{"id":15592,"date":"2017-08-11T07:49:55","date_gmt":"2017-08-11T10:49:55","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=15592"},"modified":"2017-08-11T07:49:55","modified_gmt":"2017-08-11T10:49:55","slug":"governo-deve-adiar-reajuste-de-servidores-de-2018-para-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2017\/08\/11\/governo-deve-adiar-reajuste-de-servidores-de-2018-para-2019\/","title":{"rendered":"Governo deve adiar reajuste de servidores de 2018 para 2019"},"content":{"rendered":"<p>Estimativa \u00e9 de uma economia de gastos de quase R$ 10 bilh\u00f5es no ano que vem. Governo tamb\u00e9m pode propor sal\u00e1rio inicial de R$ 5 mil, dizem interlocutores da \u00e1rea econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>O governo deve adiar do in\u00edcio de 2018 para o come\u00e7o de 2019 o reajuste dos servidores do Executivo, informaram ao G1 interlocutores da \u00e1rea econ\u00f4mica. A economia estimada no pr\u00f3ximo ano com a medida \u00e9 de R$ 9,7 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, devem ser anunciadas novas a\u00e7\u00f5es para conter as chamadas despesas obrigat\u00f3rias. Uma \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de um limite de R$ 5 mil para o sal\u00e1rio inicial de novos servidores do Executivo, valor que depois subiria gradativamente, conforme fique fixado em concurso p\u00fablico.<\/p>\n<p>Est\u00e1 em estudo, ainda, o corte do aux\u00edlio-moradia pago a servidores p\u00fablicos.<\/p>\n<p>Com essas medidas, o governo visa diminuir os gastos e buscar cumprimento das metas fiscais em um momento de forte alta do rombo nas contas p\u00fablicas e de dificuldades com a arrecada\u00e7\u00e3o, que est\u00e1 abaixo da esperada.<\/p>\n<p>Os gastos com servidores s\u00e3o a segunda maior despesa da Uni\u00e3o, perdendo apenas para os gastos com as aposentadorias &#8211; que s\u00e3o fruto de uma reforma, em an\u00e1lise no Congresso Nacional. E as novas medidas, se adotadas, n\u00e3o ser\u00e3o as primeiras com o objetivo de reduzir essa conta.<\/p>\n<p><strong>PDV e jornada reduzida<\/strong><\/p>\n<p>Recentemente, o governo informou que editar\u00e1 uma medida provis\u00f3ria para criar o PDV dos servidores do Poder Executivo. De acordo com o Minist\u00e9rio do Planejamento, quem aderir ter\u00e1 direito a receber 1,25 sal\u00e1rio para cada ano trabalhado.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do PDV, informou o governo, est\u00e1 sendo preparada uma proposta de implementa\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho reduzida. A redu\u00e7\u00e3o vai permitir que, ao inv\u00e9s de 8 horas di\u00e1rias e 40 horas semanais, os servidores possam optar por:<\/p>\n<p>Trabalhar 6 horas di\u00e1rias e 30 semanais;<\/p>\n<p>Trabalhar 4 horas di\u00e1rias e 20 semanais.<\/p>\n<p>Os gastos da Uni\u00e3o com o pagamento de servidores aumentaram nos \u00faltimos tr\u00eas anos em rela\u00e7\u00e3o ao Produto Interno Bruto (PIB).<\/p>\n<p>Em 2014, por exemplo, o governo gastou R$ 222,37 bilh\u00f5es (3,8% do PIB) com pagamento do funcionalismo. O valor passou para R$ 238,49 bilh\u00f5es em 2015 (o equivalente a 4% do PIB) e para R$ 257,87 bilh\u00f5es em 2016, o equivalente a 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB).<\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio da crise, o governo vem reduzindo a autoriza\u00e7\u00e3o de concursos. Entretanto, as restri\u00e7\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias n\u00e3o impediram o presidente Michel Temer de sancionar a lei que reajusta o sal\u00e1rio de oito categorias do servi\u00e7o p\u00fablico.<\/p>\n<p>Ao todo, 68.149 pessoas ser\u00e3o beneficiadas pelo aumento, entre servidores da ativa, aposentados e pensionistas. O texto original previa um impacto em 2017 de R$ 3,7 bilh\u00f5es e de R$ 10,91 bilh\u00f5es at\u00e9 2019.<\/p>\n<p><strong>Meta fiscal<\/strong><\/p>\n<p>A frustra\u00e7\u00e3o da arrecada\u00e7\u00e3o deve levar o governo a rever a meta fiscal de 2017 e 2018. A expectativa era que o governo anunciasse as novas metas nesta quinta, ap\u00f3s uma reuni\u00e3o de Temer com a equipe econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>Ao final do encontro, por\u00e9m, foi anunciado que n\u00e3o houve defini\u00e7\u00e3o sobre a mudan\u00e7a das metas e que o assunto voltar\u00e1 a ser debatido na pr\u00f3xima segunda-feira.<\/p>\n<p>De acordo com o Blog do Jo\u00e3o Borges, o governo j\u00e1 chegou \u00e0 conclus\u00e3o de que n\u00e3o h\u00e1 escapat\u00f3ria e ser\u00e1 necess\u00e1ria a revis\u00e3o das metas deste ano e de 2018.<\/p>\n<p>Para 2017, a meta j\u00e1 \u00e9 de d\u00e9ficit (despesas maiores que receitas) de at\u00e9 R$ 139 bilh\u00f5es. Para 2018, o teto para o rombo nas contas p\u00fablicas \u00e9 de R$ 129 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>O governo vai propor novos valores, que s\u00f3 ter\u00e3o validade se forem aprovados pelo Congresso.<br \/>\n<strong>Cr\u00e9dito: Alexandro Martello \/Portal do G1 \u2013 dispon\u00edvel na internet 11\/08\/2017<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estimativa \u00e9 de uma economia de gastos de quase R$ 10 bilh\u00f5es no ano que vem. Governo tamb\u00e9m pode propor sal\u00e1rio inicial de R$ 5 mil, dizem interlocutores da \u00e1rea econ\u00f4mica. 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