{"id":14996,"date":"2017-07-24T00:10:48","date_gmt":"2017-07-24T03:10:48","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=14996"},"modified":"2017-07-23T20:12:59","modified_gmt":"2017-07-23T23:12:59","slug":"acordo-de-complementacao-economica-ace-foi-assinado-hoje-entre-brasil-argentina-paraguai-uruguai-e-colombia-foto-assessoria-de-comunicacao-social-do-mdic","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2017\/07\/24\/acordo-de-complementacao-economica-ace-foi-assinado-hoje-entre-brasil-argentina-paraguai-uruguai-e-colombia-foto-assessoria-de-comunicacao-social-do-mdic\/","title":{"rendered":"Acordo de Complementa\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica (ACE) foi assinado hoje entre Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Col\u00f4mbia \u2013 foto Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o Social do MDIC"},"content":{"rendered":"<p>Os ministros Marcos Pereira (MDIC) e Aloysio Nunes Ferreira (MRE) assinaram hoje, em Mendoza, na Argentina, pelo governo brasileiro, o Acordo de Complementa\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica (ACE) entre o Mercosul e a Col\u00f4mbia. O ACE, firmado ao amparo da Associa\u00e7\u00e3o Latina Americana de Integra\u00e7\u00e3o (Aladi), aprofunda as rela\u00e7\u00f5es comerciais entre os pa\u00edses signat\u00e1rios.<\/p>\n<p>Segundo Marcos Pereira, o novo acordo vai beneficiar as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras porque melhora as condi\u00e7\u00f5es de acesso do Brasil ao mercado colombiano principalmente para produtos automotivos, t\u00eaxteis,e sider\u00fargicos. \u201c\u00c9 importante dizer que o acordo assinado hoje tamb\u00e9m amplia a possibilidade de negocia\u00e7\u00e3o para novas \u00e1reas, abrindo uma janela para a facilita\u00e7\u00e3o de com\u00e9rcio e medidas n\u00e3o tarif\u00e1rias\u201d, acrescentou.<\/p>\n<p>O novo acordo consolida o acesso preferencial\u00a0 previsto no Acordo de Complementa\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica n\u00ba 59 \u00a0e as iniciativas negociadas entre a partes ao amparo do atual acordo e que ainda n\u00e3o haviam sido referendadas.\u00a0 Assim, o novo instrumento ampliar\u00e1 as prefer\u00eancias pactuadas nos setores t\u00eaxteis e sider\u00fargicos, permitindo a desgrava\u00e7\u00e3o total das al\u00edquotas do Imposto de Importa\u00e7\u00e3o aplicadas a esses segmentos e possibilitar\u00e1, em breve, a entrada em vigor do acordo automotivo assinado entre o Brasil e a Col\u00f4mbia em 2015.\u00a0 O acordo automotivo, al\u00e9m de zerar al\u00edquotas de importa\u00e7\u00e3o, prev\u00ea a concess\u00e3o de 100% de prefer\u00eancia para ve\u00edculos dos dois pa\u00edses, com cotas anuais crescentes. No primeiro ano, ser\u00e3o 12 mil unidades, no segundo, 25 mil, e a partir do terceiro, 50 mil unidades.<\/p>\n<p>Para o ministro Marcos Pereira o acordo automotivo com a Col\u00f4mbia \u00e9 de grande import\u00e2ncia para a ind\u00fastria brasileira. \u201cA Col\u00f4mbia \u00e9 um excelente mercado para os ve\u00edculos fabricados no Brasil, devido \u00e0 proximidade geogr\u00e1fica. Todas as empresas instaladas no Brasil, que possui a maior ind\u00fastria automotiva da Am\u00e9rica do Sul e uma das maiores do mundo, v\u00e3o ser beneficiadas com o acordo com a Col\u00f4mbia\u201d, declarou.<\/p>\n<p>O ministro disse ainda que o novo acordo tamb\u00e9m proporcionar\u00e1 maior agilidade nas tomadas de decis\u00e3o e vai colaborar para cria\u00e7\u00e3o de um novo cen\u00e1rio para as rela\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e comerciais na regi\u00e3o latino-americana.<\/p>\n<p><strong>Interc\u00e2mbio Comercial<\/strong><\/p>\n<p>Em 2016, as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras para a Col\u00f4mbia cresceram 5,7% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, passando de US$ 2,115 bilh\u00f5es para US$ 2,235 bilh\u00f5es. No mesmo per\u00edodo, as importa\u00e7\u00f5es brasileiras da Col\u00f4mbia diminu\u00edram 23,7% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior.\u00a0 Assim, a balan\u00e7a comercial com a Col\u00f4mbia resultou em super\u00e1vit de US$ 1,327 bilh\u00f5es para o Brasil em 2016. No ano anterior, houve super\u00e1vit de US$ 926 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>No ano passado, a pauta de exporta\u00e7\u00f5es brasileiras \u00e0 Col\u00f4mbia foi formada, principalmente, por produtos manufaturados (88%). Os principais produtos brasileiros exportados para a Col\u00f4mbia em 2016 foram: autom\u00f3veis de passageiros (5,5%); \u00f3leos brutos de petr\u00f3leo (5,5%); pol\u00edmeros de etileno, propileno e estireno (4,9%); pneum\u00e1ticos (4,5%); prepara\u00e7\u00f5es para elabora\u00e7\u00e3o de bebidas (3,6%); produtos laminados planos de ferro ou a\u00e7os (3,5%); ve\u00edculos de carga (2,7%); medicamentos para medicina humana e veterin\u00e1ria (2,7%); partes e pe\u00e7as para ve\u00edculos autom\u00f3veis e tratores (2,3%); motores para ve\u00edculos autom\u00f3veis e suas partes (2,1%). Os principais produtos importados pelo Brasil da Col\u00f4mbia em 2016 foram: hulhas (32%); policloreto de vinila (pvc) (13,3%); pol\u00edmeros de etileno, propileno e estireno (10,4%); coques e semicoques de hulha,de linhita ou de turfa,etc (10,1%); inseticidas, formicidas, herbicidas e produtos semelhantes (6,5%)<\/p>\n<p>Em 2016, 3.659 empresas brasileiras realizaram exporta\u00e7\u00f5es \u00e0 Col\u00f4mbia , crescimento de\u00a0 6,6% em rela\u00e7\u00e3o a 2015 (3.434 empresas). Nas importa\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m houve crescimento. O n\u00famero de empresas brasileiras que compraram produtos de empresas colombianas aumentou 2,4% em 2016, passando de 669 para 685 empresas importadoras.<\/p>\n<p><strong>Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o Social do MDIC\u00a0 24\/07\/2017<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os ministros Marcos Pereira (MDIC) e Aloysio Nunes Ferreira (MRE) assinaram hoje, em Mendoza, na Argentina, pelo governo brasileiro, o Acordo de Complementa\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica (ACE) entre o Mercosul e a Col\u00f4mbia. O ACE, firmado ao amparo da Associa\u00e7\u00e3o Latina Americana de Integra\u00e7\u00e3o (Aladi), aprofunda as rela\u00e7\u00f5es comerciais entre os pa\u00edses signat\u00e1rios. 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