{"id":53878,"date":"2020-10-15T04:00:19","date_gmt":"2020-10-15T07:00:19","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=53878"},"modified":"2020-10-15T05:04:18","modified_gmt":"2020-10-15T08:04:18","slug":"tcu-decide-arquivar-questionamento-sobre-promocoes-de-auditores-do-tribunal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2020\/10\/15\/tcu-decide-arquivar-questionamento-sobre-promocoes-de-auditores-do-tribunal\/","title":{"rendered":"TCU decide arquivar questionamento sobre promo\u00e7\u00f5es de auditores do tribunal"},"content":{"rendered":"<header class=\"entry-header\"><\/header>\n<div class=\"entry-content mgt-xlarge\">\n<p>O Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU) considerou improcedente a representa\u00e7\u00e3o questionando a progress\u00e3o funcional de servidores do \u00f3rg\u00e3o e determinou seu arquivamento.<\/p>\n<p>A representa\u00e7\u00e3o protocolada pelo procurador Lucas Furtado foi julgada improcedente, por unanimidade, conforme o acord\u00e3o n\u00ba 2683\/2020. Os ministros do TCU concordaram em determinar o seu arquivamento da a\u00e7\u00e3o, \u201d dando ci\u00eancia deste&nbsp;ac\u00f3rd\u00e3o \u00e0 representante e ao \u00f3rg\u00e3o, de acordo com os pareceres emitidos nos autos\u201d.<\/p>\n<p>Para a presidente Lucieni Pereira, presidente da Associa\u00e7\u00e3o da Auditoria de Controle Externo do TCU (Aud-TCU), a decis\u00e3o foi uma vit\u00f3ria para a entidade, que, juntamente com a Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Auditores de Controle Externo dos Tribunais de Contas do Brasil (ANTC) e a Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Servidores P\u00fablicos (CNSP),&nbsp; encaminharam ao ministro relator, Benjamin Zymler, um documento argumentando que o processo era improcedente. Segundo ela, conforme o&nbsp;relat\u00f3rio de contesta\u00e7\u00e3o, a promo\u00e7\u00e3o e a progress\u00e3o funcional dos funcion\u00e1rios do TCU n\u00e3o se enquadram na&nbsp;restri\u00e7\u00f5es previstas na Lei Complementar 173\/2020.<\/p>\n<p>\u201cA progress\u00e3o poderia ter sido retirada da lei complementar pelo Congresso, proibindo n\u00e3o apenas os reajustes, mas isso n\u00e3o aconteceu por press\u00e3o dos militares\u201d, lamentou Lucieni.&nbsp;Na avalia\u00e7\u00e3o da auditora, o maior erro foi cometido pelo presidente Jair Bolsonaro, quando ele autorizou os reajustes dos policiais do Distrito Federal, no fim de maio.&nbsp;\u201cEssa medida \u00e9 que est\u00e1 errada e precisa ser questionada porque vai na contram\u00e3o da Lei de Responsabilidade Fiscal\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>O estado de calamidade p\u00fablica foi reconhecido pelo Decreto Legislativo 6\/2020, em 20\/3\/2020, sendo que a progress\u00e3o e a promo\u00e7\u00e3o funcional dos servidores p\u00fablicos do TCU foram autorizadas h\u00e1 19 anos, conforme art. 14 da Lei 10.356\/2001.<\/p>\n<p>A decis\u00e3o do plen\u00e1rio do TCU, entretanto, pode ser reexaminada, no prazo de 15 dias da publica\u00e7\u00e3o, que ocorreu em 7 de outubro, de acordo com a promotoria do tribunal.<\/p>\n<p>No \u00faltimo dia 25, o&nbsp;Blog&nbsp;noticiou que o TCU promoveu&nbsp;quase 40 servidores&nbsp; conforme um portaria publicada no in\u00edcio de setembro logo ap\u00f3s a&nbsp;repercuss\u00e3o negativa&nbsp;de um reajuste de mais de 600 funcion\u00e1rios da Advocacia-Geral da Uni\u00e3o (AGU).<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Rosana Hessel\/Blog do Vicente &#8211; dispon\u00edvel na internet 15\/10\/2020<\/strong><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU) considerou improcedente a representa\u00e7\u00e3o questionando a progress\u00e3o funcional de servidores do \u00f3rg\u00e3o e determinou seu arquivamento. 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