{"id":25851,"date":"2018-06-18T00:06:53","date_gmt":"2018-06-18T03:06:53","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=25851"},"modified":"2018-06-17T13:45:11","modified_gmt":"2018-06-17T16:45:11","slug":"nada-mudou-intervencao-no-rio-faz-quatro-meses-com-plano-pouco-dinheiro-e-resultados-fracos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2018\/06\/18\/nada-mudou-intervencao-no-rio-faz-quatro-meses-com-plano-pouco-dinheiro-e-resultados-fracos\/","title":{"rendered":"\u201cNada mudou\u201d: interven\u00e7\u00e3o no Rio faz quatro meses com plano, pouco dinheiro e resultados fracos"},"content":{"rendered":"<div class=\"articulo__apertura\">\n<div class=\"articulo-apertura \">\n<div id=\"articulo-introduccion\" class=\"articulo-introduccion\">\n<p>A Urca \u00e9 um bairro entre a Ba\u00eda de Guanabara e o Oceano Atl\u00e2ntico com casas e edif\u00edcios baixos, \u00e1rvores altas e ruas pouco movimentadas. Uma ilha de prosperidade no imenso e por vezes miser\u00e1vel\u00a0Rio de Janeiro, mas tamb\u00e9m de seguran\u00e7a: o bairro, localizado na nobre Zona Sul da cidade, abriga v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es militares, como um quartel do Ex\u00e9rcito, a Escola Superior de Guerra e o Instituto Militar de Engenharia, al\u00e9m de possuir uma \u00fanica entrada e sa\u00edda. Tanta tranquilidade foi interrompida na sexta-feira do dia 8 de junho, quando policiais e traficantes do morro da Babil\u00f4nia e Chap\u00e9u Mangueira, no vizinho bairro do Leme, entraram em confronto. A persegui\u00e7\u00e3o aos bandidos fez com que o tiroteio chegasse at\u00e9 a praia Vermelha, na Urca, obrigando o bondinho do P\u00e3o de A\u00e7\u00facar a encerrar suas atividades durante umas horas. &#8220;Os tiros n\u00e3o chegaram at\u00e9 aqui, mas deu para escut\u00e1-los bem alto. As pessoas come\u00e7aram a correr, a se esconder atr\u00e1s de carro e de \u00e1rvore&#8230; At\u00e9 policial se escondeu!&#8221;, diz, entre risadas, o taxista Geraldo. J\u00e1 a professora universit\u00e1ria Ludmila, moradora do bairro, conta que momentos depois do ocorrido as pessoas, inclusive fam\u00edlias com carrinhos de beb\u00ea, transitavam normalmente pelo local. &#8220;Foi um evento isolado, \u00e9 muito dif\u00edcil ocorrer alguma coisa aqui. O bairro continua tranquilo&#8221;, diz. Os corpos de sete rapazes mortos pela Pol\u00edcia Militar foram encontrados pelos bombeiros em zona de mata e a pol\u00edcia civil trabalha no caso.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"articulo_contenedor\" class=\"articulo__contenedor\">\n<div id=\"cuerpo_noticia\" class=\"articulo-cuerpo\">\n<p>Tiroteios como este, ocorrido h\u00e1 pouco mais de uma semana, contribuem para a percep\u00e7\u00e3o, tanto de moradores como de pessoas de fora, de que a cidade continua violenta, apesar da\u00a0interven\u00e7\u00e3o federal\u00a0decretada pelo presidente\u00a0Michel Temer\u00a0(MDB) no dia 16 de fevereiro em todo o\u00a0Estado do Rio de Janeiro. Em balan\u00e7o apresentado neste s\u00e1bado, dia em que o decreto presidencial completa quatro meses, o\u00a0Observat\u00f3rio da Interven\u00e7\u00e3o Federal, vinculado ao Centro de Estudos de Seguran\u00e7a e Cidadania, da Universidade C\u00e2ndido Mendes, mostrou que os tiroteios aumentaram 36% durante esse per\u00edodo. Os dados s\u00e3o da plataforma de monitoramento\u00a0Fogo Cruzado, que contabilizou 3.210 tiroteios nos \u00faltimos quatro meses, enquanto que nos quatro meses anteriores \u00e0 interven\u00e7\u00e3o o laborat\u00f3rio registrou 2.355 ocorr\u00eancias. Em recente entrevista ao jornal\u00a0<em>Folha de S. Paulo<\/em>, a soci\u00f3loga Silvia Ramos, coordenadora do Observat\u00f3rio, disse: &#8220;\u00c9 evidente que reduzir tiroteios \u00e9 tamb\u00e9m aumentar a sensa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a. Quando a pol\u00edcia, no seu dever, em leg\u00edtima defesa, mata um opositor, \u00e9 importante que se esclare\u00e7am as circunst\u00e2ncias.\u00a0As for\u00e7as de interven\u00e7\u00e3o t\u00eam de ser a favor da legalidade&#8221;.<\/p>\n<div id=\"elpais_gpt-INTEXT\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/7811748\/elpais_web\/brasil\/politica\/intext_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p>Mas percep\u00e7\u00e3o num territ\u00f3rio t\u00e3o vasto e desigual quanto Rio \u00e9 algo relativo. Para a professora Ludmila, que mora na Urca e transita pela Zona Sul, a presen\u00e7a dos militares no comando da seguran\u00e7a p\u00fablica fluminense, liderados pelo\u00a0general interventor Walter Braga Netto, &#8220;n\u00e3o mudou nada&#8221;, inclusive porque acredita que a iniciativa de Temer &#8220;tinha um vi\u00e9s eleitoreiro&#8221;. J\u00e1 para o taxista Geraldo, que mora na Pra\u00e7a Seca, &#8220;o bairro mais perigoso da cidade&#8221;, localizado na Zona Oeste, a interven\u00e7\u00e3o melhorou seu cotidiano. Em meados de maio, h\u00e1 quase um m\u00eas, as For\u00e7as Armadas, a Pol\u00edcia Militar e a Pol\u00edcia Civil fizeram uma opera\u00e7\u00e3o no local, onde o tr\u00e1fico de drogas e a mil\u00edcia d\u00e3o as cartas e guerreiam entre si. &#8220;Instalaram uma base l\u00e1 e, desde ent\u00e3o, n\u00e3o tem mais tiroteio entre eles. Tamb\u00e9m j\u00e1 n\u00e3o tem bandido passando na rua de motocicleta com o fuzil pendurado no corpo&#8221;, explica um satisfeito Geraldo.<\/p>\n<p>A interven\u00e7\u00e3o federal completou quatro meses\u00a0em meio ao otimismo de alguns, como Geraldo. Mas percorrer as ruas de bairros ricos ou de favelas como a Rocinha ou a Babil\u00f4nia significa escutar, principalmente, a vers\u00e3o de Ludmila: a de que nada ou pouca coisa mudou. A \u00faltima pesquisa sobre a opini\u00e3o a dos moradores da cidade do Rio \u00e9 do final de mar\u00e7o, do instituto Datafolha. Na ocasi\u00e3o, 76% dos cariocas apoiavam a atua\u00e7\u00e3o do do Ex\u00e9rcito, mas 71% tamb\u00e9m diziam que combate \u00e0 viol\u00eancia continuava igual ap\u00f3s a ida dos militares para as ruas. Naquela ocasi\u00e3o,\u00a0o notici\u00e1rio mostrava uma escalada sangrenta\u00a0no Estado, com\u00a0o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, tiroteios e chacinas constantes, moradores e policiais morrendo todos os dias.<\/p>\n<p>Dados recentes da Secretaria de Seguran\u00e7a P\u00fablica do Rio\u00a0\u2014 apresentados pelo pr\u00f3prio Braga Netto nesta sexta-feira, em evento no Rio\u00a0\u2014 indicam uma melhora em alguns \u00edndices nos \u00faltimos meses, que ainda assim continuam em n\u00edveis alarmantes. As\u00a0<strong>mortes violentas<\/strong>\u00a0ca\u00edram de 636 em mar\u00e7o para 575 em maio, uma queda de 9,59%;\u00a0<strong>os roubos de ve\u00edculos<\/strong>\u00a0passaram de 5.358 para 4.382 no mesmo per\u00edodo, uma queda de 18,21%;\u00a0<strong>os roubos de carga<\/strong>\u00a0foram de 917 para 752, uma queda de 17,99%; e\u00a0<strong>os homic\u00eddios dolosos<\/strong>, de 503 para 419, uma queda de 16,70%. Os \u00fanicos dados que pioraram recentemente s\u00e3o os relativos a\u00a0<strong>homic\u00eddios decorrentes de interven\u00e7\u00e3o policial<\/strong>, que subiram de 109 para 142 entre mar\u00e7o e maio, um aumento de 30,27%; e a\u00a0<strong>roubos de rua<\/strong>, que subiram de 11.182 para 11.861, um aumento de 6,07%. Especialmente este \u00faltimo dado contribui para uma percep\u00e7\u00e3o negativa sobre a seguran\u00e7a do Rio.<\/p>\n<p>Mas se comparamos a soma dos n\u00fameros de mar\u00e7o, abril e maio de 2018 com a soma dos n\u00fameros desses mesmos meses em 2017, chegamos a um cen\u00e1rio mais est\u00e1tico: as mortes violentas cresceram 3,7% de um ano para o outro; os homic\u00eddios dolosos aumentaram 2,79%; as mortes por confrontos por policiais aumentaram 17,3%; os roubos de ve\u00edculos ca\u00edram apenas 0,06%; os roubos de carga descenderam 16,11%; e os roubos de rua tiveram uma queda de 4,8%. Tanto Braga Netto como o ministro da Seguran\u00e7a P\u00fablica, Raul Jungmann, argumentaram que o aumento da letalidade se deve ao maior enfrentamento por parte das for\u00e7as de seguran\u00e7a do Estado. &#8220;Come\u00e7amos a entrar com uma for\u00e7a maior. Num primeiro momento, a marginalidade continuou enfrentando. Por isso, houve o aumento da letalidade. A tend\u00eancia \u00e9 diminuir, porque eles n\u00e3o v\u00e3o continuar enfrentando&#8221;, disse o general na \u00faltima quarta-feira, em evento no Rio. J\u00e1 Jungmann defendeu que o pr\u00f3ximo presidente da Rep\u00fablica, que ser\u00e1 eleito em outubro, prossiga com a interven\u00e7\u00e3o federal no ano que vem. Ela est\u00e1 prevista para acabar no dia 31 de dezembro pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p>Os dados sobre letalidade violenta v\u00eam fazendo com que especialistas da \u00e1rea de seguran\u00e7a p\u00fablica critiquem a estrat\u00e9gia de enfrentamento, refor\u00e7ada durante a interven\u00e7\u00e3o. O\u00a0Observat\u00f3rio da Interven\u00e7\u00e3o Federal\u00a0vem cobrando, por sua vez, medidas significativas para combater a corrup\u00e7\u00e3o policial e mais transpar\u00eancia e presta\u00e7\u00e3o de contas \u00e0 sociedade sobre os custos e os resultados das a\u00e7\u00f5es e grandes opera\u00e7\u00f5es policiais realizadas at\u00e9 o momento. A primeira delas\u00a0foi feita na Vila Kennedy, uma comunidade na Zona Oeste do Rio,\u00a0e a mais recente ocorreu no \u00faltimo dia 9 de junho na favela da Rocinha, cujos moradores vem sofrendo com uma escalada da viol\u00eancia policial nos \u00faltimos meses. O Observat\u00f3rio destacou uma opera\u00e7\u00e3o ocorrida no dia 7 de junho em seis favelas de Jacarepagu\u00e1. Apesar de ter reunido mais de 5.000 agentes de seguran\u00e7a, a a\u00e7\u00e3o resultou em 13 presos, um morto, tr\u00eas pistolas e uma grana apreendida. Em resumo: opera\u00e7\u00f5es grandes, custos altos, mas resultados fracos.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m foi s\u00f3 agora, quatro meses ap\u00f3s o in\u00edcio da interven\u00e7\u00e3o, que o interventor Braga Netto apresentou ao Governo Federal um documento de 82 p\u00e1ginas que detalha linhas de a\u00e7\u00e3o da interven\u00e7\u00e3o. A curto prazo, o plano estrat\u00e9gico defende a redu\u00e7\u00e3o dos \u00edndices de criminalidade e o aumento da percep\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a por parte da popula\u00e7\u00e3o. Como visto acima, o sucesso nessas duas frentes tem sido at\u00e9 o momento relativo e aqu\u00e9m das expectativas. J\u00e1 a longo prazo, defende a reestrutura\u00e7\u00e3o e fortalecimento das obsoletas institui\u00e7\u00f5es policiais, assim como uma maior integra\u00e7\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Para que este \u00faltimo pilar da interven\u00e7\u00e3o seja alcan\u00e7ado, Braga Netto depende dos 1,2 bilh\u00e3o de reais liberados pelo Governo Federal em mar\u00e7o, mas enfrenta burocracias para utiliz\u00e1-lo em aquisi\u00e7\u00f5es de armamentos, transporte e outros equipamentos. &#8220;Desde a data em que o presidente prometeu o recurso, ele chegou. S\u00f3 que eu n\u00e3o recebo 1,2 bilh\u00e3o junto com um tal\u00e3o de cheque e saio fazendo. O TCU [Tribunal de Contas da Uni\u00e3o] est\u00e1 me observando, a mim a as pessoas que trabalham comigo. J\u00e1 estamos em processo de licita\u00e7\u00e3o de aproximadamente 40% dos valores que foram fornecidos, mas eu tenho que seguir especificando, o mais dif\u00edcil \u00e9 especificar o material que \u00e9 comprado&#8221;, disse o interventor na quinta-feira, segundo noticiou o jornal\u00a0<em>O Globo.<\/em>\u00a0&#8220;Nosso planejamento \u00e9 que aproximadamente em setembro eu tenha conclu\u00eddo ou antecipado as aquisi\u00e7\u00f5es e a\u00ed eu come\u00e7o um processo de transi\u00e7\u00e3o e legado&#8221;, acrescentou.<\/p>\n<p>Enquanto dias melhores n\u00e3o chegam para o Estado do Rio, seus moradores vivem entre a resili\u00eancia e o conformismo, entre a expectativa e o pessimismo. Mas no morro da Babil\u00f4nia, onde come\u00e7ou o tiroteio que chegou at\u00e9 a Urca, h\u00e1 quem se sinta orgulhoso de morar em umas das comunidades mais &#8220;tranquilas&#8221; do Rio\u00a0\u2014 embora nem tudo seja perfeito e os traficantes se fa\u00e7am presentes no alto do morro. &#8220;Moramos em uma das favelas mais calmas da cidade. O que aconteceu na \u00faltima semana acontece uma vez ou outra, n\u00e3o \u00e9 frequente&#8221;, diz o ajudante de pedreiro Lucas, de 22 anos, enquanto busca cartas na associa\u00e7\u00e3o de moradores. &#8220;Os gringos que moram aqui at\u00e9 se assustam, mas quem \u00e9 cria da favela, como eu, j\u00e1 est\u00e1 acostumado&#8221;, diz. Um homem ao seu lado acrescenta: &#8220;Aqui \u00e9 tranquilo at\u00e9 demais. Podia ter mais forr\u00f3, funk, sertanejo, samba&#8230;&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Do lado de fora da associa\u00e7\u00e3o, o resto da favela vive uma tarde de sexta-feira silenciosa e chuvosa, com pouco movimento. Comerciantes e policiais da Unidade de Pol\u00edcia Pacificadora olham tranquilamente para o que acontece ao seu redor, enquanto moradores sobem e descem as ladeiras que d\u00e3o acesso \u00e0s casas e pr\u00e9dios. N\u00e3o h\u00e1 sinais de viol\u00eancia ou pessoas armadas. As amigas Fl\u00e1via e Valdete contam, enquanto caminham para casa, que n\u00e3o estavam na Babil\u00f4nia quando ocorreu o \u00faltimo tiroteio. Apesar elas concordarem que o local onde vivem \u00e9 de fato tranquilo, tamb\u00e9m dizem n\u00e3o ver nenhuma melhoria desde a interven\u00e7\u00e3o. &#8220;Em situa\u00e7\u00f5es como essa, de tiroteio, perdemos nosso direito de ir e vir. \u00c9 chegar em casa, se trancar e n\u00e3o sair&#8221;, diz Fl\u00e1via.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Felipe Betim\/El Pais Brasil &#8211; dispon\u00edvel na internet 18\/06\/2018<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Urca \u00e9 um bairro entre a Ba\u00eda de Guanabara e o Oceano Atl\u00e2ntico com casas e edif\u00edcios baixos, \u00e1rvores altas e ruas pouco movimentadas. 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