{"id":17663,"date":"2017-10-26T00:06:00","date_gmt":"2017-10-26T03:06:00","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=17663"},"modified":"2017-10-25T20:42:02","modified_gmt":"2017-10-25T23:42:02","slug":"ministro-do-planejamento-pode-figurar-em-acao-sobre-concurso-publico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2017\/10\/26\/ministro-do-planejamento-pode-figurar-em-acao-sobre-concurso-publico\/","title":{"rendered":"Ministro do Planejamento pode figurar em a\u00e7\u00e3o sobre concurso p\u00fablico"},"content":{"rendered":"<p style=\"font-style: inherit;font-weight: inherit\">O Superior Tribunal de Justi\u00e7a definiu que o ministro do Planejamento \u00e9 parte leg\u00edtima para figurar em a\u00e7\u00e3o que questiona a n\u00e3o nomea\u00e7\u00e3o em concurso p\u00fablico federal. Para a corte, os entendimentos anteriores de sua 1\u00aa Se\u00e7\u00e3o que impediam a inclus\u00e3o foram superados pelo Supremo Tribunal Federal.<\/p>\n<p style=\"font-style: inherit;font-weight: inherit\">O recurso foi apresentado por quatro candidatos aprovados em concurso p\u00fablico para analista do Banco Central. Os autores, representados pelo escrit\u00f3rio Cassel Ruzzarin Santos Rodrigues Advogados, argumentaram que \u00e9 poss\u00edvel, sim, incluir o ministro do Planejamento como autoridade coatora em casos sobre a falta de autoriza\u00e7\u00e3o para nomea\u00e7\u00f5es pedidas por \u00f3rg\u00e3o federal.<\/p>\n<p style=\"font-style: inherit;font-weight: inherit\">\u201c\u00c9 imposs\u00edvel qualquer nomea\u00e7\u00e3o sem que haja a autoriza\u00e7\u00e3o do ministro do Planejamento criando a respectiva vaga\u201d, afirmou o advogado que atuou na causa, Marcos Joel dos Santos. Ele disse ainda que houve omiss\u00e3o no caso, pois a pasta questionada n\u00e3o respondeu aos pedidos de autoriza\u00e7\u00e3o para novas nomea\u00e7\u00f5es apesar das diversas vac\u00e2ncias de cargo ocorridas dentro da validade do concurso.<\/p>\n<p style=\"font-style: inherit;font-weight: inherit\">Antes do recurso, o STJ tinha entendido que o ministro do Planejamento n\u00e3o tinha legitimidade para figurar no polo passivo de mandado de seguran\u00e7a porque n\u00e3o seria sua atribui\u00e7\u00e3o efetivar as nomea\u00e7\u00f5es dos candidatos. Para a corte, o questionamento deveria ser remetido \u00e0 1\u00aa inst\u00e2ncia da Justi\u00e7a Federal.<\/p>\n<p style=\"font-style: inherit;font-weight: inherit\">Por\u00e9m, ap\u00f3s novo questionamento, o STJ reformou a decis\u00e3o. O relator do caso, ministro Og Fernandes, admitiu a necessidade de o tribunal reanalisar sua jurisprud\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"font-style: inherit;font-weight: inherit\">\u201cO Supremo Tribunal Federal, por suas duas Turmas, tem dado provimento a recursos ordin\u00e1rios interpostos contra ac\u00f3rd\u00e3os desta 1\u00aa Se\u00e7\u00e3o do STJ lavrados em casos id\u00eanticos ao dos autos, para afastar a ilegitimidade passiva do Ministro do Planejamento, Or\u00e7amento e Gest\u00e3o, e determinar o prosseguimento dos mandados de seguran\u00e7a aqui impetrados, de forma que o STJ proceda ao seu julgamento, como entender de direito.\u201d<\/p>\n<p style=\"font-style: inherit;font-weight: inherit\">MS 22.100<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Consultor Jur\u00eddico &#8211; dispon\u00edvel na internet 26\/10\/2017<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Superior Tribunal de Justi\u00e7a definiu que o ministro do Planejamento \u00e9 parte leg\u00edtima para figurar em a\u00e7\u00e3o que questiona a n\u00e3o nomea\u00e7\u00e3o em concurso p\u00fablico federal. 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