{"id":24258,"date":"2018-05-02T00:08:40","date_gmt":"2018-05-02T03:08:40","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=24258"},"modified":"2018-05-01T19:18:16","modified_gmt":"2018-05-01T22:18:16","slug":"profissional-recem-formado-nao-pode-ser-apenado-pela-lentidao-do-mec-no-reconhecimento-de-curso-universitario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2018\/05\/02\/profissional-recem-formado-nao-pode-ser-apenado-pela-lentidao-do-mec-no-reconhecimento-de-curso-universitario\/","title":{"rendered":"Profissional rec\u00e9m-formado n\u00e3o pode ser apenado pela lentid\u00e3o do MEC no reconhecimento de curso universit\u00e1rio"},"content":{"rendered":"<p>A 5\u00aa Turma do TRF 1\u00aa Regi\u00e3o garantiu ao autor da a\u00e7\u00e3o o direito \u00e0 inscri\u00e7\u00e3o e registro provis\u00f3rio de sua carteira profissional perante o conselho fiscalizat\u00f3rio de sua profiss\u00e3o, independentemente da exig\u00eancia de reconhecimento do respectivo curso universit\u00e1rio pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e Cultura (MEC). Na decis\u00e3o, a relatora, desembargadora federal Daniele Maranh\u00e3o, destacou que o profissional rec\u00e9m-formado tem o direito de exercer a profiss\u00e3o para a qual academicamente se habilitou.<\/p>\n<div>O autor entrou com a\u00e7\u00e3o na Justi\u00e7a Federal objetivando seu registro profissional ao argumento de que n\u00e3o pode sofrer preju\u00edzos no desempenho regular de sua profiss\u00e3o em virtude de demora na conclus\u00e3o dos tr\u00e2mites para o funcionamento do curso superior pelo MEC. O Ju\u00edzo de primeiro grau acatou os argumentos do autor ao fundamento de \u201cser injustific\u00e1vel obrigar \u00e0 parte impetrante a aguardar a finaliza\u00e7\u00e3o de expedientes burocr\u00e1ticos para iniciar suas atividades laborais\u201d.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O caso chegou ao TRF1 via remessa oficial. Trata-se de instrumento que determina a reaprecia\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria por \u00f3rg\u00e3o colegiado de senten\u00e7a proferida contra a Uni\u00e3o, o estado, o Distrito Federal, o Munic\u00edpio e as respectivas autarquias e funda\u00e7\u00f5es de direito p\u00fablico. Tamb\u00e9m est\u00e3o sujeitas ao duplo grau de jurisdi\u00e7\u00e3o as senten\u00e7as que julguem procedentes, no todo ou em parte, os embargos \u00e0 execu\u00e7\u00e3o de d\u00edvida ativa da Fazenda P\u00fablica.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Ao analisar o caso, a relatora entendeu que o autor tem direito ao registro profissional. \u201cTendo o estudante conclu\u00eddo com \u00eaxito o curso superior no qual estava matriculado, cujo funcionamento, ainda que em car\u00e1ter prec\u00e1rio, contava com a autoriza\u00e7\u00e3o do MEC, n\u00e3o se mostra razo\u00e1vel o impedimento do in\u00edcio da atividade profissional regulamentada e fiscalizada pelo conselho aut\u00e1rquico, a pretexto de que a forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica ainda careceria de chancela administrativa\u201d, fundamentou.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A decis\u00e3o foi un\u00e2nime.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Processo n\u00ba: 0007906-45.2016.4.01.4000\/PI<\/div>\n<div>Data da decis\u00e3o: 7\/3\/2018<\/div>\n<div>Data da publica\u00e7\u00e3o: 21\/03\/2018<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><strong>Tribunal Regional Federal da 1\u00aa Regi\u00e3o 02\/05\/2018<\/strong><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A 5\u00aa Turma do TRF 1\u00aa Regi\u00e3o garantiu ao autor da a\u00e7\u00e3o o direito \u00e0 inscri\u00e7\u00e3o e registro provis\u00f3rio de sua carteira profissional perante o conselho fiscalizat\u00f3rio de sua profiss\u00e3o, independentemente da exig\u00eancia de reconhecimento do respectivo curso universit\u00e1rio pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e Cultura (MEC). 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