{"id":29713,"date":"2018-10-06T05:01:53","date_gmt":"2018-10-06T08:01:53","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=29713"},"modified":"2018-10-06T07:19:29","modified_gmt":"2018-10-06T10:19:29","slug":"eleicoes-2018-os-obstaculos-do-voto-util-em-ciro-ou-por-vitoria-de-bolsonaro-no-1o-turno","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2018\/10\/06\/eleicoes-2018-os-obstaculos-do-voto-util-em-ciro-ou-por-vitoria-de-bolsonaro-no-1o-turno\/","title":{"rendered":"Elei\u00e7\u00f5es 2018: Os obst\u00e1culos do voto \u00fatil em Ciro ou por vit\u00f3ria de Bolsonaro no 1\u00ba turno"},"content":{"rendered":"<div class=\"story-body\">\n<p class=\"story-body__introduction\">Se voc\u00ea cogita ou j\u00e1 cogitou deixar de votar no seu candidato preferido para apostar em algu\u00e9m que pode ter mais chances de vencer ou de influenciar o resultado eleitoral, voc\u00ea se enquadra entre os que consideram lan\u00e7ar m\u00e3o do chamado &#8220;voto \u00fatil&#8221;.<\/p>\n<p>Nas \u00faltimas semanas, por causa da alta rejei\u00e7\u00e3o dos dois candidatos que lideram as pesquisas de inten\u00e7\u00e3o de voto \u2013 Jair Bolsonaro (PLS) e Fernando Haddad (PT) \u2013, voto \u00fatil virou o termo do momento nos discursos dos candidatos, nas redes sociais e na imprensa.<\/p>\n<p>Ele resume a estrat\u00e9gia do eleitor de abandonar o candidato de sua prefer\u00eancia para apostar em algu\u00e9m com mais chances de vit\u00f3ria. \u00c9 uma decis\u00e3o pragm\u00e1tica, que pode ser tomada tanto para n\u00e3o &#8220;desperdi\u00e7ar&#8221; o voto em algu\u00e9m que aparentemente n\u00e3o tem chances de ganhar quanto para evitar a vit\u00f3ria de um candidato considerado &#8220;pior&#8221; na avalia\u00e7\u00e3o do eleitor.<\/p>\n<div class=\"story-body__inner\">\n<p>Segundo especialistas, a l\u00f3gica que tem norteado esse discurso na elei\u00e7\u00e3o deste ano \u00e9 a de tentar impedir a vit\u00f3ria de Bolsonaro ou de Haddad. Mais importante do que o peso das propostas de cada pol\u00edtico, evitar um &#8220;mal maior&#8221; pode estar norteando o comportamento de parcela dos eleitores.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o me lembro de ver um cen\u00e1rio em que os dois candidatos que lideram sejam t\u00e3o rejeitados. Essa alta rejei\u00e7\u00e3o pode estar influenciando o pensamento de voto \u00fatil&#8221;, diz a professora Maria do Socorro Braga, coordenadora do N\u00facleo de Estudo dos Partidos Pol\u00edticos Latino-americanos da UFSCar (Universidade Federal de S\u00e3o Carlos).<\/p>\n<p>Segundo a pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta, Bolsonaro e Haddad chegariam ao segundo turno com percentuais maiores de rejei\u00e7\u00e3o do que de votos. O candidato do PSL aparece com 35% das inten\u00e7\u00f5es de voto e 45% de rejei\u00e7\u00e3o. Haddad tem 22% das inten\u00e7\u00f5es de voto e 40% de rejei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">A ideia de solu\u00e7\u00e3o &#8216;anti-PT&#8217; no primeiro turno<\/h2>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\">\n<p><figure style=\"width: 976px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/973F\/production\/_103691783_hi049714510.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/973F\/production\/_103691783_hi049714510.jpg?resize=696%2C392&#038;ssl=1\" alt=\"Bolsonaro e Haddad\" width=\"696\" height=\"392\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Parcela do eleitorado que \u00e9 &#8216;anti-PT&#8217; acima de tudo vem defendendo &#8216;voto \u00fatil&#8217; em Bolsonaro por vit\u00f3ria num primeiro turno contra Haddad. Mas especialistas alertam que esse cen\u00e1rio \u00e9 dif\u00edcil de se viabilizar.\u00a0Direito de imagem\u00a0REUTERS<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<p>Com o crescimento acima da margem de erro de Bolsonaro nas \u00faltima pesquisas Ibope e Datafolha, especialistas identificam um fortalecimento do discurso de um &#8220;voto \u00fatil&#8221; no ex-capit\u00e3o do ex\u00e9rcito, na esperan\u00e7a de &#8220;derrotar o PT&#8221; no primeiro turno.<\/p>\n<p>&#8220;Pode haver um voto \u00fatil de um setor mais \u00e0 direita que, embora n\u00e3o concordando com Bolsonaro em v\u00e1rios pontos, transfere o voto a ele na reta final num esfor\u00e7o por uma vit\u00f3ria no primeiro turno&#8221;, afirma Maria do Socorro Braga, da UFSCar.<\/p>\n<p>Mas, por causa da alta taxa de rejei\u00e7\u00e3o, n\u00e3o ser\u00e1 tarefa f\u00e1cil para o candidato do PSL alcan\u00e7ar o crit\u00e9rio de 50% dos votos v\u00e1lidos (que excluem brancos e nulos) para encerrar a disputa com uma vit\u00f3ria no domingo.<\/p>\n<p>Atualmente, segundo a pesquisa Datafolha, Bolsonaro aparece com 39% dos votos v\u00e1lidos e Haddad, com 25%.<\/p>\n<p>&#8220;Assumindo que Bolsonaro tenha, de fato, cerca de 30% das inten\u00e7\u00f5es de voto, ele precisa subir pr\u00f3ximo a 10 pontos percentuais para levar no primeiro turno, o que \u00e9 uma subida n\u00e3o desprez\u00edvel&#8221;, diz a cientista pol\u00edtica Lara Mesquita, do Centro de Pol\u00edtica e Economia do Setor P\u00fablico (CEPES) da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV).<\/p>\n<p>Isso significaria, por exemplo, esvaziar os votos de Marina Silva, Jo\u00e3o Am\u00f4edo, Henrique Meirelles e \u00c1lvaro Dias. &#8220;O que os institutos de pesquisa dizem \u00e9 que os eleitores cada vez mais est\u00e3o decidindo o seu voto muito tarde. Se isso \u00e9 verdade, ainda tem espa\u00e7o para movimenta\u00e7\u00e3o e algu\u00e9m vencer no primeiro turno. Eu acho improv\u00e1vel, mas \u00e9 poss\u00edvel&#8221;, completa Mesquita.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 muito dif\u00edcil que, numa elei\u00e7\u00e3o t\u00e3o fragmentada, algu\u00e9m consiga aglutinar todos os votos necess\u00e1rios para ganhar no primeiro turno. Seria mais f\u00e1cil se as taxas de rejei\u00e7\u00e3o fossem menores&#8221;, pondera Andrea Freitas, professora de Ci\u00eancia Pol\u00edtica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">O voto \u00fatil anti-Bolsonaro ou anti-polariza\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\">\n<p><figure style=\"width: 976px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/E55F\/production\/_103691785_haddasealckmin.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/E55F\/production\/_103691785_haddasealckmin.jpg?resize=696%2C392&#038;ssl=1\" alt=\"Ciro Gomes e Alckmin\" width=\"696\" height=\"392\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Ciro Gomes e Geraldo Alckmin tentam capitalizar votos de quem n\u00e3o quer nem PT nem Bolsonaro como presidente da Rep\u00fablica.\u00a0Direito de imagem\u00a0NELSON ALMEIDA\/APF<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<p>No campo dos que querem garantir a derrota de Bolsonaro &#8211; ou viabilizar a vit\u00f3ria de um pol\u00edtico que n\u00e3o personifique a atual polariza\u00e7\u00e3o &#8211; o discurso do voto \u00fatil tem sido usado, principalmente, para defender a ida de Ciro Gomes (PDT) ao segundo turno.<\/p>\n<p>Com 11% das inten\u00e7\u00f5es de voto, o candidato do PDT tem como um dos motes da campanha o argumento de que um voto nele evitaria a &#8220;polariza\u00e7\u00e3o extrema&#8221;, com uma disputa entre PT e Bolsonaro.<\/p>\n<p>Os defensores de Ciro Gomes tamb\u00e9m argumentam que o ex-governador do Cear\u00e1 \u00e9 o &#8220;mais capaz&#8221; de derrotar Bolsonaro num segundo turno. Segundo a \u00faltima pesquisa Datafolha, Ciro venceria no segundo turno com 48% dos votos, contra 42% do candidato do PSL.<\/p>\n<p>Bolsonaro aparece, no Datafolha, em empate t\u00e9cnico num segundo turno com Haddad ou com o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin.<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, o tucano tenta atrair o &#8220;voto \u00fatil&#8221; com um argumento semelhante ao de Ciro, mas focando em dizer que seria mais capaz do que Bolsonaro de derrotar o PT nas urnas.<\/p>\n<p>Em um segundo turno com Haddad, Alckmin venceria com 42% dos votos, contra 38% do petista. No entanto, o candidato do PSDB est\u00e1 estacionado em quarto lugar nas pesquisas para o primeiro turno, com 8% das inten\u00e7\u00f5es de voto.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Falta de consenso sobre o nome da &#8216;terceira via&#8217;<\/h2>\n<p>Embora essa ret\u00f3rica de voto \u00fatil em uma &#8220;terceira via&#8221; tenha sido forte na campanha, a cientista pol\u00edtica Lara Mesquita, da FGV, diz que ela n\u00e3o se refletiu em resultados nas \u00faltimas pesquisas de inten\u00e7\u00e3o de voto.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o vejo Bolsonaro e Haddad sendo abandonados por esse tipo de busca por uma terceira via. At\u00e9 porque a terceira via est\u00e1 muito fragmentada, n\u00e3o est\u00e1 claro para onde o eleitor deve ir&#8221;, afirmou \u00e0 BBC News Brasil.<\/p>\n<p>Andreia Freitas, da Unicamp, tamb\u00e9m avalia que, para mudar o cen\u00e1rio de segundo turno entre Haddad e Bolsonaro, seria preciso uma transfer\u00eancia &#8220;coordenada&#8221; dos votos a um \u00fanico candidato.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\">\n<p><figure style=\"width: 976px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/180EB\/production\/_103693589_hi049651102.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/180EB\/production\/_103693589_hi049651102.jpg?resize=696%2C392&#038;ssl=1\" alt=\"manifesta\u00e7\u00e3o Ele N\u00e3o\" width=\"696\" height=\"392\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Ciro tenta conquistar votos com o argumento de que seria o mais capaz de derrotar Bolsonaro num segundo turno. Mas ele aparece estacionado em terceiro com 11% das inten\u00e7\u00f5es de voto nas pesquisas Ibope e Datafolha.\u00a0Direito de imagem\u00a0ANA CAROLINA FERNANDES\/REUTERS<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<p>&#8220;H\u00e1 quem defenda agrupar votos numa terceira for\u00e7a. Mas, se isso n\u00e3o for feito de forma coordenada, n\u00e3o adianta, porque n\u00e3o h\u00e1 um candidato perto de alcan\u00e7ar os percentuais dos primeiros colocados&#8221;.<\/p>\n<p>J\u00e1 Maria do Socorro, da UFSCar, avalia que essa transfer\u00eancia ainda pode ocorrer \u00e0 medida que a elei\u00e7\u00e3o se aproxima, j\u00e1 que muitos eleitores admitem a possibilidade de mudar de voto at\u00e9 o dia 7 de outubro.<\/p>\n<p>&#8220;Quem vai se beneficiar ser\u00e1 o candidato com maior capacidade de atrair votos da esquerda, do centro e de direita que n\u00e3o querem Bolsonaro nem Haddad. Nesse sentido, foi boa estrat\u00e9gia de Ciro Gomes de indicar uma vice (K\u00e1tia Abreu) ligada ao setor agropecu\u00e1rio&#8221;, diz.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Quem mais perdeu com o voto \u00fatil<\/h2>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\">\n<p><figure style=\"width: 976px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/1337F\/production\/_103691787_hi049681920.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/1337F\/production\/_103691787_hi049681920.jpg?resize=696%2C392&#038;ssl=1\" alt=\"Marina Silva\" width=\"696\" height=\"392\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Marina Silva (Rede) \u00e9 quem mais perdeu com o discurso de voto \u00fatil. Ela come\u00e7ou a campanha com 16% das inten\u00e7\u00f5es de voto no Datafolha e despencou para 4%.\u00a0Direito de imagem\u00a0SEBASTIAO MOREIRA\/EPA<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<p>As especialistas ouvidas pela BBC News Brasil concordam que Marina Silva (Rede) \u00e9, aparentemente, quem mais perdeu com o discurso de voto \u00fatil. Ela come\u00e7ou a campanha com 16% das inten\u00e7\u00f5es de voto no Datafolha e despencou nesta semana para 4%.<\/p>\n<p>&#8220;Marina Silva foi quem mais perdeu. Os eleitores a abandonaram mais rapidamente que aos demais. Ela teve dificuldade, num primeiro momento, em traduzir as suas ideias em propostas claras. Isso acabou afetando. No campo do centro e da esquerda, ela acaba perdendo votos para Haddad e Ciro Gomes&#8221;, explica Maria do Socorro, da Universidade de S\u00e3o Carlos.<\/p>\n<p>Alckmin tamb\u00e9m teria sido afetado pelo voto \u00fatil em Bolsonaro, conforme as especialistas. Segundo Andrea Freitas, embora historicamente o PSDB fosse identificado como a principal for\u00e7a no embate com o PT, nestas elei\u00e7\u00f5es o ex-governador de S\u00e3o Paulo n\u00e3o conseguiu se apropriar dessa fun\u00e7\u00e3o, perdendo espa\u00e7o para o candidato do PSL.<\/p>\n<p>&#8220;O Alckmin, embora n\u00e3o tenha ca\u00eddo de forma expl\u00edcita, me parece que sofre especialmente com o voto \u00fatil e a ascens\u00e3o de Bolsonaro. O PSDB sempre incorporou essa agenda neoliberal e a caracter\u00edstica anti-petista, mas dessa vez n\u00e3o foi capaz de propagar essa imagem&#8221;, disse.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">A elei\u00e7\u00e3o do &#8216;medo&#8217;<\/h2>\n<p>Independentemente de o discurso do voto \u00fatil se traduzir ou n\u00e3o em transfer\u00eancia efetiva de votos nas urnas, o fato de o termo ter assumido tanta evid\u00eancia no primeiro turno revela o alto grau de polariza\u00e7\u00e3o dessas elei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Segundo especialistas, a escolha por propostas pode estar sendo substitu\u00edda pelo combate \u00e0 &#8220;agenda pior&#8221;. Nesse sentido, o &#8220;medo&#8221; tem sido o motor dos votos de parcela do eleitorado.<\/p>\n<p>&#8220;De um lado, h\u00e1 um medo enorme de que o PT volte ao poder. De outro, o medo enorme de uma agenda proposta por Bolsonaro. A sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 que essa elei\u00e7\u00e3o vai ser definida por isso, pelo medo&#8221;, define a professora Andreia Freitas, da Unicamp.<\/p>\n<p><strong><span class=\"byline__name\">Cr\u00e9dito: Nathalia Passarinho d<\/span><span class=\"byline__title\">a BBC News Brasil em Londres &#8211; dispon\u00edvel na internet 06\/10\/2018<\/span><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se voc\u00ea cogita ou j\u00e1 cogitou deixar de votar no seu candidato preferido para apostar em algu\u00e9m que pode ter mais chances de vencer ou de influenciar o resultado eleitoral, voc\u00ea se enquadra entre os que consideram lan\u00e7ar m\u00e3o do chamado &#8220;voto \u00fatil&#8221;. 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