{"id":24071,"date":"2018-04-25T00:11:14","date_gmt":"2018-04-25T03:11:14","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=24071"},"modified":"2018-04-24T21:57:56","modified_gmt":"2018-04-25T00:57:56","slug":"24071","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2018\/04\/25\/24071\/","title":{"rendered":"Governo discute programa para favorecer investimentos no setor automotivo"},"content":{"rendered":"<section class=\"bg-gray-extra\">\n<div class=\"container container-full-width\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-sm-10 col-sm-offset-1\">O governo est\u00e1 finalizando as negocia\u00e7\u00f5es em torno de um programa que definir\u00e1 regras e previsibilidade de investimento para o setor automotivo. \u00c9 o chamado Rota 2030. O plano prev\u00ea a concess\u00e3o de incentivos fiscais para as montadoras investirem, sobretudo, em pesquisa e desenvolvimento. Nesta ter\u00e7a-feira (24), o presidente Michel Temer recebeu no Pal\u00e1cio do Planalto ministros e l\u00edderes de entidades representantes do mercado para definir os termos finais do acordo. Havia uma previs\u00e3o de que o projeto entrasse em vigor em janeiro. Agora, a expectativa \u00e9 de que entre em vigor em maio.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<section>\n<div class=\"container container-full-width mt-20 mb-20\">\n<div class=\"row divider-wrapper\">\n<div id=\"esquerda_8_12_1\" class=\"col-sm-10 col-sm-offset-1 col-md-6 mb-35 js-tools-fixed-parent\">\n<article>\n<div class=\"txt-serif js-article-box article-box article-box-capitalize mt-15\">\n<div><\/div>\n<div>A demora em fechar os termos para a implementa\u00e7\u00e3o do acordo est\u00e1 em diverg\u00eancias entre o Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio Exterior e Servi\u00e7os (Mdic), e o Minist\u00e9rio da Fazenda. Em uma das pontas deste cabo de guerra est\u00e1 o Mdic, que \u00e9 favor\u00e1vel ao programa. Na outra, h\u00e1 resist\u00eancia por parte da Fazenda, que \u00e9 contr\u00e1ria a incentivos \u00e0s montadoras.<\/div>\n<div>O momento, na avalia\u00e7\u00e3o da Fazenda, \u00e9 de reter incentivos aos setores produtivos. Um exemplo disso \u00e9 que, entre as pautas priorit\u00e1rias do governo federal, est\u00e1 o projeto de reonera\u00e7\u00e3o da folha de pagamento. O texto retira o benef\u00edcio, criado em 2011, que isentava empresas de 56 setores selecionados de recolher a contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria de 20% sobre o contracheque dos trabalhadores. Para a equipe econ\u00f4mica, o momento \u00e9 de abocanhar mais receitas, e n\u00e3o abdicar.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>J\u00e1 o Mdic se mostra mais sens\u00edvel ao acordo. H\u00e1 um entendimento de que o benef\u00edcio \u00e0s ind\u00fastrias automotivas possa contribuir com o crescimento do mercado, que, por sua vez, possa contribuir com um maior avan\u00e7o do Produto Interno Bruto (PIB). No governo do ex-presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, esta atividade econ\u00f4mica foi uma das molas propulsoras da economia brasileira.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A reuni\u00e3o animou os l\u00edderes do setor. O presidente da Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos. Fabricantes de Ve\u00edculos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, afirmou que as desaven\u00e7as entre Fazenda e Mdic foram \u201cpraticamente solucionadas\u201d. \u201cChegamos a grande converg\u00eancia e precisamos ver apenas os \u00faltimos detalhes quanto aos mecanismos. Mas houve uma converg\u00eancia na forma de ser oferecido esse apoio \u00e0 pesquisa e desenvolvimento\u201d, destacou.<\/div>\n<h3>Previsibilidade<\/h3>\n<div>O Rota 2030 ter\u00e1 um papel de trazer previsibilidade para o setor, com ciclos de investimento a longo prazo, disse Megale. A dura\u00e7\u00e3o ser\u00e1 de 15 anos divididos em tr\u00eas ciclos de cinco anos. \u201cEle traz obriga\u00e7\u00f5es para a ind\u00fastria, de continuar avan\u00e7ando nas quest\u00f5es de efici\u00eancia energ\u00e9tica, de equipamentos de seguran\u00e7a, etiquetagem. O ponto central \u00e9 o investimento em pesquisa e desenvolvimento\u201d, ressaltou.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Megale defende que o programa \u00e9 \u201cabsolutamente fundamental\u201d para reter no pa\u00eds o conhecimento na \u00e1rea. Principalmente na parte de biotecnologia de combust\u00edveis. \u201cHoje, o Brasil \u00e9 l\u00edder nesse tipo de tecnologia. \u00c9 importante o mecanismo de utiliza\u00e7\u00e3o desse apoio e devemos ter, muito em breve, ainda em maio, o fechamento final. Os minist\u00e9rios est\u00e3o fazendo suas \u00faltimas conversas e estaremos apoiando as discuss\u00f5es nos pr\u00f3ximos dias\u201d, declarou.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Al\u00e9m de Megale, os ministros da Fazenda, Eduardo Guardia, do Mdic, Marcos Jorge, e da Casa Civil, Eliseu Padilha, tamb\u00e9m participaram da reuni\u00e3o. O secret\u00e1rio da Receita Federal, Jorge Rachid, tamb\u00e9m marcou presen\u00e7a, bem como o presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Distribui\u00e7\u00e3o de Ve\u00edculos Automotores e da Mobilidade, deputado federal Herculano Passos (PSD-SP), o ex-governador de S\u00e3o Paulo Luiz Ant\u00f4nio Fleury Filho, al\u00e9m de representantes de tr\u00eas entidades do setor.<\/div>\n<div><strong><span class=\"txt-gray author-wrapper text-nowrap d-inline-block mb-10\"><span class=\"hidden-print author-circle d-inline-block h5 mt-0 mb-0 text-center txt-serif\">Cr\u00e9dito:\u00a0<\/span><span class=\"ml-10\">Rodolfo Costa\/Correio Braziliense 25\/04\/2018<\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O governo est\u00e1 finalizando as negocia\u00e7\u00f5es em torno de um programa que definir\u00e1 regras e previsibilidade de investimento para o setor automotivo. \u00c9 o chamado Rota 2030. 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