{"id":34201,"date":"2019-03-05T00:04:39","date_gmt":"2019-03-05T03:04:39","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=34201"},"modified":"2019-03-05T09:16:25","modified_gmt":"2019-03-05T12:16:25","slug":"de-bem-com-a-vida-padroes-de-consumo-global-devem-mudar-para-que-o-planeta-sobreviva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2019\/03\/05\/de-bem-com-a-vida-padroes-de-consumo-global-devem-mudar-para-que-o-planeta-sobreviva\/","title":{"rendered":"De Bem com a Vida: Padr\u00f5es de consumo global devem mudar para que o planeta sobreviva"},"content":{"rendered":"<section class=\"bg-gray-extra\">\n<div class=\"container container-full-width\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-sm-10 col-sm-offset-1\">\n<h4 class=\"txt-gray mb-0\">A partir dos quatro elementos essenciais &#8211; terra, \u00e1gua, fogo e ar -, s\u00e9rie que se inicia com esta mat\u00e9ria discute os riscos que os recursos naturais sofrem e o que \u00e9 preciso fazer para preserv\u00e1-los<\/h4>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<section>\n<div class=\"container container-full-width mt-20 mb-20\">\n<div class=\"row divider-wrapper\">\n<div id=\"esquerda_8_12_1\" class=\"col-sm-10 col-sm-offset-1 col-md-6 mb-35 js-tools-fixed-parent\">\n<article>\n<div class=\"txt-serif js-article-box article-box article-box-capitalize mt-15\">\n<p>A vida na Terra est\u00e1 amea\u00e7ada. A necessidade de produzir riqueza e promover o crescimento econ\u00f4mico se sobrep\u00f5e aos cuidados com a sustentabilidade dos recursos naturais. A lama derramada em Brumadinho \u00e9 apenas um exemplo, entre milh\u00f5es, do que o ser humano est\u00e1 disposto a colocar em risco em troca do vil metal. Poluir rios, desmatar florestas, emitir gases de efeito estufa e usar fontes de energia que agridem o planeta de forma irrevers\u00edvel s\u00e3o pr\u00e1ticas t\u00e3o comuns que n\u00e3o se presta aten\u00e7\u00e3o no quanto s\u00e3o prejudiciais \u00e0 pr\u00f3pria vida.<\/p>\n<p>O Brasil \u00e9 campe\u00e3o em desmatamento e est\u00e1 entre os cinco maiores emissores de gases de efeito estufa (GEE). O pa\u00eds tamb\u00e9m tem os maiores mananciais de \u00e1gua doce do mundo; portanto, os desafios para assegurar a sustentabilidade dos recursos naturais s\u00e3o enormes. Para apontar alguns deles e tamb\u00e9m mostrar iniciativas que est\u00e3o dando certo para mitigar os problemas, o Correio come\u00e7a hoje uma s\u00e9rie de mat\u00e9rias que vai abordar a import\u00e2ncia da preserva\u00e7\u00e3o dos quatro elementos \u2014 \u00e1gua, ar, terra e fogo \u2014 para a garantir a vida no planeta e o crescimento econ\u00f4mico sustent\u00e1vel.<\/p>\n<div class=\"teads-inread teads-display\">\n<div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div id=\"teads0\" class=\"teads-player\"><strong style=\"color: #111111; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 22px;\">Ciclo vicioso<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Vin\u00edcius Pican\u00e7o, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper, observa que os quatro elementos s\u00e3o interligados e todos acabam no ar. \u201cA emiss\u00e3o de gases influencia o padr\u00e3o de chuvas e provoca mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Isso vai impactar na terra, na produ\u00e7\u00e3o de alimentos, e tamb\u00e9m na gera\u00e7\u00e3o de energia (fogo) limpa, porque, se n\u00e3o chover, \u00e9 preciso usar termel\u00e9tricas \u2014 que emitem mais gases\u201d, ressalta.&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 um ciclo ainda vicioso, mas que pode se tornar virtuoso, porque existem tecnologias para mitigar os problemas, diz Pican\u00e7o. \u201cIsso \u00e9 o que mais me d\u00f3i. Tem como evitar, mas n\u00e3o h\u00e1 planejamento de longo prazo no Brasil. Aqui, a pol\u00edtica \u00e9 apagar inc\u00eandio. Reage quando sente na pele. Fazem-se planos de governo, mas poucas pol\u00edticas de Estado.\u201d Quando se fala do planeta, os efeitos n\u00e3o ocorrer\u00e3o amanh\u00e3, mas daqui a 10, 20 anos. \u201cPor\u00e9m, de forma acumulada\u201d, emenda.<\/p>\n<p>O impacto ambiental dos padr\u00f5es de consumo do brasileiro, rico em prote\u00edna animal, afeta o mundo todo. A ind\u00fastria da carne \u00e9 uma das principais respons\u00e1veis pelo aquecimento global, porque a fermenta\u00e7\u00e3o ent\u00e9rica, processo digestivo dos herb\u00edvoros, emite metano (CH4), um g\u00e1s mais prejudicial para a camada de oz\u00f4nio do que o di\u00f3xido de carbono (CO2). A degrada\u00e7\u00e3o de alimentos, seja na fase de produ\u00e7\u00e3o, seja no desperd\u00edcio e nos lix\u00f5es, produz \u00f3xido nitroso (N2O), ainda mais potente na destrui\u00e7\u00e3o do oz\u00f4nio.<\/p>\n<p>Para Denise Conselheiro, gerente de Educa\u00e7\u00e3o do Instituto Akatu, ONG que trabalha pela conscientiza\u00e7\u00e3o e mobiliza\u00e7\u00e3o da sociedade para o consumo consciente, \u00e9 importante consumir com mais racionalidade e reduzir os impactos ambientais. Informa\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial nesse processo, porque o consumidor precisa saber o que est\u00e1 envolvido na produ\u00e7\u00e3o, no uso e no descarte. \u201cPrecisamos ter uma sociedade diferente daquela que temos hoje. Por isso, fazemos um trabalho de educa\u00e7\u00e3o para a sustentabilidade, desde res\u00edduos, consumo de \u00e1gua, energia, alimenta\u00e7\u00e3o, com foco em crian\u00e7as e jovens\u201d, conta.<\/p>\n<p>Para garantir a vida no planeta, \u00e9 preciso repensar h\u00e1bitos de consumo, desde o lixo que poderia ser aproveitado, at\u00e9 a real necessidade de algumas coisas. \u201cO canudinho, por exemplo, para pessoas enfermas talvez se justifique. Mas n\u00e3o precisa dele para mexer uma caipirinha. \u00c9 uma coisa que demanda m\u00e3o de obra, energia, \u00e1gua, pl\u00e1stico e que se usa por segundos\u201d, assinala. Uma lei distrital sancionada recentemente pro\u00edbe o uso de canudos e copos de pl\u00e1stico na capital do pa\u00eds.<\/p>\n<p>A especialista alerta que os padr\u00f5es de consumo aumentam a sobrecarga do planeta. \u201cEm 2000, o dia da sobrecarga da terra foi 15 de outubro. Este ano, ser\u00e1 1\u00b0 de agosto. Passamos quase meio ano sobrecarregando o sistema\u201d, destaca. Por isso, a necessidade de uma transi\u00e7\u00e3o r\u00e1pida. \u201cH\u00e1 pouco tempo de rea\u00e7\u00e3o. No Brasil, o uso da terra \u00e9 o principal respons\u00e1vel pelo aquecimento global. O padr\u00e3o de consumo \u00e9 o segundo. Para produzir um quilo de carne, s\u00e3o usados 15 mil litros de \u00e1gua\u201d, explica. Apenas 10% do consumo de \u00e1gua s\u00e3o de uso direto e dom\u00e9stico. Os 90% restantes est\u00e3o nas coisas que se consome.<\/p>\n<h3><strong>Empresas<\/strong><\/h3>\n<p>Al\u00e9m do consumo, a mudan\u00e7a tamb\u00e9m precisa partir dos neg\u00f3cios, explica o professor Celso Lemme, do Instituto de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o e Pesquisa em Administra\u00e7\u00e3o (Coppead) da Universidade Federal do Rio de Janeiro. \u201cO papel das empresas numa economia capitalista \u00e9 ser o bra\u00e7o econ\u00f4mico dos objetivos da sociedade. Se preciso de energia, algu\u00e9m vai l\u00e1 e produz. Existe uma press\u00e3o por resultados a curto prazo de investidores e da sociedade civil\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Uma agenda para reverter a sequ\u00eancias de trag\u00e9dias, como a de Brumadinho, seria mudar a vis\u00e3o de horizonte do investimento. Lemme explica que o capital industrial e o financeiro s\u00e3o fundamentais ao desenvolvimento. \u201cInfelizmente, n\u00e3o consideramos o capital natural, que tamb\u00e9m \u00e9 essencial. Esses desastres decorrem de uma vis\u00e3o m\u00edope, que n\u00e3o enxerga o capital humano e ambiental, sem os quais n\u00e3o h\u00e1 os demais\u201d, sublinha. A mudan\u00e7a, ainda que lentamente, est\u00e1 ocorrendo, diz. Hoje, existe uma an\u00e1lise financeira que considera a gest\u00e3o de recursos naturais das empresas. A sigla ASG (ambiental, social e governan\u00e7a) come\u00e7a a despontar nos balan\u00e7os.<\/p>\n<p>Lemme diz que os conselhos de administra\u00e7\u00e3o precisam ter stakeholders de outras \u00e1reas, para que a empresa considere a vis\u00e3o de diversos atores. \u201cA diretoria tem que levar propostas, mas o conselho tem que ver com os olhos de comunidades vizinhas, do meio ambiente, para avaliar o futuro da empresa\u201d, ressalta.<\/p>\n<h3><strong>Demandas<\/strong><\/h3>\n<p>A melhor forma de ter mais lucros por muitos anos \u00e9 garantir a sustentabilidade para atender as demandas da sociedade. \u201cOs executivos pensam se v\u00e3o dar \u00eanfase \u00e0s quest\u00f5es financeiras ou ambientais e sociais. Mas n\u00e3o \u00e9 \u2018ou\u2019 \u00e9 \u2018e\u2019. A \u00eanfase tem que ser em todos os aspectos, combinando os tr\u00eas tipos de capital: ambiental, social e financeiro. Eles n\u00e3o est\u00e3o um contra os outros. Est\u00e3o juntos para articular o desenvolvimento sustent\u00e1vel\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Nem todos os especialistas acreditam na capacidade de produzir riquezas e preservar o meio ambiente. O professor do Departamento de An\u00e1lise Geoambiental da Universidade Federal Fluminense Sergio Ricardo Barros afirma que n\u00e3o h\u00e1 possibilidade de crescimento econ\u00f4mico com sustentabilidade. \u201cNo contexto do capitalismo atual, isso \u00e9 uma utopia. O desenvolvimentismo trabalha com explora\u00e7\u00e3o maci\u00e7a dos recursos naturais\u201d, argumenta.<\/p>\n<p>Para Barros, o modelo n\u00e3o se sustenta. \u201cPara garantir sustentabilidade, teriamos de mudar tudo o que conhecemos. J\u00e1 rompemos a resili\u00eancia planet\u00e1ria, no sentido de tempo de recupera\u00e7\u00e3o para que se possa ter de novo uma economia realmente sustent\u00e1vel\u201d, afirma. O professor diz que a vis\u00e3o centro-periferia resiste h\u00e1 s\u00e9culos. \u201cParece que os pa\u00edses perif\u00e9ricos nunca v\u00e3o alcan\u00e7ar a sustentabilidade por serem fornecedores de recursos naturais para&nbsp; o primeiro mundo\u201d, destaca.<\/p>\n<p>Segundo Barros, os pa\u00edses que est\u00e3o mais preocupados em gerar riqueza por meio de formas n\u00e3o produtivas e sustent\u00e1veis empurram para os pa\u00edses perif\u00e9ricos, como o Brasil, o \u00f4nus de destruir seu meio ambiente por interm\u00e9dio da produ\u00e7\u00e3o explorat\u00f3ria. \u201cIsso nunca mudou. Como mudar com uma periferia enorme? Como dizer que tem que ser sustent\u00e1vel, se numa favela n\u00e3o tem nem coleta de lixo?\u201d, indaga.<\/p>\n<h3>Polui\u00e7\u00e3o do ar<\/h3>\n<div>Por receber um bombardeio de emiss\u00f5es Gases de Efeito Estufa (GEE), o ar perde qualidade dia ap\u00f3s dia. Al\u00e9m da queima de combust\u00edveis f\u00f3sseis, a destrui\u00e7\u00e3o de florestas deixa a humanidade em situa\u00e7\u00e3o vulner\u00e1vel diante das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Isso porque as \u00e1rvores garantem a absor\u00e7\u00e3o de di\u00f3xido de carbono (CO2) da atmosfera, um dos respons\u00e1veis pelo aquecimento global.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>A polui\u00e7\u00e3o do ar \u00e9 uma realidade urbana, explica Rachel Biderman, diretora-executiva do WRI Brasil. \u201cO pa\u00eds j\u00e1 esteve avan\u00e7ado nesta \u00e1rea. Hoje, a legisla\u00e7\u00e3o de qualidade do ar \u00e9 de 1980 e precisa ser resgatada. Al\u00e9m disso, h\u00e1 uma defici\u00eancia grande no monitoramento. Mesmo que tenha lei, n\u00e3o tem fiscaliza\u00e7\u00e3o\u201d, alerta.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>S\u00e3o Paulo, com o ar mais comprometido do pa\u00eds, tem o melhor modelo de monitoramento e mesmo assim n\u00e3o mede todos os poluentes. \u201cTemos pol\u00edticas de controle da polui\u00e7\u00e3o veicular, industrial e existem normas do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), respons\u00e1vel por regulamentar\u201d, diz. Em S\u00e3o Paulo, por conta da polui\u00e7\u00e3o do ar, as pessoas t\u00eam expectativa de vida de tr\u00eas a quatro anos menor do que no resto do pa\u00eds, revela Rachel. A polui\u00e7\u00e3o do ar tem conex\u00e3o com a mudan\u00e7a clim\u00e1tica e o aquecimento global, por meio da queima de gasolina e diesel, que emite GEE.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div class=\"row ads ads__with-bg mb-35 mt-35 hidden-print p-0\">\n<div id=\"cb-publicidade-retangulo-interna-2700\" data-google-query-id=\"CNjpuvjW6uACFcIMswAdqSQGYA\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/6887\/portal-correioweb\/correiobraziliense-com-br\/economia\/internas_4__container__\">Para Guarany Os\u00f3rio, coordenador do programa de Pol\u00edtica e Economia Ambiental do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGVces), o maior problema est\u00e1 no desmatamento, que elimina a captura do di\u00f3xido de carbono, mas setores como a ind\u00fastria, a energia e a agropecu\u00e1ria s\u00e3o relevantes emissores de GEE. \u201cO Brasil tem compromissos internacionais de redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00e3o para depois de 2020, essa agenda ter\u00e1 de ser discutida agora\u201d, diz.&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O especialista explica que o mundo est\u00e1 cobrando efici\u00eancia ambiental. A demanda \u00e9 maior por produtos de baixa emiss\u00e3o de carbono. \u201cPara quem exporta, \u00e9 importante olhar para sua cadeia, ver quanto est\u00e1 emitindo GEE. A regula\u00e7\u00e3o tem que entrar para fazer o com\u00e9rcio de carbono acontecer\u201d,&nbsp; defende.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Fabiana Alves, da campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil, lembra que, no Acordo de Paris, o Brasil se comprometeu a acabar com o desmatamento ilegal e a reduzir as emiss\u00f5es. \u201cInfelizmente, em 2018, houve um aumento recorde do desmatamento, de 13,7%, em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. Isso significa que pouco tem sido feito\u201d, destaca.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Quanto a outros setores, Fabiana afirma que as emiss\u00f5es totais do pa\u00eds aumentaram 32% de 1990 a 2016. \u201cDe acordo com o IPCC (Painel Intergovernamental de Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas) da ONU (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas), para que n\u00e3o haja um colapso global, devemos manter o aquecimento da temperatura global abaixo de 2 graus celsius. Isso significa que os pa\u00edses devem parar de emitir GEE e, al\u00e9m disso, devem sequestrar carbono, caminho que n\u00e3o est\u00e1 sendo perseguido pelo Brasil como mostram os n\u00fameros\u201d, critica.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Marcelo Augusto Boechat Morandi, chefe geral da Embrapa Meio Ambiente, explica, contudo, que, no que diz respeito \u00e0 mitiga\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es, o Brasil conta com um conjunto de iniciativas e tecnologias. O Plano ABC (Plano Setorial de Mitiga\u00e7\u00e3o e de Adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas para a Consolida\u00e7\u00e3o de uma Economia de Baixa Emiss\u00e3o de Carbono na Agricultura) j\u00e1 mitigou entre 100 milh\u00f5es e 154 milh\u00f5es de tonelada CO2 equivalente entre 2010 a 2018. \u201cIsso indica que as metas est\u00e3o sendo cumpridas\u201d, pontua.<\/div>\n<div><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/20190303213554228278e.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-34202 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/20190303213554228278e.jpg?resize=696%2C1824\" alt=\"\" width=\"696\" height=\"1824\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/20190303213554228278e.jpg?w=820&amp;ssl=1 820w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/20190303213554228278e.jpg?resize=114%2C300&amp;ssl=1 114w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/20190303213554228278e.jpg?resize=391%2C1024&amp;ssl=1 391w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/20190303213554228278e.jpg?resize=768%2C2013&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/20190303213554228278e.jpg?resize=586%2C1536&amp;ssl=1 586w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/20190303213554228278e.jpg?resize=781%2C2048&amp;ssl=1 781w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/20190303213554228278e.jpg?resize=696%2C1824&amp;ssl=1 696w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/20190303213554228278e.jpg?resize=160%2C420&amp;ssl=1 160w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/20190303213554228278e.jpg?resize=321%2C840&amp;ssl=1 321w\" sizes=\"auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px\" \/><\/a><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong><span class=\"txt-gray author-wrapper text-nowrap d-inline-block mb-10\"><span class=\"ml-10\">Cr\u00e9dito: Simone Kafruni\/Correio Braziliense &#8211; dispon\u00edvel na internet 05\/03\/2019<\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div class=\"img-mobile-full mb-20\">\n<figure><picture class=\"img-wrapper-img-responsive img-wrapper-center-block\"><source srcset=\"https:\/\/i.correiobraziliense.com.br\/UWP-qqfVmHhYvg9OkO8s1veVZMA=\/360x0\/smart\/imgsapp2.correiobraziliense.com.br\/app\/noticia_127983242361\/2019\/03\/04\/740974\/20190303213554228278e.jpg 360w\" media=\"(max-width: 767px)\"><source srcset=\"https:\/\/i.correiobraziliense.com.br\/wuZqTE0gcLkfxQ_KpAQ0jZtRWVw=\/675x0\/smart\/imgsapp2.correiobraziliense.com.br\/app\/noticia_127983242361\/2019\/03\/04\/740974\/20190303213554228278e.jpg 675w\" media=\"(max-width: 1365px)\"><source srcset=\"https:\/\/i.correiobraziliense.com.br\/kzq6d8_N74bI244ZYrNjj9WazKg=\/820x0\/smart\/imgsapp2.correiobraziliense.com.br\/app\/noticia_127983242361\/2019\/03\/04\/740974\/20190303213554228278e.jpg 820w\" media=\"(min-width: 1366px)\"><source srcset=\"https:\/\/i.correiobraziliense.com.br\/p2o0N20gUBeBsePGwvGwNR9_6qA=\/332x0\/smart\/imgsapp2.correiobraziliense.com.br\/app\/noticia_127983242361\/2019\/03\/04\/740974\/20190303213554228278e.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"loading\" title=\"\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/i.correiobraziliense.com.br\/j8IjCxLzC2WW2JlM-6KWyi1asMQ%3D\/675x\/smart\/imgsapp2.correiobraziliense.com.br\/app\/noticia_127983242361\/2019\/03\/04\/740974\/20190303213554228278e.jpg?w=696&#038;ssl=1\" alt=\"\" data-was-processed=\"true\"><\/picture><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A partir dos quatro elementos essenciais &#8211; terra, \u00e1gua, fogo e ar -, s\u00e9rie que se inicia com esta mat\u00e9ria discute os riscos que os recursos naturais sofrem e o que \u00e9 preciso fazer para preserv\u00e1-los A vida na Terra est\u00e1 amea\u00e7ada. 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