{"id":25841,"date":"2018-06-16T07:39:30","date_gmt":"2018-06-16T10:39:30","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=25841"},"modified":"2018-06-16T07:40:39","modified_gmt":"2018-06-16T10:40:39","slug":"brasil-desenvolve-terceira-versao-de-onibus-movido-a-hidrogenio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2018\/06\/16\/brasil-desenvolve-terceira-versao-de-onibus-movido-a-hidrogenio\/","title":{"rendered":"Brasil desenvolve terceira vers\u00e3o de \u00f4nibus movido a hidrog\u00eanio"},"content":{"rendered":"<div class=\"large-16\">\n<div class=\"head-materia\">\n<h5>Brasil desenvolve terceira vers\u00e3o de \u00f4nibus movido a hidrog\u00eanio Enquanto o pre\u00e7o do diesel est\u00e1 no centro das discuss\u00f5es sobre transporte e mobilidade, um laborat\u00f3rio da UFRJ est\u00e1 pronto para lan\u00e7ar um \u00f4nibus que dispensa o uso de combust\u00edveis f\u00f3sseis. O modelo, movido a hidrog\u00eanio, come\u00e7ou a ser desenvolvido em 2005, ganhou seu primeiro prot\u00f3tipo em 2010 e chegou \u00e0 terceira vers\u00e3o no ano passado. Agora, est\u00e1 em vers\u00e3o pr\u00e9-comercial, com custos mais pr\u00f3ximos aos de mercado.<\/h5>\n<p>O ve\u00edculo \u00e9 um dos destaques da 22\u00aa Confer\u00eancia Mundial de Energia do Hidrog\u00eanio, que re\u00fane, de s\u00e1bado a sexta-feira, 800 profissionais de 50 pa\u00edses no Rio. O encontro vai apresentar as poss\u00edveis aplica\u00e7\u00f5es do produto como combust\u00edvel. H\u00e1 experi\u00eancias como gera\u00e7\u00e3o de energia para aquecer resid\u00eancias e utiliza\u00e7\u00e3o em m\u00e1quinas e equipamentos da ind\u00fastria sider\u00fargica.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"row\">\n<div class=\"large-16 columns\">\n<div class=\"corpo novo large-16 columns paywalled-content\">\n<div id=\"pub-in-text\" class=\"outstream clearfix\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/85042905\/info.web.oglobo\/economia\/materia_2__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p><strong>RETORNO ESTIMADO EM 3 ANOS<\/strong><\/p>\n<p>O \u00f4nibus da UFRJ, produzido pelo Laborat\u00f3rio de Hidrog\u00eanio da Coppe\/UFRJ (LabH2), \u00e9 equipado com um motor h\u00edbrido movido a hidrog\u00eanio e eletricidade. Com capacidade para 69 passageiros, tem autonomia de 330 quil\u00f4metros, suficiente para opera\u00e7\u00e3o em grandes cidades como o Rio, explica Paulo Em\u00edlio de Miranda, coordenador do LabH2 e presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Hidrog\u00eanio (ABH2). Hoje, o custo para produzir uma unidade \u00e9 de cerca de R$ 1,5 milh\u00e3o a R$ 2 milh\u00f5es. O pesquisador estima que um \u00f4nibus convencional saia na faixa de R$ 500 mil. Miranda pondera, no entanto, que a perspectiva de produ\u00e7\u00e3o em escala industrial e os baixos custos de manuten\u00e7\u00e3o compensariam o investimento, com tempo de retorno estimado em tr\u00eas anos.<\/p>\n<p>\u2014 (O prot\u00f3tipo) \u00e9 uma fabrica\u00e7\u00e3o artesanal, de uma \u00fanica unidade. Em larga escala, isso cai ao custo de \u00f4nibus a hidrog\u00eanio fabricados em alguns poucos lugares do mundo hoje. Al\u00e9m disso, a opera\u00e7\u00e3o dele \u00e9 mais f\u00e1cil e mais barata do que a de um \u00f4nibus convencional. N\u00e3o tem muitas partes mec\u00e2nicas, n\u00e3o tem caixa de marcha. Isso faz com que, em poucos anos, a opera\u00e7\u00e3o pague o investimento inicial \u2014 afirma.<\/p>\n<p>Hoje, o projeto \u00e9 feito em parceria com a Tracel, empresa criada na Coppe\/UFRJ. Nos \u00faltimos anos, os investimentos chegaram a R$ 15 milh\u00f5es, com financiamento de Furnas. Os desenvolvedores da tecnologia j\u00e1 come\u00e7aram a conversar com as prefeituras de Volta Redonda, no Sul Fluminense, e Salvador. Na capital baiana, al\u00e9m dos \u00f4nibus, h\u00e1 a possibilidade de aplicar o motor h\u00edbrido em embarca\u00e7\u00f5es usadas na Ba\u00eda de Todos os Santos.<\/p>\n<p>Para Miranda, o potencial de aplica\u00e7\u00f5es do hidrog\u00eanio \u00e9 maior porque o combust\u00edvel \u00e9 desenvolvido por meio de outras fontes renov\u00e1veis, como a energia solar, no caso do usado na UFRJ:<\/p>\n<p>\u2014 Levando em conta o potencial do Brasil hidrel\u00e9trico, de renov\u00e1veis como e\u00f3lica, solar e biomassa, esse potencial com certeza excede muito a demanda brasileira pr\u00f3pria.<\/p>\n<div class=\"row\">\n<div class=\"large-16 columns\">\n<div class=\"corpo novo large-16 columns paywalled-content\">\n<p><strong>LEIA MAIS:<\/strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/economia\/primeiro-carro-hibrido-flex-apresentado-em-sao-paulo-22505024\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Primeiro carro h\u00edbrido flex \u00e9 apresentado em S\u00e3o Paulo<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Marcelo Corr\u00eaa\/ O Globo &#8211; dispon\u00edvel na internet 16\/06\/2018<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Brasil desenvolve terceira vers\u00e3o de \u00f4nibus movido a hidrog\u00eanio Enquanto o pre\u00e7o do diesel est\u00e1 no centro das discuss\u00f5es sobre transporte e mobilidade, um laborat\u00f3rio da UFRJ est\u00e1 pronto para lan\u00e7ar um \u00f4nibus que dispensa o uso de combust\u00edveis f\u00f3sseis. O modelo, movido a hidrog\u00eanio, come\u00e7ou a ser desenvolvido em 2005, ganhou seu primeiro prot\u00f3tipo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":25842,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[135],"tags":[],"class_list":{"0":"post-25841","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-clipping"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/x77333148_ECO-Rio-de-JaneiroRJ-15-06-2018-onibus-de-hidrogenio.jpg?fit=699%2C420&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25841","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25841"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25841\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media\/25842"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25841"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25841"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25841"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}