{"id":54383,"date":"2022-10-04T04:00:52","date_gmt":"2022-10-04T07:00:52","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=54383"},"modified":"2022-10-03T09:22:22","modified_gmt":"2022-10-03T12:22:22","slug":"outubro-rosa-as-15-perguntas-sobre-cancer-de-mama-mais-buscadas-pelos-brasileiros-durante-pandemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2022\/10\/04\/outubro-rosa-as-15-perguntas-sobre-cancer-de-mama-mais-buscadas-pelos-brasileiros-durante-pandemia\/","title":{"rendered":"De Bem com a Vida: Outubro Rosa, 15 perguntas sobre C\u00e2ncer de Mama"},"content":{"rendered":"<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 dXcPmb\" dir=\"ltr\">\n<figure class=\"Figure-sc-6a3dhy-0 gJUCFc\">\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 cMJFwl\" dir=\"ltr\">\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 dsnOxB\" dir=\"ltr\"><b>Criada nos Estados Unidos em 1990, a campanha Outubro Rosa \u00e9 um dos projetos de conscientiza\u00e7\u00e3o em sa\u00fade mais bem-sucedidos do mundo.<\/b><\/div>\n<\/div>\n<\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\"><span style=\"color: #111111; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 27px;\">1. O que \u00e9 c\u00e2ncer de mama?<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">Falamos aqui do tipo de tumor mais frequente no p\u00fablico feminino. &#8220;Ele tem uma incid\u00eancia que gira ao redor de 12 a 13% da popula\u00e7\u00e3o de nosso pa\u00eds&#8221;, calcula o m\u00e9dico Vilmar Marques de Oliveira, presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">De acordo com os dados do Instituto Nacional de C\u00e2ncer (Inca), todos os anos s\u00e3o diagnosticados 66 mil novos casos da doen\u00e7a. Nesse per\u00edodo de 12 meses, cerca de 17 mil mulheres morrem em decorr\u00eancia do c\u00e2ncer de mama no Brasil.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<h2 id=\"2-Como-prevenir-o-c\u00e2ncer-de-mama\" class=\"SubHeading-sc-1kh1qhu-1 nSlOl\" tabindex=\"-1\">2. Como prevenir o c\u00e2ncer de mama?<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">Todo c\u00e2ncer est\u00e1 relacionado a uma falha gen\u00e9tica numa c\u00e9lula, que passa a criar novas c\u00f3pias de si mesmo de maneira desenfreada. Conforme esse tumor cresce, ele passa a afetar alguma parte do corpo e pode se espalhar para outros \u00f3rg\u00e3os e tecidos, em um processo conhecido como met\u00e1stase.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">De forma geral, adotar uma vida saud\u00e1vel \u00e9 o primeiro passo para prevenir um tumor nas mamas. Fazer exerc\u00edcio f\u00edsico, ter uma dieta variada e equilibrada, evitar o ganho de peso, n\u00e3o fumar e n\u00e3o exagerar no consumo de bebidas alco\u00f3licas s\u00e3o medidas cientificamente comprovadas que ajudam a diminuir a probabilidade de desenvolver esse c\u00e2ncer.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">Mesmo com todas essas medidas, o tumor pode aparecer. Existem fatores de risco sobre os quais n\u00e3o temos controle. Os dois principais s\u00e3o a gen\u00e9tica (algumas pessoas carregam genes que predisp\u00f5em o aparecimento da doen\u00e7a) e a idade (a enfermidade fica mais frequente conforme envelhecemos).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">Outra forma importante de preven\u00e7\u00e3o (ou detec\u00e7\u00e3o precoce) s\u00e3o os exames de rotina. Mas falaremos mais sobre eles adiante.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<h2 id=\"3-Como-\u00e9-a-cirurgia-de-c\u00e2ncer-de-mama\" class=\"SubHeading-sc-1kh1qhu-1 nSlOl\" tabindex=\"-1\">3. Como \u00e9 a cirurgia de c\u00e2ncer de mama?<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">A cirurgia \u00e9 uma das formas de tratamento mais utilizadas para esse tumor. Mas antes de partir para o bisturi, \u00e9 preciso passar pelo diagn\u00f3stico correto e receber as orienta\u00e7\u00f5es de um especialista no assunto.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">O tipo de c\u00e2ncer de mama vai influenciar na modalidade terap\u00eautica que ser\u00e1 escolhida. &#8220;Geralmente, esses procedimentos operat\u00f3rios envolvem interven\u00e7\u00f5es no tecido mam\u00e1rio e tamb\u00e9m nas axilas&#8221;, conta Fabiana Makdissi, head de mastologia do A.C.Camargo Cancer Center, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">A boa not\u00edcia \u00e9 que as cirurgias para c\u00e2ncer de mama se tornam cada vez mais simples e espec\u00edficas. Al\u00e9m disso, os m\u00e9dicos conseguem aliar essa op\u00e7\u00e3o com outras modalidades, como a quimioterapia e a hormonioterapia. &#8220;A ideia \u00e9 tratar o c\u00e2ncer e garantir a qualidade de vida da paciente&#8221;, completa Makdissi.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<h2 id=\"4-Como-surge-o-c\u00e2ncer-de-mama\" class=\"SubHeading-sc-1kh1qhu-1 nSlOl\" tabindex=\"-1\">4. Como surge o c\u00e2ncer de mama?<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">Nossas c\u00e9lulas se multiplicam o tempo todo. As novas c\u00f3pias costumam sair bem parecidas \u00e0 vers\u00e3o original. S\u00f3 que esse processo, por uma s\u00e9rie de raz\u00f5es (gen\u00e9tica, idade, radia\u00e7\u00e3o, cigarro\u2026), pode sofrer com alguns defeitos. Quando isso acontece, a unidade apresenta falhas no DNA que podem ocasionar aquela replica\u00e7\u00e3o desenfreada que mencionamos acima.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">O pr\u00f3prio organismo possui sistemas para detectar essas c\u00f3pias defeituosas e elimin\u00e1-las antes que elas virem um problema mais s\u00e9rio. \u00c0s vezes, o tumor consegue escapar desse controle de qualidade e cresce sem chamar a aten\u00e7\u00e3o. O que era uma c\u00e9lula vira duas, quatro, oito\u2026 Aos poucos, elas formam um caro\u00e7o e passam a prejudicar a sa\u00fade.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<h2 id=\"5-Como-\u00e9-feito-o-diagn\u00f3stico-do-c\u00e2ncer-de-mama\" class=\"SubHeading-sc-1kh1qhu-1 nSlOl\" tabindex=\"-1\">5. Como \u00e9 feito o diagn\u00f3stico do c\u00e2ncer de mama?<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">Isso depende de um trip\u00e9 de exames. Tudo come\u00e7a com a suspeita e a an\u00e1lise no consult\u00f3rio. Em paralelo, \u00e9 importante fazer a mamografia, um exame de imagem que detecta os n\u00f3dulos, mesmo os pequenos, que n\u00e3o s\u00e3o palp\u00e1veis.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">Se houver ind\u00edcios de algo mais grave, a paciente \u00e9 encaminhada para uma bi\u00f3psia. Nesse procedimento, o especialista tira um pedacinho do caro\u00e7o e manda para an\u00e1lise. No laborat\u00f3rio, os patologistas conseguem analisar as c\u00e9lulas com a ajuda de microsc\u00f3pios e outros equipamentos para determinar se aquela suspeita \u00e9 mesmo um c\u00e2ncer de mama.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<h2 id=\"6-Como-\u00e9-feito-o-exame-de-mamografia\" class=\"SubHeading-sc-1kh1qhu-1 nSlOl\" tabindex=\"-1\">6. Como \u00e9 feito o exame de mamografia?<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">&#8220;Esse exame nada mais \u00e9 do que uma radiografia das mamas&#8221;, esclarece Marques. O tecido mam\u00e1rio \u00e9 colocado numa m\u00e1quina e achatado, para que os raios-X consigam atravess\u00e1-lo e permitam fazer aquelas imagens em preto e branco.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">Os m\u00e9dicos geralmente pedem que suas pacientes fa\u00e7am quatro incid\u00eancias (ou quatro &#8220;fotografias&#8221; com \u00e2ngulos diferentes): duas de cima para baixo e duas na posi\u00e7\u00e3o lateral.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<h2 id=\"7-Como-interpretar-o-exame-de-mamografia\" class=\"SubHeading-sc-1kh1qhu-1 nSlOl\" tabindex=\"-1\">7. Como interpretar o exame de mamografia?<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">Antes de mais nada, \u00e9 importante que o resultado seja lido e avaliado com a ajuda de um m\u00e9dico especialista no assunto \u2014 muitas vezes, ca\u00edmos na tenta\u00e7\u00e3o de abrir o envelope antes e acabamos tensos e preocupados com aquele monte de informa\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">A mamografia obedece uma classifica\u00e7\u00e3o internacional chamada Bi-Rads, que tem uma classifica\u00e7\u00e3o que vai de zero a cinco. &#8220;Cada n\u00famero indica a recomenda\u00e7\u00e3o do radiologista sobre o que aquela imagem pode significar&#8221;, esclarece Makdissi.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">Nesse sistema, h\u00e1 desde sugest\u00f5es de que o n\u00f3dulo \u00e9 benigno e necessita apenas ser acompanhado, at\u00e9 as suspeitas de malignidade, que v\u00e3o exigir novas investiga\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<h2 id=\"8-Quando-fazer-a-mamografia\" class=\"SubHeading-sc-1kh1qhu-1 nSlOl\" tabindex=\"-1\">8. Quando fazer a mamografia?<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">Segundo as diretrizes da Sociedade Brasileira de Mastologia, esse exame deve ser feito uma vez ao ano por todas as mulheres com mais de 40 anos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">A partir da s\u00e9tima d\u00e9cada de vida, essa periodicidade pode variar de acordo com o caso. Mas \u00e9 importante sempre seguir as orienta\u00e7\u00f5es do m\u00e9dico que faz o acompanhamento.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<h2 id=\"9-O-que-s\u00e3o-achados-mamogr\u00e1ficos-benignos\" class=\"SubHeading-sc-1kh1qhu-1 nSlOl\" tabindex=\"-1\">9. O que s\u00e3o &#8220;achados mamogr\u00e1ficos benignos&#8221;?<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">Esse \u00e9 um termo que costuma aparecer nos resultados da mamografia. &#8220;Os achados mamogr\u00e1ficos benignos s\u00e3o aqueles em que a imagem mostra n\u00e3o existir risco de c\u00e2ncer de mama&#8221;, conta Marques.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<h2 id=\"10-O-que-\u00e9-diagnosticado-na-mamografia\" class=\"SubHeading-sc-1kh1qhu-1 nSlOl\" tabindex=\"-1\">10. O que \u00e9 diagnosticado na mamografia?<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">A mamografia n\u00e3o faz diagn\u00f3stico nenhum. Ela apenas detecta a exist\u00eancia de n\u00f3dulos na mama, que podem ser benignos ou malignos. Nos casos em que h\u00e1 suspeita, somente a bi\u00f3psia vai bater o martelo e definir se o n\u00f3dulo \u00e9 mesmo um c\u00e2ncer ou n\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<h2 id=\"11-O-que-\u00e9-o-autoexame-da-mama\" class=\"SubHeading-sc-1kh1qhu-1 nSlOl\" tabindex=\"-1\">11. O que \u00e9 o autoexame da mama?<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">&#8220;O autoexame \u00e9 o conhecimento que toda mulher deve ter sobre seu pr\u00f3prio corpo. Se percebemos qualquer modifica\u00e7\u00e3o nas mamas, como o aparecimento de um caro\u00e7o, \u00e9 importante procurar o m\u00e9dico&#8221;, esclarece Makdissi.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<h2 id=\"12-Como-fazer-o-autoexame-da-mama\" class=\"SubHeading-sc-1kh1qhu-1 nSlOl\" tabindex=\"-1\">12. Como fazer o autoexame da mama?<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">N\u00e3o existe uma recomenda\u00e7\u00e3o formal sobre como realizar esse tipo de procedimento. &#8220;A mulher pode iniciar com a palpa\u00e7\u00e3o de toda a estrutura. Vale tamb\u00e9m levantar e abaixar os bra\u00e7os na frente do espelho, para ver se os seios apresentam retra\u00e7\u00f5es ou algum tipo de deforma\u00e7\u00e3o at\u00edpica&#8221;, detalha Marques.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<h2 id=\"13-Quando-fazer-o-autoexame-da-mama\" class=\"SubHeading-sc-1kh1qhu-1 nSlOl\" tabindex=\"-1\">13. Quando fazer o autoexame da mama?<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">Antigamente, os profissionais de sa\u00fade sugeriam que toda mulher fizesse o autoexame uma vez ao m\u00eas, sempre no per\u00edodo p\u00f3s-menstrual (durante a menstrua\u00e7\u00e3o, as mamas ficam mais inchadas, o que dificultaria a identifica\u00e7\u00e3o de caro\u00e7os).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">Mas, hoje em dia, a estrat\u00e9gia est\u00e1 mais voltada ao autoconhecimento. &#8220;A quest\u00e3o \u00e9 entender o pr\u00f3prio corpo e identificar os sinais que possam estar diferente do habitual&#8221;, diz Makdissi.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<h2 id=\"14-Como-identificar-um-caro\u00e7o-na-mama\" class=\"SubHeading-sc-1kh1qhu-1 nSlOl\" tabindex=\"-1\">14. Como identificar um caro\u00e7o na mama?<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">O caro\u00e7o pode ter o tamanho e a textura de uma bola de gude ou de uma noz. Ele costuma possuir tamanhos irregulares. Se voc\u00ea notar algo diferente, \u00e9 importante buscar a orienta\u00e7\u00e3o de um profissional de sa\u00fade sobre o que fazer com esse achado.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<h2 id=\"15-O-que-\u00e9-um-n\u00f3dulo-na-mama-\" class=\"SubHeading-sc-1kh1qhu-1 nSlOl\" tabindex=\"-1\">15. O que \u00e9 um n\u00f3dulo na mama?<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"GridComponent-nf79gm-0 gBXDzy\" dir=\"ltr\">\n<p class=\"Paragraph-k859h4-0 gvYoJ\">&#8220;\u00c9 uma bolinha, uma estrutura com come\u00e7o, meio e fim que precisa ser investigada&#8221;, resume Makdissi. N\u00f3dulo n\u00e3o quer dizer que h\u00e1 um c\u00e2ncer ali. O diagn\u00f3stico sempre vai depender do exame feito no consult\u00f3rio, da mamografia e da bi\u00f3psia.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: BBC News Brasil &#8211; @ dispon\u00edvel na internet 04\/10\/2022<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_35695\" aria-describedby=\"caption-attachment-35695\" style=\"width: 365px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-35695 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/autoexame_cancer_de_mama.png?resize=365%2C192\" alt=\"\" width=\"365\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/autoexame_cancer_de_mama.png?w=365&amp;ssl=1 365w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/autoexame_cancer_de_mama.png?resize=300%2C158&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 365px) 100vw, 365px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-35695\" class=\"wp-caption-text\">Autoexame da mama n\u00e3o substitui exame cl\u00ednico &#8211;&nbsp;Divulga\u00e7\u00e3o\/Sociedade Brasileira de Mastologia<\/figcaption><\/figure>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-6549 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/12-sintomas-do-c%C3%A2ncer-de-mama.png?resize=696%2C428\" alt=\"\" width=\"696\" height=\"428\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/12-sintomas-do-c%C3%A2ncer-de-mama.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/12-sintomas-do-c%C3%A2ncer-de-mama.png?resize=300%2C185&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/12-sintomas-do-c%C3%A2ncer-de-mama.png?resize=768%2C472&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/12-sintomas-do-c%C3%A2ncer-de-mama.png?resize=696%2C428&amp;ssl=1 696w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/12-sintomas-do-c%C3%A2ncer-de-mama.png?resize=683%2C420&amp;ssl=1 683w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/12-sintomas-do-c%C3%A2ncer-de-mama.png?resize=356%2C220&amp;ssl=1 356w\" sizes=\"auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px\" \/><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Criada nos Estados Unidos em 1990, a campanha Outubro Rosa \u00e9 um dos projetos de conscientiza\u00e7\u00e3o em sa\u00fade mais bem-sucedidos do mundo. 1. O que \u00e9 c\u00e2ncer de mama? Falamos aqui do tipo de tumor mais frequente no p\u00fablico feminino. &#8220;Ele tem uma incid\u00eancia que gira ao redor de 12 a 13% da popula\u00e7\u00e3o de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":54384,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[133],"tags":[],"class_list":{"0":"post-54383","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/outubro-rosa.jpg?fit=800%2C450&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54383","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=54383"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54383\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":73850,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54383\/revisions\/73850"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media\/54384"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=54383"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=54383"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=54383"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}