{"id":32001,"date":"2018-12-15T00:10:25","date_gmt":"2018-12-15T03:10:25","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=32001"},"modified":"2018-12-15T03:04:48","modified_gmt":"2018-12-15T06:04:48","slug":"com-radares-br-262-deixou-de-ser-uma-ameaca-a-fauna-pantaneira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2018\/12\/15\/com-radares-br-262-deixou-de-ser-uma-ameaca-a-fauna-pantaneira\/","title":{"rendered":"Com radares, BR-262 deixou de ser uma amea\u00e7a \u00e0 fauna pantaneira"},"content":{"rendered":"<h5>A demora do governo em adequar a rodovia BR-262, no trecho Aquidauana-Corumb\u00e1 (294 km), como uma \u00e1rea de uso comum entre homens e animais, causou forte impacto na fauna do&nbsp;<b>Pantanal&nbsp;<\/b>com alto \u00edndice de mortalidade de vertebrados por atropelamento, suscitando inclusive teses de doutorado em ecologia. Entre 1997 e 2003, registrou-se 1.400 atropelamentos de 88 esp\u00e9cies por ano.<\/h5>\n<div class=\"imagem\">\n<p>A implanta\u00e7\u00e3o asf\u00e1ltica do \u00faltimo trecho da rodovia que come\u00e7a no Esp\u00edrito Santo \u2013 os 230 km entre Miranda e Corumb\u00e1 \u2013 deu-se em meados da d\u00e9cada de 1980. Por\u00e9m, se passaram mais de 30 anos para que, com a interveni\u00eancia do Minist\u00e9rio P\u00fablico, Ibama e de entidades ambientalistas, se implantasse uma gest\u00e3o ambiental com plano de manejo silvestre e revitaliza\u00e7\u00e3o no trecho de maior conflito com a natureza.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"imagem\"><figure style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a title=\"Anta morta na regi\u00e3o do Buraco da Piranha, em Corumb\u00e1. (Foto: Silvio Andrade)\" href=\"https:\/\/i0.wp.com\/cdn1.campograndenews.com.br\/uploads\/tmp\/images\/5265821\/300x225-d0de9cdfa497a78ef24ce44908fbdc21.jpg?ssl=1\" rel=\"lightbox[galeria]\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Anta morta na regi\u00e3o do Buraco da Piranha, em Corumb\u00e1. (Foto: Silvio Andrade)\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cdn1.campograndenews.com.br\/uploads\/tmp\/images\/5265821\/300x225-d0de9cdfa497a78ef24ce44908fbdc21.jpg?resize=300%2C224&#038;ssl=1\" alt=\"Anta morta na regi\u00e3o do Buraco da Piranha, em Corumb\u00e1. (Foto: Silvio Andrade)\" width=\"300\" height=\"224\"><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Anta morta na regi\u00e3o do Buraco da Piranha, em Corumb\u00e1. (Foto: Silvio Andrade)<\/figcaption><\/figure>A instala\u00e7\u00e3o de 20 radares em pontos de maior incid\u00eancia de atropelamentos, definidos por meio de monitoramentos, a partir de 2012, reduziu em mais de 60% os&nbsp;<b><a href=\"http:\/\/www.campograndenews.com.br\/transito\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">acidentes&nbsp;<\/a><\/b>com morte de animais. A constru\u00e7\u00e3o de acostamentos, a limpeza da densa vegeta\u00e7\u00e3o (que atrapalha a visibilidade do motorista) sobre o aterro da pista e a coloca\u00e7\u00e3o de grades de prote\u00e7\u00e3o met\u00e1lica lateralmente tamb\u00e9m contribu\u00edram para poupar a abundante fauna da regi\u00e3o.<\/div>\n<div class=\"bloco_texto_span\">\n<p><strong>Aten\u00e7\u00e3o ao volante<\/strong><\/p>\n<p>Quem trafega pela rodovia cruzando o&nbsp;<b>Pantanal&nbsp;<\/b>percebe a queda no n\u00famero de animais atropelados, apesar do aumento do fluxo de ve\u00edculos, principalmente carretas. Uma das principais v\u00edtimas da imprud\u00eancia e do excesso de velocidade era o lobinho-guar\u00e1 (Chrysocyon brachyurus), que deixou de aparecer no topo das estat\u00edsticas. Capivara, anta e tamandu\u00e1-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) hoje lideram a lista de mortes.<\/p>\n<p>Eventualmente, se observa o atropelamento de uma on\u00e7a-pintada (Panthera onca), jaguatirica (Leopardus pardalis), jacar\u00e9-do-pantanal (Caiman yacare) e cervo-do-pantanal (Blastocerus dichotomus), o que era comum anteriormente ao funcionamento do sistema de redutores de velocidade. Aves que procuram alimentos na pista, como o carcar\u00e1 ou carancho (Caracara plancus), tamb\u00e9m se chocam com os ve\u00edculos.<\/p>\n<div id=\"P_CGN_INTEXT_2037692998305465664\" data-premium=\"\" data-adunit=\"CGN_INTEXT_2\" data-sizes-mobile=\"[[336,280],[300,250],[320,100]] \" data-sizes-desktop=\"[[336,280],[300,250]]\" data-type=\"intext\" data-fetch=\"true\" data-google-query-id=\"CLHtxbCJoN8CFdBjwQodcH4Myg\">\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<p>Contribuiu para essa incid\u00eancia menor a melhoria da sinaliza\u00e7\u00e3o horizontal da rodovia, permitindo uma vis\u00e3o noturna mais percept\u00edvel. Contudo, dirigir nessa estrada requer muita aten\u00e7\u00e3o, seja durante o dia ou a noite. A rodovia corta banhados e a travessia de animais \u00e9 frequente, \u00e0s vezes em bandos, como as capivaras e seus filhotes. Animais dom\u00e9sticos tamb\u00e9m podem provocar um acidente mais grave.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"imagem\">\n<div class=\"zoom\">&nbsp;<\/div>\n<p><figure style=\"width: 640px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a title=\"Caminh\u00e3o se aproxima de gavi\u00f5es sobrevoando animal morto na pista (Foto: Silvio Andrade)\" href=\"https:\/\/i0.wp.com\/cdn1.campograndenews.com.br\/uploads\/tmp\/images\/5265821\/640x480-327de2c72797ef0e22efd1e46326e739.jpg?ssl=1\" rel=\"lightbox[galeria]\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Caminh\u00e3o se aproxima de gavi\u00f5es sobrevoando animal morto na pista (Foto: Silvio Andrade)\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cdn1.campograndenews.com.br\/uploads\/tmp\/images\/5265821\/640x480-327de2c72797ef0e22efd1e46326e739.jpg?resize=640%2C479&#038;ssl=1\" alt=\"Caminh\u00e3o se aproxima de gavi\u00f5es sobrevoando animal morto na pista (Foto: Silvio Andrade)\" width=\"640\" height=\"479\"><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Caminh\u00e3o se aproxima de gavi\u00f5es sobrevoando animal morto na pista (Foto: Silvio Andrade)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n<div class=\"bloco_texto_span\">\n<p><strong>Rodovia era amea\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>O monitoramento e controle de atropelamentos da fauna na 262 era cobrado pelos setores ambientalistas desde a implanta\u00e7\u00e3o do acesso \u00e0 Corumb\u00e1. Um dos primeiros pesquisadores a levantar os n\u00fameros alarmantes de mortes na rodovia foi o bi\u00f3logo Wagner Fischer, da&nbsp;<b>Universidade Federal<\/b>&nbsp;de Mato Grosso do Sul (<b>UFMS<\/b>). Ele defendeu a tese \u201cEfeitos da rodovia na mortalidade de vertebrados\u201d, em 1997.<\/p>\n<p>Fischer apresentou n\u00fameros preocupantes \u00e0 \u00e9poca: entre maio de 1996 a novembro de 1997, a lista de atropelamentos inclu\u00eda 1.402 mam\u00edferos, aves, r\u00e9pteis e anf\u00edbios, totalizando 84 esp\u00e9cies. Destas, seis est\u00e3o amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o: o cervo-do-pantanal, a on\u00e7a-pintada, o lobo-guar\u00e1, o tamandu\u00e1-bandeira, a lontra e a jaguatirica. Em 1990, a taxa de mortalidade era de 16,8 atropelamentos\/m\u00eas, atingindo 105 em 1997.<\/p>\n<p>Diante dessa complexa e triste realidade pesquisadores da Embrapa&nbsp;<b>Pantanal&nbsp;<\/b>chegaram a propor alternativas para reduzir a mortandade e tornar a \u00e1rea de uso partilhado entre homens e animais. Os bi\u00f3logos Agostinho Catella e Guilherme Mour\u00e3o e o veterin\u00e1rio Walfrido Tom\u00e1s formularam a implanta\u00e7\u00e3o da estrada ecol\u00f3gica por meios e equipamentos posteriormente instalados pelo Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes).<\/p>\n<p><strong>Um caminho natural<\/strong><\/p>\n<p>\u201cA BR-262 \u00e9 um caso privilegiado, pois atravessa uma regi\u00e3o escassamente povoada e que apresenta muitas \u00e1reas em condi\u00e7\u00f5es naturais de preserva\u00e7\u00e3o\u201d, observam os pesquisadores. \u201cA estrada cruza o habitat natural de muitas esp\u00e9cies nativas, tanto na plan\u00edcie de inunda\u00e7\u00e3o como no planalto e, consequentemente, intercepta a \u00e1rea de vida de muitos animais, especialmente porque a paisagem natural est\u00e1 bastante preservada\u201d, completam.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"imagem\">\n<div class=\"zoom\">&nbsp;<\/div>\n<p><figure style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a title=\"T\u00e9cnico do ITTI retira animal atropelado na rodovia. (Foto: Susy Hopker)\" href=\"https:\/\/i0.wp.com\/cdn1.campograndenews.com.br\/uploads\/tmp\/images\/5265821\/300x225-a6b3b461cbb1401faac977b0f76790f7.jpg?ssl=1\" rel=\"lightbox[galeria]\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"T\u00e9cnico do ITTI retira animal atropelado na rodovia. (Foto: Susy Hopker)\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cdn1.campograndenews.com.br\/uploads\/tmp\/images\/5265821\/300x225-a6b3b461cbb1401faac977b0f76790f7.jpg?resize=300%2C224&#038;ssl=1\" alt=\"T\u00e9cnico do ITTI retira animal atropelado na rodovia. (Foto: Susy Hopker)\" width=\"300\" height=\"224\"><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">T\u00e9cnico do ITTI retira animal atropelado na rodovia. (Foto: Susy Hopker)<\/figcaption><\/figure>A partir de 2011, por conta das exig\u00eancias da licen\u00e7a ambiental para mudar a concep\u00e7\u00e3o vi\u00e1ria da estrada ecol\u00f3gica, o Dnit criou um programa de monitoramento de atropelamentos de fauna conduzido pelo Instituto Tecnol\u00f3gico de Transportes e Infraestrutura (I|TTI), da&nbsp;<b>Universidade Federal<\/b>&nbsp;do Paran\u00e1 (UFPR). Naquele ano, a esp\u00e9cie com maior registro de ocorr\u00eancias (16,32%) era o lobinho.<\/div>\n<div class=\"bloco_texto_span\">\n<p>O estudo do ITTI foi fundamental para que o Dnit assumir\u00e1 a 262 como uma via especial que cruza um dos maiores ecossisteas do planeta. At\u00e9 ent\u00e3o, a incid\u00eancia de choques de animais com ve\u00edculos ainda era alta: entre junho de 2011 e maio de 2012, 610 animais morreram no trecho Anast\u00e1cio-Corumb\u00e1, enquanto no outro lado da rodovia, entre Campo Grande e Tr\u00eas Lagoas, registrou-se 210 atropelamentos ao ano.<\/p>\n<p><strong>Novo monitoramento<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m da instala\u00e7\u00e3o dos dispositivos eletr\u00f4nicos para prote\u00e7\u00e3o da fauna, o \u00f3rg\u00e3o federal construiu acostamentos, posicionou guard-rail em pontos de travessia de animais e mant\u00e9m o corte da vegeta\u00e7\u00e3o nas margens. Dois anos depois, segundo o ITTI, apurou-se tr\u00eas atropelamentos\/dia. J\u00e1 em 2015, um dado animador: a incid\u00eancia ca\u00edra 59% a partir de uma dist\u00e2ncia de 500 metros dos radares, que limitam a velocidade em 80 km\/h.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"imagem\">\n<div class=\"zoom\">&nbsp;<\/div>\n<p><figure style=\"width: 639px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a title=\"Monitoramento de atropelamento de animais. (Foto: ITTI)\" href=\"https:\/\/i0.wp.com\/cdn1.campograndenews.com.br\/uploads\/tmp\/images\/5265821\/640x480-e66b753713fa5603eca7d92b37ce2e1f.jpg?ssl=1\" rel=\"lightbox[galeria]\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Monitoramento de atropelamento de animais. (Foto: ITTI)\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cdn1.campograndenews.com.br\/uploads\/tmp\/images\/5265821\/640x480-e66b753713fa5603eca7d92b37ce2e1f.jpg?resize=639%2C480&#038;ssl=1\" alt=\"Monitoramento de atropelamento de animais. (Foto: ITTI)\" width=\"639\" height=\"480\"><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Monitoramento de atropelamento de animais. (Foto: ITTI)<\/figcaption><\/figure>egundo a Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal, o abuso de velocidade \u00e9 ainda uma das principais causas da ocorr\u00eancia de atropelamentos de animais silvestres e domesticados na via. O desrespeito \u00e0 sinaliza\u00e7\u00e3o que regulamenta a velocidade, segundo o \u00f3rg\u00e3o, incide sobre o maior n\u00famero de infra\u00e7\u00f5es. A PRF divulgou estat\u00edsticas apontando seis atropelamentos de animais entre janeiro e agosto desse ano. Em 2017, foram 26 no per\u00edodo.<\/div>\n<div class=\"bloco_texto_span\">\n<p>Para se tornar uma rodovia ecol\u00f3gica de fato, contudo, esse trecho da BR-262 necessita ainda de outras adequa\u00e7\u00f5es, como a instala\u00e7\u00e3o de t\u00faneis para passagem dos animais. Trata-se, na realidade, de um assunto novo na cultura ambiental brasileira, conforme admite o Ibama. Mas, houve claros avan\u00e7os nos \u00faltimos anos e o Dnit deve retomar o monitoramento de atropelamentos da fauna em conv\u00eanio com a&nbsp;<b>UFMS<\/b>.<\/p>\n<h5><strong>Cr\u00e9dito: Silvio Andrade, especial para o Campo Grande News &#8211; dispon\u00edvel na internet 15\/12\/2018<\/strong><\/h5>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A demora do governo em adequar a rodovia BR-262, no trecho Aquidauana-Corumb\u00e1 (294 km), como uma \u00e1rea de uso comum entre homens e animais, causou forte impacto na fauna do&nbsp;Pantanal&nbsp;com alto \u00edndice de mortalidade de vertebrados por atropelamento, suscitando inclusive teses de doutorado em ecologia. 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