{"id":24871,"date":"2018-05-18T07:53:11","date_gmt":"2018-05-18T10:53:11","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=24871"},"modified":"2018-05-18T07:53:11","modified_gmt":"2018-05-18T10:53:11","slug":"numero-de-brasileiros-que-desistem-de-procurar-trabalho-triplicou-desde-inicio-da-crise","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2018\/05\/18\/numero-de-brasileiros-que-desistem-de-procurar-trabalho-triplicou-desde-inicio-da-crise\/","title":{"rendered":"N\u00famero de brasileiros que desistem de procurar trabalho triplicou desde in\u00edcio da crise"},"content":{"rendered":"<div class=\"large-16\">\n<div class=\"head-materia\">\n<h5>Desde o in\u00edcio da crise, triplicou o n\u00famero de pessoas que gostariam de trabalhar, mas desistiram de buscar uma vaga por acharem que n\u00e3o v\u00e3o conseguir. O contingente de brasileiros na condi\u00e7\u00e3o de desalento chegou a 4,6 milh\u00f5es de pessoas no primeiro trimestre de 2018, ante 1,57 milh\u00e3o no primeiro trimestre de 2014. Esse grupo nunca foi t\u00e3o grande, desde que a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Continua (PNAD) come\u00e7ou a ser realizada, em 2012.<\/h5>\n<p>Desde o in\u00edcio da crise, triplicou o n\u00famero de pessoas que gostariam de trabalhar, mas desistiram de buscar uma vaga por acharem que n\u00e3o v\u00e3o conseguir. O contingente de brasileiros na condi\u00e7\u00e3o de desalento chegou a 4,6 milh\u00f5es de pessoas no primeiro trimestre de 2018, ante 1,57 milh\u00e3o no primeiro trimestre de 2014. Esse grupo nunca foi t\u00e3o grande, desde que a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Continua (PNAD) come\u00e7ou a ser realizada, em 2012<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"row\">\n<div class=\"large-16 columns\">\n<div class=\"corpo novo large-16 columns paywalled-content\">\n<div class=\"foto\">\n<figure>\n<p><figure style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/22690538-60b-a62\/FT1086A\/420\/xINFOCHPDPICT000064659895.jpg.pagespeed.ic.Eyp-fbMrFH.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/22690538-60b-a62\/FT1086A\/420\/xINFOCHPDPICT000064659895.jpg.pagespeed.ic.Eyp-fbMrFH.jpg?resize=696%2C418&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"696\" height=\"418\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Movimento de pessoas na Central do Brasil. Foto: Antonio Scorza \/ Ag\u00eancia O Globo<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<\/div>\n<p>O fen\u00f4meno de desalento \u00e9 comum em per\u00edodos de longa crise econ\u00f4mica, quando a longa e infrut\u00edfera busca por trabalho provoca des\u00e2nimo nas pessoas. O desalentado \u00e9 aquele que deixou de procurar trabalho porque n\u00e3o conseguia uma vaga adequada ou n\u00e3o tinha experi\u00eancia ou qualifica\u00e7\u00e3o, ou era considerado muito jovem ou muito idoso ou n\u00e3o tinha trabalho na localidade que residia.<\/p>\n<p>Como o desemprego \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o entre as pessoas que buscam emprego e o total da for\u00e7a de trabalho, o desalento acaba, muitas vezes, ajudando na redu\u00e7\u00e3o da taxa, ainda que n\u00e3o tenha havido melhora do mercado de trabalho. E essa influ\u00eancia ocorreu no primeiro trimestre deste ano, segundo o gerente de Coordena\u00e7\u00e3o de Emprego do IBGE, Cimar Azeredo. Ele diz que a taxa de desemprego do pa\u00eds s\u00f3\u00a0caiu no primeiro trimestre do ano, para 13,1%, em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado (13,7%), por conta do aumento do desalento e de um maiior n\u00famero de pessoas subocupadas, ou seja, que tinham uma jornada de trabalho reduzida (inferior a 40 horas), mas desejava trabalhar por mais horas.<\/p>\n<p><strong>LEIA MAIS:<\/strong><\/p>\n<p><a title=\"\" href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/economia\/faltou-emprego-para-277-milhoes-de-pessoas-no-primeiro-trimestre-de-2018-22690213\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Faltou emprego para 27,7 milh\u00f5es de pessoas no primeiro trimestre de 2018<\/a><\/p>\n<p><a title=\"\" href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/economia\/desemprego-sobe-no-rio-e-maior-do-sudeste-22690295\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Desemprego sobe no Rio e \u00e9 o maior do Sudeste<\/a><\/p>\n<p><a title=\"\" href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/economia\/pretos-pardos-sao-mais-de-60-dos-desempregados-no-brasil-22690389\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pretos e pardos s\u00e3o mais de 60% dos desempregados no Brasil<\/a><\/p>\n<div class=\"row navegacao\">\n<div class=\"clearfix columns mais-antiga\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Daiane Costa\/ O Globo &#8211; dispon\u00edvel na internet 18\/05\/2018<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde o in\u00edcio da crise, triplicou o n\u00famero de pessoas que gostariam de trabalhar, mas desistiram de buscar uma vaga por acharem que n\u00e3o v\u00e3o conseguir. O contingente de brasileiros na condi\u00e7\u00e3o de desalento chegou a 4,6 milh\u00f5es de pessoas no primeiro trimestre de 2018, ante 1,57 milh\u00e3o no primeiro trimestre de 2014. 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