{"id":27931,"date":"2018-08-14T00:02:02","date_gmt":"2018-08-14T03:02:02","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=27931"},"modified":"2018-08-14T03:58:34","modified_gmt":"2018-08-14T06:58:34","slug":"as-redes-sociais-sao-uma-armadilha-para-a-sociedade-sete-coisas-que-voce-pode-fazer-para-superar-a-solidao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2018\/08\/14\/as-redes-sociais-sao-uma-armadilha-para-a-sociedade-sete-coisas-que-voce-pode-fazer-para-superar-a-solidao\/","title":{"rendered":"De Bem com a Vida: \u201cAs redes sociais s\u00e3o uma armadilha para a sociedade\u201d. Sete coisas que voc\u00ea pode fazer para superar a solid\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div class=\"articulo__envoltorio\">\n<article class=\"articulo articulo--nointro\">\n<div id=\"articulo_interior\" class=\"articulo__interior\">\n<header id=\"articulo-encabezado\" class=\"articulo-encabezado \">\n<div><span class=\"foto-texto\">O poeta espanhol Gustavo B\u00e9cquer dizia que \u201ca sociedade \u00e9 muito linda quando se tem algu\u00e9m para dizer isso\u201d. Uma reflex\u00e3o nua e crua quando o Instagram se enche de f\u00e9rias, eventos sociais e divers\u00f5es alheias. Algo acontece. Talvez o tempo tenha feito voc\u00ea se desconectar daqueles que antes chamava de amigos. Ou as obriga\u00e7\u00f5es, as mesmas que acabaram com sua uni\u00e3o anterior, tenham impedido que voc\u00ea encontre um novo par. O certo \u00e9 que, ultimamente, voc\u00ea se sente muito s\u00f3. E, como voc\u00ea, at\u00e9 uma em cada quatro pessoas nas cidades. Inclusive as que est\u00e3o sempre rodeadas de gente. Essa solid\u00e3o n\u00e3o escolhida provoca mais do que dor. Segundo \u201cuma an\u00e1lise de 70 estudos com mais de tr\u00eas milh\u00f5es de participantes, [a solid\u00e3o] aumenta as probabilidades de mortalidade em at\u00e9 29%, aproximadamente o mesmo que a obesidade\u201d, escreveu John T. Cacioppo, catedr\u00e1tico de Psicologia da Universidade de Chicago e autor do livro Loneliness (Solid\u00e3o). Como primeiro passo para combat\u00ea-la, conv\u00e9m entender uma coisa: \u201cTodas as emo\u00e7\u00f5es s\u00e3o energias para agir e, embora seja certo que a solid\u00e3o pertence \u00e0 esfera da tristeza, n\u00e3o \u00e9 mais do que a semente da mudan\u00e7a.\u201d \u00c9 o que explica \u00c1ngel Luis S\u00e1nchez, psic\u00f3logo e diretor do Instituto de Desenvolvimento, na Espanha. Ele diz que o problema chega quando \u201cficamos estancados com a solid\u00e3o, sem evoluir\u201d. Veja, a seguir, algumas dicas para lutarmos contra a amea\u00e7a de que a solid\u00e3o se instale em nossa cabe\u00e7a.\u00a0<\/span><\/div>\n<\/header>\n<div id=\"articulo-galeria\" class=\"articulo-galeria\">\n<div class=\"articulo-galeria__interior\">\n<div class=\"articulo-galeria-listado\">\n<figure class=\"foto foto_w980\"><span class=\"fondo_img\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/ep00.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2018\/08\/09\/album\/1533811374_429696_1533812168_album_normal.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"foto_gal_2\" class=\"horizontal alignright\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ep00.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2018\/08\/09\/album\/1533811374_429696_1533812168_album_normal.jpg?resize=696%2C464&#038;ssl=1\" alt=\"soledad\" width=\"696\" height=\"464\" \/><\/a><\/span><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-titulo\">Est\u00e1 sozinho ou se sente sozinho?\u00a0<\/span><span class=\"foto-texto\">Voc\u00ea realmente est\u00e1 s\u00f3? Em muitas ocasi\u00f5es, as circunst\u00e2ncias nos levam a adotar um papel passivo que dificulta determinar por que estamos assim. Como passo pr\u00e9vio, \u201c\u00e9 importante diferenciar entre estar sozinho; sentir-se sozinho ainda que estando com pessoas; e o sentimento de vazio\u201d, explica a psic\u00f3loga cl\u00ednica Lecina Fern\u00e1ndez, autora do livro Ilusi\u00f3n Positiva (Ilus\u00e3o positiva). \u00c9 que estar sozinho n\u00e3o tem por que ser negativo. De fato, \u00e9 o melhor cen\u00e1rio para encontrar a calma e poder refletir. Por outro lado, \u201csentir-se sozinho de fato tem uma conota\u00e7\u00e3o negativa, vinculada \u00e0 insatisfa\u00e7\u00e3o, ao abandono e ao desamparo, sentimentos que podemos ter apesar de compartilhar rotinas com pessoas nas quais, realmente, n\u00e3o encontramos o apoio necess\u00e1rio para vencer esses males\u201d, esclarece. Por \u00faltimo, a especialista define a sensa\u00e7\u00e3o de vazio como a mais cruel, pois, embora pare\u00e7a similar ao fato de estar sozinho, \u201ctem ra\u00edzes mais profundas, anula qualquer motiva\u00e7\u00e3o e nos empurra a ver somente a escurid\u00e3o da vida\u201d. Fern\u00e1ndez lembra: se conseguirmos detectar essa diferen\u00e7a, se reconhecermos os alarmes, ser\u00e1 mais f\u00e1cil encontrar solu\u00e7\u00f5es para cada um dos sentimentos.<\/span><\/figcaption><span class=\"fondo_img\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"foto_gal_3\" class=\"horizontal\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ep00.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2018\/08\/09\/album\/1533811374_429696_1533812677_album_normal.jpg?resize=696%2C464&#038;ssl=1\" alt=\"estar solo\" width=\"696\" height=\"464\" \/><\/span><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-titulo\">Do \u201csem voc\u00ea n\u00e3o sou nada\u201d \u00e0 genialidade da sociedade\u00a0<\/span><span class=\"foto-texto\">\u201cPara que a felicidade pessoal n\u00e3o dependa da presen\u00e7a de ningu\u00e9m, \u00e9 necess\u00e1rio ser capaz de estar bem consigo mesmo\u201d, diz o psic\u00f3logo \u00c1ngel Luis S\u00e1nchez, que tenta lutar contra essas constru\u00e7\u00f5es sociais, plasmadas em can\u00e7\u00f5es, que sentenciam que \u201csem voc\u00ea n\u00e3o sou nada\u201d e que \u201cn\u00e3o devemos correr atr\u00e1s das borboletas, e sim cuidar nosso jardim para que elas venham at\u00e9 n\u00f3s\u201d. O tamb\u00e9m psic\u00f3logo Jes\u00fas Matos, especialista em gest\u00e3o da tristeza, completa: \u201cA solid\u00e3o n\u00e3o tem por que ser entendida como algo negativo. \u00c9 o \u00fanico espa\u00e7o em que voc\u00ea pode estar consigo mesmo em plenitude.\u201d E, num mundo onde os est\u00edmulos costumam gozar de todo o protagonismo, escutar o que precisamos dizer a n\u00f3s mesmos n\u00e3o deveria ser representado como um cen\u00e1rio negativo. Estar sozinho \u00e0s vezes \u00e9 at\u00e9 mesmo um incentivo para a genialidade.<\/span><\/figcaption><span class=\"fondo_img\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"foto_gal_4\" class=\"horizontal\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ep00.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2018\/08\/09\/album\/1533811374_429696_1533812740_album_normal.jpg?resize=696%2C464&#038;ssl=1\" alt=\"soledad\" width=\"696\" height=\"464\" \/><\/span><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-titulo\">S\u00f3 de abrir um livro voc\u00ea j\u00e1 come\u00e7a a recuperar o controle\u00a0<\/span><span class=\"foto-texto\">Ser proativo \u00e9 o primeiro passo para romper a din\u00e2mica negativa. \u201cO melhor \u00e9 incorporar pequenos avan\u00e7os no dia a dia e ir enchendo a vida daquilo que nos faz sentir bem\u201d, afirma S\u00e1nchez. Uma conversa breve \u2013 embora pessoal \u2013 com algu\u00e9m que tenhamos perto, atividades grupais na academia, clubes onde voc\u00ea possa praticar hobbies tamb\u00e9m em grupo. Ou leitura, ou esporte individual&#8230; O importante \u00e9 assumir o controle: \u201cQuando voc\u00ea \u00e9 proativo\u201d, diz Fern\u00e1nez, \u201ccome\u00e7a a ter a sensa\u00e7\u00e3o de que assume o comando de sua vida.\u201d Colocar ordem diminui a ansiedade e, ao perceber os resultados dessas decis\u00f5es, \u201cvoc\u00ea obt\u00e9m um pr\u00eamio que se transforma num refor\u00e7o, na percep\u00e7\u00e3o de que aos poucos voltamos a ser donos de nossa vida, em detrimento das circunst\u00e2ncias que nos rodeiam\u201d, explica. Deixar-se levar pelo contexto reafirma a cren\u00e7a de que a situa\u00e7\u00e3o nos supera e n\u00e3o nos deixa levantar. Assim, e ante as diversas possibilidades, talvez seja dif\u00edcil ter essa determina\u00e7\u00e3o, mas a recompensa n\u00e3o vai demorar a chegar.<\/span><\/figcaption><span class=\"fondo_img\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"foto_gal_5\" class=\"horizontal\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ep00.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2018\/08\/09\/album\/1533811374_429696_1533812042_album_normal.jpg?resize=696%2C464&#038;ssl=1\" alt=\"redes sociales\" width=\"696\" height=\"464\" \/><\/span><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-titulo\">Esque\u00e7a a vida id\u00edlica dos outros &#8216;instagramers&#8217;\u00a0<\/span><span class=\"foto-texto\">Quanto maior a insatisfa\u00e7\u00e3o pessoal, menor a autoestima e maiores ser\u00e3o as d\u00favidas sobre a estabilidade do casal, al\u00e9m de mais purpurina nas publica\u00e7\u00f5es do Instagram e no Facebook. V\u00e1rias pesquisas indicam que as pessoas inseguras tendem a buscar mais a aprova\u00e7\u00e3o alheia nas redes sociais. Nem sempre conseguem. De fato, segundo um estudo da Universidade de Brunel (Reino Unido), \u201ccomo as publica\u00e7\u00f5es das pessoas com baixa autoestima no Facebook s\u00e3o mais negativas, elas s\u00e3o percebidas como menos simp\u00e1ticas e recebem menos likes\u201d. Outra pesquisa indagou sobre quais sinais de um muro do Instagram podiam ser indicadores de depress\u00e3o. Essa rela\u00e7\u00e3o com as redes sociais como espa\u00e7o do qual sair fortalecido implica mostrar nossa melhor parte: a melhor comida, a melhor viagem, os sucessos, a vida social&#8230; Uma vitrine de felicidade que s\u00f3 nos faz, por compara\u00e7\u00e3o, sentir mais sozinhos. \u201cConv\u00e9m n\u00e3o se deixar levar por essas estampas t\u00e3o perfeitas compartilhadas pelos demais e entender que, provavelmente, estejam edulcoradas e exageradas\u201d, diz o psic\u00f3logo Jes\u00fas Matos. E acrescenta: \u201cAssumir como certa essa vida id\u00edlica dos demais frente \u00e0 nossa exist\u00eancia, n\u00e3o t\u00e3o prazerosa e invadida por esse sentimento de solid\u00e3o, far\u00e1 voc\u00ea ficar comparativamente em pior posi\u00e7\u00e3o.\u201d Uma armadilha que, segundo os especialistas, \u00e9 melhor evitar. \u201cAs redes sociais podem nos abrir novas vias de conex\u00e3o com os demais?\u201d, reflete Cacioppo. E responde: \u201cDepende de como sejam usadas. Quando usamos as redes para enriquecer as intera\u00e7\u00f5es pessoais, elas podem ajudar a diminuir a solid\u00e3o. [&#8230;] Infelizmente, muitas pessoas sozinhas tendem a considerar as redes sociais como ref\u00fagios relativamente seguros para se relacionar com os demais\u201d, mas geram rela\u00e7\u00f5es superficiais que n\u00e3o podem substituir as da vida real.<\/span><\/figcaption><span class=\"fondo_img\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"foto_gal_6\" class=\"horizontal\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ep00.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2018\/08\/09\/album\/1533811374_429696_1533812049_album_normal.jpg?resize=696%2C464&#038;ssl=1\" alt=\"viaje\" width=\"696\" height=\"464\" \/><\/span><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-titulo\">Viaje sozinho (e, melhor ainda, fazendo voluntariado)\u00a0<\/span><span class=\"foto-texto\">Viajar te levar\u00e1 de forma espont\u00e2nea a falar com outras pessoas, a enfrentar novas situa\u00e7\u00f5es que te fortale\u00e7am como o animal social que \u00e9 por natureza. No caso do voluntariado, a viagem ganha um componente solid\u00e1rio que trar\u00e1 um ingrediente satisfat\u00f3rio adicional, e \u201co fato de trabalhar com outras pessoas num objetivo comum facilitar\u00e1 a tarefa de socializa\u00e7\u00e3o com os outros\u201d, diz o psic\u00f3logo Jes\u00fas Matos.<\/span><\/figcaption><span class=\"fondo_img\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"foto_gal_7\" class=\"horizontal\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ep00.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2018\/08\/09\/album\/1533811374_429696_1533812794_album_normal.jpg?resize=696%2C464&#038;ssl=1\" alt=\"perro\" width=\"696\" height=\"464\" \/><\/span><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-titulo\">Adote um cachorro (\u00e9 s\u00e9rio)\u00a0<\/span><span class=\"foto-texto\">N\u00e3o deixa de ser outra forma de socializar. Sentir-se fundamental para outro ser vivo te ajudar\u00e1, primeiro, a derrubar inseguran\u00e7as, dizem os especialistas. No caso de um c\u00e3o, a obriga\u00e7\u00e3o de sair para passear \u00e9 um motor de rela\u00e7\u00f5es sociais. \u201cDe novo, com um tema contextual compartilhado para conversar, ser\u00e1 mais simples ter uma conversa com as pessoas que voc\u00ea ver\u00e1 assiduamente e que mitigar\u00e3o a sensa\u00e7\u00e3o de solid\u00e3o\u201d, completa Matos.<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<ul id=\"contenedor_fotos\" class=\"contenedor_fotos\">\n<li id=\"id_gal_pasa_8\">\n<figure class=\"foto foto_w980\"><span class=\"fondo_img\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"foto_gal_8\" class=\"horizontal\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ep00.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2018\/08\/09\/album\/1533811374_429696_1533812047_album_normal.jpg?resize=696%2C464&#038;ssl=1\" alt=\"escritura\" width=\"696\" height=\"464\" \/><\/span><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-titulo\">Escreva e d\u00ea asas \u00e0 imagina\u00e7\u00e3o\u00a0<\/span><span class=\"foto-texto\">Como diz um prov\u00e9rbio chin\u00eas, \u201cse escuto, esque\u00e7o; se vejo, recordo; e se escrevo, entendo\u201d. Que seja para plasmar seus sentimentos ou o que quiser, mas pegue a caneta. A vertente terap\u00eautica da escritura, demonstrada numa infinidade de estudos cient\u00edficos, \u00e9 uma arma poderosa tamb\u00e9m nesse sentido. \u201cEscrever ou desenhar sobre o papel um desejo para si mesmo ou para os seres queridos \u00e9 uma porta de sa\u00edda da solid\u00e3o\u201d, afirma a psic\u00f3loga Lecina Fern\u00e1ndez. Ela aposta nessa segunda a\u00e7\u00e3o, a de criar sonhos para os demais. \u201cEm meu estudo \u00bfQu\u00e9 es la ilusi\u00f3n? (O que \u00e9 a ilus\u00e3o?), pudemos determinar que 93% dos espanh\u00f3is associam o desejo positivo aos demais, sendo esse provavelmente o polo radicalmente oposto \u00e0 solid\u00e3o e aos sentimentos que ela provoca.\u201d<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"articulo_contenedor\" class=\"articulo__contenedor\"><\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n<footer id=\"pie\" class=\"pie\">\n<div class=\"pie__interior\">\n<div id=\"pie-comun9\">\n<div class=\"inside\">\n<div class=\"medios-destacados\">\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Alejandro Tovar\/El Pa\u00eds Brasil &#8211; dispon\u00edvel na internet 14\/08\/2018<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/footer>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O poeta espanhol Gustavo B\u00e9cquer dizia que \u201ca sociedade \u00e9 muito linda quando se tem algu\u00e9m para dizer isso\u201d. Uma reflex\u00e3o nua e crua quando o Instagram se enche de f\u00e9rias, eventos sociais e divers\u00f5es alheias. Algo acontece. Talvez o tempo tenha feito voc\u00ea se desconectar daqueles que antes chamava de amigos. Ou as obriga\u00e7\u00f5es, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":27932,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[135],"tags":[],"class_list":{"0":"post-27931","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-clipping"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/rede-1.jpg?fit=1960%2C1307&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27931","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27931"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27931\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media\/27932"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27931"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27931"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27931"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}