{"id":26573,"date":"2018-07-09T00:14:32","date_gmt":"2018-07-09T03:14:32","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=26573"},"modified":"2018-07-08T07:50:27","modified_gmt":"2018-07-08T10:50:27","slug":"quando-empresas-estrangeiras-sao-pegas-patrocinando-corrupcao-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2018\/07\/09\/quando-empresas-estrangeiras-sao-pegas-patrocinando-corrupcao-no-brasil\/","title":{"rendered":"Quando empresas estrangeiras s\u00e3o pegas patrocinando corrup\u00e7\u00e3o no Brasil"},"content":{"rendered":"<div class=\"articulo__apertura\">\n<header id=\"articulo-encabezado\" class=\"articulo-encabezado \">\n<div class=\"articulo-encabezado-texto\">\n<h5 id=\"articulo-titulares\" class=\"articulo-titulares\">A\u00a0Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato\u00a0desvendou todo um\u00a0<em style=\"font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;font-size: 15px;color: #222222\">modus operandi\u00a0<\/em><span style=\"font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;font-size: 15px;color: #222222\">de como tradicionais construtoras brasileiras pagavam propinas ou patrocinavam campanhas para pol\u00edticos e partidos a partir de contratos superfaturados com empresas p\u00fablicas como a Petrobras. Agora, entram em cena grandes companhias multinacionais que, fora de seus pa\u00edses sede, v\u00eam atuando em cart\u00e9is e mantendo esquemas fraudulentos h\u00e1 d\u00e9cadas para ganhar licita\u00e7\u00f5es. Essa \u00e9 a conclus\u00e3o dos investigadores do bra\u00e7o da Lava Jato no\u00a0Rio de Janeiro, que nesta semana avan\u00e7ou em dire\u00e7\u00e3o a companhias\u00a0\u2014 as conhecidas Philips e Johnson &amp; Johnson entre elas\u00a0\u2014 que atuam no setor de sa\u00fade do atrav\u00e9s venda de equipamentos m\u00e9dicos e materiais hospitalares, como pr\u00f3teses e \u00f3rteses, para a Secretaria de Sa\u00fade do Estado e para o Instituto Nacional de Traumatologia (INTO). Assim como no esquema das empreiteiras brasileiras, contratos superfaturados abasteciam campanhas e mesadas para autoridades.<\/span><\/h5>\n<div class=\"articulo-titulares\">\n<p>O chamado\u00a0&#8220;clube do preg\u00e3o internacional&#8221; durou entre 1996 e 2017, segundo o Minist\u00e9rio P\u00fablico, e abastecia a c\u00fapula pol\u00edtica fluminense com generosas propinas, nos \u00faltimos anos, sobretudo o ex-secret\u00e1rio de Sa\u00fade S\u00e9rgio C\u00f4rtes (preso em abril, mas solto em dezembro pelo ministro do STF Gilmar Mendes) e o ex-governador\u00a0S\u00e9rgio Cabral\u00a0(preso desde 2016). Prosperou inclusive quando o Estado entrou em graves dificuldades econ\u00f4micas e financeiras, sendo a sa\u00fade p\u00fablica fluminense\u00a0uma das \u00e1reas mais afetadas pela queda na arrecada\u00e7\u00e3o\u00a0em meio a altos gastos.<abbr title=\"Brasilia Time\"><\/abbr><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/header>\n<\/div>\n<div id=\"articulo_contenedor\" class=\"articulo__contenedor\">\n<figure class=\"foto centro foto_w980\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/07\/05\/politica\/1530816811_743477_1530821344_noticia_normal.jpg?resize=696%2C433&#038;ssl=1\" alt=\"O CEO da General Electric para a Am\u00e9rica Latina, Daurio Speranzini Jr, preso na quarta em S\u00e3o Paulo.\" width=\"696\" height=\"433\" \/><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-texto\">O CEO da General Electric para a Am\u00e9rica Latina, Daurio Speranzini Jr, preso na quarta em S\u00e3o Paulo.<\/span><span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-autor\">MARCELO CHELLO<\/span>\u00a0<span class=\"foto-agencia\">EFE<\/span><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<div id=\"cuerpo_noticia\" class=\"articulo-cuerpo\">\n<p>Entre 2015 e 2016, hospitais estaduais entraram em colapso e precisaram ser fechados ou municipalizados, enquanto mais da metade das Unidades de Pronto Atendimento (UPA), cujos trabalhadores terceirizados ficaram sem receber sal\u00e1rio, pararam de atender durante determinados dias ou per\u00edodos.\u00a0Estar \u00e0 beira da morte tornara-se crit\u00e9rio para ser atendido, segundo relatou este jornal na \u00e9poca. O governador Luiz Fernando Pez\u00e3o (MDB) vivia ent\u00e3o de pires na m\u00e3o tentando conseguir mais recursos junto ao Governo Federal e prometendo a normaliza\u00e7\u00e3o dos atendimentos e interven\u00e7\u00f5es cir\u00fargicas, mas apenas durante alguns dias.<\/p>\n<p>Hoje, no Rio de Janeiro do caos da seguran\u00e7a p\u00fablica, do atraso no pagamento de servidores e da lenta morte da UERJ, a sa\u00fade p\u00fablica continua a definhar. Em 2017, a pasta de Sa\u00fade sofreu um corte de 1,4 bilh\u00e3o de reais, levando a fechamentos de setores inteiros em alguns hospitais estaduais. Paralelamente, a fila para atendimentos e opera\u00e7\u00f5es aumenta, sobrecarregando hospitais federais e municipais.<\/p>\n<h3>Como funcionava o esquema<\/h3>\n<p>O que o Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal vem revelando ao longo do \u00faltimo ano \u00e9 que essa t\u00e3o sens\u00edvel \u00e1rea da sa\u00fade tamb\u00e9m saciou o apetite voraz por propinas e outras vantagens il\u00edcitas de uma classe pol\u00edtica fluminense corrompida e atendeu aos interesses de grandes grupos empresariais que, afoitos por grandes contratos p\u00fablicos, se tornaram corruptores. A partir de dados do Tribunal de Contas da Uni\u00e3o, a Procuradoria concluiu que, entre 2006 e 2017, as &#8220;contrata\u00e7\u00f5es em valores estratosf\u00e9ricos&#8221; apenas no INTO somaram 1,5 bilh\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2018\/07\/04\/politica\/1530739479_796045.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O \u00faltimo cap\u00edtulo dessas investiga\u00e7\u00f5es ocorreu na \u00faltima quarta-feira<\/a>, 5 de junho, quando o juiz federal Marcelo Bretas autorizou pris\u00f5es preventivas e tempor\u00e1rias de 22 pessoas, al\u00e9m de 43 mandados de busca e apreens\u00e3o, inclusive na sede de empresas, e o bloqueio de 1,2 bilh\u00e3o oriundos desse esquema fraudulento. Entre os presos est\u00e1 o CEO da General Electric (GE) para a Am\u00e9rica Latina, Daurio Speranzini Junior, devido a fatos ocorridos no per\u00edodo em que ocupou o cargo de CEO da Philips Healthcare no Brasil, embora a Procuradoria tamb\u00e9m afirme que ele &#8220;permaneceu realizando as contrata\u00e7\u00f5es esp\u00farias com o poder p\u00fablico&#8221; ap\u00f3s assumir o comando da GE. Esta empresa n\u00e3o \u00e9 uma das 37 investigadas, mas em nota garante estar &#8220;profundamente comprometida com integridade, conformidade e o estado de direito em todos os pa\u00edses em que opera, assim acredita que os fatos ser\u00e3o esclarecidos ao longo da investiga\u00e7\u00e3o&#8221;. J\u00e1 a Philips afirmou que sua pol\u00edtica \u00e9 a de &#8220;realizar neg\u00f3cios de acordo com todas as leis, regras e regulamentos aplic\u00e1veis&#8221; e garantiu que &#8220;quaisquer investiga\u00e7\u00f5es sobre poss\u00edveis viola\u00e7\u00f5es dessas leis s\u00e3o tratadas muito seriamente pela empresa&#8221;. Por sua vez, a\u00a0<span lang=\"PT-BR\" xml:lang=\"PT-BR\">Johnson &amp; Johnson Medical Devices Brasil diz seguir &#8220;rigorosamente as leis do pa\u00eds e est\u00e1 colaborando integralmente com as investiga\u00e7\u00f5es em andamento&#8221;.<\/span><\/p>\n<section id=\"sumario_1|foto\" class=\"sumario_foto centro\">\n<div class=\"sumario__interior\">\n<figure class=\"foto foto_w980\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/07\/05\/politica\/1530816811_743477_1530884314_sumario_normal.jpg?resize=696%2C428&#038;ssl=1\" alt=\"Quando empresas estrangeiras s\u00e3o pegas patrocinando corrup\u00e7\u00e3o no Brasil\" width=\"696\" height=\"428\" \/><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-agencia\">MINIST\u00c9RIO P\u00daBLICO FEDERAL<\/span><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"sumario-texto\"><\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p>A opera\u00e7\u00e3o de quarta foi o desdobramento da Opera\u00e7\u00e3o Fratura Exposta, deflagrada em abril de 2017, que investiga os crimes de forma\u00e7\u00e3o de cartel, corrup\u00e7\u00e3o, fraude em licita\u00e7\u00f5es, organiza\u00e7\u00e3o criminosa e lavagem de dinheiro. No centro da trama est\u00e3o o empres\u00e1rio Miguel Iskin, presidente da Oscar Iskin, e seu s\u00f3cio, Gustavo Estellita, al\u00e9m do ex-secret\u00e1rio da Sa\u00fade S\u00e9rgio C\u00f4rtes e o ex-governador S\u00e9rgio Cabral. C\u00f4rtes chegou a receber cinco milh\u00f5es de d\u00f3lares no exterior a partir do esquema, enquanto Cabral\u00a0 recebia pagamentos mensais de 400.000 a 500.000 reais, segundo delatores. Os tr\u00eas primeiros personagens haviam sido presos na ocasi\u00e3o, mas foram soltos meses depois pelo ministro do STF Gilmar Mendes. Na \u00faltima quarta, os empres\u00e1rios voltaram a ser presos, enquanto C\u00f4rtes foi chamado a depor, apesar do pedido de pris\u00e3o feito pelo MP. Cabral est\u00e1 preso desde 2016.<\/p>\n<p>Iskin \u00e9 acusado de liderar o chamado &#8220;clube do preg\u00e3o internacional&#8221;, o cartel de fornecedores que fraudava licita\u00e7\u00f5es e abasteciam a grande teia criminosa liderada por C\u00f4rtes e Cabral. Ainda segundo o MP, o n\u00facleo liderado por Iskin e seus funcion\u00e1rios era o respons\u00e1vel por fazer &#8220;as liga\u00e7\u00f5es entre o setor p\u00fablico (n\u00facleo administrativo-pol\u00edtico) e os empres\u00e1rios cartelizados (n\u00facleo econ\u00f4mico), por meio de atividades que envolviam o direcionamento das demandas p\u00fablicas (especifica\u00e7\u00e3o de insumos m\u00e9dicos a serem adquiridos e cota\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os fraudada) e o direcionamento das contrata\u00e7\u00f5es p\u00fablicas (mediante il\u00edcita desclassifica\u00e7\u00e3o de concorrentes que n\u00e3o faziam parte do cartel)&#8221;.<\/p>\n<section id=\"sumario_4|foto\" class=\"sumario_foto centro\">\n<div class=\"sumario__interior\">\n<figure class=\"foto foto_w980\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2018\/07\/05\/politica\/1530816811_743477_1530884681_sumario_normal.jpg?resize=696%2C369&#038;ssl=1\" alt=\"Quando empresas estrangeiras s\u00e3o pegas patrocinando corrup\u00e7\u00e3o no Brasil\" width=\"696\" height=\"369\" \/><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-agencia\">MINIST\u00c9RIO P\u00daBLICO FEDERAL<\/span><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"sumario-texto\"><\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p>Para manter esse esquema, as empresas do cartel vencedoras das licita\u00e7\u00f5es pagavam &#8220;comiss\u00f5es&#8221; no exterior que correspondiam a cerca de 40% dos contratos assinados ou pagavam ped\u00e1gios no Brasil que variavam entre 10% e 13% dos contratos. Estellita, s\u00f3cio de Iskin, era o controlador desse ped\u00e1gio &#8220;cobrado dos fornecedores de pr\u00f3teses e \u00f3rteses do INTO&#8221;, escreve o MP. Assim, formava-se um &#8220;grande caixa de propina&#8221; administrado por Iskin, &#8220;de forma a retroalimentar o sistema e permitir a sua hegemonia no mercado da sa\u00fade p\u00fablica durante d\u00e9cadas&#8221;, diz a Procuradoria.<\/p>\n<p>Surge como personagens do n\u00facleo administrativo da trama o atual diretor-geral do INTO, Andr\u00e9 Loyelo, e Jair Vinnicius Ramos da Veiga, conhecido como coronel Veiga, respons\u00e1vel por controlar as licita\u00e7\u00f5es tanto no INTO como na Secretaria Estadual de Sa\u00fade. Ambos foram presos na quarta. J\u00e1 no n\u00facleo econ\u00f4mico da trama est\u00e3o os executivos de grandes fabricantes internacionais de equipamentos m\u00e9dicos, tais como Maquet, Drager, Philips\/Dixtal e Stryker, que pagavam as comiss\u00f5es milion\u00e1rias para manterem os contratos. Tamb\u00e9m atuavam empresas intermedi\u00e1rias que vendiam produtos fabricados por terceiros, assim como empresas laranjas (como Rizzi, Medlopes e Agamed), que serviam para dar uma apar\u00eancia de legalidade \u00e0s licita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Segundo o MP, apenas as vendas para a Maquet teriam gerado comiss\u00f5es, correspondentes a 40% dos contratos, que somavam 300 milh\u00f5es de reais que abasteciam o caixa de propina de Iskin. Um dinheiro que, desviado dos cofres p\u00fablicos do Estado, hoje faz falta para as milh\u00f5es de pessoas que enfrentam o colapso da sa\u00fade p\u00fablica fluminense.<\/p>\n<p><span class=\"articulo-localizaciones\"><span class=\"articulo-localizacion\"><strong>Cr\u00e9dito: Felipe Betim de S\u00e3o Paulo pa el Pa\u00eds Brasil &#8211; dispon\u00edvel na internet 09\/07\/2018<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A\u00a0Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato\u00a0desvendou todo um\u00a0modus operandi\u00a0de como tradicionais construtoras brasileiras pagavam propinas ou patrocinavam campanhas para pol\u00edticos e partidos a partir de contratos superfaturados com empresas p\u00fablicas como a Petrobras. 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