{"id":4472,"date":"2016-08-05T08:32:38","date_gmt":"2016-08-05T11:32:38","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=4472"},"modified":"2016-08-05T08:32:38","modified_gmt":"2016-08-05T11:32:38","slug":"negado-pedido-de-insalubridade-a-servidora-da-anvisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2016\/08\/05\/negado-pedido-de-insalubridade-a-servidora-da-anvisa\/","title":{"rendered":"Negado pedido de insalubridade a servidora da Anvisa."},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A 1\u00aa Turma do Tribunal Regional Federal da Primeira Regi\u00e3o negou provimento \u00e0 apela\u00e7\u00e3o de uma ex-servidora do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade da senten\u00e7a da 10\u00aa Vara da Se\u00e7\u00e3o Judici\u00e1ria da Bahia, por unanimidade, que julgou improcedente o pedido de concess\u00e3o de adicional de insalubridade. A requerente alegou ter sido desviada de fun\u00e7\u00e3o quando redistribu\u00edda para a Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) e passou a trabalhar em condi\u00e7\u00f5es insalubres e perigosas. Todavia, o Colegiado entendeu que n\u00e3o houve ilegalidade, pois o aproveitamento da servidora foi realizado nos termos do art. 31 da Lei n\u00ba 9.782\/99 e as atribui\u00e7\u00f5es essenciais do cargo foram mantidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A apelante argumentou ter realizado tarefas mais complexas no novo cargo. Entretanto, o relator do caso no TRF1, juiz federal convocado Rafael Paulo Soares Pinto, afirmou que as novas atividades n\u00e3o caracterizam desvio de fun\u00e7\u00e3o. \u201cA simples assun\u00e7\u00e3o pela requerente de prerrogativas inerentes ao Poder de Pol\u00edcia n\u00e3o basta para reconhecer o suposto desvio fun\u00e7\u00e3o, sobretudo porque o art. 34 da Lei n\u00ba 10.871\/2004 conferiu o exerc\u00edcio aos integrantes do quadro espec\u00edfico da Anvisa\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As condi\u00e7\u00f5es insalubres de trabalho foram comprovadas por um laudo pericial. Desde que foi redistribu\u00edda para a Anvisa, a servidora passou a ter contato com produtos radioativos, qu\u00edmicos, inflam\u00e1veis, explosivos, al\u00e9m de c\u00e2mara frigor\u00edfica. Isso d\u00e1 direito \u00e0 trabalhadora ao adicional em grau m\u00e9dio, como o magistrado explicou no voto: \u201ca exposi\u00e7\u00e3o de trabalhador em condi\u00e7\u00f5es especiais \u00e9 inerente \u00e0 natureza do cargo escolhido pela pr\u00f3pria apelante em concurso p\u00fablico. A aludida exposi\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 ato ilegal apto a ensejar dano moral, mas, sim, ato especial que determina direito \u00e0 percep\u00e7\u00e3o ao referido adicional\u201d. Todavia, a servidora j\u00e1 adquiriu anteriormente um adicional de insalubridade em grau m\u00e9dio e n\u00e3o pode acumular mais um aditivo salarial de risco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por unanimidade, o Colegiado, nos termos do voto do relator, negou provimento \u00e0 apela\u00e7\u00e3o e \u00e0 remessa oficial (situa\u00e7\u00e3o jur\u00eddica em que o recurso \u201csobe\u201d \u00e0 inst\u00e2ncia superior para nova an\u00e1lise quando a Uni\u00e3o \u00e9 parte vencida no processo, mantendo a senten\u00e7a recorrida.<\/p>\n<p>Processo n\u00ba: 0030051-71.2010.4.01.3300\/BA<br \/>\nData do julgamento: 27\/04\/2016<br \/>\nData de publica\u00e7\u00e3o: 27\/05\/2016<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tribunal Regional Federal da 1\u00aa Regi\u00e3o 05\/08\/2016<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A 1\u00aa Turma do Tribunal Regional Federal da Primeira Regi\u00e3o negou provimento \u00e0 apela\u00e7\u00e3o de uma ex-servidora do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade da senten\u00e7a da 10\u00aa Vara da Se\u00e7\u00e3o Judici\u00e1ria da Bahia, por unanimidade, que julgou improcedente o pedido de concess\u00e3o de adicional de insalubridade. 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