 preciso ter muita aten\u00e7\u00e3o com a modalidade do plano de<\/h4>\n<h4>A quem recorrer em caso de recusa<\/h4>\n<h4>Nos casos de urg\u00eancia, o usu\u00e1rio pode entrar em contato com os Tribunais de Justi\u00e7a para valer seu direito. Mesmo nas situa\u00e7\u00f5es em que n\u00e3o h\u00e1 urg\u00eancia, h\u00e1 a possibilidade de recorrer \u00e0 Justi\u00e7a, \u00e0 ANS e aos \u00f3rg\u00e3os de defesa do consumidor.<\/h4>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"614\">\n<h4><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Os cuidados necess\u00e1rios para cancelar um plano de sa\u00fade<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4>Crise x plano de sa\u00fade<\/h4>\n<h4>Com a crise econ\u00f4mica, h\u00e1 fam\u00edlias cujo or\u00e7amento familiar j\u00e1 n\u00e3o est\u00e1 permitindo manter o plano de sa\u00fade. Mas na hora do cancelamento, \u00e9 preciso alguns cuidados para n\u00e3o ter dor de cabe\u00e7a futura, como a inser\u00e7\u00e3o do nome em cadastro de inadimpl\u00eancia. Para ajudar aqueles que est\u00e3o nesta situa\u00e7\u00e3o, a Proteste listou algumas dicas orienta\u00e7\u00f5es para que o processo seja tranquilo.<\/h4>\n<p>Aviso de cancelamento<\/p>\n<h4>O usu\u00e1rio deve verificar no contrato com quanto tempo antes \u00e9 preciso avisar sobre o cancelamento. Ap\u00f3s essa verifica\u00e7\u00e3o, basta enviar um pedido formal por escrito \u00e0 operadora do plano. D\u00ea prefer\u00eancia, uma carta com Aviso de Recebimento (AR) para ter o comprovante do envio. O cancelamento tamb\u00e9m pode ser feito pessoalmente, levando \u00e0 sede da operadora, duas vias do pedido. O desligamento por telefone n\u00e3o \u00e9 recomend\u00e1vel.<\/h4>\n<p>Taxa para rescis\u00e3o de contrato<\/p>\n<h4>A operadora n\u00e3o pode cobrar qualquer tipo de taxa de rescis\u00e3o de contrato, nem exigir fidelidade contratual m\u00ednima de um ano.<\/h4>\n<p>Quando a iniciativa \u00e9 da operadora<\/p>\n<h4>S\u00f3 existem duas situa\u00e7\u00f5es em que os contratos de planos individuais ou familiares podem ser cancelados por iniciativa da operadora. A primeira, em caso de fraude, como mentir sobre doen\u00e7as preexistentes e emprestar a carteira do plano para outra pessoa. A outra, pelo n\u00e3o pagamento da mensalidade por per\u00edodo superior a 60 dias, consecutivos ou n\u00e3o, nos \u00faltimos 12 meses de vig\u00eancia do contrato.<\/h4>\n<p>Rompimento unilateral<\/p>\n<h4>Para que acontece o rompimento unilateral, ou seja, por iniciativa da operadora, o titular do plano precisa ser comprovadamente notificado at\u00e9 o quinquag\u00e9simo dia de inadimpl\u00eancia. Caso contr\u00e1rio, o rompimento unilateral \u00e9 proibido. J\u00e1 no caso de plano de sa\u00fade coletivo, o cancelamento pode ocorrer a qualquer momento.<\/h4>\n<p>Regularizando o pagamento ap\u00f3s notifica\u00e7\u00e3o<\/p>\n<h4>Quem tem um plano individual e recebeu comunicado de desligamento, para regularizar o pagamento deve entrar em contato com o plano de sa\u00fade e tentar fazer um acordo. Em caso de cancelamento indevido \u00e9 importante apresentar os comprovantes de pagamento. Caso n\u00e3o consiga solucionar o problema, \u00e9 importante formalizar queixa na Ag\u00eancia Nacional de Sa\u00fade Suplementar (ANS).<\/h4>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Saiba mais:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Especialista v\u00ea com apreens\u00e3o medidas para reduzir regula\u00e7\u00e3o do setor de sa\u00fade<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/economia\/especialista-ve-com-apreensao-medidas-para-reduzir-regulacao-do-setor-de-saude-21544470\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/oglobo.globo.com\/economia\/especialista-ve-com-apreensao-medidas-para-reduzir-regulacao-do-setor-de-saude-21544470<\/a><\/p>\n<p><strong>AN\u00c1LISE: O sistema de planos de sa\u00fade \u00e9 vi\u00e1vel?<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/economia\/analise-sistema-de-planos-de-saude-viavel-21544297\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/oglobo.globo.com\/economia\/analise-sistema-de-planos-de-saude-viavel-21544297<\/a><\/p>\n<p><strong>Planos de sa\u00fade: o que saber antes de contratar.<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/economia\/defesa-do-consumidor\/2017\/03\/13\/174641-planos-de-saude-que-saber-antes-de-contratar\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/oglobo.globo.com\/economia\/defesa-do-consumidor\/2017\/03\/13\/174641-planos-de-saude-que-saber-antes-de-contratar<\/a><\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Luciana Casemiro e Glauce Cavalcanti\/ Jornal O Globo \u2013 dispon\u00edvel na internet 03\/07\/2017<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2016, lucro saltou 66% com reajustes ao consumidor bem acima da infla\u00e7\u00e3o. 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