{"id":47496,"date":"2020-04-21T03:00:04","date_gmt":"2020-04-21T06:00:04","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=47496"},"modified":"2020-04-20T19:19:23","modified_gmt":"2020-04-20T22:19:23","slug":"albert-einstein-o-maior-fisico-de-todos-os-tempos-adorava-velejar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2020\/04\/21\/albert-einstein-o-maior-fisico-de-todos-os-tempos-adorava-velejar\/","title":{"rendered":"Albert Einstein, o maior f\u00edsico de todos os tempos, adorava velejar"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Hist\u00f3rias do mar: Albert Einstein, o maior f\u00edsico de todos os tempos, adorava velejar<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Nascido em Ulm, na Alemanha, em 1879, Albert Einstein passou a vida estudando para desvendar os segredos do universo, para o qual abriu os olhos do mundo. Ficou famoso pela Teoria Geral da Relatividade e ganhou o pr\u00eamio Nobel de F\u00edsica por suas contribui\u00e7\u00f5es \u00e0 f\u00edsica te\u00f3rica.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;Ainda assim, o cientista encontrava tempo para praticar seu esporte favorito: a vela.&nbsp; &nbsp;<\/p>\n<p>Sim, o g\u00eanio da f\u00edsica e da matem\u00e1tica adorava velejar. E navegou a vida toda, especialmente depois que completou 50 anos e seus amigos lhe presentearam um veleiro de 9 metros, que ele chamou de&nbsp;T\u00fcmmler&nbsp;\u2014 nome que significa toninha em alem\u00e3o.<\/p>\n<p>Na Alemanha nazista, seu veleiro foi confiscado. Exilado nos EUA, escreveu a um amigo afirmado que era o objeto mais precioso que havia deixado para tr\u00e1s. Enquanto dava aulas na Universidade de Princeton, o g\u00eanio alem\u00e3o comprou outro veleiro: o Tineff, de 16 p\u00e9s.&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_47497\" aria-describedby=\"caption-attachment-47497\" style=\"width: 96px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/e19b040214cb12c801bb2edffce53c77.jpeg\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-47497 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/e19b040214cb12c801bb2edffce53c77.jpeg?resize=96%2C96\" alt=\"\" width=\"96\" height=\"96\"><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-47497\" class=\"wp-caption-text\">Gilberto Ungaretti Paulistano, formado em Comunica\u00e7\u00f5es Sociais e em Hist\u00f3ria, passou 35 de seus 64 anos de vida em reda\u00e7\u00f5es. H\u00e1 21 anos, trabalha em publica\u00e7\u00f5es sobre barcos, em especial N\u00c1UTICA, em cuja reda\u00e7\u00e3o ingressou em 2007, como rep\u00f3rter e editor. Atualmente, \u00e9 colaborador fixo da revista N\u00e1utica. &#8211;<\/figcaption><\/figure>\n<p>Frequentemente, podia ser visto navegando perto da foz do rio Connecticut, em Old Saybrook. Tamb\u00e9m fez viagens pelos lagos Carnegie e Saranac, perto de Rhode Island.<br \/>\nPerfeccionista, dizia que qualquer pessoa que embarcasse com ele tinha o direito de cometer dois erros no manejo das velas; no terceiro, ele explodiria e ficaria de mau humor.&nbsp; &nbsp;<\/p>\n<p>Segundo a teoria de Einstein, o homem deve aprender com seus erros e que quem n\u00e3o aprende \u00e9 um idiota perfeito e, portanto, n\u00e3o podia ser digno de velejar com ele.<\/p>\n<p>Ainda assim, seus amigos diziam que ele vivia encalhando seu barco, por manter o pensamento distante, como forma de relaxar depois de longas jornadas desenvolvendo equa\u00e7\u00f5es complicadas. Em 1944, enquanto navegava no lago Saranac, seu barco atingiu uma pedra e afundou. Uma corda emaranhou sua perna, e ele ficou preso por baixo da vela, mas conseguiu encontrar o caminho para a superf\u00edcie sem entrar em p\u00e2nico e foi salvo por uma lancha que passava ao lado.&nbsp;<\/p>\n<p>Talvez por isso, ao escrever o livro Before the Wind, o escritor Jim Lynch tenha carregado nas tintas ao descrever o lado velejador do g\u00eanio alem\u00e3o: \u201cEinstein n\u00e3o era um grande marinheiro, provavelmente nem um med\u00edocre.\u201d Al\u00e9m disso, Einstein n\u00e3o sabia nadar, mas se recusava a usar colete salva-vidas.&nbsp; &nbsp; &nbsp;<\/p>\n<p>Em 1953, sua \u00faltima mulher, Johanna Fantova, declarou a um jornal que Einstein n\u00e3o estava muito bem de sa\u00fade, mas ainda assim n\u00e3o abandonava seu grande prazer: velejar. \u201cNunca o vejo mais feliz e de melhor humor do que quando est\u00e1 em seu veleiro, apesar de ser um barco incrivelmente primitivo.\u201d<\/p>\n<p>Fonte: https:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.nautica.com.br\/historia-do-mar-albert-einstein-velejador-2\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.nautica.com.br\/historia-do-mar-albert-einstein-velejador-2\/<\/a><\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito:&nbsp; Gilberto Ungaretti\/N\u00e1utica &#8211; dispon\u00edvel na internet 21\/04\/2020<\/strong>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hist\u00f3rias do mar: Albert Einstein, o maior f\u00edsico de todos os tempos, adorava velejar Nascido em Ulm, na Alemanha, em 1879, Albert Einstein passou a vida estudando para desvendar os segredos do universo, para o qual abriu os olhos do mundo. 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