{"id":24547,"date":"2018-05-09T03:44:48","date_gmt":"2018-05-09T06:44:48","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=24547"},"modified":"2018-05-09T04:46:16","modified_gmt":"2018-05-09T07:46:16","slug":"por-que-a-argentina-esta-de-volta-aos-bracos-do-fmi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2018\/05\/09\/por-que-a-argentina-esta-de-volta-aos-bracos-do-fmi\/","title":{"rendered":"Por que a Argentina est\u00e1 de volta aos bra\u00e7os do FMI?"},"content":{"rendered":"<div class=\"story-body\">\n<p class=\"story-body__introduction\">A rela\u00e7\u00e3o de amor e \u00f3dio entre a Argentina e o Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI) ganhou mais um cap\u00edtulo nesta ter\u00e7a-feira, quando o presidente Mauricio Macri anunciou que recorreria ao organismo multilateral de cr\u00e9dito para pedir ajuda econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>O governo argentino pretende obter uma linha de cr\u00e9dito &#8211; que qualificou de &#8220;preventivo&#8221; &#8211; de ao menos US$ 30 bilh\u00f5es. A medida contraria declara\u00e7\u00f5es do pr\u00f3prio ministro da Fazenda argentino, Nicol\u00e1s Dujovne, que em mar\u00e7o de 2017 prometera que o pa\u00eds n\u00e3o voltaria aos empr\u00e9stimos do FMI.<\/p>\n<p>A inten\u00e7\u00e3o do pedido de cr\u00e9dito do governo Macri \u00e9 conter a sangria que se estabeleceu na situa\u00e7\u00e3o cambial argentina, com a recente escalada do d\u00f3lar que j\u00e1 levou o governo a subir a taxa de juros de 22% para 40%.<\/p>\n<p>O aumento significativo dos juros n\u00e3o acalmou o mercado e a fuga de capitais continuou. Nesta ter\u00e7a-feira, antes do an\u00fancio do pedido de aux\u00edlio, a moeda americana bateu novo recorde, chegando a 23,40 pesos. Na Argentina, onde muitos t\u00eam o h\u00e1bito de poupar e de pensar em d\u00f3lares desde os anos 1970, o comportamento da moeda americana costuma ser observado de perto por grande parte da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<figure style=\"width: 624px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a style=\"text-align: center\" href=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef-1.bbci.co.uk\/news\/660\/cpsprodpb\/34AA\/production\/_101228431_macri.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"js-image-replace\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef-1.bbci.co.uk\/news\/660\/cpsprodpb\/34AA\/production\/_101228431_macri.jpg?resize=624%2C351&#038;ssl=1\" alt=\"Maur\u00edcio Macri\" width=\"624\" height=\"351\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Direito de imagem\u00a0AFP \/ GETTY IMAGES &#8211;\u00a0Image caption\u00a0Desde que foi eleito em 2015, Macri colocou em marcha v\u00e1rias medidas liberais<\/figcaption><\/figure>\n<p>&#8220;A bateria de medidas monet\u00e1rias e fiscais ainda s\u00e3o vistas como insuficientes e al\u00e9m disso h\u00e1 preocupa\u00e7\u00e3o com os efeitos (das medidas e da alta do d\u00f3lar) na infla\u00e7\u00e3o e no crescimento&#8221;, disse o economista Gustavo Ber.<\/p>\n<div class=\"story-body__inner\">\n<p>\u00a0O ministro da Fazenda afirmou que o governo buscou o cr\u00e9dito externo para tentar estabilizar a situa\u00e7\u00e3o e retomar seu plano gradual. &#8220;O Fundo tem juros mais baixos que os do mercado. Somos pragm\u00e1ticos e estamos atentos para reagir da melhor maneira para cuidar da Argentina e especialmente dos mais carentes&#8221;, disse o ministro diante das c\u00e2meras de TV.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\">\n<p><figure style=\"width: 976px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/D0EA\/production\/_101228435_macri-epa.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/D0EA\/production\/_101228435_macri-epa.jpg?resize=696%2C392&#038;ssl=1\" alt=\"O presidente argentino Mauricio Macri na \u00e9poca da elei\u00e7\u00e3o\" width=\"696\" height=\"392\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Direito de imagem\u00a0EPA &#8211;\u00a0Image caption\u00a0Macri foi eleito em 2015 para mudar o rumo do pa\u00eds depois de anos de kirchnerismo<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<p>Dujovne disse que, no atual contexto internacional, o socorro do FMI daria &#8220;maior previsibilidade&#8221;. Com a popularidade de Macri e do governo em baixa, as aten\u00e7\u00f5es agora voltam-se para esta quarta-feira, quando a oposi\u00e7\u00e3o buscar\u00e1 aprovar na C\u00e2mara dos Deputados o fim dos aumentos das tarifas dos servi\u00e7os p\u00fablicos &#8211; um dos pilares do ajuste fiscal do governo Macri.<\/p>\n<p>O ministro Dujovne indicou que Macri vetar\u00e1 a medida caso seja aprovada no Congresso. &#8220;\u00c9 uma demagogia. N\u00e3o podemos aumentar gastos agora&#8221;, disse.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Espiral inflacion\u00e1ria<\/h2>\n<p>Parte do temor que levou a Casa Rosada a voltar os olhos para o Fundo \u00e9 o de que a alta do d\u00f3lar e das taxas de juros acabe sendo transferida para os pre\u00e7os, alimentando ainda mais a infla\u00e7\u00e3o que este ano, segundo analistas, ficar\u00e1 novamente &#8211; no terceiro ano consecutivo da gest\u00e3o Macri &#8211; acima da meta.<\/p>\n<p>O objetivo estabelecido pelo BC argentino \u00e9 de 15%, mas analistas estimam que o \u00edndice passar\u00e1 dos 22%. Na segunda-feira, para tentar conter a escalada inflacion\u00e1ria, o governo Macri pediu \u00e0s petroleiras que congelem pre\u00e7os por dois meses e ainda apelou aos bancos para que colocassem d\u00f3lares no mercado na tentativa de frear a alta da moeda americana.<\/p>\n<p>No in\u00edcio de seu governo, Macri adotou como uma de suas bandeiras, justamente, a libera\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os de combust\u00edveis.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Capitula\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Nesta ter\u00e7a-feira, no fim de uma manh\u00e3 agitada, Macri justificou num pronunciamento \u00e0 na\u00e7\u00e3o os motivos para o apelo ao Fundo. &#8220;Diante dessa nova situa\u00e7\u00e3o internacional, e de maneira preventiva, decidi iniciar conversas com o FMI para que nos d\u00ea uma linha preventiva de apoio financeiro&#8221;, disse.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\">\n<p><figure style=\"width: 976px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/11F6E\/production\/_101228537_pesos-getty.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/11F6E\/production\/_101228537_pesos-getty.jpg?resize=696%2C392&#038;ssl=1\" alt=\"notas e moedas de peso argentino\" width=\"696\" height=\"392\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Direito de imagem\u00a0GETTY IMAGES &#8211;\u00a0Image caption\u00a0Nas \u00faltimas semanas, o peso argentino perdeu valor frente ao d\u00f3lar<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<p>O presidente afirmou tamb\u00e9m que o pedido se deve \u00e0 &#8220;volatilidade da economia&#8221;. Segundo ele, a Argentina &#8220;depende muito de financiamento externo&#8221;, mas Macri voltou a responsabilizar a heran\u00e7a que recebeu do governo anterior, al\u00e9m de uma mudan\u00e7a no cen\u00e1rio externo.<\/p>\n<p>&#8220;Durante os primeiros anos, contamos com um contexto internacional muito favor\u00e1vel, mas hoje (isto) est\u00e1 mudando&#8221;, disse. Ele apontou o aumento das taxas de juros, a alta do petr\u00f3leo e a desvaloriza\u00e7\u00e3o das moedas dos pa\u00edses emergentes entre os fatores que aumentaram a volatilidade argentina.<\/p>\n<p>O economista Ra\u00fal Ochoa, professor da Universidade de Buenos Aires (UBA), disse \u00e0 BBC Brasil que neste contexto de volatilidade e desvaloriza\u00e7\u00e3o do peso, o governo &#8220;fez bem&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;O Fundo poder\u00e1 emprestar a taxas mais baixas do que o mercado oferece hoje. Ser\u00e1 uma sinaliza\u00e7\u00e3o importante ao mercado financeiro sobre a capacidade de gest\u00e3o e de pagamento da Argentina&#8221;, disse Ochoa por telefone.<\/p>\n<p>Segundo ele, ap\u00f3s a crise de 2008, o Fundo aliviou suas receitas de ajustes. &#8220;O Fundo n\u00e3o \u00e9 mais o mesmo e n\u00e3o pedir\u00e1 a Argentina os ajustes que costumava pedir no passado&#8221;, disse. Para ele, a Argentina tem hoje problemas que dificultam o funcionamento da sua economia, que s\u00e3o d\u00e9ficit fiscal, d\u00e9ficit comercial e infla\u00e7\u00e3o alta.<\/p>\n<p>&#8220;A Argentina hoje \u00e9 dependente do cr\u00e9dito externo. Mesmo reduzindo o gasto, com a infla\u00e7\u00e3o alta, est\u00e1 sempre aqu\u00e9m dos resultados que busca e de que precisa no campo econ\u00f4mico&#8221;, afirmou Ochoa.<\/p>\n<p>Para o economista Miguel Kiguel, o &#8220;positivo \u00e9 que o governo agiu r\u00e1pido&#8221; diante da instabilidade crescente. Mas ele ressalvou que recorrer ao Fundo tem &#8220;custo pol\u00edtico e o mercado est\u00e1 esperando para saber os detalhes desse acordo&#8221; antes de comemorar ou n\u00e3o.<\/p>\n<p>O pol\u00edtico Ricardo Alfons\u00edn, filho do ex-presidente Ra\u00fal Alfons\u00edn (1983-1989), criticou a iniciativa de Macri. &#8220;Tenho medo que o rem\u00e9dio seja muito maior do que a doen\u00e7a e agrave a situa\u00e7\u00e3o&#8221;, disse em sua conta no Twitter.<\/p>\n<p>Na mesma rede social, a deputada opositora Margarita Stolbizer disse que o an\u00fancio de pedido ao FMI &#8220;assusta&#8221; e que ou &#8220;o governo n\u00e3o est\u00e1 contando tudo&#8221; ou &#8220;est\u00e1 traindo a expectativa que gerou&#8221; nos argentinos.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\">\n<p><figure style=\"width: 976px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/16D8E\/production\/_101228539_kirchner-getty.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/16D8E\/production\/_101228539_kirchner-getty.jpg?resize=696%2C392&#038;ssl=1\" alt=\"A ex-presidente da Argentina Cristina Kirchner\" width=\"696\" height=\"392\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Direito de imagem\u00a0GETTY IMAGES &#8211;\u00a0Image caption\u00a0A rela\u00e7\u00e3o do FMI com a Argentina ficou turbulenta durante o governo de Cristina Kirchner<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Idas e vindas<\/h2>\n<p>O hist\u00f3rico da Argentina com o Fundo \u00e9 de um movimento pendular que j\u00e1 dura d\u00e9cadas. A rela\u00e7\u00e3o incluiu, na hist\u00f3ria recente, o respaldo do organismo ao regime de conversibilidade cambial adotado na d\u00e9cada de 1990 pelo governo de Carlos Menem.<\/p>\n<p>A estrat\u00e9gia, que fracassou e culminou na crise pol\u00edtica e econ\u00f4mica de 2001, foi de adotar a paridade entre o peso e o d\u00f3lar, fixando o c\u00e2mbio em &#8220;1 para 1&#8221;. A economia argentina afundou e a d\u00edvida com o Fundo se arrastou pelos governos seguintes.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o pagamento do saldo devedor, no governo de N\u00e9stor Kirchner (2003-2007), os contatos passaram a ser conflituosos e as equipes do FMI deixaram o pa\u00eds.<\/p>\n<p>Durante os anos de Cristina Kirchner, vi\u00fava e sucessora de N\u00e9stor, o Fundo deixou at\u00e9 mesmo de listar o pa\u00eds em seus relat\u00f3rios de observa\u00e7\u00e3o por considerar que os dados econ\u00f4micos divulgados pela Casa Rosada n\u00e3o eram confi\u00e1veis.<\/p>\n<p>Quando o kirchnerismo saiu do governo em dezembro de 2015, ap\u00f3s o fim dos governos de Cristina, Macri iniciou uma reaproxima\u00e7\u00e3o com o Fundo.<\/p>\n<p>Em mar\u00e7o, a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, visitou o pa\u00eds para participar da reuni\u00e3o do G-20 e teve longas conversas com Macri. \u00c0 imprensa local, ela elogiou o governo e disse que &#8220;j\u00e1 fez tantas coisas em dois anos que n\u00e3o parece ser gradualismo&#8221;. Gradualismo foi o selo que a gest\u00e3o Macri adotou para seu modelo que prev\u00ea, oficialmente, medidas graduais para resolver os problemas da economia.<\/p>\n<p>&#8220;Os dois primeiros anos do governo Macri foram impressionantes e coincidem com a determina\u00e7\u00e3o da Argentina de restaurar sua situa\u00e7\u00e3o e conseguir que o pa\u00eds volte ao c\u00edrculo internacional dos pa\u00edses e t\u00eam feito isso com sucesso&#8221;, disse ela, em mar\u00e7o ao jornal La Naci\u00f3n.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"tags-container\">\n<h4 class=\"tags-title story-body__crosshead\"><strong><span class=\"byline__name\">Cr\u00e9dito: Marcia Carmo de<\/span><span class=\"byline__title\">\u00a0Buenos Aires para a BBC Brasil &#8211; dispon\u00edvel na internet 09\/05\/2018<\/span><\/strong><\/h4>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A rela\u00e7\u00e3o de amor e \u00f3dio entre a Argentina e o Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI) ganhou mais um cap\u00edtulo nesta ter\u00e7a-feira, quando o presidente Mauricio Macri anunciou que recorreria ao organismo multilateral de cr\u00e9dito para pedir ajuda econ\u00f4mica. 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