{"id":33657,"date":"2019-02-14T02:45:40","date_gmt":"2019-02-14T05:45:40","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=33657"},"modified":"2019-02-14T07:58:48","modified_gmt":"2019-02-14T10:58:48","slug":"servidores-e-militares-que-resistem-a-reforma-tem-alta-salarial-acima-da-media","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2019\/02\/14\/servidores-e-militares-que-resistem-a-reforma-tem-alta-salarial-acima-da-media\/","title":{"rendered":"Servidores e militares, que resistem \u00e0 reforma, t\u00eam alta salarial acima da m\u00e9dia"},"content":{"rendered":"<div class=\"article__content-container protected-content\">\n<p>Entre 2001 e 2015 a desigualdade de renda caiu 25% no Brasil, e apenas dois grupos de trabalhadores n\u00e3o contribu\u00edram para essa redu\u00e7\u00e3o: os servidores p\u00fablicos civis e os militares. \u00c9 o que mostra estudo dos economistas Marcos Dantas Hecksher e Carlos Corseuil, do Ipea. Segundo os pesquisadores, isso ocorreu porque a remunera\u00e7\u00e3o desses dois grupos, que j\u00e1 era maior, cresceu mais do que a m\u00e9dia e se afastou ainda mais do rendimento m\u00e9dio das categorias nesse per\u00edodo. S\u00e3o justamente essas duas classes trabalhadoras que mais pressionam para ficar de fora da reforma da Previd\u00eancia, cujo objetivo, segundo o governo federal, tamb\u00e9m \u00e9 reduzir diferen\u00e7as.<\/p>\n<div class=\"block__advertising block__advertising-in-text\">\n<div class=\"block__advertising\">\n<div class=\"teads-inread\">\n<div>\n<div class=\"teads-ui-components-credits\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&#8211; Reduzir a desigualdade ajuda a combater a pobreza. Houve redu\u00e7\u00e3o de pobreza nesse per\u00edodo, mas, se o crescimento da renda fosse mais concentrado nos mais pobres, o efeito seria maior &#8211; avalia Hecksher, lembrando que as maiores altas se deram justamente em grupos remunerados com dinheiro p\u00fablico: &#8211; Quando conseguem reajuste alto, pode faltar dinheiro em outro lugar. Remunerar esses profissionais t\u00e3o acima da m\u00e9dia n\u00e3o \u00e9 condi\u00e7\u00e3o para a oferta de bons servi\u00e7os p\u00fablicos.<\/p>\n<p>Mesmo sem aumento desde 2016, servidores e militares tiveram um reajuste total no per\u00edodo maior que os empregados do setor privado. Dados da pesquisa Pnad Cont\u00ednua, do IBGE, mostram que, de 2012 a novembro de 2018, a alta nos sal\u00e1rios dos funcion\u00e1rios p\u00fablicos foi de 12%, chegando a R$ 3.514 em m\u00e9dia, enquanto no setor privado a alta ficou em 5%, com sal\u00e1rio m\u00e9dio de R$ 1.926.<\/p>\n<p>Para Hecksher, \u00e9 imprescind\u00edvel que a reforma alcance os dois grupos, porque s\u00e3o os que recebem os maiores benef\u00edcios na aposentadoria:<\/p>\n<p>&#8211; A reforma \u00e9 essencial por raz\u00f5es fiscais e distributivas. Militares t\u00eam carreira hierarquizada e, normalmente, avan\u00e7am para postos que exigem menos for\u00e7a f\u00edsica e mais experi\u00eancia e capacidade de gest\u00e3o. Logo, podem trabalhar por mais anos. Profiss\u00f5es da iniciativa privada que dependem de for\u00e7a f\u00edsica, como mineiros e pedreiros, n\u00e3o t\u00eam a mesma prote\u00e7\u00e3o ou estabilidade.<\/p>\n<p><strong>\u2018Fonte de privil\u00e9gios\u2019<\/strong><\/p>\n<p>Segundo os dados mais recentes do governo, o Tesouro \u00e9 respons\u00e1vel por 92% das despesas com aposentadorias e pens\u00f5es dos militares. No INSS, que paga os benef\u00edcios de trabalhadores da iniciativa privada, esse percentual \u00e9 de 31% e, no servi\u00e7o p\u00fablico, a parcela subsidiada \u00e9 de 49%.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/economia\/guedes-diz-que-previdencia-maquina-de-transferencia-perversa-de-renda-23449254\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Na quarta-feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o Brasil tem um sistema perverso de transfer\u00eancia de renda<\/a>&nbsp;e aproveitou o evento do qual participava para defender a reforma da Previd\u00eancia:<\/p>\n<p>&#8211; S\u00f3 se pode ser fraterno se voc\u00ea tiver recursos para solidariedade. Somos solid\u00e1rios. O governo n\u00e3o pode ser uma m\u00e1quina de transfer\u00eancia perversa de renda, seja atrav\u00e9s da Previd\u00eancia, seja de impostos, subs\u00eddios. Temos que ser uma sociedade que fa\u00e7a transfer\u00eancias leg\u00edtimas de renda &#8211; disse Guedes.<\/p>\n<p>Em carta enviada ao Congresso no in\u00edcio do m\u00eas, o presidente Jair Bolsonaro definiu sua proposta de reforma da Previd\u00eancia do governo como \u201cfraterna\u201d, conjugando o equil\u00edbrio das contas com o amparo a quem mais precisa.<\/p>\n<p>Durante cerim\u00f4nia de lan\u00e7amento de ferramenta de controle dos gastos dos servidores com passagens a\u00e9reas e di\u00e1rias, Guedes defendeu ainda o controle de gastos e reiterou seu diagn\u00f3stico da economia: \u201cquebraram o Brasil\u201d.<\/p>\n<p>A equipe econ\u00f4mica j\u00e1 sinalizou que haver\u00e1 alguma reforma do sistema das For\u00e7as Armadas. N\u00e3o est\u00e1 claro, no entanto, o cronograma para que essas mudan\u00e7as sejam propostas ao Congresso. O mais prov\u00e1vel \u00e9 que as altera\u00e7\u00f5es sejam inclu\u00eddas em um projeto de lei \u00e0 parte da reforma. Com rela\u00e7\u00e3o aos servidores civis e militares dos Executivos, o governo estuda instituir uma contribui\u00e7\u00e3o extra autom\u00e1tica quando a receita n\u00e3o for suficiente para arcar com os compromissos futuros com as aposentadorias. Al\u00e9m disso, a al\u00edquota previdenci\u00e1ria regular &#8211; que nos estados vai de 11% a 14,25% &#8211; passaria a ser progressiva: quem ganha mais teria desconto maior.<\/p>\n<p>&#8211; Esses dois grupos s\u00e3o fonte de muitos privil\u00e9gios. E uma reforma que n\u00e3o trate deles n\u00e3o \u00e9 uma reforma. \u00c9 sabido que eles fazem muita press\u00e3o. Agora cabe ao governo mobilizar sua base pol\u00edtica para aprovar essas mudan\u00e7as &#8211; disse o economista Paulo Tafner, especialista em Previd\u00eancia.<\/p>\n<div class=\"article__embed-container\">\n<div class=\"embed-social\">\n<div id=\"g-desigualdade-box\" class=\"ai2html\">\n<div id=\"g-desigualdade-desk\" class=\"g-artboard\">\n<div id=\"g-desigualdade-desk-graphic\">\n<div id=\"g-ai0-1\" class=\"g-Layer_1 g-aiAbs\">\n<article class=\"g-aiPstyle0\">RENDA DOMICILIAR PER CAPITA<\/article>\n<\/div>\n<div id=\"g-ai0-2\" class=\"g-Layer_1 g-aiAbs\">\n<article class=\"g-aiPstyle1\">M\u00e9dias segundo a posi\u00e7\u00e3o<\/article>\n<\/div>\n<div id=\"g-ai0-21\" class=\"g-Layer_1 g-aiAbs\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"g-ai0-22\" class=\"g-Layer_1 g-aiAbs\">\n<article class=\"g-aiPstyle9\">Os rendimentos desses dois grupos, que j\u00e1 eram maiores, cresceram mais do que a m\u00e9dia e se afastaram ainda mais do rendimento m\u00e9dio nesse per\u00edodo<\/article>\n<\/div>\n<div id=\"g-ai0-23\" class=\"g-Layer_1 g-aiAbs\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"g-ai0-44\" class=\"g-Layer_1 g-aiAbs\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"g-ai0-58\" class=\"g-Layer_1 g-aiAbs\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"g-ai0-59\" class=\"g-Layer_1 g-aiAbs\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"g-ai0-65\" class=\"g-Layer_1 g-aiAbs\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"g-ai0-66\" class=\"g-Layer_1 g-aiAbs\">\n<article class=\"g-aiPstyle15\">\n<figure id=\"attachment_33659\" aria-describedby=\"caption-attachment-33659\" style=\"width: 960px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/4e2d40ae-9c94-4bbb-82af-63d29844448f.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-33659 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/4e2d40ae-9c94-4bbb-82af-63d29844448f.jpg?resize=696%2C928\" alt=\"\" width=\"696\" height=\"928\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/4e2d40ae-9c94-4bbb-82af-63d29844448f.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/4e2d40ae-9c94-4bbb-82af-63d29844448f.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/4e2d40ae-9c94-4bbb-82af-63d29844448f.jpg?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/4e2d40ae-9c94-4bbb-82af-63d29844448f.jpg?resize=696%2C928&amp;ssl=1 696w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/4e2d40ae-9c94-4bbb-82af-63d29844448f.jpg?resize=315%2C420&amp;ssl=1 315w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/4e2d40ae-9c94-4bbb-82af-63d29844448f.jpg?resize=630%2C840&amp;ssl=1 630w\" sizes=\"auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-33659\" class=\"wp-caption-text\">Fontes: Estudo de Marcos Hecksher com microdados da PNAD\/IBGE; Tesouro Nacional;<br \/>e levantamento do economista Pedro Fernando Nery, consultor do Senado<\/figcaption><\/figure>\n<\/article>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>No estudo, os pesquisadores do Ipea mediram o peso de cada grupo (desocupados, inativos e ocupados em todas as posi\u00e7\u00f5es) na desigualdade total. O grupo de servidores inclui os trabalhadores dos tr\u00eas Poderes nas tr\u00eas esferas &#8211; Legislativo, Executivo e Judici\u00e1rio de Uni\u00e3o, estados e munic\u00edpios &#8211; e os militares das tr\u00eas For\u00e7as Armadas (Ex\u00e9rcito, Aeron\u00e1utica e Marinha). Entre 2001 e 2015, a renda domiciliar per capita m\u00e9dia nos lares chefiados por esses grupos cresceu 3,7% e 3,5% ao ano, respectivamente, enquanto que para a m\u00e9dia geral a expans\u00e3o ficou em 2,4%.<\/p>\n<section class=\"block block--advertising\">\n<div class=\"block__advertising\">\n<div class=\"block__advertising-header\">&nbsp;<\/div>\n<div class=\"block__advertising-content\">\n<div id=\"pub-super-4\" class=\"advertising advertising--desktop advertising--loaded\" data-oglobo-advertising-format=\"super\" data-oglobo-advertising-index=\"4\" data-google-query-id=\"CKuDy_HauuACFUnF4QodFDgGsA\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/85042905\/info.web.oglobo\/economia\/materia_6__container__\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p>Em 2015, a renda m\u00e9dia mensal per capita em lares chefiados por servidores era de R$ 1.635 e por militares, R$ 1.836. J\u00e1 a m\u00e9dia geral dos lares brasileiros ficava em R$ 865.<\/p>\n<p>A economista Ana Carla Abr\u00e3o, s\u00f3cia da Oliver Wyman, afirma que uma sucess\u00e3o de fatores explica esse descolamento. No crescimento econ\u00f4mico, entre 2005 e 2015, com o boom das commodities, estados conseguiram um ganho de arrecada\u00e7\u00e3o muito grande, o que levou a um processo de barganha pelo funcionalismo, que reclamava das perdas acumuladas nos anos de Fernando Henrique Cardoso, nos quais ficaram sem reajuste. Atender \u00e0s demandas do servidor \u00e9 positivo do ponto de vista eleitoral, diz ela.<\/p>\n<p>&#8211; H\u00e1 multiplicidade de carreiras no servi\u00e7o p\u00fablico. Isso gera uma propens\u00e3o a leil\u00f5es entre as diversas carreiras, com reajustes cada vez maiores. Assim, a massa salarial se descolou do Brasil como um todo.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito:&nbsp;Daiane Costa, C\u00e1ssia Almeida e Marcello Corr\u00eaa\/ O Globo &#8211; dispon\u00edvel na internet 14\/02\/2019<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_33658\" aria-describedby=\"caption-attachment-33658\" style=\"width: 221px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/images-2.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-33658 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/images-2.jpg?resize=221%2C228\" alt=\"\" width=\"221\" height=\"228\"><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-33658\" class=\"wp-caption-text\">Imagem dispon\u00edvel na internet<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<section class=\"article-footer\">\n<div class=\"article-footer--container\">\n<div class=\"article-widgets\">\n<div class=\"share-links-widget\">\n<div class=\"share-links__content\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"article-footer--comment\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre 2001 e 2015 a desigualdade de renda caiu 25% no Brasil, e apenas dois grupos de trabalhadores n\u00e3o contribu\u00edram para essa redu\u00e7\u00e3o: os servidores p\u00fablicos civis e os militares. \u00c9 o que mostra estudo dos economistas Marcos Dantas Hecksher e Carlos Corseuil, do Ipea. Segundo os pesquisadores, isso ocorreu porque a remunera\u00e7\u00e3o desses dois [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":33660,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[133],"tags":[],"class_list":{"0":"post-33657","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/post-07.08-culpa-803x556.jpeg?fit=803%2C556&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33657","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33657"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33657\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media\/33660"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33657"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33657"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33657"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}