{"id":22691,"date":"2018-03-12T00:07:00","date_gmt":"2018-03-12T03:07:00","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=22691"},"modified":"2018-03-11T21:01:34","modified_gmt":"2018-03-12T00:01:34","slug":"mulheres-tem-20-das-bolsas-de-pesquisa-cientifica-em-exatas-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2018\/03\/12\/mulheres-tem-20-das-bolsas-de-pesquisa-cientifica-em-exatas-no-brasil\/","title":{"rendered":"Mulheres t\u00eam 20% das bolsas de pesquisa cient\u00edfica em exatas no Brasil"},"content":{"rendered":"<div class=\"row content-head\">\n<div class=\"column medium-centered medium-19 large-18\">\n<h5 class=\"content-head__title\">A presen\u00e7a das mulheres no meio acad\u00eamico no Brasil \u00e9 escassa nos n\u00edveis de pesquisa, especialmente nas \u00e1reas de ci\u00eancias exatas, segundo um estudo que analisou a distribui\u00e7\u00e3o as chamadas Bolsas de Produtividade de Pesquisa do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico).<\/h5>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-article-body\">\n<div class=\"mc-column comments\">\n<div id=\"boxComentarios\" class=\"glbComentarios\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">A pesquisa, publicada em artigo na revista cient\u00edfica &#8220;PeerJ&#8221;, observou a distribui\u00e7\u00e3o de mais de 13,6 mil bolsas entre 2013 e 2014 por sexo e \u00e1rea de conhecimento, al\u00e9m da divis\u00e3o por g\u00eanero dos membros da Academia Brasileira de Ci\u00eancias (ABC), e os projetos cient\u00edficos que conseguiram alto financiamento no programa do Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia, Inova\u00e7\u00f5es e Comunica\u00e7\u00f5es (MCTIC), juntamente com o CNPq.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">Do total de 4.859 bolsas no per\u00edodo para \u00e1reas de conhecimento dentro das ci\u00eancias exatas, apenas 976 (20,08%) foram para pesquisadoras. Em alguns casos, as mulheres representam, proporcionalmente, menos de 5% do total de pesquisadores, como \u00e9 o caso dos bolsistas em engenharia el\u00e9trica; s\u00e3o apenas 13 mulheres agraciadas com as bolsas no per\u00edodo, contra 269 pedidos aceitos feitos por homens.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">Uma das autoras do estudo foi a professora Jaroslava Varella Valentova, doutora em Antropologia pela Universidade Carolina de Praga, na Rep\u00fablica Tcheca, e docente no Instituto de Psicologia da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). &#8220;Infelizmente, isso \u00e9 o que a gente encontra todos os dias, essas desigualdades de g\u00eanero. O nosso artigo n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico que mostrou essa quest\u00e3o&#8221;, afirmou a professora.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Poucas em exatas<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">No campo das ci\u00eancias exatas, todas as 22 \u00e1reas de pesquisa possu\u00edam menos mulheres bolsistas do que homens. Em f\u00edsica, por exemplo, houve 101 bolsas de produtividade obtidas por mulheres, contra 806 homens que conseguiram o benef\u00edcio.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">O mesmo padr\u00e3o n\u00e3o se repete de forma t\u00e3o not\u00e1vel nos campos das ci\u00eancias biol\u00f3gicas e nas ci\u00eancias humanas. Em alguns casos, o quadro se inverte: em enfermagem, por exemplo, foram 165 mulheres com bolsas, em compara\u00e7\u00e3o a apenas 8 homens. Na \u00e1rea da psicologia, houve 175 mulheres bolsistas, e 138 homens.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">Contudo, em n\u00fameros absolutos, os homens continuam sendo maioria nos tr\u00eas campos cient\u00edficos: exatas, humanas e biol\u00f3gicas.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\">\n<ul class=\"content-unordered-list\">\n<li>22 \u00e1reas em ci\u00eancias exatas: 976 mulheres, e 3.883 homens.<\/li>\n<li>24 \u00e1reas em ci\u00eancias humanas: 1.531 mulheres, e 1.548 homens.<\/li>\n<li>30 \u00e1reas em ci\u00eancias biol\u00f3gicas: 2.349 mulheres, e 3.338 homens.<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">Para Jaroslava Valentova, essa aus\u00eancia de mulheres, especialmente no campo das ci\u00eancias exatas, pode estar relacionado a fatores que come\u00e7am desde a educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, como a falta de incentivo para que as meninas sigam carreiras nesses tipos de mat\u00e9ria.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">&#8220;Pode ser que a sociedade n\u00e3o apoie as mulheres, ou as meninas, desde a inf\u00e2ncia. Elas n\u00e3o tem muitos modelos. A gente tem v\u00e1rias outras cientistas, mas quando voc\u00ea olha os livros da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, voc\u00ea vai achar a maioria dos exemplos dos homens na ci\u00eancia. Isso se repete, aquele padr\u00e3o estranho que a gente vai ver os modelos masculinos na ci\u00eancia&#8221;, destacou.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\">\n<blockquote class=\"content-blockquote theme-border-color-primary-before\"><p>&#8220;Esse \u00e9 um estere\u00f3tipo muito dif\u00edcil de combater, porque todo mundo acha que os meninos s\u00e3o melhores da matem\u00e1tica do que as meninas, mas isso n\u00e3o tem nenhuma evid\u00eancia&#8221;.<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">Outra possibilidade, segundo a docente, \u00e9 a falta de perspectiva em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 seguran\u00e7a do emprego em alguns setores da ci\u00eancia, especialmente pesquisadoras que ainda precisam conciliar a vida acad\u00eamica com a familiar, al\u00e9m de ter que lidar com a quest\u00e3o competitiva do ramo.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">&#8220;Quando voc\u00ea faz medicina, direito, voc\u00ea tem quase certeza de que vai ter um emprego bom, mas na ci\u00eancia voc\u00ea nunca sabe. Ent\u00e3o, especialmente nos casos das mulheres que tem fam\u00edlia, elas querem mais seguran\u00e7a, ent\u00e3o esse pode ser um dos fatores. A gente pode especular que a fam\u00edlia \u00e9 um dos fatores que vai atrapalhar essa carreira cient\u00edfica&#8221;, sublinhou Valentova.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">&#8220;Outro fator pode ser competitividade. At\u00e9 os sal\u00e1rios est\u00e3o completamente dependentes de publica\u00e7\u00f5es, e os fatores quantitativos de ci\u00eancias: artigos, pesquisa, n\u00famero de alunos orientandos, estamos sempre olhando para os n\u00fameros. Os cientistas t\u00eam que correr atr\u00e1s de publica\u00e7\u00f5es, orienta\u00e7\u00f5es, apresenta\u00e7\u00f5es em congresso. A competi\u00e7\u00e3o \u00e9 enorme&#8221;.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Pesquisa de alto n\u00edvel<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">Outro ponto abordado no estudo \u00e9 a quantidade cada vez menor de mulheres ao ponto que o n\u00edvel das bolsas de produtividade aumenta. O mais b\u00e1sico (categoria 2), por exemplo, n\u00e3o tem especifica\u00e7\u00e3o de n\u00edvel, e s\u00e3o avaliados apenas os trabalhos e orienta\u00e7\u00f5es nos \u00faltimos 5 anos para obten\u00e7\u00e3o de bolsa.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">J\u00e1 a categoria 1A \u00e9 reservado, segundo o edital do CNPq, para &#8221; candidatos que tenham mostrado excel\u00eancia continuada na produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica&#8221;, al\u00e9m de esperar que os pesquisadores tenham &#8220;gradual inser\u00e7\u00e3o nacional e internacional&#8221;.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">Em ci\u00eancias exatas, houve 621 mulheres com bolsas de categoria 2, ao ponto que havia 2.139 homens no mesmo patamar. No entanto, no n\u00edvel mais alto, o n\u00famero de mulheres na categoria 1A cai para apenas 41, enquanto que 378 homens permanecem na categoria. Em outras palavras, as pesquisadoras representaram menos de 10% do corpo acad\u00eamico no maior n\u00edvel de bolsas de produtividade.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">&#8220;Quando o cientista ou a cientista est\u00e1 no come\u00e7o da carreira, pede as bolsas mais baixas, do n\u00edvel 2. Neste n\u00edvel, h\u00e1 menos desigualdade, \u00e0s vezes mais mulheres do que homens, explicou a professora.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\">\n<blockquote class=\"content-blockquote theme-border-color-primary-before\"><p>&#8220;E depois muda: naqueles n\u00edveis mais avan\u00e7ados, tem de repente mais homens do que mulheres, o que pode significar que as mulheres desistem durante a carreira acad\u00eamica ou cient\u00edfica&#8221;.<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">O mesmo movimento acontece em outros tipos de apoio financeiro a projetos cient\u00edficos de alto n\u00edvel, como o programa em conjunto do Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia, Inova\u00e7\u00f5es e Comunica\u00e7\u00f5es (MCTIC) e do CNPq.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">Na edi\u00e7\u00e3o 14\/2014, foram 1.161 projetos nas \u00e1reas de exatas que obtiveram financiamento nas tr\u00eas faixas oferecidas, come\u00e7ando com menos de R$ 30 mil (Faixa C), at\u00e9 a categoria mais alta (Faixa A), que vai de R$ 60 mil a R$ 120 mil.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">No n\u00edvel de entrada, houve 664 trabalhos aprovados, sendo 172 (25,9%) enviados por mulheres. Analisando a faixa mais alta, a presen\u00e7a das pesquisadoras cai para 20%, com apenas 38 projetos obtendo o tipo de financiamento mais alto.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Solu\u00e7\u00f5es<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">Al\u00e9m de atingir a distribui\u00e7\u00e3o de bolsas de pesquisa, a falta de representatividade das mulheres tamb\u00e9m foi citada no artigo ao examinar a propor\u00e7\u00e3o dos dois g\u00eaneros entre os membros da Academia Brasileira de Ci\u00eancia (ABC), fundada em 1916 e com sede no Rio de Janeiro (RJ).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">Atualmente, segundo o site da institui\u00e7\u00e3o, a Academia possui 994 membros, incluindo cientistas que j\u00e1 faleceram. Deste total, h\u00e1 862 homens para apenas 132 mulheres.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"content-ads content-ads--reveal\"><\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">Para Valentova, um caminho para corrigir a falta de equidade no campo cient\u00edfico no Brasil \u00e9 n\u00e3o s\u00f3 identificar que existe um problema, mas tamb\u00e9m trabalhar com pol\u00edticas p\u00fablicas espec\u00edficas que foquem em encorajar e incluir mais mulheres na ci\u00eancia, al\u00e9m de incentivar as meninas desde a educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">&#8220;O primeiro passo \u00e9 aceitar a realidade, que a gente tem esse desequil\u00edbrio de g\u00eanero na ci\u00eancia. O segundo passo \u00e9 criar algum \u00f3rg\u00e3o oficial que tentaria combater esse n\u00famero diferente de homens e mulheres na ci\u00eancia&#8221;, indicou a professora.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\">\n<blockquote class=\"content-blockquote theme-border-color-primary-before\"><p>&#8220;A gente tem que come\u00e7ar desde crian\u00e7a, pequenininha, mostrar as mulheres que trabalham na ci\u00eancia, nas constru\u00e7\u00f5es, naquelas profiss\u00f5es estereotipadas como masculinas, e mostrar que \u00e9 poss\u00edvel, que tem essa possibilidade e apoiar essa diversidade&#8221;.<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">O artigo cita, por exemplo, programas como o Equality Challenge Unity (ECU), que trabalha para apoiar a diversidade para professores e estudantes em institui\u00e7\u00f5es de ensino no Reino Unido, e, na Austr\u00e1lia, o SAGE (Science in Australia Gender Equity).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \">\n<p class=\"content-text__container \">&#8220;Em v\u00e1rios pa\u00edses, como Inglaterra, Austr\u00e1lia, Nova Zel\u00e2ndia, tem um modelo espec\u00edfico de pol\u00edtica oficial, nacional, de como incluir e apoiar as mulheres na ci\u00eancia&#8221;, lembrou Jaroslava Valentova.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\">\n<blockquote class=\"content-blockquote theme-border-color-primary-before\"><p>&#8220;Se a sociedade quer o retorno adequado da metade da popula\u00e7\u00e3o, a sociedade vai ter que apoiar essa metade adequadamente&#8221;, concluiu.<\/p><\/blockquote>\n<blockquote>\n<h1 class=\"content-head__title\"><strong style=\"font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;font-size: 15px;color: #222222\">Cr\u00e9dito:\u00a0 Cau\u00ea Fabiano, G1 &#8211; dispon\u00edvel na internet 12\/03\/2018<\/strong><\/h1>\n<\/blockquote>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A presen\u00e7a das mulheres no meio acad\u00eamico no Brasil \u00e9 escassa nos n\u00edveis de pesquisa, especialmente nas \u00e1reas de ci\u00eancias exatas, segundo um estudo que analisou a distribui\u00e7\u00e3o as chamadas Bolsas de Produtividade de Pesquisa do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico). 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