{"id":41900,"date":"2019-11-20T03:00:57","date_gmt":"2019-11-20T06:00:57","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=41900"},"modified":"2019-11-20T06:06:15","modified_gmt":"2019-11-20T09:06:15","slug":"mais-de-3-milhoes-de-brasileiros-procuram-emprego-ha-dois-anos-ou-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2019\/11\/20\/mais-de-3-milhoes-de-brasileiros-procuram-emprego-ha-dois-anos-ou-mais\/","title":{"rendered":"Mais de 3 milh\u00f5es de brasileiros procuram emprego h\u00e1 dois anos ou mais"},"content":{"rendered":"<p>Taxa de desemprego do terceiro trimestre permanece est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2018, em 11,8%, aponta IBGE. Pesquisa mostra que 4,7 milh\u00f5es desistiram de procurar trabalho<\/p>\n<p>O Brasil tem cerca de 3,2 milh\u00f5es de desempregados que est\u00e3o \u00e0 procura de trabalho h\u00e1 dois anos ou mais, revelou uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) divulgada nesta ter\u00e7a-feira (19\/11). Esse n\u00famero corresponde a 25,2% dos 12,5 milh\u00f5es de desempregos do pa\u00eds.<\/p>\n<p>A taxa de desemprego recuou 0,2 pontos percentuais em compara\u00e7\u00e3o com o trimestre anterior, passando de 12% entre abril a junho para 11,8% de julho a setembro, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlio (Pnad). Em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2018 (11,9%), o desemprego se manteve est\u00e1vel.<\/p>\n<p>A pesquisa mostrou ainda que 1,8 milh\u00e3o de desempregados buscam por trabalho h\u00e1 menos de um m\u00eas, e 1,7 milh\u00e3o&nbsp;procuram por trabalho h\u00e1 um per\u00edodo que varia entre um ano e dois anos. J\u00e1 o n\u00famero de pessoas que desistiram de procurar um emprego, classificados pelo IBGE como desalentados, ficou em 4,7 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Os estados com as maiores taxas de desemprego s\u00e3o Bahia (16,8%), Amap\u00e1 (16,7%) e Pernambuco (15,8%). Santa Catarina (5,8%), Mato Grosso do Sul (7,5%) e Mato Grosso (8%) foram os estados com as menores taxas de desemprego.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao segundo trimestre deste ano, a taxa permaneceu est\u00e1vel em quase todas as unidades da federa\u00e7\u00e3o, com exce\u00e7\u00e3o de Rond\u00f4nia, onde foi registrado um aumento de 1,5 ponto percentual, passando de 6,7% para 8,2%, e S\u00e3o Paulo, onde houve uma queda de 0,8 ponto percentual, ficando em 12%.<\/p>\n<p>De julho a setembro, a taxa de subutiliza\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho, ou seja, pessoas desocupadas ou subocupadas por insufici\u00eancia de horas trabalhadas, ficou em 24%. O Maranh\u00e3o foi o estado com maior percentual de&nbsp;trabalhadores nessa situa\u00e7\u00e3o (41,6%) e&nbsp;tamb\u00e9m foi a unidade da federa\u00e7\u00e3o com o maior percentual de emprego informal (50,1%).<\/p>\n<p>Al\u00e9m de ter a menor taxa de desemprego, Santa Catarina tamb\u00e9m foi o estado com o maior percentual de trabalhadores com carteira assinada, 87,7%.<\/p>\n<p>A pesquisa mostrou ainda que o desemprego atinge mais as mulheres. A taxa ficou em 10% entre homens e 13,9% entre mulheres.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Deutsche Welle Brasil &#8211;&nbsp; dispon\u00edvel na internet 20\/11\/2019<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Taxa de desemprego do terceiro trimestre permanece est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2018, em 11,8%, aponta IBGE. 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