{"id":30957,"date":"2018-11-17T00:08:15","date_gmt":"2018-11-17T03:08:15","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=30957"},"modified":"2018-11-17T06:23:35","modified_gmt":"2018-11-17T09:23:35","slug":"de-bem-com-a-vida-viver-com-diabetes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2018\/11\/17\/de-bem-com-a-vida-viver-com-diabetes\/","title":{"rendered":"De Bem com a Vida: Viver com Diabetes"},"content":{"rendered":"<header class=\"article-header article-header--\">\n<div class=\"article-header__container\">\n<div class=\"article-header__content\">\n<h5 class=\"article__title\">Diabetes: m\u00e9dicos d\u00e3o dicas de como viver melhor mesmo com a doen\u00e7a<\/h5>\n<div class=\"article__subtitle\">Em evento realizado no GLOBO, profissionais de sa\u00fade falam sobre a enfermidade que atinge mais de 12 milh\u00f5es de brasileiros<\/div>\n<div><\/div>\n<p>Maria de F\u00e1tima Viegas pensou que estava com uma infec\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria, mas os exames a surpreenderam. O procedimento indicou n\u00edveis excessivos de a\u00e7\u00facar na urina, um sintoma da diabetes. A pediatra, ent\u00e3o, mudou seus h\u00e1bitos. Passou a fazer muscula\u00e7\u00e3o e aer\u00f3bica tr\u00eas vezes por semana, cortou a\u00e7\u00facar e carboidrato da dieta e aumentou o consumo de fibra, prote\u00edna e alimentos integrais. Hoje, seu n\u00edvel de glicose est\u00e1 controlado.<\/p>\n<p>\u2014 N\u00e3o \u00e9 todo mundo que aceita mudar a dieta ou interromper o uso de bebidas alco\u00f3licas, que tamb\u00e9m devem ser evitadas. At\u00e9 minha fam\u00edlia demorou a aceitar o resultado dos exames e me oferecia alimentos que n\u00e3o s\u00e3o recomendados para quem tem diabetes \u2014 afirma.<\/p>\n<div class=\"article__subtitle\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"article-header__meta\">\n<div class=\"article__author\">Victor Calcagno*<\/div>\n<div class=\"article__date\">17\/11\/2018 &#8211; 04:30<\/div>\n<\/div>\n<figure class=\"article-header__picture\">\n<p><figure style=\"width: 666px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/23240140-f09-431\/GEOMIDIA\/375\/ximagem-encontros-diabetes.jpg.pagespeed.ic.DG3POkq_Pi.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"article__picture-image image--loaded\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/23240140-f09-431\/GEOMIDIA\/375\/ximagem-encontros-diabetes.jpg.pagespeed.ic.DG3POkq_Pi.jpg?resize=666%2C375&#038;ssl=1\" alt=\"A pediatra Maria de F\u00e1tima Viegas, que controlou a diabetes com mudan\u00e7a alimentar e exerc\u00edcios Foto: Antonio Scorza\" width=\"666\" height=\"375\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">A pediatra Maria de F\u00e1tima Viegas, que controlou a diabetes com mudan\u00e7a alimentar e exerc\u00edciosFoto: Antonio Scorza<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<\/div>\n<\/header>\n<div class=\"article__content-container protected-content\">\n<div class=\"block block--advertising block--advertising-inside\">\n<div class=\"block__advertising\"><\/div>\n<\/div>\n<aside class=\"article-related-links \">\n<div class=\"article-related-links__container\">\n<div class=\"article-related-links__content\"><\/div>\n<\/div>\n<\/aside>\n<p>A doen\u00e7a, que atingiu 12,5 milh\u00f5es de brasileiros em 2017, segundo a Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Diabetes, foi tema da edi\u00e7\u00e3o de novembro do Encontros O GLOBO Sa\u00fade e Bem-estar, na \u00faltima quarta-feira. O evento \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o do jornal com patroc\u00ednio do Cepem (Centro de Estudos e Pesquisas da Mulher).<\/p>\n<p>Segundo o cardiologista Cl\u00e1udio Dom\u00eanico, as estimativas s\u00e3o de que 366 milh\u00f5es ter\u00e3o a doen\u00e7a at\u00e9 2035 no mundo todo, e que uma em cada oito pessoas ser\u00e1 diab\u00e9tica em 2045:<\/p>\n<p>\u2014 \u00c9 uma doen\u00e7a cr\u00f4nica, n\u00e3o transmiss\u00edvel. \u00c9 incur\u00e1vel, mas control\u00e1vel. Envolve v\u00e1rias partes do organismo, n\u00e3o s\u00f3 o p\u00e2ncreas, mas tamb\u00e9m m\u00fasculos, f\u00edgado, rim etc. O mais importante \u00e9 saber que \u00e9 poss\u00edvel viver bem com ela, desde que o paciente se cuide.<\/p>\n<figure class=\"article__picture article__picture--horizontal\">\n<p><figure style=\"width: 1086px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/ogimg.infoglobo.com.br\/sociedade\/saude\/23241292-439-6eb\/FT1086A\/652\/xA-endocrinologista-Isabela-Bussade-o-jornalista-Eduardo-Graca-o-cardiologista-Claudio-Domenico-e-o-endocrinologista-Augusto-Russo-no-evento-sobre-diabetes-no-GLOBO.jpg.pagespeed.ic.BMU4lkJwyK.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"article__picture-image image--loaded\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ogimg.infoglobo.com.br\/sociedade\/saude\/23241292-439-6eb\/FT1086A\/652\/xA-endocrinologista-Isabela-Bussade-o-jornalista-Eduardo-Graca-o-cardiologista-Claudio-Domenico-e-o-endocrinologista-Augusto-Russo-no-evento-sobre-diabetes-no-GLOBO.jpg.pagespeed.ic.BMU4lkJwyK.jpg?resize=696%2C418&#038;ssl=1\" alt=\"A endocrinologista Isabela Bussade, o jornalista Eduardo Gra\u00e7a, o cardiologista Cl\u00e1udio Dom\u00eanico e o endocrinologista Augusto Russo, no evento sobre diabetes no GLOBO Foto: Emily Almeida \/ Ag\u00eancia O Globo\" width=\"696\" height=\"418\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">A endocrinologista Isabela Bussade, o jornalista Eduardo Gra\u00e7a, o cardiologista Cl\u00e1udio Dom\u00eanico e o endocrinologista Augusto Russo, no evento sobre diabetes no GLOBO Foto: Emily Almeida \/ Ag\u00eancia O Globo<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<p>O endocrinologista Augusto Russo alerta para a rela\u00e7\u00e3o entre o alto \u00edndice de a\u00e7\u00facar no sangue e a obesidade. Considerado um fator de risco para o desenvolvimento da diabetes tipo 2, junto com hereditariedade, sedentarismo, estresse e dieta pouco balanceada, estar acima do peso contribui para a hiperglicemia, ou os n\u00edveis exagerados de a\u00e7\u00facar no sangue. O diab\u00e9tico, segundo Russo, deve tamb\u00e9m ficar atento \u00e0 hipertens\u00e3o arterial e \u00e0 idade \u2014 pessoas acima de 40 anos t\u00eam mais propens\u00e3o a desenvolver a enfermidade, uma vez que os n\u00edveis de insulina, horm\u00f4nio respons\u00e1vel por controlar o a\u00e7\u00facar no sangue, tendem a diminuir com a idade.<\/p>\n<section class=\"block block--advertising\">\n<div class=\"block__advertising\">\n<div class=\"block__advertising-header\">Caso a doen\u00e7a n\u00e3o seja tratada corretamente, h\u00e1 risco de infarto, derrame, perda da vis\u00e3o, amputa\u00e7\u00f5es, disfun\u00e7\u00e3o nos rins, problemas nas gengivas e nos vasos sangu\u00edneos, entre outros.<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p>\u2014 Sempre falo para meus pacientes que \u00e9 preciso ficar de olho e fazer exames anuais principalmente depois dos 40. Essa quantidade \u00e9 aumentada em quatro vezes ao ano se voc\u00ea j\u00e1 \u00e9 diab\u00e9tico \u2014 afirmou Russo.<\/p>\n<p>O tratamento e a preven\u00e7\u00e3o da diabetes envolvem uma mesma estrat\u00e9gia destacada pela endocrinologista Isabela Bussade: exerc\u00edcios f\u00edsicos regulares. Segundo ela, a diabetes tipo 1 \u2014 ligada \u00e0 baixa taxa de insulina no sangue por quest\u00f5es heredit\u00e1rias \u2014 n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica respons\u00e1vel pela doen\u00e7a em crian\u00e7as e adolescentes, uma vez que o tipo 2, ligado \u00e0 obesidade e ao consumo excessivo de a\u00e7\u00facar, \u00e9 verificado nessa idade em consequ\u00eancia de dietas desreguladas.<\/p>\n<p>Para quem j\u00e1 foi diagnosticado como diab\u00e9tico, Bussade destacou que os tratamentos atuais s\u00e3o mais eficazes que h\u00e1 20 anos, com uma s\u00e9rie de medicamentos e procedimentos que atuam em pontos espec\u00edficos do corpo.<\/p>\n<p>Normalmente, a terapia \u00e9 combinada com rem\u00e9dios, que incluem a sulfonilureia e a pioglitazona, al\u00e9m de inibidores. Os medicamentos podem agir tanto na maior produ\u00e7\u00e3o de insulina quanto na absor\u00e7\u00e3o de glicose pelas c\u00e9lulas, al\u00e9m da libera\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar na urina.<\/p>\n<p>Bussade afirmou ser poss\u00edvel viver bem com a diabetes:<\/p>\n<p>\u2014 N\u00e3o \u00e9 imposs\u00edvel ter uma vida saud\u00e1vel sendo diab\u00e9tico, na verdade \u00e9 esse nosso objetivo. \u00c9 preciso sempre estar atento aos exames, usar as medica\u00e7\u00f5es, fazer exerc\u00edcios f\u00edsicos e controlar a ingest\u00e3o de a\u00e7\u00facar. Por mais que \u00e0s vezes achemos que podemos sair do regime um dia da semana, \u00e9 preciso lembrar que nosso p\u00e2ncreas, produtor da insulina, funciona do mesmo jeito todos os dias \u2014 completou ela.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Victor Calcagno com a colabora\u00e7\u00e3o\u00a0de Renato Grandelle\/ O Globo &#8211; dispon\u00edvel na internet 17\/11\/2018<\/strong><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Diabetes: m\u00e9dicos d\u00e3o dicas de como viver melhor mesmo com a doen\u00e7a Em evento realizado no GLOBO, profissionais de sa\u00fade falam sobre a enfermidade que atinge mais de 12 milh\u00f5es de brasileiros Maria de F\u00e1tima Viegas pensou que estava com uma infec\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria, mas os exames a surpreenderam. 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