{"id":24113,"date":"2018-04-26T00:03:25","date_gmt":"2018-04-26T03:03:25","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=24113"},"modified":"2018-04-25T21:41:38","modified_gmt":"2018-04-26T00:41:38","slug":"tres-casos-de-fake-news-que-geraram-guerras-e-conflitos-ao-redor-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2018\/04\/26\/tres-casos-de-fake-news-que-geraram-guerras-e-conflitos-ao-redor-do-mundo\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas casos de fake news que geraram guerras e conflitos ao redor do mundo"},"content":{"rendered":"<div class=\"with-extracted-share-icons\">\n<div class=\"story-body__mini-info-list-and-share\">\n<div class=\"story-body__mini-info-list-and-share-row\">\n<div class=\"share-tools--no-event-tag\">\n<div id=\"comp-pattern-library\" class=\"distinct-component-group container-twite\">&#8220;Se uma hist\u00f3ria \u00e9 demasiadamente emocionante ou dram\u00e1tica, provavelmente n\u00e3o \u00e9 real. A verdade \u00e9 geralmente entediante&#8221;, disse a jornalista ucraniana Olga Yurkova durante a palestra inaugural do TED 2018, a s\u00e9rie de confer\u00eancias realizada neste m\u00eas em Vancouver, no Canad\u00e1.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"story-body__inner\">\n<p>Em sua apresenta\u00e7\u00e3o, a ativista engajada no combate a not\u00edcias falsas &#8211; cofundadora do site StopFake &#8211; disse que as chamadas fake news s\u00e3o &#8220;uma amea\u00e7a \u00e0 democracia e \u00e0 sociedade&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;A Ucr\u00e2nia est\u00e1 sujeita \u00e0 propaganda russa h\u00e1 quatro anos, mas not\u00edcias falsas est\u00e3o sendo disseminadas no mundo inteiro&#8221;, disse ela.<\/p>\n<p>&#8220;As pessoas j\u00e1 n\u00e3o sabem o que \u00e9 real e o que \u00e9 falso. Muitas deixaram de acreditar e isso \u00e9 ainda mais perigoso.&#8221;<\/p>\n<p>Yurkova lan\u00e7ou o StopFake em 2014 para abordar o problema na Ucr\u00e2nia. Desde ent\u00e3o, o grupo evoluiu at\u00e9 se transformar em uma sofisticada organiza\u00e7\u00e3o de comprova\u00e7\u00e3o de fatos em 11 idiomas.<\/p>\n<p>Com esse trabalho, a organiza\u00e7\u00e3o revelou, at\u00e9 agora, mais de 1 mil hist\u00f3rias mentirosas na Ucr\u00e2nia e ensinou a mais de 10 mil pessoas de todo o mundo a reconhecer quando uma not\u00edcia \u00e9 falsa.<\/p>\n<p>Tudo come\u00e7ou com um evento especialmente macabro divulgado pela m\u00eddia estatal russa que teve grandes repercuss\u00f5es no conflito com a Ucr\u00e2nia\u2026mas que nunca chegou, por\u00e9m, a acontecer.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">1. &#8220;O menino crucificado na Ucr\u00e2nia&#8221;<\/h2>\n<p>Esta not\u00edcia distribu\u00edda pela m\u00eddia russa contava o caso de Galyna Pyshnyak, apresentada como uma refugiada russa. Mas Pyshnyak era na verdade a mulher de um militante pr\u00f3-russo.<\/p>\n<p>&#8220;Uma refugiada de Sloviansk se lembra de como uma crian\u00e7a e a mulher de um miliciano foram executadas na frente dela&#8221;, disse o canal de TV estatal Channel One Russia em 12 de julho de 2014, em meio \u00e0 rec\u00e9m-estourada guerra de Donbass, no leste da Ucr\u00e2nia, entre tropas ucranianas e for\u00e7as pr\u00f3-russas separatistas.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\">\n<p><figure style=\"width: 976px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef-1.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/1696\/production\/_100828750_featured1-1716x700_c.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef-1.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/1696\/production\/_100828750_featured1-1716x700_c.jpg?resize=696%2C392&#038;ssl=1\" alt=\"Galyna Pyshnyak\" width=\"696\" height=\"392\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Direito de imagem\u00a0STOPFAKE &#8211;\u00a0Image caption\u00a0Galyna Pyshnyak se apresentava como refugiada, mas posteriormente foi descoberto que ela era mulher de um militante pr\u00f3-R\u00fassia<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<p>Aos prantos, a mulher aparecia contando que soldados ucranianos haviam crucificado publicamente um menino de tr\u00eas anos de idade diante de sua m\u00e3e, &#8220;como se ele fosse Jesus&#8221;, enquanto o garotinho gritava, sangrava e chorava.<\/p>\n<p>&#8220;As pessoas desmaiavam. O menino sofreu durante uma hora e meia e depois morreu. Em seguida, foram para sua m\u00e3e&#8221;, disse ela.<\/p>\n<p>Mas tudo era mentira.<\/p>\n<p>Na verdade, n\u00e3o s\u00f3 isso n\u00e3o aconteceu, como o local tamb\u00e9m foi inventado: &#8220;Eles disseram que o Ex\u00e9rcito (ucraniano) encurralou os moradores locais na Pra\u00e7a Lenin, na cidade de Sloviansk, mas essa pra\u00e7a n\u00e3o existe&#8221;, diz Yurkova.<\/p>\n<p>Apesar disso, essa &#8220;not\u00edcia&#8221; teve grande alcance e apareceu em v\u00e1rios estudos como exemplo de &#8220;desinforma\u00e7\u00e3o&#8221; nos meios modernos de comunica\u00e7\u00e3o de massa.<\/p>\n<p>Para a R\u00fassia, foi &#8220;uma boa pe\u00e7a de propaganda&#8221;, escreveu o jornalista Andrew Kramer em um artigo do New York Times, em fevereiro de 2017.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\">\n<p><figure style=\"width: 976px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/64B6\/production\/_100828752_gettyimages-931922844.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/64B6\/production\/_100828752_gettyimages-931922844.jpg?resize=696%2C392&#038;ssl=1\" alt=\"Apoiadores do presidente da R\u00fassia Vladimir Putin\" width=\"696\" height=\"392\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Apoiadores do presidente da R\u00fassia Vladimir Putin &#8211; Direito de imagem\u00a0GETTY IMAGES &#8211;\u00a0Image caption\u00a0Analistas dizem que as not\u00edcias falsas tiveram papel chave na guerra entre a R\u00fassia e a Ucr\u00e2nia<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<p>&#8220;Durante a crise ucraniana de 2014, not\u00edcias manipuladoras e, muitas vezes, totalmente inventadas foram divulgadas a partir da televis\u00e3o russa e de websites para jornais locais favor\u00e1veis&#8221;.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria do menino crucificado n\u00e3o apenas enganou a muitos na Ucr\u00e2nia e na R\u00fassia, mas tamb\u00e9m os motivou a &#8220;pegar em armas&#8221;, disse Yurkova.<\/p>\n<p>Por isso, adverte ela, as not\u00edcias falsas &#8220;s\u00e3o uma amea\u00e7a \u00e0 democracia e \u00e0 sociedade&#8221;.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape no-caption body-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/DC26\/production\/_99385365_raya.jpg?resize=464%2C2&#038;ssl=1\" alt=\"Raya\" width=\"464\" height=\"2\" \/><\/span><\/figure>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">2. A menina do Kuwait e a invas\u00e3o do Iraque<\/h2>\n<p>Outro exemplo de fake news de grande repercuss\u00e3o mundial teve como protagonista uma outra menor de idade: Nayirah, uma menina kuwaitiana de 15 anos que denunciava atrocidades cometidas por invasores iraquianos em seu pa\u00eds.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria teria ocorrido em 1990, alguns meses depois que o ent\u00e3o presidente do Iraque, Saddam Hussein, invadiu o Kuwait. Nos Estados Unidos, o presidente George Bush havia fixado um prazo limite para que o Ex\u00e9rcito do Iraque se retirasse.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\">\n<p><figure style=\"width: 976px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/1E0D\/production\/_100839670_height-630-no_border-width-12002.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/1E0D\/production\/_100839670_height-630-no_border-width-12002.jpg?resize=696%2C392&#038;ssl=1\" alt=\"Nayirah al-\u1e62aba\u1e25\" width=\"696\" height=\"392\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Direito de imagem\u00a0YOUTUBE &#8211;\u00a0Image caption\u00a0Depoimento de Nayirah al \u1e62aba\u1e25 no Congresso dos EUA teria inclinado a balan\u00e7a da opini\u00e3o p\u00fablica americana a favor da guerra do Iraque<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<p>Naquele momento, a opini\u00e3o p\u00fablica americana estava dividida, mas mais inclinada a apoiar a n\u00e3o-interven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Foi nesse clima que Nayira apareceu diante do Congresso dos Estados Unidos com uma hist\u00f3ria brutal em que assegurava que os soldados iraquianos retiravam beb\u00eas prematuros de incubadoras de um hospital no Kuwait, onde disse ser volunt\u00e1ria.<\/p>\n<p>&#8220;Eles levaram as incubadoras e deixaram os beb\u00eas morrendo, jogados no ch\u00e3o frio&#8221;, disse ela, entre l\u00e1grimas.<\/p>\n<p>O impacto do seu testemunho foi tal, que muitos no Ocidente se convenceram de que era preciso expulsar as tropas de Saddam Hussein.<\/p>\n<p>O que n\u00e3o sabiam era que o depoimento, na realidade, havia sido preparado por uma ag\u00eancia de rela\u00e7\u00f5es p\u00fablicas nos Estados Unidos ligada \u00e0 monarquia do Kuwait, segundo revelou uma investiga\u00e7\u00e3o conjunta da Anistia Internacional, da Human Rights Watch e de jornalistas independentes.<\/p>\n<p>A menina que havia testemunhado era filha de Saud Nasir al Sabah, o embaixador do Kuwait em Washington.<\/p>\n<p>&#8220;Sua fala dura cerca de 3 minutos e ainda \u00e9 um testemunho poderoso&#8221;, disse James Garvey, autor de\u00a0<i>The Persuaders: The Hidden Industry that wants to change your mind<\/i>\u00a0(Os Persuasores: a ind\u00fastria oculta que quer que voc\u00ea mude de ideia, em tradu\u00e7\u00e3o livre).<\/p>\n<p>As palavras de Nayira foram repetidas v\u00e1rias vezes por senadores dos EUA e pela m\u00eddia. E o pa\u00eds, enfim, votou favor\u00e1vel \u00e0 participa\u00e7\u00e3o na guerra.<\/p>\n<p>&#8220;A hist\u00f3ria (de Nayira) provavelmente contribuiu para inclinar a balan\u00e7a a favor da Guerra&#8221;, sustenta Garvey.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape no-caption body-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef-1.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/DC26\/production\/_99385365_raya.jpg?resize=464%2C2&#038;ssl=1\" alt=\"Raya\" width=\"464\" height=\"2\" \/><\/span><\/figure>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">3. As fotos falsas na crise dos rohingya<\/h2>\n<p>Em setembro de 2017, a equipe do BBC Reality Check, criada para identificar e reportar not\u00edcias falsas, confirmou como uma s\u00e9rie de imagens falsas &#8220;intensificou&#8221; a crise dos rohingya, o povo mu\u00e7ulmano &#8211; que representa 5% da popula\u00e7\u00e3o (de 60 milh\u00f5es de habitantes) de Mianmar &#8211; que a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidos (ONU) afirma ter sido alvo de limpeza \u00e9tnica.<\/p>\n<p>As imagens em quest\u00e3o s\u00e3o fotos e v\u00eddeos de conflitos ocorridos h\u00e1 d\u00e9cadas, como a guerra de Ruanda, e que foram usados como propaganda para acusar os rohingyas de serem violentos.<\/p>\n<p>Essas fotos foram circuladas antes do aumento da viol\u00eancia no norte de Mianmar, explicou a BBC.<\/p>\n<p>&#8220;Foi muito chocante, difamat\u00f3rio, e, em grande parte, errado&#8221;, disse Jonathan Head, correspondente da BBC no sudeste da \u00c1sia.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\">\n<p><figure style=\"width: 976px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/CC09\/production\/_97633225_gettyimages-515398852.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/CC09\/production\/_97633225_gettyimages-515398852.jpg?resize=696%2C392&#038;ssl=1\" alt=\"Homens seguram armas em foto tirada em Bangladesh em 1971\" width=\"696\" height=\"392\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Homens seguram armas em foto tirada em Bangladesh em 1971 &#8211; Direito de imagem\u00a0BETTMANN\/GETTY &#8211;\u00a0Image caption\u00a0Esta foto foi tirada em Bangladesh, em 1971, mas acabou compartilhada nas redes sociais para descrever o povo rohingya como &#8220;terrorista&#8221;<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<p>&#8220;Os rohingya t\u00eam enfrentado d\u00e9cadas de persegui\u00e7\u00e3o em Mianmar, onde lhes \u00e9 negada a cidadania&#8221;, explicou ele.<\/p>\n<p>De acordo com Head, a escassez de informa\u00e7\u00f5es confi\u00e1veis e a dificuldade de acessar o norte do pa\u00eds acabaram ajudando na dissemina\u00e7\u00e3o das imagens falsas.<\/p>\n<p>O primeiro-ministro turco, Mehmet Simsek, foi uma das pessoas que tuitaram essas imagens. Depois, pediu desculpas, mas o post original j\u00e1 havia sido compartilhado mais de 1,6 mil vezes.<\/p>\n<p>&#8220;H\u00e1 uma guerra fren\u00e9tica nas redes sociais ao redor dos rohingya. Eu mesmo fui bombardeado com imagens muito desagrad\u00e1veis que mostram v\u00edtimas de massacres, muitas das quais dif\u00edceis de verificar&#8221;, explicou Head.<\/p>\n<p>Por causa da onda de viol\u00eancia que se seguiu, mais de 600 mil rohingya tiveram de deixar Mianmar e buscar ref\u00fagio em Bangladesh.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: BBC Brasil &#8211; dispon\u00edvel na internet 26\/04\/2018<\/strong><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Se uma hist\u00f3ria \u00e9 demasiadamente emocionante ou dram\u00e1tica, provavelmente n\u00e3o \u00e9 real. 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