{"id":54761,"date":"2020-11-06T02:13:53","date_gmt":"2020-11-06T05:13:53","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=54761"},"modified":"2020-11-06T04:32:06","modified_gmt":"2020-11-06T07:32:06","slug":"cinco-anos-depois-a-tragedia-continua-dizem-atingidos-por-desastre-de-mariana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2020\/11\/06\/cinco-anos-depois-a-tragedia-continua-dizem-atingidos-por-desastre-de-mariana\/","title":{"rendered":"&#8220;Cinco anos depois, a trag\u00e9dia continua&#8221;, dizem atingidos por desastre de Mariana"},"content":{"rendered":"<p class=\"intro\">Reassentamentos de desabrigados por onda de rejeitos de mineradoras na maior trag\u00e9dia socioambiental da hist\u00f3ria do Brasil ainda n\u00e3o foram conclu\u00eddos, e andamento da restaura\u00e7\u00e3o ambiental \u00e9 questionada por autoridades.&nbsp; &nbsp;<span dir=\"ltr\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<div class=\"group\">\n<div class=\"longText\">\n<p>Depois de uma longa pausa provocada pela pandemia do novo&nbsp;coronav\u00edrus, um grupo de ex-moradores do antigo distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, visita o que deve se tornar seu&nbsp;novo lar. A localidade&nbsp;foi a&nbsp;mais atingida pelos rejeitos da barragem de Fund\u00e3o, das mineradoras Samarco, Vale e BHP, que rompeu em 5 de novembro de 2015 e iniciou a maior trag\u00e9dia socioambiental da hist\u00f3ria do pa\u00eds.<\/p>\n<p>\u00c9 uma manh\u00e3 chuvosa de s\u00e1bado, \u00e0s v\u00e9speras do quinto anivers\u00e1rio do desastre. A comiss\u00e3o de atingidos, representada por cinco membros nesta vistoria, \u00e9 recebida por uma equipe da Funda\u00e7\u00e3o Renova, constitu\u00edda pelas mineradoras para reparar os estragos provocados. A equipe da DW Brasil pediu com anteced\u00eancia permiss\u00e3o, mas n\u00e3o foi autorizada a acompanhar os futuros moradores durante a visita \u00e0s obras.<\/p>\n<p>Na portaria do reassentamento em constru\u00e7\u00e3o, Jos\u00e9 do Nascimento de Jesus, da comiss\u00e3o, reclama da demora. &#8220;A Renova foi criada pra sanar todos os danos do rompimento da barragem e at\u00e9 hoje ela n\u00e3o sanou nada. Sabe o que \u00e9 nada? Nada&#8221;, declara \u00e0 reportagem.<\/p>\n<p>Das 235 casas previstas, apenas duas est\u00e3o prontas. Da portaria, \u00e9 poss\u00edvel avistar as estruturas da futura escola e da unidade de sa\u00fade. &#8220;Isso \u00e9 um absurdo. Voc\u00ea v\u00ea que o andamento \u00e9 uma lentid\u00e3o que n\u00e3o tem tamanho&#8221;, critica Jesus.<\/p>\n<p>Aos 75 anos, seu Zezinho, como \u00e9 conhecido, diz que muitos moradores do antigo distrito na idade dele n\u00e3o t\u00eam mais expectativa de morar no novo Bento Rodrigues. &#8220;O que aconteceu o mundo inteiro j\u00e1 sabe. \u00c9 um crime escandaloso da&nbsp;Vale, Samarco e BHP. E hoje \u00e9 essa burocracia que voc\u00ea tem. Isso aqui pra n\u00f3s j\u00e1 era pra estar adiantado. Eles n\u00e3o est\u00e3o pensando nos atingidos&#8221;, diz.&nbsp;<\/p>\n<p>Enquanto isso, a Samarco se prepara para voltar \u00e0s atividades em Mariana no fim do ano. A Vale, que det\u00e9m parte da mineradora, informou uma semana antes de o desastre completar cinco anos o lucro l\u00edquido obtido pela empresa apenas no terceiro trimestre: R$ 15,615 bilh\u00f5es.<\/p>\n<h2>Sem casa e sem perspectiva<\/h2>\n<p>O colapso da barragem de Fund\u00e3o despejou 60 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos de rejeitos no ambiente. Da mineradora, a lama escorreu pelo rio Gualaxo do Norte, at\u00e9 chegar ao Carmo, desaguar no Doce e encontrar o mar, no Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p>A onda de lama matou 19 pessoas e deixou mais de 300 fam\u00edlias desabrigadas por onde passou, nos distritos de Bento Rodrigues e Paracatu, em Mariana; distrito de Gesteira, em Barra Longa, e o centro dessa cidade. Desde ent\u00e3o, essas pessoas moram em casas alugadas pela Funda\u00e7\u00e3o Renova e aguardam a reforma de suas moradias ou a constru\u00e7\u00e3o de reassentamentos.<\/p>\n<p>A lista dos que sofrem os impactos na bacia do rio Doce \u00e9 longa e inclui muitos trabalhadores informais. Segundo a Renova, 321 mil pessoas receberam indeniza\u00e7\u00f5es e aux\u00edlios financeiros at\u00e9 agosto.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros, no entanto, s\u00e3o vistos com desconfian\u00e7a por promotores e defensores p\u00fablicos que atuam no caso. &#8220;\u00c9 um malabarismo estat\u00edstico&#8221;, afirma Rafael Portella, defensor no Espirito Santo, \u00e0 DW Brasil.<\/p>\n<p>&#8220;Essa proje\u00e7\u00e3o n\u00e3o condiz com a realidade. Quando estamos falando de indeniza\u00e7\u00e3o, do pescador, agricultor, comerciante, in\u00fameras categorias atingidas ao longo do rio Doce e litoral, estamos falando de 10 mil fam\u00edlias, ou seja, 35 mil pessoas na m\u00e9dia. \u00c9 muito discrepante com esses 321 mil que a Renova apresenta&#8221;, alega.<\/p>\n<p>O correto, segundo Portella, seria dividir o n\u00famero de pessoas que receberam por tipo de dano (falta de \u00e1gua, moral, por exemplo), por munic\u00edpio e estado. &#8220;Eu mesmo tenho dificuldade de ter acesso aos n\u00fameros do Esp\u00edrito Santo&#8221;, complementa.<\/p>\n<p>Ainda segundo o defensor, de 100 mil a 150 mil pessoas aguardam para entrar no cadastro da Renova como atingido, ou uma resposta a esse pedido.<\/p>\n<p>&#8220;Nenhum grupo de atingidos foi integralmente indenizado. Meio ambiente tamb\u00e9m n\u00e3o foi recuperado. Nem sequer Bento Rodrigues foi reconstru\u00eddo&#8221;, critica a procuradora federal Silmara Goulart, coordenadora da For\u00e7a-Tarefa Rio Doce, que re\u00fane institui\u00e7\u00f5es de Justi\u00e7a que investigam o caso.<\/p>\n<h2>Polui\u00e7\u00e3o ambiental e riscos \u00e0 sa\u00fade<\/h2>\n<p>Para Andressa Lanchotti, coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justi\u00e7a de Defesa do Meio Ambiente em Minas Gerais, falta transpar\u00eancia nos indicadores apresentados. &#8220;A gente n\u00e3o tem, por mais que tenha sido cobrado da Renova, transpar\u00eancia para falar quantos por cento houve de recupera\u00e7\u00e3o ambiental real&#8221;, diz.<\/p>\n<p>A Funda\u00e7\u00e3o Renova afirma que, cinco anos depois, a qualidade da \u00e1gua no rio Doce voltou aos patamares pr\u00e9-rompimento e que pode ser consumida, desde que tratada. Um estudo de dezembro de 2019, contestado pelos atingidos e fontes ouvidas pela DW Brasil, afirma que &#8220;n\u00e3o h\u00e1 metais, decorrentes do rompimento da barragem de Fund\u00e3o, que representem risco toxicol\u00f3gico \u00e0 sa\u00fade humana&#8221;. O resultado desse estudo e sua metodologia foram questionados na Justi\u00e7a.<\/p>\n<p>A aus\u00eancia de estudo confi\u00e1vel sobre os riscos \u00e0 sa\u00fade humana e ecol\u00f3gica \u00e9 vista como ponto cr\u00edtico. &#8220;A gente precisa desse estudo pra ter uma decis\u00e3o definitiva sobre manuten\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o do rejeito. V\u00e1rias \u00e1reas, principalmente propriedades rurais, foram recuperadas mantendo-se o rejeito no local&#8221;, comenta Lanchotti sobre o perigo ainda desconhecido.<\/p>\n<p>No Esp\u00edrito Santo, a Rede Rio Doce Mar, formada para monitorar os impactos da trag\u00e9dia no ambiente aqu\u00e1tico e coordenada pela Universidade Federal do Esp\u00edrito Santo (Ufes), foi surpreendida com a suspens\u00e3o abrupta do contrato pela Renova.<\/p>\n<p>O caso foi levado \u00e0 Justi\u00e7a, e um juiz concedeu uma liminar obrigando a funda\u00e7\u00e3o a manter o contrato com a Rede por mais 120 dias. Questionada, a Funda\u00e7\u00e3o Renova disse que avalia a decis\u00e3o.<\/p>\n<p>O trabalho de monitoramento, que come\u00e7ou tr\u00eas anos depois do rompimento e conta com 350 pesquisadores, mostrou em seu primeiro relat\u00f3rio, em 2019, que os rejeitos da minera\u00e7\u00e3o afetam a biodiversidade.<\/p>\n<p>&#8220;Existem v\u00e1rias evid\u00eancias de presen\u00e7a de rejeito na foz do Doce, de recontamina\u00e7\u00e3o de metais (ferro, alum\u00ednio, mangan\u00eas, cromo) na \u00e1gua e no sedimento. Quando h\u00e1 cheia do rio ou entrada de frentes frias, esses valores ficam bem elevados&#8221;, detalha Alex Bastos, coordenador da Rede Rio Doce Mar. &#8220;Isso afeta a toxicidade do pescado&#8221;, pontua.<\/p>\n<p>No mar, a pluma de rejeitos atingiu regi\u00f5es ao norte do rio, at\u00e9 o fim do litoral capixaba. No sul da Bahia, os resultados foram inconclusivos. &#8220;O que compensa o que est\u00e1 acontecendo \u00e9 o monitoramento para o gestor p\u00fablico criar uma maneira de identificar momentos em que, por exemplo, tenha que proibir a pesca, ou em que a balneabilidade pode estar mais prejudicada&#8221;, diz sobre a import\u00e2ncia do trabalho.<\/p>\n<p>O problema, na vis\u00e3o de Lanchotti, est\u00e1 no fato de o comando da Renova ser das empresas poluidoras. &#8220;Elas acabam se escondendo por tr\u00e1s da funda\u00e7\u00e3o para n\u00e3o assumirem as responsabilidades e levar a negocia\u00e7\u00e3o de forma que seria melhor pra elas&#8221;, analisa.<\/p>\n<h2>Ningu\u00e9m responsabilizado<\/h2>\n<p>At\u00e9 hoje, ningu\u00e9m foi preso ou responsabilizado pelo rompimento de Fund\u00e3o. Segundo Gustavo Henrique de Oliveira, procurador da Rep\u00fablica em Minas Gerais, cinco pessoas respondem pelos crimes ligados ao rompimento e crimes ambientais. No total,&nbsp;h\u00e1 sete&nbsp;pessoas f\u00edsicas no processo &#8211; duas delas respondem por fatos laterais.<\/p>\n<p>Um desse fatos \u00e9 o lan\u00e7amento clandestino de lama pela Vale no reservat\u00f3rio de Fund\u00e3o,&nbsp; que rompeu. &#8220;Era desconhecido dos \u00f3rg\u00e3os ambientais, e a quantidade de rejeitos lan\u00e7ada n\u00e3o era informada nos relat\u00f3rios&#8221;, afirmou Oliveira. &#8220;Da lama existente em Fund\u00e3o, 27% vieram da Vale, o que tornava a barragem propicia a se liquefazer&#8221;, complementou.<\/p>\n<div class=\"picBox full\n\">&nbsp;<\/div>\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal afirma que o desastre de Fund\u00e3o vai al\u00e9m das equivocadas interven\u00e7\u00f5es de engenharia na estrutura: foi tamb\u00e9m uma escolha econ\u00f4mica da empresa.<\/p>\n<p>De 2011 a 2015, a queda de 77% do pre\u00e7o do min\u00e9rio de ferro no mercado internacional n\u00e3o levou \u00e0 redu\u00e7\u00e3o de lucros da Samarco, pelo contr\u00e1rio, afirma Oliveira. &#8220;Ela produziu intensamente neste per\u00edodo, gerando muito rejeito e, com isso, submeteu a barragem a um alteamento muito intenso, e o maci\u00e7o ficou com uma press\u00e3o muito grande&#8221;, detalhou durante coletiva.<\/p>\n<p>Outro fator teria sido a redu\u00e7\u00e3o de custos constatada pela per\u00edcia. &#8220;Se em 2015 a Samarco fosse manter os valores de investimentos de 2012 em geotecnia, deveria investir aproximadamente R$ 30 milh\u00f5es. Mas o or\u00e7amento no ano do rompimento era de R$ 18 milh\u00f5es. Para o ano seguinte, a previs\u00e3o era de R$ 15 milh\u00f5es&#8221;, disse Oliveira, apontando&nbsp;a redu\u00e7\u00e3o observada no or\u00e7amento na \u00e1rea geot\u00e9cnica, ligada a obras e monitoramento de barragens.<\/p>\n<h2>&#8220;A trag\u00e9dia continua&#8221;<\/h2>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Mariana, cinco anos depois\" width=\"696\" height=\"392\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/aEdo3jFE_RI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>No meio das ru\u00ednas do antigo Bento Rodrigues, que tem a entrada controlada por uma contratada da Renova, a reportagem se depara com as irm\u00e3s Maria das Gra\u00e7as Quint\u00e3o Santos e Simaria Caetano Quint\u00e3o preparando o almo\u00e7o e aguardando a chegada de mais membros da fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Elas passam os finais de semanas ali, ficam numa casa de uma outra irm\u00e3 que resistiu \u00e0 lama, mas foi saqueada ap\u00f3s o desastre. Improvisaram um novo telhado e janelas,&nbsp;usam bateria de carro quando precisam de eletricidade e ergueram um fog\u00e3o a lenha.<\/p>\n<p>&#8220;A gente volta pra repor energia e tamb\u00e9m pra brigar com eles. \u00c9 estressante ficar l\u00e1 [no centro de Mariana], ir \u00e0s reuni\u00f5es [de negocia\u00e7\u00e3o com a Renova]\u201d, justifica Santos enquanto prepara o almo\u00e7o. &#8220;E vamos levando a vida assim. Se n\u00e3o fosse isso, muitos de n\u00f3s j\u00e1 ter\u00edamos pirado. Tem muita gente que j\u00e1 morreu de depress\u00e3o, que n\u00e3o vai dar conta nem de esperar &#8211; se \u00e9 que vai ter um novo povoado, que a gente nem acredita nisso&#8221;, adiciona.<\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio P\u00fablico pediu na Justi\u00e7a que a Funda\u00e7\u00e3o Renova se comprometesse com um prazo para encerrar as obras, e ficou estabelecido, depois de a entidade recorrer, que seria fevereiro de 2021. Numa coletiva de imprensa, a Renova disse que a pandemia atrasou o cronograma.<\/p>\n<p>&#8220;Eles nunca se comprometeram com o prazo, continuam recorrendo, e o prazo que eles mesmos declararam, que era mar\u00e7o de 2019, n\u00e3o cumpriram. Espontaneamente eles n\u00e3o fizeram nada&#8221;, analisa Guilherme Meneghin, promotor em Mariana.<\/p>\n<p>Cinco anos depois da trag\u00e9dia, Meneghin associa a Renova \u00e0 &#8220;m\u00e1 f\u00e9, desonestidade, mentira&#8221;. &#8220;Uma das piores coisas que j\u00e1 aconteceram na hist\u00f3ria judicial brasileira e na repara\u00e7\u00e3o de direitos foi essa coisa chamada Funda\u00e7\u00e3o Renova&#8221;, opina o promotor.<\/p>\n<p>Para seu Zezinho, a paci\u00eancia tamb\u00e9m acabou. Ele vai ao local das obras do novo Bento todos os dias, mas n\u00e3o consegue retornar ao antigo distrito. As lembran\u00e7as da correria para salvar a vida dos moradores naquele 5 de novembro de 2015 ainda s\u00e3o muito vivas.<\/p>\n<p>&#8220;O que tem sido \u00e9 uma trag\u00e9dia que continua. Ela n\u00e3o morreu. Ela s\u00f3 vai morrer mesmo assim depois de uma adapta\u00e7\u00e3o nossa&#8221;, diz sobre a esperada mudan\u00e7a para o novo Bento.<\/p>\n\r\n                <style type=\"text\/css\">\r\n                    \r\n                    #tdi_1  .td-doubleSlider-2 .td-item1 {\r\n                        background: url(https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-13.jpeg?resize=80%2C60&ssl=1) 0 0 no-repeat;\r\n                    }\r\n                    #tdi_1  .td-doubleSlider-2 .td-item2 {\r\n                        background: url(https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-12.jpg?resize=80%2C60&ssl=1) 0 0 no-repeat;\r\n                    }\r\n                    #tdi_1  .td-doubleSlider-2 .td-item3 {\r\n                        background: url(https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-11.jpg?resize=80%2C60&ssl=1) 0 0 no-repeat;\r\n                    }\r\n                    #tdi_1  .td-doubleSlider-2 .td-item4 {\r\n                        background: url(https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-10.jpg?resize=80%2C60&ssl=1) 0 0 no-repeat;\r\n                    }\r\n                    #tdi_1  .td-doubleSlider-2 .td-item5 {\r\n                        background: url(https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-9.jpg?resize=80%2C60&ssl=1) 0 0 no-repeat;\r\n                    }\r\n                    #tdi_1  .td-doubleSlider-2 .td-item6 {\r\n                        background: url(https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-8.jpg?resize=80%2C60&ssl=1) 0 0 no-repeat;\r\n                    }\r\n                    #tdi_1  .td-doubleSlider-2 .td-item7 {\r\n                        background: url(https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-7.jpg?resize=80%2C60&ssl=1) 0 0 no-repeat;\r\n                    }\r\n                    #tdi_1  .td-doubleSlider-2 .td-item8 {\r\n                        background: url(https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-6.jpg?resize=80%2C60&ssl=1) 0 0 no-repeat;\r\n                    }\r\n                    #tdi_1  .td-doubleSlider-2 .td-item9 {\r\n                        background: url(https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-5.jpg?resize=80%2C60&ssl=1) 0 0 no-repeat;\r\n                    }\r\n                    #tdi_1  .td-doubleSlider-2 .td-item10 {\r\n                        background: url(https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-4.jpg?resize=80%2C60&ssl=1) 0 0 no-repeat;\r\n                    }\r\n                    #tdi_1  .td-doubleSlider-2 .td-item11 {\r\n                        background: url(https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-3.jpeg?resize=80%2C60&ssl=1) 0 0 no-repeat;\r\n                    }\r\n                    #tdi_1  .td-doubleSlider-2 .td-item12 {\r\n                        background: url(https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-2.jpeg?resize=80%2C60&ssl=1) 0 0 no-repeat;\r\n                    }\r\n                    #tdi_1  .td-doubleSlider-2 .td-item13 {\r\n                        background: url(https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-1.jpeg?resize=80%2C60&ssl=1) 0 0 no-repeat;\r\n                    }\r\n                    #tdi_1  .td-doubleSlider-2 .td-item14 {\r\n                        background: url(https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-0.jpeg?resize=80%2C60&ssl=1) 0 0 no-repeat;\r\n                    }\r\n                <\/style>\r\n\r\n                <div id=\"tdi_1\" class=\"td-gallery td-slide-on-2-columns\">\r\n                    <div class=\"post_td_gallery\">\r\n                        <div class=\"td-gallery-slide-top\">\r\n                           <div class=\"td-gallery-title\">MARIANA, CINCO ANOS DEPOIS - Autoria: N\u00e1dia Pontes<\/div>\r\n\r\n                            <div class=\"td-gallery-controls-wrapper\">\r\n                                <div class=\"td-gallery-slide-count\"><span class=\"td-gallery-slide-item-focus\">1<\/span> de 14<\/div>\r\n                                <div class=\"td-gallery-slide-prev-next-but\">\r\n                                    <i class = \"td-icon-left doubleSliderPrevButton\"><\/i>\r\n                                    <i class = \"td-icon-right doubleSliderNextButton\"><\/i>\r\n                                <\/div>\r\n                            <\/div>\r\n                        <\/div>\r\n\r\n                        <div class = \"td-doubleSlider-1 \">\r\n                            <div class = \"td-slider\">\r\n                                \r\n                    <div class = \"td-slide-item td-item1\">\r\n                        <figure class=\"td-slide-galery-figure td-slide-popup-gallery\">\r\n                            <a class=\"slide-gallery-image-link\" href=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-13.jpeg?fit=700%2C394&ssl=1\" title=\"mariana 13\"  data-caption=\"Impacto ambiental\nEmbora a Funda\u00e7\u00e3o Renova afirme que a qualidade da \u00e1gua na parte atingida da bacia do rio Doce esteja de volta aos padr\u00f5es pr\u00e9-trag\u00e9dia, moradores e autoridades desconfiam do dado. Segundo o Minist\u00e9rio P\u00fablico, falta transpar\u00eancia na apresenta\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es. Relat\u00f3rio da Rede Rio Doce Mar apontou aumento da concentra\u00e7\u00e3o de metais em \u00e9poca de chuvas. Na foto, capivara \u00e0s margens do rio Carmo.\"  data-description=\"\">\r\n                                <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-13.jpeg?resize=700%2C394&ssl=1\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-13.jpeg?w=700&ssl=1 700w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-13.jpeg?resize=300%2C169&ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-13.jpeg?resize=696%2C392&ssl=1 696w\" sizes=\"(max-width: 696px) 100vw, 696px\" alt=\"\">\r\n                            <\/a>\r\n                            <figcaption class = \"td-slide-caption td-gallery-slide-content\"><div class = \"td-gallery-slide-copywrite\">Impacto ambiental\nEmbora a Funda\u00e7\u00e3o Renova afirme que a qualidade da \u00e1gua na parte atingida da bacia do rio Doce esteja de volta aos padr\u00f5es pr\u00e9-trag\u00e9dia, moradores e autoridades desconfiam do dado. Segundo o Minist\u00e9rio P\u00fablico, falta transpar\u00eancia na apresenta\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es. Relat\u00f3rio da Rede Rio Doce Mar apontou aumento da concentra\u00e7\u00e3o de metais em \u00e9poca de chuvas. Na foto, capivara \u00e0s margens do rio Carmo.<\/div><\/figcaption>\r\n                        <\/figure>\r\n                    <\/div>\r\n                    <div class = \"td-slide-item td-item2\">\r\n                        <figure class=\"td-slide-galery-figure td-slide-popup-gallery\">\r\n                            <a class=\"slide-gallery-image-link\" href=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-12.jpg?fit=700%2C394&ssl=1\" title=\"mariana 12\"  data-caption=\"Lama em pra\u00e7a p\u00fablica\nNo centro de Barra Longa, a pra\u00e7a pr\u00f3xima ao rio do Carmo, que transportou os rejeitos da barragem da Samarco, agora est\u00e1 reconstru\u00edda. A lama invadiu a \u00e1rea, ocupou casas e a escola infantil que fica no local. Maria Celeste Mol Ribeiro (foto), propriet\u00e1ria de um hotel atingido, aguarda a restaura\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio hist\u00f3rico. Enquanto isso, vive numa casa provis\u00f3ria. \u201cA paci\u00eancia est\u00e1 esgotada\u201d, diz.\"  data-description=\"\">\r\n                                <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-12.jpg?resize=700%2C394&ssl=1\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-12.jpg?w=700&ssl=1 700w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-12.jpg?resize=300%2C169&ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-12.jpg?resize=696%2C392&ssl=1 696w\" sizes=\"(max-width: 696px) 100vw, 696px\" alt=\"\">\r\n                            <\/a>\r\n                            <figcaption class = \"td-slide-caption td-gallery-slide-content\"><div class = \"td-gallery-slide-copywrite\">Lama em pra\u00e7a p\u00fablica\nNo centro de Barra Longa, a pra\u00e7a pr\u00f3xima ao rio do Carmo, que transportou os rejeitos da barragem da Samarco, agora est\u00e1 reconstru\u00edda. A lama invadiu a \u00e1rea, ocupou casas e a escola infantil que fica no local. Maria Celeste Mol Ribeiro (foto), propriet\u00e1ria de um hotel atingido, aguarda a restaura\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio hist\u00f3rico. Enquanto isso, vive numa casa provis\u00f3ria. \u201cA paci\u00eancia est\u00e1 esgotada\u201d, diz.<\/div><\/figcaption>\r\n                        <\/figure>\r\n                    <\/div>\r\n                    <div class = \"td-slide-item td-item3\">\r\n                        <figure class=\"td-slide-galery-figure td-slide-popup-gallery\">\r\n                            <a class=\"slide-gallery-image-link\" href=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-11.jpg?fit=700%2C394&ssl=1\" title=\"mariana 11\"  data-caption=\"Marcas permanentes\nNo distrito de Gesteira, pertencente ao munic\u00edpio de Barra Longa, marcas da lama ainda est\u00e3o impregnadas em paredes que resistiram. O terreno para o novo reassentamento foi escolhido em 2016 com expectativa inicial de entrega, segundo a Samarco, em 2018. Atualmente sem prazo para conclus\u00e3o, as obras incluem a reconstru\u00e7\u00e3o de oito casas, igreja, sal\u00e3o paroquial e campo de futebol.\"  data-description=\"\">\r\n                                <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-11.jpg?resize=700%2C394&ssl=1\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-11.jpg?w=700&ssl=1 700w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-11.jpg?resize=300%2C169&ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-11.jpg?resize=696%2C392&ssl=1 696w\" sizes=\"(max-width: 696px) 100vw, 696px\" alt=\"\">\r\n                            <\/a>\r\n                            <figcaption class = \"td-slide-caption td-gallery-slide-content\"><div class = \"td-gallery-slide-copywrite\">Marcas permanentes\nNo distrito de Gesteira, pertencente ao munic\u00edpio de Barra Longa, marcas da lama ainda est\u00e3o impregnadas em paredes que resistiram. O terreno para o novo reassentamento foi escolhido em 2016 com expectativa inicial de entrega, segundo a Samarco, em 2018. Atualmente sem prazo para conclus\u00e3o, as obras incluem a reconstru\u00e7\u00e3o de oito casas, igreja, sal\u00e3o paroquial e campo de futebol.<\/div><\/figcaption>\r\n                        <\/figure>\r\n                    <\/div>\r\n                    <div class = \"td-slide-item td-item4\">\r\n                        <figure class=\"td-slide-galery-figure td-slide-popup-gallery\">\r\n                            <a class=\"slide-gallery-image-link\" href=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-10.jpg?fit=700%2C394&ssl=1\" title=\"mariana 10\"  data-caption=\"Pouca informa\u00e7\u00e3o\nMaria Benigna \u00e9 uma das moradoras de Paracatu que decidiram permanecer no povoado ap\u00f3s a trag\u00e9dia. Ela recebe ajuda emergencial da Renova, mas n\u00e3o sabe como est\u00e1 o andamento das obras do reassentamento, nem se viver\u00e1 no novo local. A maior parte dos antigos vizinhos se mudou para o centro de Mariana, em moradia provis\u00f3ria paga pela funda\u00e7\u00e3o.\"  data-description=\"\">\r\n                                <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-10.jpg?resize=700%2C394&ssl=1\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-10.jpg?w=700&ssl=1 700w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-10.jpg?resize=300%2C169&ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-10.jpg?resize=696%2C392&ssl=1 696w\" sizes=\"(max-width: 696px) 100vw, 696px\" alt=\"\">\r\n                            <\/a>\r\n                            <figcaption class = \"td-slide-caption td-gallery-slide-content\"><div class = \"td-gallery-slide-copywrite\">Pouca informa\u00e7\u00e3o\nMaria Benigna \u00e9 uma das moradoras de Paracatu que decidiram permanecer no povoado ap\u00f3s a trag\u00e9dia. Ela recebe ajuda emergencial da Renova, mas n\u00e3o sabe como est\u00e1 o andamento das obras do reassentamento, nem se viver\u00e1 no novo local. A maior parte dos antigos vizinhos se mudou para o centro de Mariana, em moradia provis\u00f3ria paga pela funda\u00e7\u00e3o.<\/div><\/figcaption>\r\n                        <\/figure>\r\n                    <\/div>\r\n                    <div class = \"td-slide-item td-item5\">\r\n                        <figure class=\"td-slide-galery-figure td-slide-popup-gallery\">\r\n                            <a class=\"slide-gallery-image-link\" href=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-9.jpg?fit=700%2C394&ssl=1\" title=\"mariana 9\"  data-caption=\"Futuro Paracatu de Baixo\nLocal escolhido para reassentar 97 fam\u00edlias de Paracatu de Baixo. Segundo o Minist\u00e9rio P\u00fablico de Minas Gerais, obras de terraplenagem das vias de acesso est\u00e3o em andamento, com o in\u00edcio de constru\u00e7\u00e3o de oito casas e da escola. O prazo de entrega do reassentamento pela Funda\u00e7\u00e3o Renova, indeterminado at\u00e9 ent\u00e3o, \u00e9 motivo de disputa numa a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica.\"  data-description=\"\">\r\n                                <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-9.jpg?resize=700%2C394&ssl=1\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-9.jpg?w=700&ssl=1 700w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-9.jpg?resize=300%2C169&ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-9.jpg?resize=696%2C392&ssl=1 696w\" sizes=\"(max-width: 696px) 100vw, 696px\" alt=\"\">\r\n                            <\/a>\r\n                            <figcaption class = \"td-slide-caption td-gallery-slide-content\"><div class = \"td-gallery-slide-copywrite\">Futuro Paracatu de Baixo\nLocal escolhido para reassentar 97 fam\u00edlias de Paracatu de Baixo. Segundo o Minist\u00e9rio P\u00fablico de Minas Gerais, obras de terraplenagem das vias de acesso est\u00e3o em andamento, com o in\u00edcio de constru\u00e7\u00e3o de oito casas e da escola. O prazo de entrega do reassentamento pela Funda\u00e7\u00e3o Renova, indeterminado at\u00e9 ent\u00e3o, \u00e9 motivo de disputa numa a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica.<\/div><\/figcaption>\r\n                        <\/figure>\r\n                    <\/div>\r\n                    <div class = \"td-slide-item td-item6\">\r\n                        <figure class=\"td-slide-galery-figure td-slide-popup-gallery\">\r\n                            <a class=\"slide-gallery-image-link\" href=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-8.jpg?fit=700%2C394&ssl=1\" title=\"mariana 8\"  data-caption=\"Era uma escola\nNo distrito de Paracatu, em Mariana, o rejeito da minera\u00e7\u00e3o continua dentro do pr\u00e9dio da escola. Documentos, carteiras, cadernos, cadeiras e brinquedos seguem empilhados ap\u00f3s a onda de lama que destruiu parte da comunidade. Por enquanto, os alunos foram realocados para uma escola provis\u00f3ria, no centro de Mariana.\"  data-description=\"\">\r\n                                <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-8.jpg?resize=700%2C394&ssl=1\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-8.jpg?w=700&ssl=1 700w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-8.jpg?resize=300%2C169&ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-8.jpg?resize=696%2C392&ssl=1 696w\" sizes=\"(max-width: 696px) 100vw, 696px\" alt=\"\">\r\n                            <\/a>\r\n                            <figcaption class = \"td-slide-caption td-gallery-slide-content\"><div class = \"td-gallery-slide-copywrite\">Era uma escola\nNo distrito de Paracatu, em Mariana, o rejeito da minera\u00e7\u00e3o continua dentro do pr\u00e9dio da escola. Documentos, carteiras, cadernos, cadeiras e brinquedos seguem empilhados ap\u00f3s a onda de lama que destruiu parte da comunidade. Por enquanto, os alunos foram realocados para uma escola provis\u00f3ria, no centro de Mariana.<\/div><\/figcaption>\r\n                        <\/figure>\r\n                    <\/div>\r\n                    <div class = \"td-slide-item td-item7\">\r\n                        <figure class=\"td-slide-galery-figure td-slide-popup-gallery\">\r\n                            <a class=\"slide-gallery-image-link\" href=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-7.jpg?fit=700%2C394&ssl=1\" title=\"mariana 7\"  data-caption=\"Atraso no novo Bento Rodrigues\nVista da portaria controlada pela Funda\u00e7\u00e3o Renova que d\u00e1 acesso ao novo Bento Rodrigues. O reassentamento deve abrigar 235 casas \u2013 apenas duas est\u00e3o prontas e 35, em constru\u00e7\u00e3o. Segundo a Renova, cerca de 140 projetos foram protocolados na prefeitura. Na foto, v\u00ea-se a futura unidade de sa\u00fade (esq.) e a futura escola (ao fundo).\"  data-description=\"\">\r\n                                <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-7.jpg?resize=700%2C394&ssl=1\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-7.jpg?w=700&ssl=1 700w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-7.jpg?resize=300%2C169&ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-7.jpg?resize=696%2C392&ssl=1 696w\" sizes=\"(max-width: 696px) 100vw, 696px\" alt=\"\">\r\n                            <\/a>\r\n                            <figcaption class = \"td-slide-caption td-gallery-slide-content\"><div class = \"td-gallery-slide-copywrite\">Atraso no novo Bento Rodrigues\nVista da portaria controlada pela Funda\u00e7\u00e3o Renova que d\u00e1 acesso ao novo Bento Rodrigues. O reassentamento deve abrigar 235 casas \u2013 apenas duas est\u00e3o prontas e 35, em constru\u00e7\u00e3o. Segundo a Renova, cerca de 140 projetos foram protocolados na prefeitura. Na foto, v\u00ea-se a futura unidade de sa\u00fade (esq.) e a futura escola (ao fundo).<\/div><\/figcaption>\r\n                        <\/figure>\r\n                    <\/div>\r\n                    <div class = \"td-slide-item td-item8\">\r\n                        <figure class=\"td-slide-galery-figure td-slide-popup-gallery\">\r\n                            <a class=\"slide-gallery-image-link\" href=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-6.jpg?fit=700%2C394&ssl=1\" title=\"mariana 6\"  data-caption=\"Resist\u00eancia\nApesar do vazio e da destrui\u00e7\u00e3o, algumas fam\u00edlias de antigos moradores costumam passar fins de semana em Bento Rodrigues. As constru\u00e7\u00f5es que resistiram \u00e0 onda de rejeitos foram saqueadas: portas, janelas, rede el\u00e9trica foram levados. A casa de um dos membros da fam\u00edlia Quint\u00e3o (foto) foi recuperada e virou um ref\u00fagio onde buscam for\u00e7as, como disseram \u00e0 reportagem.\"  data-description=\"\">\r\n                                <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-6.jpg?resize=700%2C394&ssl=1\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-6.jpg?w=700&ssl=1 700w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-6.jpg?resize=300%2C169&ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-6.jpg?resize=696%2C392&ssl=1 696w\" sizes=\"(max-width: 696px) 100vw, 696px\" alt=\"\">\r\n                            <\/a>\r\n                            <figcaption class = \"td-slide-caption td-gallery-slide-content\"><div class = \"td-gallery-slide-copywrite\">Resist\u00eancia\nApesar do vazio e da destrui\u00e7\u00e3o, algumas fam\u00edlias de antigos moradores costumam passar fins de semana em Bento Rodrigues. As constru\u00e7\u00f5es que resistiram \u00e0 onda de rejeitos foram saqueadas: portas, janelas, rede el\u00e9trica foram levados. A casa de um dos membros da fam\u00edlia Quint\u00e3o (foto) foi recuperada e virou um ref\u00fagio onde buscam for\u00e7as, como disseram \u00e0 reportagem.<\/div><\/figcaption>\r\n                        <\/figure>\r\n                    <\/div>\r\n                    <div class = \"td-slide-item td-item9\">\r\n                        <figure class=\"td-slide-galery-figure td-slide-popup-gallery\">\r\n                            <a class=\"slide-gallery-image-link\" href=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-5.jpg?fit=700%2C394&ssl=1\" title=\"mariana 5\"  data-caption=\"Vazio em Bento Rodrigues\nPelas ru\u00ednas do antigo distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, cavalos s\u00e3o praticamente os \u00fanicos a trafegar cinco anos ap\u00f3s a trag\u00e9dia, provocada pelo rompimento da barragem Fund\u00e3o, das mineradoras Samarco, Vale e BHP. Uma placa fixada por antigos moradores nas ru\u00ednas avisa: \u201cEste territ\u00f3rio pertence ao POVO atingido pelo rejeito da Samarco\u201d.\"  data-description=\"\">\r\n                                <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-5.jpg?resize=700%2C394&ssl=1\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-5.jpg?w=700&ssl=1 700w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-5.jpg?resize=300%2C169&ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-5.jpg?resize=696%2C392&ssl=1 696w\" sizes=\"(max-width: 696px) 100vw, 696px\" alt=\"\">\r\n                            <\/a>\r\n                            <figcaption class = \"td-slide-caption td-gallery-slide-content\"><div class = \"td-gallery-slide-copywrite\">Vazio em Bento Rodrigues\nPelas ru\u00ednas do antigo distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, cavalos s\u00e3o praticamente os \u00fanicos a trafegar cinco anos ap\u00f3s a trag\u00e9dia, provocada pelo rompimento da barragem Fund\u00e3o, das mineradoras Samarco, Vale e BHP. Uma placa fixada por antigos moradores nas ru\u00ednas avisa: \u201cEste territ\u00f3rio pertence ao POVO atingido pelo rejeito da Samarco\u201d.<\/div><\/figcaption>\r\n                        <\/figure>\r\n                    <\/div>\r\n                    <div class = \"td-slide-item td-item10\">\r\n                        <figure class=\"td-slide-galery-figure td-slide-popup-gallery\">\r\n                            <a class=\"slide-gallery-image-link\" href=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-4.jpg?fit=700%2C394&ssl=1\" title=\"mariana 4\"  data-caption=\"De volta \u00e0 ativa\nA Samarco prev\u00ea retomar as opera\u00e7\u00f5es no fim de 2020: uma volta gradual com 26% da capacidade e produ\u00e7\u00e3o estimada em 8 milh\u00f5es de toneladas anuais. Um sistema de filtragem est\u00e1 sendo implantado com 80% do rejeito empilhado a seco. Outros 20% ir\u00e3o para a Cava Alegria Sul, uma estrutura natural rochosa que \u201cpermite a conten\u00e7\u00e3o natural do rejeito de forma mais segura\u201d, segundo a mineradora. \n\"  data-description=\"\">\r\n                                <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-4.jpg?resize=700%2C394&ssl=1\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-4.jpg?w=700&ssl=1 700w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-4.jpg?resize=300%2C169&ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-4.jpg?resize=696%2C392&ssl=1 696w\" sizes=\"(max-width: 696px) 100vw, 696px\" alt=\"\">\r\n                            <\/a>\r\n                            <figcaption class = \"td-slide-caption td-gallery-slide-content\"><div class = \"td-gallery-slide-copywrite\">De volta \u00e0 ativa\nA Samarco prev\u00ea retomar as opera\u00e7\u00f5es no fim de 2020: uma volta gradual com 26% da capacidade e produ\u00e7\u00e3o estimada em 8 milh\u00f5es de toneladas anuais. Um sistema de filtragem est\u00e1 sendo implantado com 80% do rejeito empilhado a seco. Outros 20% ir\u00e3o para a Cava Alegria Sul, uma estrutura natural rochosa que \u201cpermite a conten\u00e7\u00e3o natural do rejeito de forma mais segura\u201d, segundo a mineradora. \n<\/div><\/figcaption>\r\n                        <\/figure>\r\n                    <\/div>\r\n                    <div class = \"td-slide-item td-item11\">\r\n                        <figure class=\"td-slide-galery-figure td-slide-popup-gallery\">\r\n                            <a class=\"slide-gallery-image-link\" href=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-3.jpeg?fit=700%2C394&ssl=1\" title=\"mariana 3\"  data-caption=\"&quot;Tem muita gente que j\u00e1 morreu de depress\u00e3o&quot;, diz Maria das Gra\u00e7as Quint\u00e3o Santos, ex-moradora de Bento Rodrigues\"  data-description=\"\">\r\n                                <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-3.jpeg?resize=700%2C394&ssl=1\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-3.jpeg?w=700&ssl=1 700w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-3.jpeg?resize=300%2C169&ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-3.jpeg?resize=696%2C392&ssl=1 696w\" sizes=\"(max-width: 696px) 100vw, 696px\" alt=\"\">\r\n                            <\/a>\r\n                            <figcaption class = \"td-slide-caption td-gallery-slide-content\"><div class = \"td-gallery-slide-copywrite\">\"Tem muita gente que j\u00e1 morreu de depress\u00e3o\", diz Maria das Gra\u00e7as Quint\u00e3o Santos, ex-moradora de Bento Rodrigues<\/div><\/figcaption>\r\n                        <\/figure>\r\n                    <\/div>\r\n                    <div class = \"td-slide-item td-item12\">\r\n                        <figure class=\"td-slide-galery-figure td-slide-popup-gallery\">\r\n                            <a class=\"slide-gallery-image-link\" href=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-2.jpeg?fit=700%2C394&ssl=1\" title=\"mariana 2\"  data-caption=\"Das 235 casas previstas no reassentamento de Bento Rodrigues, apenas duas est\u00e3o prontas\"  data-description=\"\">\r\n                                <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-2.jpeg?resize=700%2C394&ssl=1\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-2.jpeg?w=700&ssl=1 700w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-2.jpeg?resize=300%2C169&ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mariana-2.jpeg?resize=696%2C392&ssl=1 696w\" 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06\/11\/2020<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reassentamentos de desabrigados por onda de rejeitos de mineradoras na maior trag\u00e9dia socioambiental da hist\u00f3ria do Brasil ainda n\u00e3o foram conclu\u00eddos, e andamento da restaura\u00e7\u00e3o ambiental \u00e9 questionada por autoridades.&nbsp; &nbsp;&nbsp; Depois de uma longa pausa provocada pela pandemia do novo&nbsp;coronav\u00edrus, um grupo de ex-moradores do antigo distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, visita o 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