{"id":29317,"date":"2018-09-22T00:11:53","date_gmt":"2018-09-22T03:11:53","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=29317"},"modified":"2018-09-22T06:34:26","modified_gmt":"2018-09-22T09:34:26","slug":"21-09-dia-da-arvore-desmatamento-vem-caindo-mas-ainda-ha-desafios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2018\/09\/22\/21-09-dia-da-arvore-desmatamento-vem-caindo-mas-ainda-ha-desafios\/","title":{"rendered":"Dia da \u00c1rvore: desmatamento vem caindo, mas ainda h\u00e1 desafios"},"content":{"rendered":"<div class=\"cmp3AdBanners pull-right hidden-print\">\n<div class=\"adBanner300x250\">\n<div id=\"gam-holder-banner_master\" class=\"gam-holder\">\n<div id=\"google_ads_div_banner_master_ad_wrapper\">\n<div id=\"google_ads_div_banner_master_ad_container\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<article>Detentor da maior biodiversidade de \u00e1rvores do planeta, com cerca de 14% das mais de 60 mil esp\u00e9cies, o Brasil tem visto a redu\u00e7\u00e3o do desmatamento em diversos biomas. Essa diminui\u00e7\u00e3o, no entanto, ainda \u00e9 desigual entre os estados e h\u00e1 desafios importantes para garantir a conserva\u00e7\u00e3o da flora, afirmam autoridades e especialistas ouvidos pela\u00a0<strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>.As florestas s\u00e3o base para a preserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade, dando equil\u00edbrio aos ecossistemas. Al\u00e9m disso, est\u00e3o relacionadas \u00e0 situa\u00e7\u00e3o de rios e ao abastecimento de \u00e1gua, necess\u00e1rias \u00e0 agricultura, ind\u00fastria e ao consumo humano e desempenham papel fundamental na manuten\u00e7\u00e3o das temperaturas.O Brasil tem seis biomas: Caatinga, Pampa, Pantanal, Mata Atl\u00e2ntica, Cerrado e Amaz\u00f4nia. Nos tr\u00eas \u00faltimos, a medi\u00e7\u00e3o dos \u00edndices de desmatamento \u00e9 mais estruturada e ocorre h\u00e1 mais de dez anos. Nesses grupos, a derrubada de matas tem ca\u00eddo nos \u00faltimos 15 anos. \u201cN\u00f3s reduzimos o desmatamento em todos os biomas, mas ainda h\u00e1 muito o que fazer. Nossa decis\u00e3o \u00e9 chegar a zero de desmatamento ilegal em todos os biomas. N\u00e3o precisamos desmatar diante das terras no Brasil\u201d, disse o ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte.<strong>Amaz\u00f4nia<\/strong>A Amaz\u00f4nia \u00e9 um exemplo desse fen\u00f4meno. Segundo o monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe), entre 2004 e 2017 a taxa anual de derrubada de matas na Amaz\u00f4nia Legal caiu 75%, saindo de 27,7 mil quil\u00f4metros quadrados (km\u00b2) para 6,9 mil. A Amaz\u00f4nia Legal inclui \u00e1reas nos estados do Acre, Amazonas, Amap\u00e1, Maranh\u00e3o, de Mato Grosso, do Par\u00e1, Rond\u00f4nia, de Roraima e do Tocantins.<\/p>\n<p>No movimento hist\u00f3rico, houve queda das taxas entre 2004 e 2012. A partir de 2013, a \u00e1rea desmatada passa a oscilar, subindo e descendo. O \u00edndice de 2017 (6,9 mil km\u00b2) ainda foi superior ao menor da s\u00e9rie hist\u00f3rica, registrado em 2012 (4,5 mil).<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\">\n<figure class=\"mejs-fotoh-wrapper\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive full full\" title=\"Fonte: Inpe\/Ag\u00eancia Brasil\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/imagens.ebc.com.br\/Cxp4uB_Jps3lbZVl4BgSroNtjVs%3D\/754x0\/smart\/http%3A\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/desmatamentoamazonia.png?w=696\" alt=\"Desmatamento Amaz\u00f4nia \" \/><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<div class=\"meta\">Desmatamento Amaz\u00f4nia &#8211;\u00a0<strong>Fonte:\u00a0Projeto Prodes\/Inpe<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Essa queda foi desigual entre os estados. Tiveram melhor desempenho no per\u00edodo Mato Grosso (-87%), Tocantins (-80%) e Par\u00e1 (-73%). Boa parte das unidades da Federa\u00e7\u00e3o tiveram redu\u00e7\u00f5es acima dos 60%. Uma exce\u00e7\u00e3o foi o maior estado da regi\u00e3o: no Amazonas, o desmatamento caiu apenas 19% no mesmo intervalo de tempo.<\/p>\n<p><strong>Cerrado<\/strong><\/p>\n<p>O desmatamento no Cerrado tamb\u00e9m teve queda nos \u00faltimos anos. De acordo com Inpe, entre 2001 e 2017 ele diminuiu cerca de 75%, indo de 29,4 mil km\u00b2 para 7,4 mil km\u00b2 ao ano. Assim como na Amaz\u00f4nia, a trajet\u00f3ria descendente foi at\u00e9 2012, subindo consideravelmente em 2013 e oscilando at\u00e9 2017.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\">\n<figure class=\"mejs-fotoh-wrapper\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive full full\" title=\"Fonte: Inpe\/Ag\u00eancia Brasil\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/imagens.ebc.com.br\/6KbDsjBxU3GKFzs8NOkN47fYqYI%3D\/754x0\/smart\/http%3A\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/desmatamentocerrado.png?w=696\" alt=\"Desmatamento Cerrado \" \/><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<div class=\"meta\">Desmatamento Cerrado\u00a0\u00a0<strong>Fonte: Inpe<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Fazem parte do bioma o Distrito Federal e os estados da Bahia, de Goi\u00e1s, do Maranh\u00e3o, de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, do Piau\u00ed, Paran\u00e1, de Rond\u00f4nia, S\u00e3o Paulo e do Tocantins.<\/p>\n<p>H\u00e1 diferen\u00e7a entre os estados, assim como no bioma amaz\u00f4nico. No acumulado de \u00e1rea desmatada entre 2001 e 2017, Minas Gerais lidera com 44,3 mil km\u00b2, seguido por Goi\u00e1s (44,2 mil km\u00b2) e Mato Grosso (44,5 mil km\u00b2). As unidades da Federa\u00e7\u00e3o com menor \u00e1rea desflorestada no per\u00edodo foram Rond\u00f4nia (169 km\u00b2), Paran\u00e1 (221 km\u00b2) e o Distrito Federal (356 km\u00b2).<\/p>\n<p><strong>Mata Atl\u00e2ntica<\/strong><\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\">\n<figure class=\"mejs-fotoh-wrapper\">\n<p><figure style=\"width: 754px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/imagens.ebc.com.br\/jVW9NzzXPW18DHJLHBClkJ4WAWQ%3D\/754x0\/smart\/http%3A\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/atoms\/image\/mata_atlantica.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive full full\" title=\"Arquivo\/Ag\u00eancia Brasil\/Ag\u00eancia Brasil\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/imagens.ebc.com.br\/jVW9NzzXPW18DHJLHBClkJ4WAWQ%3D\/754x0\/smart\/http%3A\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/atoms\/image\/mata_atlantica.jpg?resize=696%2C460\" alt=\"Mata Atl\u00e2ntica\" width=\"696\" height=\"460\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Mata Atl\u00e2ntica &#8211;\u00a0Arquivo Ag\u00eancia Brasil<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<div class=\"meta\">Na Mata Atl\u00e2ntica, as taxas anuais de desmatamento ca\u00edram 89% entre 1985 e o per\u00edodo 2016-2017. No in\u00edcio da medi\u00e7\u00e3o, a \u00e1rea desmatada anualmente chegava a 107,2 mil hectares quadrados (ha\u00b2) para 12,5 mil ha\u00b2. Em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior, 2015-2016, a redu\u00e7\u00e3o foi de 56,8%. Entretanto, o hist\u00f3rico de explora\u00e7\u00e3o deixou apenas 12% da \u00e1rea de mata nativa original.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>A trajet\u00f3ria hist\u00f3rica das taxas de desflorestamento mostra uma oscila\u00e7\u00e3o maior do que nos demais biomas. As taxas sa\u00edram de 107,2 mil nos anos 1980 e sofreram queda no per\u00edodo 2008-2010, quando atingiram 14 mil ha\u00b2 ao ano. A partir da\u00ed, houve altern\u00e2ncias, chegando a 29 mil ha\u00b2 no per\u00edodo 2015-2016.<\/p>\n<p>No recorte por estados, o quadro \u00e9 bem diferente. Sete unidades da Federa\u00e7\u00e3o chegaram ao desmatamento zero. Esp\u00edrito Santo e Cear\u00e1 derrubam menos de 10 ha\u00b2 por ano, \u00edndice tamb\u00e9m considerado baixo. Entre os per\u00edodos 2017-2016 e 2016-2015, houve quedas expressivas, como em S\u00e3o Paulo (-97%), Bahia (-67%) e Minas Gerais (-58%). J\u00e1 Alagoas e Pernambuco foram na contram\u00e3o, com aumentos de 2.243% e 2.121%, respectivamente.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o da diretora executiva da organiza\u00e7\u00e3o SOS Mata Atl\u00e2ntica, Marcia Hirota, o bioma j\u00e1 tem uma \u00e1rea remanescente pequena perto da mata nativa original, que deve ser preservada. N\u00e3o podemos permitir \u00e9 que a explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica aconte\u00e7a em \u00e1reas de florestas nativas, que o pouco do que resta de Mata Atl\u00e2ntica seja o indutor de desenvolvimento. Sabemos que \u00e9 poss\u00edvel conciliar desenvolvimento com prote\u00e7\u00e3o dessas \u00e1reas e recupera\u00e7\u00e3o da floresta onde \u00e9 necess\u00e1rio\u201d, disse \u00e0\u00a0<strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Unidades de conserva\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\">\n<figure class=\"mejs-fotoh-wrapper\">\n<p><figure style=\"width: 754px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/imagens.ebc.com.br\/zRteFpDOQCXc5YAI2vjjuH1yDLw%3D\/754x0\/smart\/http%3A\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/atoms\/image\/1018130-08052016serra%20da%20capivara-0003.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive full full\" title=\"Marcello Casal jr\/Ag\u00eancia Brasil\/Ag\u00eancia Brasil\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/imagens.ebc.com.br\/zRteFpDOQCXc5YAI2vjjuH1yDLw%3D\/754x0\/smart\/http%3A\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/atoms\/image\/1018130-08052016serra%20da%20capivara-0003.jpg?resize=696%2C457\" alt=\"S\u00e3o Raimundo Nonato(PI) - O Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piau\u00ed, est\u00e1 amea\u00e7ado pela falta de recursos. Unidade de conserva\u00e7\u00e3o arqueol\u00f3gica \u00e9 Patrim\u00f4nio Mundial da Unesco (Marcello Casal Jr\/Ag\u00eancia Brasil)\" width=\"696\" height=\"457\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Serra da Capivara\u00a0Marcello Casal jr\/Arquivo Ag\u00eancia Brasil<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<div class=\"meta\">Uma das estrat\u00e9gias de preserva\u00e7\u00e3o \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de unidades de conserva\u00e7\u00e3o (UCs). Atualmente, h\u00e1 335 unidades federais desse tipo, segundo dados do Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio). Em abril deste ano, foram instu\u00eddas cinco novas unidades de conserva\u00e7\u00e3o &#8211; tr\u00eas reservas extrativistas no Maranh\u00e3o e duas em \u00e1rea de Caatinga. Em mar\u00e7o,\u00a0quatro unidades em \u00e1reas marinhas j\u00e1 haviam sido criadas. Em 5 de junho, Dia Nacional do Meio Ambiente, mais tr\u00eas unidades foram criadas &#8211; duas na Bahia e uma no Amazonas.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>A \u00e1rea continental protegida soma 789,6 mil km\u00b2. Em 2017, essas unidades receberam 10,7 milh\u00f5es de visitantes. De acordo com o ICMBio, 57,2 mil fam\u00edlias s\u00e3o beneficiadas por UCs de uso sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>Segundo Silvia Futada, integrante do programa de monitoramento de \u00e1reas protegidas do Instituto Socioambiental (ISA), as unidades de conserva\u00e7\u00e3o s\u00e3o fundamentais para preservar a vegeta\u00e7\u00e3o nativa, mas enfrentam problemas como or\u00e7amento reduzido, equipes insuficientes e pouca estrutura.<\/p>\n<p>\u201cOs sistemas de \u00e1reas protegidas v\u00eam sendo alvo de ataques do Legislativo e do Executivo. Em Rond\u00f4nia, por exemplo, houve redu\u00e7\u00e3o de quase 1,5 milh\u00e3o de hectares, sendo mais de 1 milh\u00e3o de \u00e1reas florestadas. Tivemos a cria\u00e7\u00e3o de nove unidades de conserva\u00e7\u00e3o. Poucos dias ap\u00f3s os decretos, eles foram revogados pela Assembleia Legislativa do estado\u201d, diz a pesquisadora do ISA.<\/p>\n<p><strong>Recupera\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do diretor de florestas e combate ao desmatamento do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente, Jair Schmidt, al\u00e9m de criar obst\u00e1culos ao desmatamento um desafio \u00e9 recuperar a vegeta\u00e7\u00e3o nativa. Em 2017, foi aprovado um plano nacional com a\u00e7\u00f5es nesse sentido. Foi estabelecida a meta de recuperar 12 milh\u00f5es de hectares at\u00e9 2030.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o basta conter o desmatamento, temos que recuperar o que foi desmatado. \u00c9 um desafio grande, mas necess\u00e1rio, para que o Brasil contribua\u00a0 na redu\u00e7\u00e3o do aquecimento global, mantenha a biodiversidade e ajude para evitar problemas cr\u00edticos de abastecimento e secas\u201d, comentou.<\/p>\n<p><strong>Ativismo<\/strong><\/p>\n<p>Se os \u00edndices de desmatamento foram reduzidos sensivelmente nos \u00faltimos anos, a seguran\u00e7a dos ativistas comprometidos com essa causa \u00e9 outro desafio importante. Segundo\u00a0<a href=\"https:\/\/www.globalwitness.org\/pt\/campaigns\/environmental-activists\/a-que-pre%C3%A7o\/\">relat\u00f3rio<\/a>\u00a0lan\u00e7ado pela organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental (ONG) brit\u00e2nica Global Witness, divulgado em julho deste ano, o Brasil foi o pa\u00eds mais perigoso para ambientalistas e defensores da terra em 2017. A ONG registrou 57 assassinatos no pa\u00eds no ano passado. O Brasil foi seguido pelas Filipinas (48), a Col\u00f4mbia (24) e o M\u00e9xico (15).<\/p>\n<p>Em nota, a Secretaria Especial de Comunica\u00e7\u00e3o Social da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica contestou o\u00a0 relat\u00f3rio, afirmando que ele apresenta dados equivocados, fr\u00e1geis e obtidos por metodologia duvidosa, em que uma morte atribuida por investiga\u00e7\u00e3o policial ao tr\u00e1fico de drogas, por exemplo, \u00e9 transformada em resultado de conflito agr\u00e1rio.<\/p>\n<p>A nota do governo brasileiro diz ainda que a ONG brit\u00e2nica saberia, se tivesse consultado fontes oficiais, que seis pessoas contabilizadas como defensoras da terra, foram assassinadas em disputa de tr\u00e1fico de drogas na localidade no distrito de Len\u00e7ois, na Bahia.<\/p>\n<\/article>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Detentor da maior biodiversidade de \u00e1rvores do planeta, com cerca de 14% das mais de 60 mil esp\u00e9cies, o Brasil tem visto a redu\u00e7\u00e3o do desmatamento em diversos biomas. 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