{"id":16976,"date":"2017-10-03T04:46:30","date_gmt":"2017-10-03T07:46:30","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=16976"},"modified":"2017-10-03T06:06:53","modified_gmt":"2017-10-03T09:06:53","slug":"ministro-do-planejamento-diz-que-inflacao-deve-fechar-o-ano-abaixo-de-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2017\/10\/03\/ministro-do-planejamento-diz-que-inflacao-deve-fechar-o-ano-abaixo-de-3\/","title":{"rendered":"Ministro do Planejamento diz que infla\u00e7\u00e3o deve fechar o ano abaixo de 3%"},"content":{"rendered":"<div id=\"content-header\">\u00a0O Brasil dever\u00e1 fechar o ano com uma taxa de infla\u00e7\u00e3o abaixo de 3%, portando inferior ao centro da meta de 4,5% fixada pelo Banco Central para 2017. A expectativa foi manifestada ontem (2) pelo ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, que participou, na sede do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), de coletiva para marcar o in\u00edcio do Censo Agropecu\u00e1rio 2017.<\/div>\n<div id=\"content-area\">\n<div class=\"region region-content\">\n<div id=\"block-system-main\" class=\"block block-system block-odd clearfix\">\n<div class=\"content\">\n<article id=\"node-1092768\" class=\"node node-noticia node-odd\">\n<div class=\"content\">\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do ministro Dyogo Oliveira, o pa\u00eds vive um processo saud\u00e1vel de recupera\u00e7\u00e3o da economia, que se d\u00e1 em bases puramente reais e sem a necessidade de est\u00edmulos do governo, \u201cque tem sido bastante comedido do ponto de vista de incentivos \u00e0 economia\u201d.<\/p>\n<p>\u201cA infla\u00e7\u00e3o deve fechar o ano abaixo de 3%, talvez o n\u00edvel mais baixo desde o in\u00edcio do Plano Real, e as proje\u00e7\u00f5es para 2018 v\u00eam caindo para menos de 4%, o que deixa espa\u00e7o para um processo de pol\u00edtica monet\u00e1ria mais benigno\u201d, disse.<\/p>\n<p>Dyogo de Oliveira ressaltou o fato de que a economia brasileira vem se recuperando como um todo. \u201cQuando voc\u00ea olha os dados da ind\u00fastria, o crescimento \u00e9 de mais de 2%, o rendimento m\u00e9dio real vem crescendo em torno de 3%, assim como a massa salarial. Por outro lado o desemprego, cuja taxa j\u00e1 chegou a 13,7%, agora se encontra em 12,8%\u201d.<\/p>\n<p>Para ele, at\u00e9 o final do ano, a economia continuar\u00e1 sua recupera\u00e7\u00e3o gradual, cont\u00ednua e sem sobressalto.<\/p>\n<p>\u201cHaver\u00e1 uma recupera\u00e7\u00e3o gradual e continuada em bases muito s\u00f3lidas e que deixar\u00e1 pra 2018 um saldo muito positivo, tanto do ponto de vista da infla\u00e7\u00e3o mais baixa, porque tem menos in\u00e9rcia, e de outro, com o n\u00edvel de atividade muito mais alto. Ent\u00e3o, 2018 come\u00e7a a despontar como um ano muito positivo para a economia brasileira\u201d, acredita.<\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o do titular da pasta do Planejamento \u00e9 de que, dentro deste cen\u00e1rio, h\u00e1 espa\u00e7o para que o governo continue a buscar, \u201cde uma lado o equil\u00edbrio nas contas p\u00fablicas e de outro uma pol\u00edtica monet\u00e1rio e de cr\u00e9dito mais favor\u00e1vel aos investidores \u2013 com uma oferta muito mais ampla nos pr\u00f3ximos anos e com taxas mais baixa do que aquelas que est\u00e1vamos historicamente habituados\u201d.<\/p>\n<p>Como consequ\u00eancia, acredita Dyogo Oliveira, haver\u00e1 uma mudan\u00e7a consider\u00e1vel no panorama da economia, com muito mais espa\u00e7o para que o setor privado financie projetos mais robusto.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o fiscal<\/strong><\/p>\n<p>Ao defender a aprova\u00e7\u00e3o da Reforma da Previd\u00eancia, o Ministro do Planejamento alertou para o fato de que a quest\u00e3o fiscal continua sendo o grande desafio para o pa\u00eds. Segundo ele, o pa\u00eds vai conviver com d\u00e9ficits fiscais elevados pelos pr\u00f3ximos anos: \u201cA previs\u00e3o \u00e9 de que teremos resultados negativos pelos pr\u00f3ximos sete anos\u201d.<\/p>\n<p>Por isso mesmo o governo continuar\u00e1 \u201cduramente empenhado na solu\u00e7\u00e3o do ajuste fiscal e do reequ\u00edlibrio das contas p\u00fablicas, e j\u00e1 sabemos que n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel fazer isto em um per\u00edodo muito curto de tempo\u201d.<\/p>\n<p>Oliveira disse que somente a Previd\u00eancia Social representa 50% das despesas do governo. \u201cE todo este deficit \u00e9 derivado da Previd\u00eancia que hoje chega a R$ 260 bilh\u00f5es por ano\u201d.<\/p>\n<p>\u201cO deficit \u00e9 preocupante, vem crescendo de maneira muito r\u00e1pida e vem desequilibrando as contas p\u00fablicas e consumindo todo o or\u00e7amento. Pra 2018, por exemplo, s\u00f3 o crescimento da Previd\u00eancia ocupa todo o espa\u00e7o de crescimento do teto dos gastos\u201d, disse.<\/p>\n<p>Por isso mesmo, do ponto de vista do governo, \u201ca Reforma da Previd\u00eancia continua sendo a principal prioridade para o programa de ajuste fiscal. Temos que insistir no texto que foi aprovado na Comiss\u00e3o, que foi bastante satisfat\u00f3rio\u201d, avaliou.<\/p>\n<div class=\"node-info\"><strong>Ag\u00eancia Brasil de Not\u00edcias 03\/10\/2017<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0O Brasil dever\u00e1 fechar o ano com uma taxa de infla\u00e7\u00e3o abaixo de 3%, portando inferior ao centro da meta de 4,5% fixada pelo Banco Central para 2017. 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