{"id":32124,"date":"2018-12-18T02:21:32","date_gmt":"2018-12-18T05:21:32","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=32124"},"modified":"2018-12-18T03:29:40","modified_gmt":"2018-12-18T06:29:40","slug":"futuro-secretario-defende-menos-impostos-sobre-producao-e-emprego-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2018\/12\/18\/futuro-secretario-defende-menos-impostos-sobre-producao-e-emprego-no-brasil\/","title":{"rendered":"Futuro secret\u00e1rio defende menos impostos sobre produ\u00e7\u00e3o e emprego no Brasil"},"content":{"rendered":"<div id=\"esquerda_8_12_1\" class=\"col-sm-10 col-sm-offset-1 col-md-6 mb-35 js-tools-fixed-parent\">\n<article>\n<div class=\"txt-serif js-article-box article-box article-box-capitalize mt-15\">\n<div>O futuro secret\u00e1rio de Produtividade, Emprego e Competitividade do Minist\u00e9rio da Economia, Carlos Alexandre da Costa, defendeu que a economia brasileira precisa ter menos imposto sobre produ\u00e7\u00e3o e emprego para o pa\u00eds ser mais competitivo. De acordo com ele, o governo de transi\u00e7\u00e3o tra\u00e7ou estimativas de crescimento e, se concretizarem as iniciativas de pol\u00edticas liberais, o Brasil poder\u00e1 ter um crescimento anual de 5% em cinco anos. As declara\u00e7\u00f5es foram dadas na manh\u00e3 desta segunda-feira (17\/12) em mais um&nbsp;<strong>Correio Debate<\/strong>,&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/correiodebate\/industria\/#transmissao\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">com o tema &#8220;A import\u00e2ncia da ind\u00fastria para o desenvolvimento do Brasil<\/a>&#8220;.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Carlos da Costa apontou que o Brasil perdeu poder de produtividade nos \u00faltimos anos. Em 1980, a capacidade produtiva do pa\u00eds era de 40% da economia dos Estados Unidos (EUA). Atualmente, \u00e9 de 23%. Segundo o futuro secret\u00e1rio, h\u00e1 uma &#8220;fal\u00eancia&#8221; do atual modelo de est\u00edmulos e o pr\u00f3ximo governo ter\u00e1 o papel de tirar o pa\u00eds do atraso.<\/div>\n<div class=\"row ads ads__with-bg mb-35 mt-35 hidden-print p-0\">&nbsp;<\/div>\n<div>O secret\u00e1rio destacou que \u00e9 preciso um ambiente adequado para realizar neg\u00f3cios. &#8220;N\u00e3o raro, essas rela\u00e7\u00f5es que est\u00e3o por tr\u00e1s de uma cadeia valor dependente de seguran\u00e7a jur\u00eddica, de um sistema tribut\u00e1rio que n\u00e3o acumule impostos, informa\u00e7\u00f5es adequadas e liberdade para produzir&#8221;, apontou. &#8220;A ind\u00fastria, por exemplo, tem participa\u00e7\u00e3o de 21,5% do PIB e 31% de carga tribut\u00e1ria. \u00c9 algo que precisa ser revisto. Precisamos de menos impostos sobre produ\u00e7\u00e3o e emprego, porque o Brasil precisa ser competitivo. O governo atual, de Michel Temer, tem feito um trabalho de limpar o caminho para que n\u00f3s construamos o caminho que n\u00f3s chamamos de caminho da prosperidade&#8221;, completou.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Para ele, com a resolu\u00e7\u00e3o de problemas que geram estabilidade, o crescimento ser\u00e1 guiado por aumento da produtividade. \u201cN\u00f3s temos condi\u00e7\u00f5es de crescer 5% ao ano\u201d, disse Carlos da Costa. \u201cEstimativas nossas que mostram que \u00e9 vi\u00e1vel. N\u00e3o \u00e9 um n\u00famero estratosf\u00e9ricos. Se conseguirmos passar de 23% para 30% (da produtividade), em cinco anos n\u00f3s vamos crescer isso. N\u00f3s temos um pa\u00eds que, se n\u00f3s fizermos um bom trabalho, n\u00f3s podemos gerar mais empregos, ser mais produtivo e competitivo, para n\u00f3s, mas principalmente para as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es que vir\u00e3o\u201d, acrescentou.<\/div>\n<h3><strong>Produtividade&nbsp;<\/strong><\/h3>\n<div>O futuro secret\u00e1rio tamb\u00e9m ressaltou que por conta da falta de competitividade, o pa\u00eds adotou uma s\u00e9rie de medidas compensat\u00f3rias, como subs\u00eddios para setores. De acordo com Carlos da Costa, a miss\u00e3o \u00e9 reverter o quadro para concretizar um crescimento com base na produtividade e competitividade. \u201c N\u00f3s precisamos de um governo menor e mais eficiente que resolva os problemas fiscais, que \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o mais urgente. Sem ela, n\u00f3s n\u00e3o conseguimos avan\u00e7ar\u201d, apontou.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Da Costa citou ainda que, atualmente, h\u00e1 51 \u00f3rg\u00e3os lidando com produtividade no pa\u00eds. \u201cParece at\u00e9 piada\u201d, criticou. \u201cEm si, isso \u00e9 falta de produtividade\u201d, completou. A Secretaria de Produtividade e Competitividade centralizar\u00e1 a \u00e1rea e divulgar\u00e1 novos indicadores para avaliar a evolu\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos quatro anos.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\u201cVamos atacar o que torna o fazer neg\u00f3cio dif\u00edcil no Brasil. Para que n\u00f3s consigamos priorizar, n\u00f3s vamos ter um constante di\u00e1logo com o setor produtivo. N\u00f3s temos uma agenda liberal. A agenda liberal come\u00e7a com humildade. O preceito fundamental do liberalismo \u00e9 a a\u00e7\u00e3o humana livre e descentralizada. N\u00f3s n\u00e3o sabemos com detalhe aquilo que os empres\u00e1rios vivem no dia a dia. Sem esse di\u00e1logo n\u00f3s nos tornamos arrogante\u201d, disse o futuro secret\u00e1rio.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>A indica\u00e7\u00e3o de Carlos da Costa para o cargo&nbsp;<a href=\"http:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/vicente\/carlos-da-costa-e-o-provavel-secretario-da-industria-comercio-e-servicos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">foi antecipada pelo<strong>&nbsp;Blog do Vicente<\/strong><\/a>&nbsp;na segunda metade de novembro. O futuro secret\u00e1rio ficar\u00e1 respons\u00e1vel em comandar as \u00e1reas de ind\u00fastria, com\u00e9rcio e servi\u00e7os.&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O futuro secret\u00e1rio de Produtividade, Emprego e Competitividade do Minist\u00e9rio da Economia, Carlos Alexandre da Costa, defendeu que a economia brasileira precisa ter menos imposto sobre produ\u00e7\u00e3o e emprego para o pa\u00eds ser mais competitivo. 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