{"id":54670,"date":"2020-11-03T03:30:30","date_gmt":"2020-11-03T06:30:30","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=54670"},"modified":"2020-11-03T06:08:21","modified_gmt":"2020-11-03T09:08:21","slug":"desafio-brasileiro-ainda-e-ligar-preservacao-do-meio-ambiente-a-rotina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2020\/11\/03\/desafio-brasileiro-ainda-e-ligar-preservacao-do-meio-ambiente-a-rotina\/","title":{"rendered":"Desafio brasileiro ainda \u00e9 ligar preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente \u00e0 rotina"},"content":{"rendered":"<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12\">\n<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12 col-sm-offset-1 col-sm-11\">\n<article class=\"n--noticia__header \">\n<h5 class=\"n--noticia__subtitle\">Brasileiros n\u00e3o notam problemas como polui\u00e7\u00e3o do ar e de rios, mas est\u00e3o conscientes sobre preservar a Amaz\u00f4nia, mostra estudo<\/h5>\n<\/article>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12 main-news\">\n<div id=\"pw-P_1.3498179\" class=\"pw-container\" data-acesso=\"0\" data-coluna=\"\" data-categoria=\"\">\n<div id=\"sw-P_1.3498179\" class=\"pw-container\">\n<div class=\"row n--noticia__body\">\n<section class=\"col-xs-12 col-sm-offset-1 col-sm-11\">\n<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12 col-content col-center\">\n<div class=\"box area-select\">\n<div class=\"n--noticia__content content\">\n<p>O brasileiro tem consci\u00eancia da necessidade de preservar as florestas. Por outro lado, ainda sente dificuldade de perceber problemas ligados ao meio ambiente em seu cotidiano, como a&nbsp;polui\u00e7\u00e3o do ar, dos rios e dos c\u00f3rregos, al\u00e9m da falta de saneamento. A conclus\u00e3o \u00e9 de pesquisa que acaba de ser realizada pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI).&nbsp;<\/p>\n<p>Em n\u00fameros, 99% dos brasileiros acreditam que a&nbsp;Floresta Amaz\u00f4nica tem grande valor para o Pa\u00eds e 94% dizem que sua preserva\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental para a sa\u00fade do meio ambiente no mundo. Somente 50% dos entrevistados, no entanto, se veem afetados diretamente pelos problemas ambientais.<\/p>\n<p>\u201cO que repercute mais como not\u00edcia: a queimada na Amaz\u00f4nia ou a falta de esgoto tratado nas cidades brasileiras? Fazer esse debate \u00e9 fundamental para a gente levar informa\u00e7\u00e3o de qualidade, para trazer reflex\u00e3o do que est\u00e1 acontecendo, trazer uma agenda positiva do que afeta as pessoas de fato no dia a dia\u201d, afirmou Marcelo Thom\u00e9, presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de Rond\u00f4nia (Fiero).&nbsp;<\/p>\n<p>O estudo, encomendado ao Instituto FSB de Pesquisa, ouviu 2 mil pessoas entre os dias 16 e 27 de outubro. Entre os que se sentem atingidos, os principais problemas apontados foram: mudan\u00e7as clim\u00e1ticas\/aquecimento global (20%), queimadas (20%), polui\u00e7\u00e3o das \u00e1guas (18%), lixo (14%) e desmatamento (11%).<\/p>\n<p>Os resultados foram apresentados de tr\u00eas maneiras: uma porcentagem com o total de brasileiros, outra separando somente quem vive na regi\u00e3o denominada Amaz\u00f4nia Legal (regi\u00e3o Norte, Mato Grosso e parte do Maranh\u00e3o) e outra com a exce\u00e7\u00e3o desses Estados. Os resultado s\u00e3o semelhantes.<\/p>\n<p>Entre as diferen\u00e7as, 54% da popula\u00e7\u00e3o que vive na Amaz\u00f4nia Legal v\u00ea as queimadas e os inc\u00eandios florestais como as principais amea\u00e7as ao meio ambiente. Esse porcentual cai para 47% entre as pessoas que vivem em outros Estados.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 importante considerar a opini\u00e3o de quem vive dentro da Amaz\u00f4nia. Porque, at\u00e9 ent\u00e3o, o comum \u00e9 receber a solu\u00e7\u00e3o e a cr\u00edtica vindas de fora\u201d, diz Thom\u00e9. \u201cOuvir quem vive ali e construir a solu\u00e7\u00e3o em conjunto dar\u00e1 legitimidade a um modelo de desenvolvimento sustent\u00e1vel que dialogue com o bioma amaz\u00f4nico e coloque os 23 milh\u00f5es de amaz\u00f4nidas como ponto central desse processo.\u201d<\/p>\n<p>Thom\u00e9, que h\u00e1 mais de 20 anos vive em&nbsp;Rond\u00f4nia, destacou tamb\u00e9m o dado de que 95% dos brasileiros acreditam que \u00e9 poss\u00edvel proteger e desenvolver a Amaz\u00f4nia ao mesmo tempo. \u201cPara que a gente possa monetizar o valor da floresta em p\u00e9, a gente precisa pesquisar\u201d, explica o presidente da Fiero. \u201cPor meio de processos inovadores, a gente vai poder identificar o potencial econ\u00f4mica de cada um dos segmentos, desses ditos potenciais da bioeconomia e da biotecnologia, para poder identificar \u00e1reas industriais que mere\u00e7am investimentos e criar uma nova ind\u00fastria que dialogue com a Amaz\u00f4nia.\u201d<\/p>\n<p>O estudo ainda mostrou que oito em cada dez brasileiros acreditam que o Pa\u00eds \u00e9 capaz de explorar a floresta de modo inteligente, preservando recursos naturais. E 93% afirmam que preservar a Amaz\u00f4nia \u00e9 fundamental para a economia brasileira.<\/p>\n<p>A pesquisa faz parte dos preparativos para o F\u00f3rum Mundial Amaz\u00f4nia+21, que come\u00e7a amanh\u00e3 e vai at\u00e9 a sexta-feira. O evento &#8211; online e gratuito &#8211; vai reunir especialistas, empres\u00e1rios e gestores p\u00fablicos para debater o desenvolvimento sustent\u00e1vel da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">Para lembrar &#8211; Queimadas batem recorde<\/h3>\n<p>Faltando pouco para o ano terminar, dois dos biomas mais importantes do Brasil j\u00e1&nbsp;registram recordes de queimadas. No&nbsp;Pantanal, este j\u00e1 \u00e9 o pior ano desde que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) come\u00e7ou a registrar os focos de fogo, em 1998. J\u00e1 na Amaz\u00f4nia as ocorr\u00eancias at\u00e9 outubro superam o total de 2019.&nbsp;<\/p>\n<p>O Pantanal teve 2.856 focos de inc\u00eandio em outubro, o maior n\u00famero j\u00e1 registrado para o m\u00eas. Tamb\u00e9m \u00e9 recorde o total de queimadas no ano: 21.115 ocorr\u00eancias. Uma \u00e1rea de 4,2 milh\u00f5es de hectares (28% do bioma) foi queimada no Pantanal. Na Amaz\u00f4nia, foram 17.326 focos em outubro, queda em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior (32.017). De janeiro a outubro, foram 93.356 focos, superando o total de 2019, de 89.176.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Jo\u00e3o Prata, O Estado de S.Paulo &#8211; dispon\u00edvel na internet 03\/11\/2020<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Brasileiros n\u00e3o notam problemas como polui\u00e7\u00e3o do ar e de rios, mas est\u00e3o conscientes sobre preservar a Amaz\u00f4nia, mostra estudo O brasileiro tem consci\u00eancia da necessidade de preservar as florestas. Por outro lado, ainda sente dificuldade de perceber problemas ligados ao meio ambiente em seu cotidiano, como a&nbsp;polui\u00e7\u00e3o do ar, dos rios e dos c\u00f3rregos, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":54671,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[135],"tags":[],"class_list":{"0":"post-54670","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-clipping"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/amazonia-scaled.jpg?fit=800%2C533&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54670","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=54670"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54670\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media\/54671"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=54670"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=54670"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=54670"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}