{"id":32534,"date":"2019-01-10T18:29:24","date_gmt":"2019-01-10T21:29:24","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=32534"},"modified":"2019-01-11T05:51:33","modified_gmt":"2019-01-11T08:51:33","slug":"carlos-da-costa-apresenta-equipe-ao-setor-produtivo-angela-flores-furtado-foi-indicada-para-a-presidencia-do-inmetro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2019\/01\/10\/carlos-da-costa-apresenta-equipe-ao-setor-produtivo-angela-flores-furtado-foi-indicada-para-a-presidencia-do-inmetro\/","title":{"rendered":"Carlos da Costa apresenta equipe ao setor produtivo.  \u00c2ngela Flores Furtado, foi indicada para a presid\u00eancia do Inmetro"},"content":{"rendered":"<p>O secret\u00e1rio Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec), Carlos Alexandre Da Costa, apresentou a sua equipe ao setor produtivo, nesta ter\u00e7a, em cerim\u00f4nia realizada no Pal\u00e1cio do Itamaraty. Da Costa, em sua fala, ressaltou que a rela\u00e7\u00e3o com o setor privado, nos pr\u00f3ximos quatro anos, ser\u00e1 de parceria e muito di\u00e1logo. No entanto, o secret\u00e1rio afirmou que em sua gest\u00e3o \u201cn\u00e3o ser\u00e3o discutidos temas como subs\u00eddio, prote\u00e7\u00e3o e mais gastos p\u00fablicos\u201d.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do secret\u00e1rio especial, a estrutura da Sepec \u00e9 composta pelo secret\u00e1rio Adjunto, Igor Calvet; o secret\u00e1rio de Advocacia da Concorr\u00eancia e Competitividade, C\u00e9sar Mattos; o secret\u00e1rio de Desenvolvimento de Infraestrutura, Diogo Mac Cord; o secret\u00e1rio de Pol\u00edticas P\u00fablicas para o Emprego, Fernando de Holanda Barbosa Filho; e o secret\u00e1rio de Desenvolvimento da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio, Servi\u00e7os e Inova\u00e7\u00e3o, Caio Megale. Carlos Da Costa anunciou a perman\u00eancia de Guto Ferreira na presid\u00eancia da Ag\u00eancia Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI); e a indica\u00e7\u00e3o do Coronel Alfredo Menezes, que ter\u00e1 a miss\u00e3o de reconstruir a Suframa (Superintend\u00eancia da Zona Franca de Manaus); <span style=\"color: #ff0000;\"><strong>a administradora \u00c2ngela Flores Furtado, para a presid\u00eancia do Inmetro<\/strong><\/span>; e o professor Claudio Furtado que ser\u00e1 o presidente do INPI. &nbsp;O secret\u00e1rio reiterou que o time \u00e9 formado por t\u00e9cnicos, com excelentes curr\u00edculos, e que n\u00e3o houve interfer\u00eancia pol\u00edtica na escolha dos nomes.<\/p>\n<p>Em sua fala de abertura, Carlos Da Costa destacou que o evento marca o in\u00edcio de uma nova fase de trabalho, com foco em alguns objetivos comuns: \u201caumentar a produtividade brasileira, que infelizmente caiu nas \u00faltimas d\u00e9cadas. Gerar empregos. Fazer com que essa trag\u00e9dia social, com 26 milh\u00f5es de pessoas desempregadas, desalentadas ou subempregadas, seja resolvida de uma vez por todas. E tornar a nossa economia mais competitiva. Livrar as nossas empresas das amarras e das bolas de ferro que ainda dificultam a gera\u00e7\u00e3o de valor em nosso pa\u00eds\u201d, disse.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio segue, dizendo que \u201c\u00e9 preciso destruir as barreiras \u00e0 competitividade no nosso pa\u00eds. O pa\u00eds precisa desenvolver instintos que outrora j\u00e1 teve, como o da lideran\u00e7a e da inova\u00e7\u00e3o global. N\u00f3s hoje temos um longo caminho para fazer o que os ingleses chamam de \u2018catching up\u2019. N\u00f3s ficamos para tr\u00e1s em diversas \u00e1reas. Mas j\u00e1 conseguimos retomar a lideran\u00e7a em alguns setores. Precisamos expandir para os demais\u201d.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio de Desenvolvimento da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio, Servi\u00e7os e Inova\u00e7\u00e3o, Caio Megale, explicou que a retomada da produtividade e da competitividade est\u00e3o entre as principais agendas econ\u00f4micas do pa\u00eds. Ele refor\u00e7ou que uma das metas de sua \u00e1rea \u00e9 a manuten\u00e7\u00e3o do di\u00e1logo e a interlocu\u00e7\u00e3o permanentes com os setores da ind\u00fastria, do com\u00e9rcio, dos servi\u00e7os e da inova\u00e7\u00e3o. \u201cPrecisamos trazer de volta a capacidade do pa\u00eds de crescer\u201d, disse. A secretaria liderada por Megale tamb\u00e9m ter\u00e1 a miss\u00e3o de articula\u00e7\u00e3o dentro do governo e com o Congresso Nacional. Segundo ele, \u00e9 preciso conhecer as travas ao crescimento econ\u00f4mico e as mudan\u00e7as que podem ser feitas nas pol\u00edticas, de forma horizontal, para tornar toda a economia brasileira mais eficiente. Com isso, ser\u00e1 poss\u00edvel o destrave e a desobstru\u00e7\u00e3o da economia e a recupera\u00e7\u00e3o dos investimentos.<\/p>\n<p>C\u00e9sar Mattos, secret\u00e1rio de Advocacia da Concorr\u00eancia e Competitividade, informou que a sua \u00e1rea integra o Sistema Brasileiro de Defesa da Concorr\u00eancia, juntamente com o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econ\u00f4mica), que cuida mais de assuntos privados. J\u00e1 a SEAE, sigla da secretaria, cuidar\u00e1 mais da parte estatal. \u201cVamos incrementar os espa\u00e7os de neg\u00f3cios, no qual h\u00e1 o capitalismo baseado em m\u00e9rito e na livre concorr\u00eancia. De fato, h\u00e1 uma premissa que diz que o setor privado desenvolve diversas fun\u00e7\u00f5es melhor do que o p\u00fablico. Nessa linha, entendemos que quando o setor p\u00fablico vai regular, \u00e9 necess\u00e1rio que a regula\u00e7\u00e3o seja pontual, focada em falhas de mercado, que podem ser endere\u00e7adas pelo setor privado\u201d, explicou.<\/p>\n<p>Mattos finalizou sua fala, tra\u00e7ando um paralelo entre o in\u00edcio da atividade empreendedora no pa\u00eds e os dias atuais. Segundo ele, \u00e9 poss\u00edvel identificar per\u00edodos em que h\u00e1 a redu\u00e7\u00e3o da interfer\u00eancia do Estado, com claro desenvolvimento do setor produtivo. Por outro lado, quando h\u00e1 aumento dessa interfer\u00eancia, a atividade econ\u00f4mica fica estagnada. Ele acredita que \u00e9 preciso fazer um processo de amadurecimento institucional para dar condi\u00e7\u00f5es ao desenvolvimento do setor privado.<\/p>\n<p>Respons\u00e1vel pela secretaria Desenvolvimento de Infraestrutura,&nbsp;<br \/>\nDiogo Mac Cord abriu sua fala, citando um relat\u00f3rio do Banco Mundial, de dois anos atr\u00e1s, intitulado Back to planning : how to close Brazil&#8217;s infrastructure gap in times of austerity que, segundo ele, despertava a necessidade de se voltar a planejar a infraestrutura no longo prazo. Necessidade confirmada, recentemente, por um documento produzido pela Secretaria de Assuntos Estrat\u00e9gicos da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica. Esse \u00faltimo estudo identificou alguns pontos que travavam o investimento em infraestrutura no pa\u00eds e disse, tamb\u00e9m, que o planejamento de infraestrutura de longo prazo, negligenciado no Brasil nos \u00faltimos anos, se tivesse sido feito teria trazido retorno no curto prazo.<\/p>\n<p>Mac Cord ressaltou que toda estrutura do governo federal, que de alguma forma trabalha com o tema infraestrutura, tem trabalhado de forma sin\u00e9rgica, para trazer a racionalidade econ\u00f4mica para esse planejamento de longo prazo. \u201cOu seja, um conjunto de projetos de infraestrutura, com um horizonte l\u00e1 na frente, que de fato traga uma maximiza\u00e7\u00e3o de retorno econ\u00f4mico. Isso se d\u00e1 por meio de uma prioriza\u00e7\u00e3o\u201d. Ele cita que, de acordo com dados do Ipea, o estoque de infraestrutura do pa\u00eds \u00e9 de 35% do PIB. Enquanto em pa\u00edses desenvolvidos esse valor chega a 70% do PIB. \u201cSe considerarmos que esse estoque atual deprecia e que a nossa economia cresce, a gente consegue entender o tamanho do desafio que temos pela frente para chegar ao patamar que precisamos. Mas temos a oportunidade de fazer isso da forma certa. Essa \u00e9 a boa not\u00edcia\u201d, explicou.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio Fernando de Holanda Barbosa Filho vai cuidar de Pol\u00edticas P\u00fablicas para o Emprego. Ele explicou que vai liderar trabalhos para ajudar o pa\u00eds a sair da maior crise registrada nos \u00faltimos anos, com milh\u00f5es de brasileiros sem emprego e sem renda. \u201cTemos um papel crucial e emergencial nesse in\u00edcio desse governo. Precisamos ajudar na recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e na gera\u00e7\u00e3o do emprego\u201d, disse. \u201cAs a\u00e7\u00f5es lideradas pelos meus colegas v\u00e3o colaborar para o aumento do ritmo da economia com a consequente gera\u00e7\u00e3o de emprego\u201d, disse.<\/p>\n<p>Emprego, segundo o secret\u00e1rio, \u00e9 chave. Nesse sentido, o Sistema Nacional de Emprego (Sine), que integra a secretaria, passa a ser fundamental e pe\u00e7a importante no que ele chamou de match entre os empregados e empregadores. \u201cUma vez que voc\u00ea consegue melhorar a ferramenta que as pessoas conseguem encontrar emprego, voc\u00ea j\u00e1 melhora o ambiente. Vamos avaliar os resultados do Sine e aperfei\u00e7oar o que for necess\u00e1rio, porque quem tem fome n\u00e3o pode esperar e quem n\u00e3o tem emprego n\u00e3o pode esperar\u201d, ressaltou. \u201cOutra frente que precisamos atacar s\u00e3o os ganhos de produtividade e a otimiza\u00e7\u00e3o do capital humano. Precisamos criar um programa de planejamento, avalia\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o de programas de qualifica\u00e7\u00e3o profissional. Tamb\u00e9m precisamos garantir a efetividade desses programas\u201d, ele explicou.<\/p>\n<p>Finalizando as apresenta\u00e7\u00f5es, o secret\u00e1rio Adjunto, Igor Calvet, disse que entre as atribui\u00e7\u00f5es da secretaria h\u00e1 quest\u00f5es de curt\u00edssimo prazo, como as relacionadas \u00e0 gera\u00e7\u00e3o de emprego, e outras quest\u00f5es que s\u00e3o de curto e longo prazo, com as pertinentes \u00e0 produtividade. \u201cO nome da secretaria resume de forma emblem\u00e1tica os desafios que n\u00f3s teremos pela frente. O secret\u00e1rio Carlos Da Costa reuniu uma equipe bastante qualificada e na minha posi\u00e7\u00e3o de secret\u00e1rio Adjunto ficarei respons\u00e1vel pela coordena\u00e7\u00e3o de todas as a\u00e7\u00f5es e programas da secretaria e pelo alinhamento dessas pol\u00edticas. Uma das nossas preocupa\u00e7\u00f5es \u00e9 garantir a efetividade das a\u00e7\u00f5es gestadas nessa secretaria\u201d. Calvet ressaltou, ainda, a qualidade do p\u00fablico, que contou com a presen\u00e7a de CEOs, empres\u00e1rios, executivos, \u201cque certamente contribuir\u00e3o para o sucesso dessa nova forma de governar. Com a presen\u00e7a constante do di\u00e1logo e da ausculta\u201d. De acordo com Calvet, a secretaria \u00e9 bastante homog\u00eanea nos objetivos e fundamentada em pilares essenciais para o aumento da produtividade.<\/p>\n<p><strong>Quem \u00e9 quem na SEPEC \u2013 Secretaria de Produtividade, Emprego e Competitividade<\/strong><\/p>\n<p><strong>Carlos Alexandre Da Costa \u2013<\/strong>&nbsp;Secret\u00e1rio Especial Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade. Economista formado pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), com mestrado e Ph.D (ABD) em Economia pela University of California, Los Angeles. Foi diretor de Planejamento, Cr\u00e9dito e Tecnologia do BNDES; presidente do Instituto de Performance e Lideran\u00e7a; executivo residente no JP Morgan e s\u00f3cio-diretor do Ibmec Educacional. Carlos Da Costa \u00e9 fluente em ingl\u00eas, franc\u00eas, espanhol e italiano. Apresenta, ainda, vasta atua\u00e7\u00e3o no setor acad\u00eamico, tendo sido professor de Economia e Finan\u00e7as no Ibmec, na UERJ e no Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais. Desenvolveu, tamb\u00e9m, atividades de pesquisa em diversas \u00e1reas como \u201cEconomia e Regula\u00e7\u00e3o\u201d, \u201cInvestimento Estrangeiro\u201d, \u201cRegula\u00e7\u00e3o Setorial\u201d e \u201cReformas Macroecon\u00f4micas\u201d.<\/p>\n<p><strong>Igor Calvet \u2013<\/strong>&nbsp;Secret\u00e1rio Adjunto. Pertence \u00e0 carreira de Estado de Especialista em Pol\u00edticas P\u00fablicas e Gest\u00e3o Governamental. \u00c9 bacharel em Rela\u00e7\u00f5es Internacionais, mestre e doutorando em Ci\u00eancia Pol\u00edtica pela Universidade de Bras\u00edlia (UNB). Foi secret\u00e1rio de Desenvolvimento e Competitividade Industrial do extinto Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio Exterior e Servi\u00e7os (MDIC). Calvet realizou importantes entregas como o programa Brasil Mais Produtivo, cujas efici\u00eancia e efic\u00e1cia foram atestadas Cepal e pelo Ipea. Outra relevante agenda coordenada por Calvet foi a Estrat\u00e9gia Nacional de Dissemina\u00e7\u00e3o do BIM, modelo de gest\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o que aumenta a produtividade e reduz custos e riscos na constru\u00e7\u00e3o civil.<\/p>\n<p><strong>C\u00e9sar Mattos \u2013<\/strong>&nbsp;Secret\u00e1rio de Advocacia da Concorr\u00eancia e Competitividade. Economista formado na Universidade de Bras\u00edlia (UNB), mestre em Economia pela PUC Rio e doutor em Economia pela UNB. \u00c9 Consultor Legislativo da C\u00e2mara Federal, na \u00e1rea de Pol\u00edtica Econ\u00f4mica. Foi conselheiro do CADE &#8211; Conselho Administrativo de Defesa Econ\u00f4mica, ex-Secret\u00e1rio Adjunto de Assuntos Internacionais do Minist\u00e9rio da Fazenda, no governo Fernando Henrique Cardoso. Mattos \u00e9 coordenador do MBA em Regula\u00e7\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (DF), e professor convidado de Regula\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica do curso de mestrado em Economia do Setor P\u00fablico da UNB.<\/p>\n<p><strong>Diogo Mac Cord \u2013<\/strong>&nbsp;Secret\u00e1rio de Desenvolvimento de Infraestrutura. Engenheiro mec\u00e2nico, mestre em administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica por Harvard e doutor em sistemas de pot\u00eancia (regula\u00e7\u00e3o do mercado de energia) pela USP. Possui larga experi\u00eancia na estrutura\u00e7\u00e3o de projetos de concess\u00f5es de infraestrutura. Foi coordenador e professor de regula\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e tarifas do MBA da FGV Management. Foi diretor das divis\u00f5es de saneamento b\u00e1sico e log\u00edstica da Fiesp e membro de diferentes comit\u00eas na Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Infraestrutura e Ind\u00fastrias de Base (Abdib). Foi s\u00f3cio-l\u00edder de governo e regula\u00e7\u00e3o da infraestrutura da KPMG no Brasil.<\/p>\n<p><strong>Fernando de Holanda Barbosa Filho \u2013<\/strong>&nbsp;Secret\u00e1rio de Pol\u00edticas P\u00fablicas para o Emprego. Pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV \u2013 IBRE) desde 2006. Economista formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), possui mestrado em Economia pela Escola da P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (EPGE-FGV) e pela New York University (NYU) e PhD em Economia pela New York University (NYU). Foi secret\u00e1rio Adjunto de Pol\u00edtica Econ\u00f4mica do extinto Minist\u00e9rio da Fazenda. Seus trabalhos recentes focam em mercado de trabalho, produtividade, capital humano, desenvolvimento e crescimento econ\u00f4mico.<\/p>\n<p><strong>Caio Megale \u2013<\/strong>&nbsp;Secret\u00e1rio de Desenvolvimento da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio, Servi\u00e7os e Inova\u00e7\u00e3o. Foi secret\u00e1rio da Fazenda do munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo e vice-presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Secret\u00e1rios de Finan\u00e7as das Capitais (Abrasf). \u00c9 economista formado pela USP. Sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado, pela PUC-Rio, venceu o Pr\u00eamio BNDES do ano de 2005. Megale trabalhou no Ita\u00fa Unibanco, sendo um dos respons\u00e1veis pela equipe de economistas do banco. Tamb\u00e9m foi economista do Lloyds Asset Management, M\u00e1xima Asset Management e G\u00e1vea Investimentos. Exerceu, ainda, as fun\u00e7\u00f5es de economista-chefe da Mau\u00e1 Investimentos e de professor de economia na PUC-Rio e no Ibmec SP.<\/p>\n<p><strong>Fonte:&nbsp;http:\/\/www.mdic.gov.br\/index.php\/component\/content\/article?id=3784&amp;Itemid=101<\/strong>&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O secret\u00e1rio Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec), Carlos Alexandre Da Costa, apresentou a sua equipe ao setor produtivo, nesta ter\u00e7a, em cerim\u00f4nia realizada no Pal\u00e1cio do Itamaraty. Da Costa, em sua fala, ressaltou que a rela\u00e7\u00e3o com o setor privado, nos pr\u00f3ximos quatro anos, ser\u00e1 de parceria e muito di\u00e1logo. 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