{"id":14705,"date":"2017-07-14T00:07:16","date_gmt":"2017-07-14T03:07:16","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=14705"},"modified":"2017-07-13T19:56:24","modified_gmt":"2017-07-13T22:56:24","slug":"proposta-de-mp-trabalhista-nao-inclui-financiamento-de-sindicatos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2017\/07\/14\/proposta-de-mp-trabalhista-nao-inclui-financiamento-de-sindicatos\/","title":{"rendered":"Proposta de MP trabalhista n\u00e3o inclui financiamento de sindicatos."},"content":{"rendered":"<p>A minuta de medida provis\u00f3ria que ir\u00e1 substituir pontos da reforma trabalhista aprovada esta semana pelo Senado n\u00e3o trata da recomposi\u00e7\u00e3o do financiamento dos sindicatos ou de alguma alternativa para substituir o imposto sindical, extinto pelo Congresso.<\/p>\n<p>O texto, preparado pelo l\u00edder do governo no Senado, Romero Juc\u00e1 (PMDB-RR), se concentra na regulamenta\u00e7\u00e3o do trabalho intermitente e na veda\u00e7\u00e3o do trabalho insalubre de mulheres gr\u00e1vidas e lactantes, dois dos pontos que mais causaram inc\u00f4modo no Senado.<\/p>\n<p>A volta do imposto sindical ou de alguma forma de financiamento estava sendo negociada pelo governo com os sindicatos, mas o presidente da C\u00e2mara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), j\u00e1 havia dito que n\u00e3o via maneira de o imposto ser aceito pelos deputados.<\/p>\n<p>De acordo com uma fonte palaciana, o governo desistiu de tentar manter o acordo com os sindicatos, ao menos por enquanto. N\u00e3o deve prever nova forma de arrecada\u00e7\u00e3o ou mesmo uma transi\u00e7\u00e3o, a menos que as centrais consigam convencer os parlamentares a incluir esse ponto no texto final.<\/p>\n<p>A nova vers\u00e3o da MP &#8211;que \u00e9 fruto de um acordo entre o Planalto e os senadores para votar a lei como estava em troca de veto em pontos mais pol\u00eamicos&#8211; prev\u00ea, entre outras coisas, que o trabalho de mulheres gr\u00e1vidas e lactantes \u00e9 vedado em locais insalubres. Acrescenta, no entanto, que, se a mulher quiser trabalhar e apresentar um atestado m\u00e9dico permitindo, poder\u00e1 sim continuar.<\/p>\n<p>Outra mudan\u00e7a \u00e9 no ponto em que a MP proibia que um trabalhador contratado em regime normal n\u00e3o pudesse ser demitido e recontratado imediatamente em regime intermitente. O novo texto mant\u00e9m um intervalo de 18 meses e aumenta o prazo para esse intervalo de dois para tr\u00eas anos.<\/p>\n<p>A minuta prev\u00ea ainda a possibilidade de regime de trabalho de 12 horas de trabalho por 36 de descanso, desde que previsto em acordo coletivo. Al\u00e9m disso, rep\u00f5e a necessidade de manuten\u00e7\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o dos sindicatos nas negocia\u00e7\u00f5es coletivas.<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o h\u00e1 prazo para a MP ser publicada. A nova lei tem prazo de 120 dias para entrar em vigor e esse \u00e9 o prazo que o governo ter\u00e1 para finalizar a negocia\u00e7\u00f5es antes de publicar a MP.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Lisandra Paraguassu\/Reuters Brasil \u2013 dispon\u00edvel na internet 14\/07\/2017<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A minuta de medida provis\u00f3ria que ir\u00e1 substituir pontos da reforma trabalhista aprovada esta semana pelo Senado n\u00e3o trata da recomposi\u00e7\u00e3o do financiamento dos sindicatos ou de alguma alternativa para substituir o imposto sindical, extinto pelo Congresso. 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