{"id":23076,"date":"2018-03-23T00:06:21","date_gmt":"2018-03-23T03:06:21","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=23076"},"modified":"2018-03-22T18:28:43","modified_gmt":"2018-03-22T21:28:43","slug":"agu-evita-que-receita-seja-obrigada-a-pagar-r-20-milhoes-indevidos-a-servidores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2018\/03\/23\/agu-evita-que-receita-seja-obrigada-a-pagar-r-20-milhoes-indevidos-a-servidores\/","title":{"rendered":"AGU evita que Receita seja obrigada a pagar R$ 20 milh\u00f5es indevidos a servidores"},"content":{"rendered":"<p>A Advocacia-Geral da Uni\u00e3o (AGU) evitou preju\u00edzo de R$ 20 milh\u00f5es aos cofres p\u00fablicos em cobran\u00e7a judicial apresentada indevidamente. Ap\u00f3s a atua\u00e7\u00e3o, a Justi\u00e7a Federal reconheceu que o Sindicato Nacional dos Analistas da Receita Federal (SindiReceita) perdeu o direito de receber o valor, de forma complementar, em processo que discutiu o pagamento de gratifica\u00e7\u00e3o natalina.<\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o da entidade tinha como objetivo o pagamento de diferen\u00e7as relativas \u00e0 vantagem chamada Retribui\u00e7\u00e3o Adicional Vari\u00e1vel (RAV) em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 gratifica\u00e7\u00e3o natalina, no per\u00edodo entre fevereiro de 1993 e janeiro de 1995. O sindicato ganhou a causa e houve acordo para pagamento das parcelas num montante total de R$ 99,6 milh\u00f5es, atualizado em 2010.<\/p>\n<p>Como o sindicato aceitou a conta apresentada pela Uni\u00e3o no processo, houve a expedi\u00e7\u00e3o de precat\u00f3rios a 965 servidores representados na a\u00e7\u00e3o. No entanto, o sindicato apresentou em 2015 uma nova a\u00e7\u00e3o de execu\u00e7\u00e3o, no valor de R$ 20 milh\u00f5es, atualizado naquele ano, sob a alega\u00e7\u00e3o de que<strong> houve erro nos c\u00e1lculos.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Preclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O pedido de pagamento complementar foi contestado pela Procuradoria-Regional da Uni\u00e3o da 5\u00aa Regi\u00e3o (PRU5). A unidade da AGU lembrou que houve concord\u00e2ncia expressa com a conta da Uni\u00e3o por parte dos servidores representados pelo sindicato para sustentar e que o direto de questionar os valores precluiu, ou seja, o sindicato j\u00e1 havia perdido o prazo para refutar os c\u00e1lculos da Uni\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cA exemplo da nulidade, que, quando n\u00e3o alegada na primeira oportunidade em que couber \u00e0 parte falar nos autos, acarreta a preclus\u00e3o do direito de alega-la (art. 278 do NCPC), tamb\u00e9m precluiu para o demandante o direito de alegar erro nos c\u00e1lculos apresentados pela Uni\u00e3o, com os quais anuiu\u201d, sustentou a procuradoria.<\/p>\n<p>Concordando com os argumentos da AGU, a 9\u00aa Vara Federal de Pernambuco rejeitou o pedido do SindiReceita de pagamento complementar. \u201cN\u00e3o se revela poss\u00edvel, no atual est\u00e1gio processual, o aditamento dos valores executados, seja pela ocorr\u00eancia do fen\u00f4meno da preclus\u00e3o (em suas diversas dimens\u00f5es), seja por veda\u00e7\u00e3o legal\/processual, sob pena de malferimento aos princ\u00edpios que regem o direito processual c\u00edvel (tais como efetividade jurisdicional, contradit\u00f3rio e seguran\u00e7a jur\u00eddica)\u201d, concluiu a decis\u00e3o.<\/p>\n<p>A PRU5 \u00e9 unidade da Procuradoria-Geral da Uni\u00e3o, \u00f3rg\u00e3o da AGU.<\/p>\n<p><strong>AGU 23\/03\/2018<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Advocacia-Geral da Uni\u00e3o (AGU) evitou preju\u00edzo de R$ 20 milh\u00f5es aos cofres p\u00fablicos em cobran\u00e7a judicial apresentada indevidamente. 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