{"id":44942,"date":"2020-02-22T03:00:42","date_gmt":"2020-02-22T06:00:42","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=44942"},"modified":"2020-02-21T18:56:21","modified_gmt":"2020-02-21T21:56:21","slug":"navio-russo-suspeito-de-espionagem-coloca-marinha-brasileira-em-alerta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2020\/02\/22\/navio-russo-suspeito-de-espionagem-coloca-marinha-brasileira-em-alerta\/","title":{"rendered":"Navio russo suspeito de espionagem coloca Marinha brasileira em alerta"},"content":{"rendered":"<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12\">\n<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12 col-sm-offset-1 col-sm-11\">\n<article class=\"n--noticia__header \">\n<h5 class=\"n--noticia__subtitle\">Embarca\u00e7\u00e3o Yantar desapareceu do monitoramento logo ap\u00f3s autoridades entrarem em contato; barco sempre esteve&nbsp;na mira dos governos de todo o mundo por ter tecnologia capaz de rastrear comunica\u00e7\u00f5es feitas por meio de cabos submarinos<\/h5>\n<p>A Marinha brasileira monitorou durante uma semana um navio russo de pesquisa e intelig\u00eancia suspeito de espionagem na Europa e nos&nbsp;<strong>Estados Unidos.<\/strong>&nbsp;O sinal de alerta foi aceso no \u00faltimo dia 10, quando o Centro Integrado de Seguran\u00e7a Mar\u00edtima do Rio de Janeiro detectou o Yantar, uma embarca\u00e7\u00e3o de tecnologia avan\u00e7ada de sensores, dentro da Zona Econ\u00f4mica Exclusiva (ZEE) do Brasil. Logo ap\u00f3s um primeiro contato, o navio sumiu do monitoramento, levantando a hip\u00f3tese de que o equipamento AIS, que permite a sua localiza\u00e7\u00e3o, tenha sido desligado.<\/p>\n<p>Uma opera\u00e7\u00e3o de patrulha do navio foi imediatamente desencadeada. No fim da tarde do domingo, 16, um helic\u00f3ptero da Marinha e um avi\u00e3o da&nbsp;For\u00e7a A\u00e9rea Brasileira&nbsp;(FAB) localizaram a embarca\u00e7\u00e3o a 50 milhas (80 quil\u00f4metros) das praias do Rio. Numa primeira abordagem, a tripula\u00e7\u00e3o russa n\u00e3o atendeu \u00e0s chamadas. Depois, deu resposta evasiva \u00e0 pergunta sobre o trabalho que realizava. O barco, nesse momento, j\u00e1 estava pr\u00f3ximo do litoral fluminense, numa \u00e1rea de cabos submarinos de internet, atracando na noite do dia 18 no porto do Rio, onde deve ficar at\u00e9 o fim de semana.<\/p>\n<div class=\"mm_conteudo blog-multimidia foto loaded\" data-config=\"{&quot;tipo&quot;:&quot;FOTO&quot;,&quot;id&quot;:&quot;1077854&quot;,&quot;provider&quot;:&quot;AGILE&quot;}\">&nbsp;<\/div>\n<div class=\"limite-continuar-lendo\">&nbsp;<\/div>\n<p>Um militar consultado pelo&nbsp;<strong>Estado<\/strong>&nbsp;disse que o desligamento do sistema de identifica\u00e7\u00e3o pode envolver tentativas de espionagem ou procedimentos fora da normalidade pelo navio. Para ele, a navega\u00e7\u00e3o do Yantar pela costa brasileira n\u00e3o era ilegal, mas seu \u201cdesaparecimento\u201d por seis dias foi considerado estranho. O que mais intrigou as autoridades n\u00e1uticas foi o fato de a embarca\u00e7\u00e3o, que vinha do&nbsp;<strong>Uruguai,<\/strong>&nbsp;\u201creaparecer\u201d perto dos cabos submarinos de comunica\u00e7\u00e3o que ligam o Brasil a outros pa\u00edses, ap\u00f3s ficar por quase uma semana com o seu aparelho identificador desligado.<\/p>\n<p>A embaixada da R\u00fassia no Brasil n\u00e3o se manifestou na quinta-feira, 20,&nbsp;&nbsp;sobre a presen\u00e7a do Yantar em \u00e1guas brasileiras. A&nbsp;<strong>Marinha<\/strong>&nbsp;brasileira, por sua vez, informou que n\u00e3o levanta suspeitas. Disse ainda que, na condi\u00e7\u00e3o de respons\u00e1vel pelo controle do tr\u00e1fego mar\u00edtimo, adota procedimentos previstos em normas internacionais de navega\u00e7\u00e3o a serem cumpridas pelas autoridades mar\u00edtimas.<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">Precedentes<\/h3>\n<p>Com sensores de alta tecnologia para rastrear o fundo do mar, o navio oceanogr\u00e1fico Yantar sempre esteve na mira de governos. A embarca\u00e7\u00e3o est\u00e1 h\u00e1 cinco anos em atividade. Desde seu lan\u00e7amento, a&nbsp;<strong>R\u00fassia<\/strong>&nbsp;costuma repetir que o navio de 5.700 toneladas e 108 metros atua em pesquisas cient\u00edficas e em ajuda a outros pa\u00edses.<\/p>\n<p>Entre dezembro de 2017 e abril de 2018, o Yantar atuou nas buscas do submarino ARA San Juan, que desapareceu na costa argentina. Depois, em junho, ao passar pelo&nbsp;<strong>Canal da Mancha<\/strong>, a embarca\u00e7\u00e3o foi escoltada de forma preventiva pela For\u00e7a A\u00e9rea do&nbsp;<strong>Reino Unido<\/strong> e tratada como um \u201cnavio espi\u00e3o\u201d pela imprensa londrina. Em novembro de 2019, causou suspeita por desligar o radar no mar do Caribe e na costa dos EUA. Autoridades americanas levantaram a suspeita de que os pequenos submarinos transportados pelo Yantar operam especialmente no rastreamento de \u00e1reas de cabos submarinos.<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">Conex\u00f5es<\/h3>\n<p>Os cabos submarinos ligam os servidores de internet de pa\u00edses de diferentes continentes. Estima-se que essas liga\u00e7\u00f5es respondam por 99% das comunica\u00e7\u00f5es transoce\u00e2nicas e 97% das conex\u00f5es de internet entre os servidores do mundo. Nesta semana, o servi\u00e7o de intelig\u00eancia da Irlanda flagrou agentes russos investigando cabos submarinos de fibra \u00f3tica que conectam a Europa aos&nbsp;<strong>Estados Unidos<\/strong>. A seguran\u00e7a dos dados que passam pelos cabos \u00e9 uma preocupa\u00e7\u00e3o central de Washington e Europa.<\/p>\n<p>Na Zona Econ\u00f4mica, o Brasil tem direito exclusivo de explora\u00e7\u00e3o de todos os recursos marinhos, na \u00e1gua, solo e subsolo, como petr\u00f3leo, g\u00e1s natural e frutos do mar. A \u00e1rea corresponde a 3,6 milh\u00f5es de km\u00b2, espa\u00e7o maior do que as regi\u00f5es Nordeste, Sudeste e Sul juntas. Nesta zona mar\u00edtima, o Pa\u00eds tamb\u00e9m monitora e orienta o tr\u00e1fego de embarca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A rede de comunica\u00e7\u00e3o nos oceanos \u00e9 composta por 378 cabos submarinos, uma liga\u00e7\u00e3o de 1,2 milh\u00e3o&nbsp;de quil\u00f4metros. \u00c9 um sistema em expans\u00e3o cont\u00ednua. Al\u00e9m disso, esse mercado tem crescido continuamente, com diversos projetos em andamento para lan\u00e7amento de novos cabos submarinos. Isso quer dizer que uma ruptura desses cabos pode n\u00e3o apenas causar danos grav\u00edssimos \u00e0 economia global, como deixar pa\u00edses inteiros sem acesso \u00e0 internet.&nbsp;<\/p>\n<p>O temor, no caso da&nbsp;<strong>Irlanda,<\/strong>&nbsp;\u00e9 que pontos fracos na estrutura desses cabos pudessem permitir o hackeamento das informa\u00e7\u00f5es ou at\u00e9 mesmo que eles pudessem ser cortados, interrompendo o tr\u00e1fego de dados.<\/p>\n<\/article>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12 main-news\">\n<div id=\"pw-P_1.3205151\" class=\"pw-container\" data-acesso=\"0\" data-coluna=\"\" data-categoria=\"\">\n<div id=\"sw-P_1.3205151\" class=\"pw-container\">\n<div class=\"row n--noticia__body\">\n<section class=\"col-xs-12 col-sm-offset-1 col-sm-11\">\n<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12 col-content col-center\">\n<div class=\"box area-select\">\n<div class=\"n--noticia__state \">\n<div class=\"n--noticia__state-desc\">\n<div class=\"n--noticia__state-title\"><strong>Cr\u00e9dito: T\u00e2nia Monteiro, O Estado de S.Paulo &#8211; dispon\u00edvel na internet 22\/02\/2020<\/strong><\/div>\n<h4 style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<\/h4>\n<div>\n<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12\">\n<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12 col-sm-offset-1 col-sm-11\">\n<article class=\"n--noticia__header \">\n<h4 class=\"n--noticia__title \"><strong>Cen\u00e1rio: Uma m\u00e1quina de coletar informa\u00e7\u00f5es de cabos submarinos<\/strong><\/h4>\n<h4 class=\"n--noticia__subtitle\"><span style=\"color: #222222; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px;\">O Yantar ouve e v\u00ea tudo at\u00e9 6 mil metros de profundidade. Classificado pela Marinha da <\/span><strong style=\"color: #222222; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px;\">R\u00fassia<\/strong><span style=\"color: #222222; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px;\">&nbsp;como navio de intelig\u00eancia, primeiro de duas unidades constru\u00eddas sob o Projeto 22010, da Diretoria de Pesquisa Subaqu\u00e1tica, subordinada ao Minist\u00e9rio da Defesa, a embarca\u00e7\u00e3o viaja pelo mundo desde que foi incorporada \u00e0 frota russa, em 2015. Em 2018, participou intensamente da flotilha internacional envolvida na busca ao submarino argentino ARA San Juan, que em novembro de 2017 naufragou no&nbsp;<\/span><strong style=\"color: #222222; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px;\">Atl\u00e2ntico Sul<\/strong><span style=\"color: #222222; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px;\">, a 500 km de Comodoro Rivadavia. Morreram 44 militares.&nbsp;<\/span><\/h4>\n<\/article>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12 main-news\">\n<div id=\"pw-P_1.3205160\" class=\"pw-container\" data-acesso=\"0\" data-coluna=\"\" data-categoria=\"\">\n<div id=\"sw-P_1.3205160\" class=\"pw-container\">\n<div class=\"row n--noticia__body\">\n<section class=\"col-xs-12 col-sm-offset-1 col-sm-11\">\n<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12 col-content col-center\">\n<div class=\"box area-select\">\n<div class=\"n--noticia__content content\">\n<div class=\"mm_conteudo blog-multimidia foto loaded\" data-config=\"{&quot;tipo&quot;:&quot;FOTO&quot;,&quot;id&quot;:&quot;1077855&quot;,&quot;provider&quot;:&quot;AGILE&quot;}\">\n<figure class=\"n--noticia__image modulo-noticia\">\n<p><figure style=\"width: 932px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/img.estadao.com.br\/resources\/jpg\/2\/4\/1582247424942.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/img.estadao.com.br\/resources\/jpg\/2\/4\/1582247424942.jpg?resize=696%2C473&#038;ssl=1\" alt=\"ctv-6ud-navio6\" width=\"696\" height=\"473\"><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Rastreada. A embarca\u00e7\u00e3o russa Yantar ancorada no Porto do Rio: em 2018, embarca\u00e7\u00e3o foi escoltada pela For\u00e7a A\u00e9rea brit\u00e2nica ao passar pelo Canal da Mancha Foto: Wilton Junior\/Estad\u00e3o<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<\/div>\n<p>A Marinha dos&nbsp;<strong>Estados Unidos<\/strong> sustenta que, em paralelo ao emprego em opera\u00e7\u00f5es humanit\u00e1rias, a embarca\u00e7\u00e3o de 5,7 mil toneladas, 108 metros e equipagem de 60 a 83 tripulantes, faz mais que pesquisa cient\u00edfica e, eventualmente, buscas \u2013 tamb\u00e9m \u00e9 capaz de coletar secretamente as informa\u00e7\u00f5es que circulam nos cabos submarinos que conectam redes de comunica\u00e7\u00f5es no fundo dos oceanos do mundo todo. Uma esp\u00e9cie de sonda de tecnologia avan\u00e7ada captura os sinais apenas pela proximidade. O material \u00e9 ent\u00e3o desviado para os computadores de bordo. No interior do navio h\u00e1 consoles de computadores e laborat\u00f3rios. Do lado de fora, grandes antenas sob domos de prote\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O Yantar, e seu parceiro, o Almaz \u2013 em fase final de constru\u00e7\u00e3o nos estaleiros de Kaliningrado \u2013 s\u00e3o, a rigor, naves-m\u00e3e, cada um deles podendo lan\u00e7ar dois minissubmarinos de 25 toneladas da classe Konsul, tripulados por tr\u00eas operadores. O tempo de miss\u00e3o \u00e9 estimado em 12 horas a profundidades no limite dos 6 mil metros. Al\u00e9m desses modelos maiores, os navios t\u00eam capacidade para operar vers\u00f5es menores de submers\u00edveis remotamente controlados.&nbsp;<\/p>\n<p>O trabalho sigiloso do navio foi reconhecido pelo Parlamento russo por meio do seman\u00e1rio oficial Parlamentskaya Gazeta, que, ao apresentar o Yantar, destacou \u201cos acess\u00f3rios para rastreamento em alto-mar e dispositivos ultrassecretos para se conectar a cabos de comunica\u00e7\u00e3o\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>A folha corrida da unidade naval \u00e9 extensa. A Marinha dos Estados Unidos identificou o navio no ver\u00e3o de 2016 ao largo do litoral da Georgia, navegando por \u00e1guas internacionais, mas no eixo de uma base de submarinos americanos armados com m\u00edsseis nucleares. Antes disso, j\u00e1 havia sido identificado em&nbsp;<strong>Cuba<\/strong>, na Ba\u00eda de Guant\u00e1namo, e pouco depois ancorado no Porto de Nuuk, na&nbsp;<strong>Groenl\u00e2ndia<\/strong>, um entroncamento importante das telecomunica\u00e7\u00f5es no extremo norte da Europa.&nbsp;<\/p>\n<p>Os servi\u00e7os de intelig\u00eancia israelenses reportaram a presen\u00e7a do Yantar no Mediterr\u00e2neo em 2017, pr\u00f3ximo de um ponto pelo qual passa o cabo de fibra \u00f3tica que liga Israel a uma central no Chipre que estabelece links com grande parte da&nbsp;<strong>Europa<\/strong>. No mesmo ano, a ag\u00eancia brit\u00e2nica de intelig\u00eancia relatou que a embarca\u00e7\u00e3o usava \u201cseus recursos secretos\u201d para localizar avi\u00f5es russos de ataque Sukhoi-33 e MiG-29 eventualmente abatidos ou acidentados sobre o mar da S\u00edria. Um relat\u00f3rio de 2019 do Real Instituto de Servi\u00e7os para Estudos da Defesa, revela que os navios de intelig\u00eancia da R\u00fassia \u201cperambulam discretamente por \u00e1reas estrat\u00e9gicas o tempo todo em todo o mundo\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Roberto Godoy, O Estado de S.Paulo<\/strong>&#8211; <strong>dispon\u00edvel na internet 22\/02\/2020<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Embarca\u00e7\u00e3o Yantar desapareceu do monitoramento logo ap\u00f3s autoridades entrarem em contato; barco sempre esteve&nbsp;na mira dos governos de todo o mundo por ter tecnologia capaz de rastrear comunica\u00e7\u00f5es feitas por meio de cabos submarinos A Marinha brasileira monitorou durante uma semana um navio russo de pesquisa e intelig\u00eancia suspeito de espionagem na Europa e nos&nbsp;Estados [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":44943,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[135],"tags":[],"class_list":{"0":"post-44942","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-clipping"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/navio-russo.jpg?fit=281%2C179&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44942","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=44942"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44942\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media\/44943"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=44942"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=44942"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=44942"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}