{"id":29774,"date":"2018-10-09T01:24:48","date_gmt":"2018-10-09T04:24:48","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=29774"},"modified":"2018-10-09T04:29:32","modified_gmt":"2018-10-09T07:29:32","slug":"fmi-ve-crescimento-menor-no-brasil-em-2018-e-2019-por-greve-dos-caminhoneiros-e-aperto-global-no-credito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2018\/10\/09\/fmi-ve-crescimento-menor-no-brasil-em-2018-e-2019-por-greve-dos-caminhoneiros-e-aperto-global-no-credito\/","title":{"rendered":"FMI v\u00ea crescimento menor no Brasil em 2018 e 2019 por greve dos caminhoneiros e aperto global no cr\u00e9dito"},"content":{"rendered":"<div class=\"ArticleHeader_container\">\n<div class=\"ArticleHeader_upper-container\">\n<div class=\"foreground\">\n<div class=\"TwoColumnLayout_container TwoColumnLayout_fluid-left\">\n<div class=\"TwoColumnLayout_column TwoColumnLayout_left\">\n<div class=\"ArticleHeader_content-container\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"TwoColumnLayout_container StandardArticle_content TwoColumnLayout_fluid-left\">\n<div class=\"TwoColumnLayout_column TwoColumnLayout_left\">\n<div class=\"StandardArticleBody_container\">\n<div class=\"StandardArticleBody_body\">\n<p>Os problemas provocados pela greve dos caminhoneiros e as condi\u00e7\u00f5es financeiras externas mais apertadas pressionam a economia do Brasil neste ano e levaram o Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI) a reduzir suas estimativas de crescimento para 2018 e 2019.<\/p>\n<p>O Produto Interno Bruto do Brasil deve crescer 1,4 por cento em 2018 nas contas do FMI, que reduziu sua estimativa em 0,4 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 proje\u00e7\u00e3o anterior feita em julho, de acordo com seu novo relat\u00f3rio \u201cPerspectiva Econ\u00f4mica Mundial\u201d.<\/p>\n<p>Isso se deve a \u201cproblemas causados pela greve nacional dos motoristas de caminh\u00f5es e condi\u00e7\u00f5es financeiras externas mais apertadas, que s\u00e3o uma fonte de risco para as perspectivas\u201d, disse o FMI no relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Para 2019, o corte foi de 0,1 ponto percentual, a 2,4 por cento. O crescimento esperado \u00e9 impulsionado \u201cpela recupera\u00e7\u00e3o da demanda privada conforme o d\u00e9ficit de produ\u00e7\u00e3o gradualmente diminui\u201d, apontou o FMI.<\/p>\n<p>A greve dos caminhoneiros, em maio, pesou sobre a ind\u00fastria e os investimentos e o PIB do pa\u00eds cresceu apenas 0,2 por cento no segundo trimestre sobre os tr\u00eas meses anteriores, destacando a instabilidade da atividade econ\u00f4mica.[nL2N1VM0K5]<\/p>\n<p>Os dados do FMI ficam em linha com aqueles do governo e do Banco Central. Recentemente o BC piorou sua proje\u00e7\u00e3o de crescimento do Brasil a 1,4 por cento neste ano, prevendo uma acelera\u00e7\u00e3o para 2,4 por cento no ano que vem.[nL2N1WD0CX]<\/p>\n<p>Os minist\u00e9rios da Fazenda e do Planejamento preveem uma eleva\u00e7\u00e3o de 1,6 por cento do PIB neste ano e de 2,5 por cento no ano que vem. J\u00e1 o mercado v\u00ea a atividade crescendo 1,34 por cento em 2018 e 2,5 por cento em 2019, conforme a leitura mais recente da pesquisa semanal Focus.<\/p>\n<p>O FMI destacou que a consolida\u00e7\u00e3o fiscal deve ser a prioridade para o Brasil.<\/p>\n<p>\u201cA reforma da Previd\u00eancia \u00e9 essencial para garantir a sustentabilidade fiscal e garantir a igualdade, dado que os gastos previdenci\u00e1rios s\u00e3o altos e as aposentadorias s\u00e3o excessivamente generosas para alguns segmentos da popula\u00e7\u00e3o\u201d, disse o FMI.<\/p>\n<p>\u201cTamb\u00e9m ser\u00e1 necess\u00e1rio continuar restringindo a folha de pagamento do governo, harmonizando os regimes tribut\u00e1rios federal e estatal e melhorando as finan\u00e7as do governo, ao mesmo tempo em que se protege os programas sociais\u201d, completou.<\/p>\n<p>O FMI tamb\u00e9m projeta infla\u00e7\u00e3o de 3,7 por cento no Brasil em 2018 e 4,2 por cento em 2019, sendo que o centro da meta oficial do governo brasileiro \u00e9 de respectivamente 4,50 por cento e 4,25 por cento, com margem de toler\u00e2ncia para ambos os anos de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.<\/p>\n<p>A taxa de desemprego, segundo o Fundo, deve diminuir, passando de 11,8 por cento neste ano para 10,7 por cento no pr\u00f3ximo. No trimestre encerrado em agosto, a taxa caiu pela quinta vez seguida para 12,1 por cento, informou o IBGE no fim do m\u00eas passado. [nL2N1WE0CE]<\/p>\n<p>As revis\u00f5es promovidas pelo FMI para o Brasil ajudaram a pressionar para baixo o crescimento das economias emergentes e em desenvolvimento como um todo, junto com o esperado impacto das medidas comerciais implementadas desde abril sobre a atividade na China e a desacelera\u00e7\u00e3o da economia da Turquia.<\/p>\n<p>Assim o FMI cortou a expectativa para a expans\u00e3o desse grupo em 0,2 e 0,4 ponto percentual respectivamente para 2018 e 2019, vendo um crescimento de 4,7 por cento para ambos os anos.<\/p>\n<p>Para a Am\u00e9rica Latina e o Caribe, a redu\u00e7\u00e3o foi de 0,4 ponto para cada um dos dois anos, com as novas estimativas de crescimento a 1,2 por cento em 2018 e de 2,2 por cento em 2019.<\/p>\n<div class=\"Attribution_container\">\n<div class=\"Attribution_attribution\">\n<p class=\"Attribution_content\"><strong>Cr\u00e9dito: Camila Moreira\/Reuters Brasil &#8211; dispon\u00edvel na internet 09\/10\/2018<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os problemas provocados pela greve dos caminhoneiros e as condi\u00e7\u00f5es financeiras externas mais apertadas pressionam a economia do Brasil neste ano e levaram o Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI) a reduzir suas estimativas de crescimento para 2018 e 2019. 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