{"id":28243,"date":"2018-08-23T00:20:07","date_gmt":"2018-08-23T03:20:07","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=28243"},"modified":"2018-08-22T18:00:38","modified_gmt":"2018-08-22T21:00:38","slug":"brasil-abre-473-mil-postos-formais-de-trabalho-em-julho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2018\/08\/23\/brasil-abre-473-mil-postos-formais-de-trabalho-em-julho\/","title":{"rendered":"Brasil abre 47,3 mil postos formais de trabalho em julho"},"content":{"rendered":"<div class=\"newsHeader\">O pa\u00eds fechou o m\u00eas de julho com a cria\u00e7\u00e3o de 47.319 postos no mercado de trabalho, o melhor desempenho para este m\u00eas desde 2012, ano em que foram abertos mais de 142,4 mil empregos com carteira assinada. Os dados s\u00e3o do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados hoje (22) pelo Minist\u00e9rio do Trabalho.<\/div>\n<div><\/div>\n<article>Ao todo, no m\u00eas foram abertas 1.219.187 vagas, enquanto o n\u00famero de demiss\u00f5es foi de 1.171.868, revertendo o resultado negativo apurado em junho, quando\u00a0<a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2018-07\/brasil-perde-661-vagas-com-carteira-assinada-em-junho\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">foram fechados mais de 600 postos<\/a>\u00a0formais de trabalho.De janeiro a julho, o saldo de admiss\u00f5es e demiss\u00f5es segue positivo, com a abertura de 448,2 mil novos postos. Se mantiver a tend\u00eancia at\u00e9 o fim do ano, o Brasil ter\u00e1 interrompido uma sequ\u00eancia de tr\u00eas anos de queda, quando foram encerrados mais de 2,88 milh\u00f5es de empregos formais, entre 2015 e 2017.<\/p>\n<h2>Setores<\/h2>\n<p>Segundo o Caged, todos os setores, com exce\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio e administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, registraram amplia\u00e7\u00e3o de postos de trabalho. O segmento que mais empregou em julho foi a agricultura, com a abertura de 17.455 novos postos, seguida pelo setor de servi\u00e7os, que gerou um total de 14.548 empregos.<\/p>\n<p>A constru\u00e7\u00e3o civil foi respons\u00e1vel pela abertura de 10.063 postos, enquanto na ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o foram gerados 4.993 postos de trabalho com carteira assinada. A ind\u00fastria extrativa e os servi\u00e7os industriais de utilidade p\u00fablica abriram 702 e 1.335 postos, respectivamente. O setor de com\u00e9rcio (atacadista e varejista) fechou 249 postos de trabalho ao longo do m\u00eas, enquanto na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica foram encerradas 1.528 postos de trabalho.<\/p>\n<h2>Estados<\/h2>\n<p>O estado que mais gerou empregos em julho foi S\u00e3o Paulo, com a abertura de 15,3 mil postos. Em seguida, aparece Minas Gerais, com gera\u00e7\u00e3o positiva de 10,3 mil novos postos de trabalho. No Par\u00e1, foram gerados 3,5 mil empregos formais. O Rio Grande Sul (-2.657), Rio de Janeiro (-1.001) e Pernambuco (-111) foram estados que registraram mais demiss\u00f5es do que admiss\u00f5es ao longo do m\u00eas.<\/p>\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil de Not\u00edcias 23\/08\/2018<\/strong><\/p>\n<\/article>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O pa\u00eds fechou o m\u00eas de julho com a cria\u00e7\u00e3o de 47.319 postos no mercado de trabalho, o melhor desempenho para este m\u00eas desde 2012, ano em que foram abertos mais de 142,4 mil empregos com carteira assinada. 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