{"id":28235,"date":"2018-08-22T04:23:29","date_gmt":"2018-08-22T07:23:29","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=28235"},"modified":"2018-08-22T07:28:53","modified_gmt":"2018-08-22T10:28:53","slug":"pensao-por-morte-e-beneficio-previdenciario-regido-pela-lei-vigente-a-epoca-do-obito-do-segurado-instituidor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2018\/08\/22\/pensao-por-morte-e-beneficio-previdenciario-regido-pela-lei-vigente-a-epoca-do-obito-do-segurado-instituidor\/","title":{"rendered":"Pens\u00e3o por morte \u00e9 benef\u00edcio previdenci\u00e1rio regido pela lei vigente \u00e0 \u00e9poca do \u00f3bito do segurado instituidor"},"content":{"rendered":"<p>A 1\u00aa Turma do Tribunal Regional Federal da 1\u00aa Regi\u00e3o (TRF1) deu provimento ao recurso de apela\u00e7\u00e3o do autor que objetivava a concess\u00e3o da pens\u00e3o por morte de seu pai, servidor p\u00fablico federal, ocorrida em outubro de 1976.<\/p>\n<div>Ap\u00f3s n\u00e3o obter sucesso diante do Ju\u00edzo da 6\u00aa Vara da Se\u00e7\u00e3o Judici\u00e1ria do Distrito Federal, o apelante recorreu ao Tribunal sustentando que, por ser inv\u00e1lido, faz jus ao benef\u00edcio nos termos da legisla\u00e7\u00e3o em vigor quando do \u00f3bito de seu genitor. Segundo o recorrente, sua incapacidade remonta ao ano de 1973, quando foi acometido por Acidente Vascular Cerebral, ou seja, anteriormente \u00e0 data de \u00f3bito do instituidor do benef\u00edcio.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Ao analisar o caso, a relatora, desembargadora federal Gilda Sigmaringa Seixas, explicou que a pens\u00e3o por morte \u00e9 benef\u00edcio previdenci\u00e1rio regido pela lei vigente \u00e0 \u00e9poca do \u00f3bito do segurado instituidor. \u201cDe acordo com a jurisprud\u00eancia do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ), n\u00e3o se exige a demonstra\u00e7\u00e3o da depend\u00eancia econ\u00f4mica para a concess\u00e3o do benef\u00edcio a filho inv\u00e1lido, sendo necess\u00e1ria apenas a comprova\u00e7\u00e3o da invalidez preexistente ao \u00f3bito\u201d, explicou.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Segundo a magistrada, no processo em quest\u00e3o, \u201co \u00f3bito do instituidor ocorreu quando vigia a Lei n\u00ba 3.373\/58, sendo que a prova documental atesta a condi\u00e7\u00e3o do de cujus de servidor p\u00fablico e a rela\u00e7\u00e3o de parentesco entre ele e o autor, que, como consta da narrativa da inicial, dependia, economicamente, de sua m\u00e3e, que era pensionista do falecido, at\u00e9 tamb\u00e9m essa vir a falecer em 2005, quando a parte autora pleiteou, e teve negado, em sede administrativa, o benef\u00edcio de pens\u00e3o. A prova documental informa tamb\u00e9m que o AVC que acometeu o autor, no ano de 1977, e o tornou inv\u00e1lido, teve in\u00edcio com surtos convulsivos, que remontam a 1973, ou seja, em data anterior ao \u00f3bito do instituidor\u201d.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Diante disso, a relatora entendeu que a parte autora tem direito ao pretendido benef\u00edcio de pens\u00e3o por morte, a partir da data do requerimento administrativo, merecendo reforma a senten\u00e7a.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A decis\u00e3o foi un\u00e2nime.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Processo n\u00ba: 0021040-04.2013.4.01.3400\/DF<\/div>\n<div>Data de julgamento: 22\/05\/2018<\/div>\n<div>Data de publica\u00e7\u00e3o: 20\/06\/2018<\/div>\n<div><\/div>\n<div><strong>Tribunal Regional Federal da 1\u00aa Regi\u00e3o 22\/08\/2018<\/strong><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A 1\u00aa Turma do Tribunal Regional Federal da 1\u00aa Regi\u00e3o (TRF1) deu provimento ao recurso de apela\u00e7\u00e3o do autor que objetivava a concess\u00e3o da pens\u00e3o por morte de seu pai, servidor p\u00fablico federal, ocorrida em outubro de 1976. Ap\u00f3s n\u00e3o obter sucesso diante do Ju\u00edzo da 6\u00aa Vara da Se\u00e7\u00e3o Judici\u00e1ria do Distrito Federal, o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":17036,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[133],"tags":[],"class_list":{"0":"post-28235","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/98117077_stf-estatuadajustica-12-1.jpg?fit=660%2C371&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28235","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28235"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28235\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17036"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28235"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28235"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28235"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}