{"id":27962,"date":"2018-08-15T03:07:08","date_gmt":"2018-08-15T06:07:08","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=27962"},"modified":"2018-08-15T07:21:53","modified_gmt":"2018-08-15T10:21:53","slug":"camara-aprova-texto-que-permite-a-policia-agir-para-proteger-mulheres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2018\/08\/15\/camara-aprova-texto-que-permite-a-policia-agir-para-proteger-mulheres\/","title":{"rendered":"C\u00e2mara aprova texto que permite \u00e0 pol\u00edcia agir para proteger mulheres"},"content":{"rendered":"<div class=\"newsHeader\">A C\u00e2mara dos Deputados aprovou nesta ter\u00e7a-feira (14) uma proposta que autoriza, em car\u00e1ter emergencial, delegados e policiais a decidir sobre medidas protetivas para atender mulheres em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia dom\u00e9stica e familiar. O projeto segue agora para an\u00e1lise do Senado.<\/div>\n<article>O texto, aprovado por ap\u00f3s acordo entre os l\u00edderes partid\u00e1rios, modifica a Lei Maria da Penha. Atualmente, a lei prev\u00ea que a pol\u00edcia comunique ao juiz de direito as agress\u00f5es em um prazo de 48 horas, para que, s\u00f3 ent\u00e3o, a Justi\u00e7a decida sobre as medidas protetivas.Segundo o relator do texto, deputado Jo\u00e3o Campos (PRB-GO), o que tem ocorrido nas delegacias de pol\u00edcia \u00e9 que a autoridade policial que recebe a v\u00edtima logo ap\u00f3s o crime fica de m\u00e3os atadas. \u201cA regra nesse contexto \u00e9 a mulher procurar a delegacia e sair com um boletim de ocorr\u00eancia, nada mais\u201d, argumentou.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\">\n<figure class=\"mejs-fotoh-wrapper\">\n<p><figure style=\"width: 754px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/imagens.ebc.com.br\/wLWygCqcdE2AR7IItja74HAvP24%3D\/754x0\/smart\/http%3A\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/edit_img_0798.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive full full\" title=\"Marcelo Camargo\/Ag\u00eancia Brasil\/Ag\u00eancia Brasil\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/imagens.ebc.com.br\/wLWygCqcdE2AR7IItja74HAvP24%3D\/754x0\/smart\/http%3A\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/edit_img_0798.jpg?resize=696%2C464\" alt=\"O deputado Jo\u00e3o Campos, relator do projeto de Lei 6433\/13, que permite ao delegado de pol\u00edcia adotar medidas de urg\u00eancia para proteger mulheres v\u00edtimas de agress\u00e3o.\" width=\"696\" height=\"464\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Ap\u00f3s mais de 10 anos de Lei Maria da Penha, redu\u00e7\u00e3o dos \u00edndices de viol\u00eancia dom\u00e9stica n\u00e3o foi significativa, diz Jo\u00e3o Campos, relator do PL que permite \u00e0 pol\u00edcia agir logo para proteger a mulher &#8211;\u00a0Marcelo Camargo\/Ag\u00eancia Brasil<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<div class=\"meta\">O relator justificou que, fora da pris\u00e3o em flagrante, a autoridade policial s\u00f3 tem autonomia para registrar a ocorr\u00eancia e remet\u00ea-la ao Poder Judici\u00e1rio, o que pode custar a vida da v\u00edtima.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&#8220;Ap\u00f3s mais de 10 anos de entrada em vigor da Lei Maria da Pena, os \u00edndices praticados no contexto de viol\u00eancia dom\u00e9stica e familiar contra a mulher n\u00e3o tiveram redu\u00e7\u00e3o significativa, mantendo-se sem grandes altera\u00e7\u00f5es, o que tem demonstrado que as medidas trazidas pela legisla\u00e7\u00e3o, embora salutares, ainda n\u00e3o conseguiram dar um resultado positivo efetivo\u201d, destacou Campos.<\/p>\n<p>O texto estabelece que, ao ser verificada a exist\u00eancia de risco para a vida ou a integridade f\u00edsica da mulher ou de seus dependentes, o agressor ser\u00e1 imediatamente afastado do lar, domic\u00edlio ou local de conviv\u00eancia com a ofendida por um juiz de direito ou delegado de pol\u00edcia. Para atender aos munic\u00edpios que n\u00e3o t\u00eam delegacia, tamb\u00e9m foi inclu\u00eddo o termo \u201cautoridade policial\u201d.<\/p>\n<p>Pela proposta aprovada, nos casos em que as medidas protetivas forem decididas por delegado ou policial, o juiz dever\u00e1 ser comunicado no prazo m\u00e1ximo de 24 horas e decidir\u00e1 em igual prazo sobre a manuten\u00e7\u00e3o ou a revis\u00e3o da medida, comunicando sua decis\u00e3o ao Minist\u00e9rio P\u00fablico.\u00a0O texto tamb\u00e9m prev\u00ea que as medidas de urg\u00eancia ser\u00e3o registradas em banco de dados mantido e regulamentado pelo Conselho Nacional de Justi\u00e7a (CNJ), garantido o acesso do Minist\u00e9rio P\u00fablico, da Defensoria P\u00fablica, e dos \u00f3rg\u00e3os de seguran\u00e7a p\u00fablica e de assist\u00eancia social.<\/p>\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil de Not\u00edcias 15\/08\/2018<\/strong><\/p>\n<\/article>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A C\u00e2mara dos Deputados aprovou nesta ter\u00e7a-feira (14) uma proposta que autoriza, em car\u00e1ter emergencial, delegados e policiais a decidir sobre medidas protetivas para atender mulheres em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia dom\u00e9stica e familiar. 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