{"id":34223,"date":"2019-03-06T00:10:18","date_gmt":"2019-03-06T03:10:18","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=34223"},"modified":"2019-03-06T06:02:18","modified_gmt":"2019-03-06T09:02:18","slug":"brasil-e-o-quarto-maior-produtor-de-lixo-plastico-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2019\/03\/06\/brasil-e-o-quarto-maior-produtor-de-lixo-plastico-do-mundo\/","title":{"rendered":"Brasil \u00e9 o quarto maior produtor de lixo pl\u00e1stico do mundo"},"content":{"rendered":"<p class=\"intro\">Pa\u00eds fica atr\u00e1s apenas de EUA, China e \u00cdndia, com cada brasileiro gerando um quilo de lixo pl\u00e1stico por semana, aponta relat\u00f3rio do WWF. Apenas 1,2% do material produzido \u00e9 reciclado.<\/p>\n<div class=\"group\">\n<div class=\"longText\">\n<p>No ranking dos maiores poluidores do planeta, o Brasil aparece em quarto lugar quanto \u00e0&nbsp;produ\u00e7\u00e3o de lixo pl\u00e1stico. Por ano, o pa\u00eds gera 11,3 milh\u00f5es de toneladas desse res\u00edduo \u2013&nbsp;n\u00famero tr\u00eas vezes maior que sua produ\u00e7\u00e3o anual de caf\u00e9, por exemplo.<\/p>\n<p>No ranking dos maiores produtores de lixo pl\u00e1stico, o Brasil \u00e9 precedido apenas&nbsp;por Estados Unidos (70,8 milh\u00f5es de toneladas), China (54,7 milh\u00f5es) e \u00cdndia (19,3 milh\u00f5es). Na Europa Ocidental, a lideran\u00e7a \u00e9 da Alemanha (8,2 milh\u00f5es).<\/p>\n<p>Os dados fazem parte do relat\u00f3rio internacional&nbsp;<em>Global Plastics Report<\/em>, levantamento do WWF divulgado nesta ter\u00e7a-feira (05\/03),&nbsp;que aborda o impacto do pl\u00e1stico no meio ambiente, na economia e na sociedade. Para o estudo, a organiza\u00e7\u00e3o foi al\u00e9m dos n\u00fameros da gera\u00e7\u00e3o desse tipo de lixo nas resid\u00eancias.<\/p>\n<p>&#8220;Esse trabalho foi feito com base nas premissas do Banco Mundial, que engloba tamb\u00e9m os res\u00edduos pl\u00e1sticos industriais, da constru\u00e7\u00e3o civil, lixo eletr\u00f4nico e agr\u00edcolas&#8221;, detalha&nbsp;Gabriela Yamaguchi, do WWF Brasil.<\/p>\n<p>Segundo o relat\u00f3rio, o brasileiro produz um quilo de lixo pl\u00e1stico por semana \u2013 uma das maiores m\u00e9dias mundiais.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 uma produ\u00e7\u00e3o alta porque, assim como China, \u00cdndia, Indon\u00e9sia, o Brasil \u00e9 um pa\u00eds de dimens\u00f5es continentais, com uma sociedade de consumo em ascens\u00e3o, onde tamb\u00e9m h\u00e1 um certo crescimento da infraestrutura&#8221;, analisa Yamaguchi.<\/p>\n<p>Fabricado para ser usado apenas uma vez na grande maioria dos casos, o pl\u00e1stico \u00e9 em grande parte descartado na natureza e acaba chegando aos oceanos. Estima-se que 10 milh\u00f5es de toneladas v\u00e3o parar nos mares a cada ano \u2013 o que equivale a 417 mil cont\u00eaineres com capacidade m\u00e1xima.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de matar e contaminar animais marinhos, pequenos fragmentos do material, os chamados micropl\u00e1sticos, j\u00e1 s\u00e3o encontrados at\u00e9 em humanos. Um estudo cient\u00edfico divulgado no fim de 2018 estimou que at\u00e9 50% da popula\u00e7\u00e3o mundial tenha micropl\u00e1sticos no intestino, incorporado por meio da ingest\u00e3o de alimentos e \u00e1gua.<\/p>\n<p><strong>Uso e reciclagem<\/strong><\/p>\n<p>Embora esteja entre os maiores poluidores, o Brasil ainda est\u00e1 abaixo da m\u00e9dia mundial de reciclagem. O relat\u00f3rio calcula que o pa\u00eds recicla&nbsp;apenas 1,28% do total de pl\u00e1stico produzido no pa\u00eds&nbsp; \u2013 \u00edndice inferior aos \u00e0 m\u00e9dia global de 9%.<\/p>\n<p>Entre os diferentes tipos de material, o PET \u00e9 o que se sai melhor: cerca de 60% do que \u00e9 produzido \u00e9 reciclado, sendo transformado em fios para a ind\u00fastria t\u00eaxtil, por exemplo.<\/p>\n<p>&#8220;Os n\u00fameros gerais ainda s\u00e3o t\u00edmidos. N\u00e3o avan\u00e7amos muito na implanta\u00e7\u00e3o da coleta seletiva, dos programas de inser\u00e7\u00e3o de catadores, de acordos setoriais&#8221;, avalia Sylmara Gon\u00e7alves Dias, pesquisadora da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP).<\/p>\n<p>Quase dez anos depois da cria\u00e7\u00e3o da Pol\u00edtica Nacional de Res\u00edduos S\u00f3lidos, o Brasil est\u00e1 aqu\u00e9m do que era esperado no combate ao lixo pl\u00e1stico, pontua Dias.<\/p>\n<p>&#8220;As fontes de polui\u00e7\u00e3o s\u00e3o m\u00faltiplas. N\u00e3o adianta nada restringir um tipo de uso e achar que est\u00e1 fazendo alguma coisa&#8221;, diz, fazendo refer\u00eancia a leis recentes que banem canudos de pl\u00e1stico, por exemplo.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 uma engana\u00e7\u00e3o que s\u00f3 mascara a complexidade do problema. \u00c9 preciso olhar para tudo: copo, fralda descart\u00e1vel, sacolinha, garrafas, partes pl\u00e1sticas de produtos maiores.&#8221;<\/p>\n<p><strong>Antes do consumo<\/strong><\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o de Yamaguchi, a Pol\u00edtica Nacional&nbsp;de Res\u00edduos S\u00f3lidos, lei de 2010, \u00e9 positiva, mas insuficiente. &#8220;O Brasil e o mundo t\u00eam um d\u00e9ficit legal em que a responsabiliza\u00e7\u00e3o pela coleta e o tratamento do res\u00edduo n\u00e3o est\u00e3o bem definidos para quem produz esses materiais&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>A representante do WWF defende uma mudan\u00e7a de paradigma e leis mais r\u00edgidas. &#8220;N\u00e3o \u00e9 suficiente&nbsp;cuidar s\u00f3 do p\u00f3s-consumo, da reciclagem. \u00c9 preciso reduzir a produ\u00e7\u00e3o de pl\u00e1stico no planeta, substituir por outros materiais, inovar.&#8221;<\/p>\n<p>Mesmo que toda a gera\u00e7\u00e3o desse material fosse interrompida de imediato, o volume j\u00e1 despejado na natureza levaria centenas de anos para ser degradado. &#8220;Estamos nos afogando com tanto lixo. O pl\u00e1stico \u00e9 um barato que saiu caro: o valor dele n\u00e3o condiz com o impacto que causa em todos n\u00f3s&#8221;, afirma Yamaguchi.<\/p>\n<p>Na pr\u00f3xima semana, a assembleia do Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Meio Ambiente (PNUMA) discute em Nair\u00f3bi, no Qu\u00eania, um acordo global para banir pl\u00e1sticos e micropl\u00e1sticos dos oceanos.<\/p>\n<p>Para o WWF, seria um primeiro passo&nbsp;para responsabilizar produtores de pl\u00e1stico&nbsp;no que diz respeito aos custos de tratamento e coleta dos res\u00edduos.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito:&nbsp; Deutsche Welle Brasil &#8211; dispon\u00edvel na internet 06\/03\/2019<\/strong><\/p>\n<div class=\"newsHeader\">\n<h1 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #003300;\"><strong>Brasil \u00e9 o 4\u00ba pa\u00eds que mais produz lixo no mundo, diz WWF<\/strong><\/span><\/h1>\n<\/div>\n<div class=\"newsCredits\">\n<p>O estudo <em>\u201cSolucionar a Polui\u00e7\u00e3o Pl\u00e1stica: Transpar\u00eancia e Responsabiliza\u00e7\u00e3o\u201d<\/em>, feito pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF), mostra que o Brasil \u00e9 o quarto pa\u00eds no mundo que mais produz lixo. S\u00e3o 11.355.220 toneladas e apenas 1,28% de reciclagem. S\u00f3 est\u00e1 atr\u00e1s dos Estados Unidos (1\u00ba lugar), da China (2\u00ba) e da \u00cdndia (3\u00ba).<\/p>\n<\/div>\n<article>No Brasil, segundo dados do Banco Mundial, mais de 2,4 milh\u00f5es de toneladas de pl\u00e1stico s\u00e3o descartadas de forma irregular, sem tratamento e, em muitos casos, em lix\u00f5es a c\u00e9u aberto. Aproximadamente &nbsp;7,7 milh\u00f5es de toneladas de lixo s\u00e3o destinados a aterros sanit\u00e1rios.A polui\u00e7\u00e3o por pl\u00e1stico&nbsp;gera mais de US$ 8 bilh\u00f5es de preju\u00edzo \u00e0 economia global. Levantamento do Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) indica que os diretamente afetados s\u00e3o os setores pesqueiro, de com\u00e9rcio mar\u00edtimo e turismo.O diretor executivo do WWF no Brasil, Mauricio Voivodic, alertou sobre a necessidade de adotar medidas urgentes para reverter a situa\u00e7\u00e3o. \u201cO pr\u00f3ximo passo para que haja solu\u00e7\u00f5es concretas \u00e9 trabalharmos juntos, por meio de marcos legais, que convoquem \u00e0 a\u00e7\u00e3o os respons\u00e1veis pelo lixo gerado. S\u00f3 assim haver\u00e1 mudan\u00e7as urgentes na cadeia de produ\u00e7\u00e3o de tudo o que consumimos.\u201d<\/article>\n<div class=\"row cf\">\n<div class=\"playerContainer cf col-lg-12\">\n<div class=\"internacional plrBorderInternacional\">\n<div class=\"internacional mejs__ebc-audio-wrapper\">\n<div class=\"mejs-fotoh-wrapper\">\n<figure style=\"width: 1140px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/imagens.ebc.com.br\/ArJK9JijR9FfieJC1_c9AZTe76c%3D\/1140x760\/smart\/http%3A\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/atoms\/image\/plasticos_0.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive full\" title=\"Photo: Martine Perret\/ONU Meio Ambiente\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/imagens.ebc.com.br\/ArJK9JijR9FfieJC1_c9AZTe76c%3D\/1140x760\/smart\/http%3A\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/atoms\/image\/plasticos_0.jpg?resize=696%2C464\" alt=\"A polui\u00e7\u00e3o provocada pelos pl\u00e1sticos \u00e9 uma trag\u00e9dia ambiental global que contamina o solo e os mares\" width=\"696\" height=\"464\"><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">A polui\u00e7\u00e3o provocada pelos pl\u00e1sticos \u00e9 uma trag\u00e9dia ambiental global que contamina o solo e os mares. Photo: Martine Perret\/ONU Meio Ambiente<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"cf bgWhite newsContainer\">\n<div class=\"col-lg-8 col-lg-offset-2 col-md-8 col-md-offset-2 col-sm-10 col-sm-offset-1 col-xs-12\">\n<div class=\"newsHeader\">&nbsp;<\/div>\n<article><strong>Alerta<\/strong>Segundo o estudo lan\u00e7ado pelo WWF, o volume de pl\u00e1stico que vaza para os oceanos anualmente \u00e9 de cerca de 10 milh\u00f5es de toneladas. Nesse ritmo, mostra a pesquisa, at\u00e9 2030 ser\u00e3o lan\u00e7ados ao mar o equivalente a 26 mil garrafas de pl\u00e1stico para cada quil\u00f4metro quadrado (km2). Aproximadamente metade dos produtos pl\u00e1sticos que poluem o mundo hoje foi criada nos anos 2000.O diretor-geral do WWF Internacional, Marco Lambertini, afirmou que o sistema atual de produ\u00e7\u00e3o, uso e descarte de lixo est\u00e1 \u201cfalido\u201d e que \u00e9 necess\u00e1rio mudar o comportamento. \u201c\u00c9 um sistema sem responsabilidade, e atualmente opera de uma maneira que praticamente garante que volumes cada vez maiores de pl\u00e1stico vazem para a natureza.&#8221;<strong>Polui\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A polui\u00e7\u00e3o do pl\u00e1stico afeta a qualidade do ar, do solo e sistemas de fornecimento de \u00e1gua. Os impactos diretos est\u00e3o relacionados a n\u00e3o regulamenta\u00e7\u00e3o global do tratamento de res\u00edduos de pl\u00e1stico, \u00e0 ingest\u00e3o de micro e nanopl\u00e1sticos (invis\u00edveis aos olhos) e \u00e0 contamina\u00e7\u00e3o do solo com res\u00edduos.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA queima ou incinera\u00e7\u00e3o do pl\u00e1stico pode liberar na atmosfera gases t\u00f3xicos, al\u00f3genos e di\u00f3xido de nitrog\u00eanio e di\u00f3xido de enxofre, extremamente prejudiciais \u00e0 sa\u00fade humana. O descarte ao ar livre tamb\u00e9m polui aqu\u00edferos, corpos d&#8217;\u00e1gua e reservat\u00f3rios, provocando aumento de problemas respirat\u00f3rios, doen\u00e7as card\u00edacas e danos ao sistema nervoso de pessoas expostas.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNa polui\u00e7\u00e3o do solo, um dos vil\u00f5es \u00e9 o micropl\u00e1stico oriundo das lavagens de roupa dom\u00e9stica e o nanopl\u00e1stico da ind\u00fastria de cosm\u00e9ticos, que acabam sendo filtrados no sistema de tratamento de \u00e1gua das cidades e acidentalmente usados como fertilizante, em meio ao lodo de esgoto residual. Quando n\u00e3o s\u00e3o filtradas, essas part\u00edculas acabam sendo lan\u00e7adas no ambiente, ampliando a contamina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Solu\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>O estudo do WWF faz recomenda\u00e7\u00f5es sobre poss\u00edveis solu\u00e7\u00f5es para a situa\u00e7\u00e3o envolvendo os sistemas de produ\u00e7\u00e3o, consumo, descarte, tratamento e re\u00faso do pl\u00e1stico. Os cuidados propostos incluem orienta\u00e7\u00e3o para os setores p\u00fablico e privado, a ind\u00fastria de reciclagem e o consumidor final.<\/p>\n<p>As propostas incluem que cada produtor seja respons\u00e1vel pela sua produ\u00e7\u00e3o de pl\u00e1stico, o fim de vazamento do produto nos oceanos \u2013 e re\u00faso e reciclagem como base para uso do material. Paralelamente a substitui\u00e7\u00e3o do pl\u00e1stico por materiais reciclados.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Danos<\/strong><\/p>\n<p>Entre os principais danos do pl\u00e1stico \u00e0 natureza est\u00e3o estrangulamento, ingest\u00e3o e danos ao habitat. A gerente do Programa Mata Atl\u00e2ntica e Marinho do WWF no Brasil, Anna Carolina Lobo, disse que a maior parte do lixo marinho encontrado no litoral \u00e9 pl\u00e1stico. Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, o aumento de consumo de pescados aumentou em quase 200%.<\/p>\n<p>\u201cAs pesquisas realizadas no pa\u00eds comprovaram que os frutos do mar t\u00eam alto \u00edndice de toxinas pesadas, geradas a partir do pl\u00e1stico em seu organismo, portanto,&nbsp;h\u00e1 impacto direto dos pl\u00e1sticos na sa\u00fade humana. At\u00e9 as col\u00f4nias de corais \u2013 que s\u00e3o as \u2018florestas submarinas\u2019 \u2013 est\u00e3o morrendo. \u00c9 preciso lembrar que os oceanos s\u00e3o respons\u00e1veis por 54,7% de todo o oxig\u00eanio da Terra\u201d, disse.<\/p>\n<p>O estrangulamento de animais por peda\u00e7os de pl\u00e1stico j\u00e1 foi registrado em&nbsp;mais de 270 esp\u00e9cies animais, incluindo mam\u00edferos, r\u00e9pteis, p\u00e1ssaros e peixes, causando desde les\u00f5es agudas e cr\u00f4nicas, at\u00e9 mesmo a morte. Esse estrangulamento \u00e9 hoje uma das maiores amea\u00e7as \u00e0 vida selvagem e conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA ingest\u00e3o de pl\u00e1stico j\u00e1 foi registrada em mais de 240 esp\u00e9cies. A maior parte dos animais desenvolve \u00falceras e bloqueios digestivos que resultam em morte, uma vez que o pl\u00e1stico muitas vezes n\u00e3o consegue passar por seu sistema digestivo.<\/p>\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil de Not\u00edcias 06\/03\/2019<\/strong><\/p>\n<\/article>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pa\u00eds fica atr\u00e1s apenas de EUA, China e \u00cdndia, com cada brasileiro gerando um quilo de lixo pl\u00e1stico por semana, aponta relat\u00f3rio do WWF. Apenas 1,2% do material produzido \u00e9 reciclado. No ranking dos maiores poluidores do planeta, o Brasil aparece em quarto lugar quanto \u00e0&nbsp;produ\u00e7\u00e3o de lixo pl\u00e1stico. 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