{"id":49234,"date":"2020-06-15T03:00:37","date_gmt":"2020-06-15T06:00:37","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=49234"},"modified":"2020-06-14T18:42:03","modified_gmt":"2020-06-14T21:42:03","slug":"estados-devem-sair-da-crise-da-covid-19-ainda-mais-endividados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2020\/06\/15\/estados-devem-sair-da-crise-da-covid-19-ainda-mais-endividados\/","title":{"rendered":"Estados devem sair da crise da covid-19 ainda mais endividados"},"content":{"rendered":"<section>\n<div class=\"container container-full-width mt-20 mb-20\">\n<div class=\"row divider-wrapper\">\n<div id=\"esquerda_8_12_1\" class=\"col-sm-10 col-sm-offset-1 col-md-6 mb-35 js-tools-fixed-parent\">\n<article>\n<div class=\"txt-serif js-article-box article-box article-box-capitalize mt-15\">\n<div class=\"img-mobile-full mb-20\">\n<figure>Apesar de um socorro bilion\u00e1rio do governo federal, os Estados devem sair da crise ainda mais endividados do que j\u00e1 estavam antes da pandemia do novo coronav\u00edrus.&nbsp; &nbsp;<\/figure>\n<figure>Ao mesmo tempo, o ritmo da recupera\u00e7\u00e3o ainda incerto coloca d\u00favidas sobre o momento em que a arrecada\u00e7\u00e3o voltar\u00e1 ao patamar pr\u00e9-crise.&nbsp; &nbsp;<\/figure>\n<figure>A combina\u00e7\u00e3o desses fatores tem levado especialistas a apostar numa nova rodada de resgates ou at\u00e9 numa renegocia\u00e7\u00e3o da d\u00edvida dos governos estaduais.<\/figure>\n<\/div>\n<div>Entre o in\u00edcio de janeiro e o fim de abril, o estoque da d\u00edvida dos Estados saltou R$ 53,5 bilh\u00f5es, e a maior parte do aumento (R$ 52,2 bilh\u00f5es) \u00e9 explicada pela varia\u00e7\u00e3o cambial, de acordo com dados do Banco Central. A alta foi de R$ 41,1 bilh\u00f5es no saldo da d\u00edvida externa e de R$ 11,1 bilh\u00f5es na d\u00edvida interna atrelada ao d\u00f3lar.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Com a aprova\u00e7\u00e3o do socorro, os governos estaduais poder\u00e3o deixar de pagar as parcelas das d\u00edvidas com Uni\u00e3o, bancos p\u00fablicos e organismos internacionais at\u00e9 o fim de 2020.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Segundo dados do Minist\u00e9rio da Economia, a medida deve abrir um espa\u00e7o de R$ 52,5 bilh\u00f5es no Or\u00e7amento dos Estados. Mas eles ter\u00e3o que reincorporar esse d\u00e9bito (com corre\u00e7\u00f5es) ao saldo restante dos contratos no in\u00edcio de 2022, o que aumentar\u00e1 o valor do servi\u00e7o da d\u00edvida e pressionar\u00e1 o caixa dos governadores em pleno ano eleitoral.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>At\u00e9 l\u00e1, ainda n\u00e3o se sabe se a arrecada\u00e7\u00e3o j\u00e1 ter\u00e1 retomado o n\u00edvel anterior \u00e0 crise. Os Estados come\u00e7aram 2020 com alta nas receitas pr\u00f3prias, mas o resultado se inverteu em abril, j\u00e1 refletindo as medidas de isolamento social.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Naquele m\u00eas, houve diminui\u00e7\u00e3o de 15% nas receitas estaduais ante abril de 2019, segundo o Conselho Nacional de Pol\u00edtica Fazend\u00e1ria (Confaz). O tombo foi ainda maior em maio, com queda de 23,9% ante igual m\u00eas de 2019.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Segundo apurou o Broadcast (sistema de not\u00edcias em tempo real do Grupo Estado), os secret\u00e1rios estaduais de Fazenda manifestaram preocupa\u00e7\u00e3o em reuni\u00e3o recente com integrantes da equipe econ\u00f4mica e sinalizaram apoio a uma retomada da agenda de reformas estruturais para tentar contornar os problemas que vir\u00e3o mais \u00e0 frente.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>As prioridades s\u00e3o as reformas tribut\u00e1ria, para simplificar o ICMS e acabar com a chamada &#8216;guerra fiscal&#8217; entre os Estados, e a administrativa, para atacar o gasto com funcionalismo.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Para o economista Guilherme Tinoco, especialista em finan\u00e7as p\u00fablicas, o problema dos Estados ainda n\u00e3o est\u00e1 resolvido. Ele lembra que governos como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais j\u00e1 haviam obtido liminares na Justi\u00e7a para suspender pagamentos da d\u00edvida. Por isso, o socorro tem um impacto menor para eles neste momento, pois parte do al\u00edvio poss\u00edvel j\u00e1 havia sido antecipada.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O economista Raul Velloso afirma que muitos Estados j\u00e1 estavam virtualmente quebrados antes da pandemia. &#8220;O passado est\u00e1 a\u00ed, e est\u00e1 se criando um novo ac\u00famulo de problemas.&#8221; As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal O Estado de S. Paulo.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Cr\u00e9dito: Correio Braziliense com o Estado de S\u00e3o Paulo &#8211; dispon\u00edvel na internet 15\/06\/2020<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<\/div>\n<div>\n<h4 class=\"jsx-2434739404 news-title\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Apesar de socorro, estados devem sair da pandemia ainda mais endividados<\/strong><\/span><\/h4>\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-sm-12 col-md-2 \">\n<div id=\"audimaWidget\" class=\"checked\">Apesar de&nbsp;um socorro bilion\u00e1rio do governo federal, os estados devem sair da crise ainda mais endividados do que j\u00e1 estavam antes da pandemia do novo coronav\u00edrus. Ao mesmo tempo, o ritmo da recupera\u00e7\u00e3o ainda incerto coloca d\u00favidas sobre o momento em que a arrecada\u00e7\u00e3o voltar\u00e1 ao patamar pr\u00e9-crise. A combina\u00e7\u00e3o desses fatores tem levado especialistas a apostar numa nova rodada de resgates ou at\u00e9 numa renegocia\u00e7\u00e3o da d\u00edvida dos governos estaduais.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"row\">\n<div class=\"html-container\">\n<div class=\"html-container__content\">\n<div id=\"CNNImage_1592132500467\">\n<div class=\"cnnImage\">\n<figure style=\"width: 760px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/mediastorage.cnnbrasil.com.br\/IMAGES\/00\/00\/00\/485_8CF9842B0E6A8267.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/mediastorage.cnnbrasil.com.br\/IMAGES\/00\/00\/00\/485_8CF9842B0E6A8267.jpg?resize=696%2C522&#038;ssl=1\" alt=\"Imagem mostra notas de dois, vinte e dez reais\" width=\"696\" height=\"522\"><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Pacote de socorro deve abrir um espa\u00e7o de R$ 52,5 bilh\u00f5es no or\u00e7amento dos estados, segundo o Minist\u00e9rio da Economia Foto: Ag\u00eancia Brasil\/ Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<h5 class=\"light\"><span style=\"color: #222222; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px;\">Entre o in\u00edcio de janeiro e o fim de abril, o estoque da d\u00edvida dos estados saltou R$ 53,5 bilh\u00f5es, e a maior parte do aumento (R$ 52,2 bilh\u00f5es) \u00e9 explicada pela varia\u00e7\u00e3o cambial, de acordo com dados do Banco Central. A alta foi de R$ 41,1 bilh\u00f5es no saldo da d\u00edvida externa e de R$ 11,1 bilh\u00f5es na d\u00edvida interna atrelada ao d\u00f3lar.<\/span><\/h5>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Com a aprova\u00e7\u00e3o do&nbsp;socorro, os governos estaduais poder\u00e3o deixar de pagar as parcelas das d\u00edvidas com Uni\u00e3o, bancos p\u00fablicos e organismos internacionais at\u00e9 o fim de 2020.<\/p>\n<p>Segundo dados do Minist\u00e9rio da Economia, a medida deve abrir um espa\u00e7o de R$ 52,5 bilh\u00f5es no or\u00e7amento dos estados. Mas eles ter\u00e3o que reincorporar esse d\u00e9bito (com corre\u00e7\u00f5es) ao saldo restante dos contratos no in\u00edcio de 2022, o que aumentar\u00e1 o valor do servi\u00e7o da d\u00edvida e pressionar\u00e1 o caixa dos governadores em pleno ano eleitoral.<\/p>\n<p>At\u00e9 l\u00e1, ainda n\u00e3o se sabe se a arrecada\u00e7\u00e3o j\u00e1 ter\u00e1 retomado o n\u00edvel anterior \u00e0 crise. Os estados come\u00e7aram 2020 com alta nas receitas pr\u00f3prias, mas o resultado se inverteu em abril, j\u00e1 refletindo as medidas de isolamento social.<\/p>\n<p>Naquele m\u00eas, houve diminui\u00e7\u00e3o de 15% nas receitas estaduais ante abril de 2019, segundo o Conselho Nacional de Pol\u00edtica Fazend\u00e1ria (Confaz). O tombo foi ainda maior em maio, com queda de 23,9% ante igual m\u00eas de 2019.<\/p>\n<p>Segundo apurou o Broadcast (sistema de not\u00edcias em tempo real do Grupo Estado), os secret\u00e1rios estaduais de Fazenda manifestaram preocupa\u00e7\u00e3o em reuni\u00e3o recente com integrantes da equipe econ\u00f4mica e sinalizaram apoio a uma retomada da agenda de reformas estruturais para tentar contornar os problemas que vir\u00e3o mais \u00e0 frente.<\/p>\n<p>As prioridades s\u00e3o as reformas tribut\u00e1ria, para simplificar o ICMS e acabar com a chamada &#8216;guerra fiscal&#8217; entre os estados, e a administrativa, para atacar o gasto com funcionalismo.<\/p>\n<p>Para o economista Guilherme Tinoco, especialista em finan\u00e7as p\u00fablicas, o problema dos estados ainda n\u00e3o est\u00e1 resolvido. Ele lembra que governos como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais j\u00e1 haviam obtido liminares na Justi\u00e7a para suspender pagamentos da d\u00edvida. Por isso, o socorro tem um impacto menor para eles neste momento, pois parte do al\u00edvio poss\u00edvel j\u00e1 havia sido antecipada.<\/p>\n<p>O economista Raul Velloso afirma que muitos estados j\u00e1 estavam virtualmente quebrados antes da pandemia. &#8220;O passado est\u00e1 a\u00ed, e est\u00e1 se criando um novo ac\u00famulo de problemas.&#8221;&nbsp;<\/p>\n<p>Socorro equivale a 40% da perda com receita<\/p>\n<p>O repasse direto de R$ 60 bilh\u00f5es para os cofres estaduais e municipais, cuja parcela foi paga semana passada, deve representar entre 30% e 40% do que ser\u00e1 perdido pelos estados em arrecada\u00e7\u00e3o neste ano como consequ\u00eancia da crise provocada pela pandemia, segundo c\u00e1lculos da&nbsp;Secretaria da Fazenda do estado de S\u00e3o Paulo. Secret\u00e1rios de Fazenda estaduais dizem que v\u00e3o precisar de uma ajuda adicional caso as medidas de ajuste n\u00e3o deem certo ou a economia demore mais tempo para retomar.<\/p>\n<p>O Rio recebeu R$ 500 milh\u00f5es, a primeira parcela de R$ 2,5 bilh\u00f5es, mas a perda de arrecada\u00e7\u00e3o no Estado, segundo o secret\u00e1rio de Fazenda Guilherme Merc\u00eas, deve ficar em torno de R$ 10 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>&#8220;Se a economia n\u00e3o se recuperar, todos os estados e munic\u00edpios depender\u00e3o de ajuda da Uni\u00e3o, que \u00e9 a \u00fanica capaz de emitir d\u00edvida. Todos, no Brasil inteiro, estamos esperando uma recupera\u00e7\u00e3o da atividade. Evidentemente, caso ela n\u00e3o ocorra, o governo federal, como l\u00edder da federa\u00e7\u00e3o, tem o papel de ajudar estados e munic\u00edpios&#8221;, disse Merc\u00eas.<\/p>\n<p>Mesmo contando com o apoio federal, a programa\u00e7\u00e3o financeira do Estado s\u00f3 oferece seguran\u00e7a para pagar a folha de sal\u00e1rios de agosto, a ser quitada em setembro. O buraco de caixa estimado para este ano \u00e9 de R$ 6,4 bilh\u00f5es, estimou Merc\u00eas.<\/p>\n<p>No Rio Grande do Sul, o repasse total ser\u00e1 de R$ 2,2 bilh\u00f5es. Desde o in\u00edcio da pandemia, o Estado j\u00e1 perdeu R$ 1,7 bilh\u00e3o. A estimativa \u00e9 que outros R$ 700 milh\u00f5es deixem de ser arrecadados em junho, ou seja, a perda dever\u00e1 ultrapassar o aux\u00edlio em R$ 200 milh\u00f5es j\u00e1 no fim deste m\u00eas.<\/p>\n<p>Por nota, a Secretaria da Fazenda do Estado informou que os recursos repassados pela Uni\u00e3o &#8220;s\u00e3o importantes para a manuten\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os essenciais \u00e0 popula\u00e7\u00e3o ou no pagamento de despesas essenciais como a folha dos servidores p\u00fablicos, mas ficaram deslocados no tempo e n\u00e3o cobrem a totalidade das perdas&#8221;.<\/p>\n<p>A primeira parcela da ajuda, no entanto, garantiu que o governo de Eduardo Leite (PSDB) pudesse quitar o sal\u00e1rio dos servidores do Executivo de abril, que estava atrasado havia 40 dias. Ainda segundo a Secretaria da Fazenda, o pagamento da folha de maio est\u00e1 vinculada ao recebimento da segunda parcela do aux\u00edlio, prevista para 13 de julho.<\/p>\n<p>Situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica<\/p>\n<p>Em situa\u00e7\u00e3o fiscal cr\u00edtica antes mesmo da pandemia, Minas Gerais tamb\u00e9m planeja usar os recursos repassados pelo governo federal para pagar servidores. A Secretaria da Fazenda mineira, por\u00e9m, destacou que os valores recebidos &#8220;n\u00e3o necessariamente&#8221; ser\u00e3o suficientes para quitar a folha dos pr\u00f3ximos meses.<\/p>\n<p>A folha l\u00edquida de pagamento de Minas chega a R$ 2,8 bilh\u00f5es e o Estado receber\u00e1 um total de R$ 3,4 bilh\u00f5es da Uni\u00e3o. At\u00e9 agora, a arrecada\u00e7\u00e3o mineira caiu cerca de 20% em rela\u00e7\u00e3o ao que era esperado para o per\u00edodo.<\/p>\n<p>At\u00e9 em S\u00e3o Paulo, onde n\u00e3o h\u00e1 problema com o pagamento dos servidores, o montante \u00e9 considerado insuficiente. A ajuda federal para o Estado ser\u00e1 de R$ 7,7 bilh\u00f5es, enquanto a perda de arrecada\u00e7\u00e3o neste ano est\u00e1 estimada entre R$ 19 bilh\u00f5es e R$ 20 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>&#8220;As contas s\u00f3 v\u00e3o ficar equilibradas por causa da suspens\u00e3o do pagamento da d\u00edvida com a Uni\u00e3o e com os bancos oficiais. O problema \u00e9 que esses c\u00e1lculos s\u00e3o feitos com base em estimativa de queda de arrecada\u00e7\u00e3o. A queda real pode ser maior&#8221;, diz o secret\u00e1rio da Fazenda de S\u00e3o Paulo, Henrique Meirelles. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal O Estado de S. Paulo.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: CNN com Estad\u00e3o Conte\u00fado &#8211; dispon\u00edvel na interne 15\/06\/2020<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar de um socorro bilion\u00e1rio do governo federal, os Estados devem sair da crise ainda mais endividados do que j\u00e1 estavam antes da pandemia do novo coronav\u00edrus.&nbsp; &nbsp; Ao mesmo tempo, o ritmo da recupera\u00e7\u00e3o ainda incerto coloca d\u00favidas sobre o momento em que a arrecada\u00e7\u00e3o voltar\u00e1 ao patamar pr\u00e9-crise.&nbsp; &nbsp; A combina\u00e7\u00e3o desses fatores [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":49230,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[135],"tags":[],"class_list":{"0":"post-49234","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-clipping"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/brasil-quebrado.jpg?fit=330%2C220&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49234","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=49234"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49234\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media\/49230"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=49234"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=49234"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=49234"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}