{"id":54833,"date":"2020-11-07T03:58:08","date_gmt":"2020-11-07T06:58:08","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=54833"},"modified":"2020-11-07T07:23:48","modified_gmt":"2020-11-07T10:23:48","slug":"pandemia-acelera-a-automacao-fracionada-do-mercado-de-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2020\/11\/07\/pandemia-acelera-a-automacao-fracionada-do-mercado-de-trabalho\/","title":{"rendered":"Pandemia acelera a automa\u00e7\u00e3o &#8216;fracionada&#8217; do mercado de trabalho"},"content":{"rendered":"<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12\">\n<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12 col-sm-offset-1 col-sm-11\">\n<article class=\"n--noticia__header \">\n<h5 class=\"n--noticia__subtitle\">Covid-19 ajudou a impulsionar a automa\u00e7\u00e3o de parte do trabalho, o que especialistas consideram mais pernicioso que a substitui\u00e7\u00e3o total do humano pela m\u00e1quina<\/h5>\n<\/article>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12 main-news\">\n<div id=\"pw-P_1.3504575\" class=\"pw-container\" data-acesso=\"0\" data-coluna=\"\" data-categoria=\"\">\n<div id=\"sw-P_1.3504575\" class=\"pw-container\">\n<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12 col-sm-offset-1 col-sm-11\">\n<div class=\"row n--noticia__body\">\n<section class=\"col-xs-12 col-content col-center \">\n<div class=\"content n--noticia__content\">\n<p>A pandemia do novo coronav\u00edrus trouxe uma s\u00e9rie de mudan\u00e7as em 2020. Al\u00e9m das mais de 150 mil v\u00edtimas da doen\u00e7a, o isolamento for\u00e7ado que ocasionou o fechamento da economia resultou em uma recess\u00e3o e mais de 14 milh\u00f5es de desempregados, de acordo com o IBGE.&nbsp; &nbsp;<\/p>\n<p>Especialistas apontam, ainda, que a r\u00e1pida digitaliza\u00e7\u00e3o das empresas acelerou um outro processo que j\u00e1 vem acontecendo h\u00e1 algum tempo, a automa\u00e7\u00e3o do trabalho. Mas desta vez, o processo chega com for\u00e7a pela primeira vez aos chamados <em>white collar jobs<\/em>, trabalhos considerados mais t\u00e9cnicos.<\/p>\n<div class=\"line-leia\">\n<div class=\"line-leia-destaque\">\n<p class=\"line-leia-desc\">\u201c\u00c9 sabido que a automa\u00e7\u00e3o sempre avan\u00e7a com mais for\u00e7a em situa\u00e7\u00f5es de recess\u00e3o econ\u00f4mica onde as empresas precisam conservar caixa e cortar custos\u201d, diz Daniel Susskind, pesquisador da&nbsp;Universidade de Oxford, na&nbsp;Inglaterra, e autor do livro&nbsp;<em>A World Without Work<\/em>&nbsp;(<em>Um Mundo Sem Trabalho<\/em>, em tradu\u00e7\u00e3o livre). \u201cEnt\u00e3o minha impress\u00e3o \u00e9 que, sim, esses processos est\u00e3o sendo acelerados, e as caracter\u00edsticas desta pandemia est\u00e3o causando uma mudan\u00e7a profunda no que \u00e9 trabalho e como podemos viver em um mundo sem emprego para todo mundo.\u201d<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<figure id=\"attachment_54834\" aria-describedby=\"caption-attachment-54834\" style=\"width: 225px\" class=\"wp-caption alignright\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-54834 size-medium\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/pedro.jpg?resize=225%2C300\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/pedro-scaled.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/pedro-scaled.jpg?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/pedro-scaled.jpg?resize=696%2C928&amp;ssl=1 696w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/pedro-scaled.jpg?resize=315%2C420&amp;ssl=1 315w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/pedro-scaled.jpg?resize=630%2C840&amp;ssl=1 630w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/pedro-scaled.jpg?w=450&amp;ssl=1 450w\" sizes=\"auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-54834\" class=\"wp-caption-text\">Daniel Susskind, pesquisador da Universidade de Oxford, na Inglaterra, e autor do livro &#8216;A World Without Work&#8217; (Um Mundo Sem Trabalho, em tradu\u00e7\u00e3o livre). cr\u00e9dito Suki Dhanda<\/figcaption><\/figure>\n<p>Susskind explica que h\u00e1 diferentes tipos de automa\u00e7\u00e3o do trabalho. Uma \u00e9 a substitui\u00e7\u00e3o de uma pessoa por uma m\u00e1quina, como vem acontecendo nos setores industrial e agr\u00edcola, onde a automa\u00e7\u00e3o j\u00e1 acontece h\u00e1 d\u00e9cadas. Outra \u00e9 o que ele chama de automa\u00e7\u00e3o fracionada, e \u00e9 a que ganhou for\u00e7a nesta pandemia. \u201cEstamos vendo a automa\u00e7\u00e3o acelerada de fun\u00e7\u00f5es dentro de um trabalho, uma tarefa que voc\u00ea fazia manualmente antes da pandemia foi digitalizada\u201d, comenta, dizendo que este tipo de automa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais perniciosa porque n\u00e3o \u00e9 o \u201capocalipse rob\u00f4\u201d que todos imaginam quando pensam em automa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Pedro Albuquerque, professor da&nbsp;Universidade de Bras\u00edlia (UnB<a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/unb-universidade-de-brasilia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">)<\/a>&nbsp;e&nbsp;pesquisador do Laborat\u00f3rio de Aprendizado de M\u00e1quina em Finan\u00e7as e Organiza\u00e7\u00f5es (Lamfo), realizou estudo em 2019 onde apontava que 54% das profiss\u00f5es formais no Brasil t\u00eam alto potencial de automa\u00e7\u00e3o at\u00e9 2026. \u201cMas n\u00e3o \u00e9 bem assim, as pessoas focaram muito na manchete\u201d, comenta. \u201cQuando abrimos os dados vemos que esses 54% s\u00e3o na verdade tarefas que discriminam uma determinada ocupa\u00e7\u00e3o e podem ser automatizadas\u201d, fala Albuquerque, completando que tamb\u00e9m v\u00ea uma acelera\u00e7\u00e3o nos processos de automa\u00e7\u00e3o com a pandemia.<\/p>\n<p>\u201cUma din\u00e2mica nova que estamos vendo esse ano e que n\u00e3o existia quando fizemos o estudo \u00e9 que agora os pr\u00f3prios trabalhadores est\u00e3o automatizando tarefas para otimizar seu tempo\u201d, comenta o professor da UnB, apontando que as tarefas adicionais que o home office trouxe, como cuidar da casa e dos filhos, criou essa necessidade. \u201cHistoricamente a automa\u00e7\u00e3o vem de cima para baixo, e agora vemos essa automa\u00e7\u00e3o por conta pr\u00f3pria.\u201d<\/p>\n<p>Albuquerque e Susskind concordam que a automa\u00e7\u00e3o fracionada do trabalho traz problemas no m\u00e9dio prazo de deteriora\u00e7\u00e3o da renda do trabalhador e n\u00e3o necessariamente sua substitui\u00e7\u00e3o total por uma m\u00e1quina. \u201cVamos supor que 40% das suas fun\u00e7\u00f5es sejam automatizadas, h\u00e1 o perigo de o empregador ver e chegar \u00e0 conclus\u00e3o que n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio pagar 100% do seu sal\u00e1rio se voc\u00ea desempenha s\u00f3 60% das tarefas\u201d, alerta Albuquerque.<\/p>\n<p>Susskind teme que, com o fim das pol\u00edticas de aux\u00edlio dos governos, o movimento de demiss\u00f5es aumente e a substitui\u00e7\u00e3o de pessoas por m\u00e1quinas se intensifique. \u201cMuitos dos desafios que ponderei em meu livro, que pensava que s\u00f3 ver\u00edamos daqui muito tempo, sem trabalho para todo mundo, aconteceram agora com a pandemia\u201d, diz. \u201cVimos uma pequena amostra n\u00e3o s\u00f3 dos desafios que vamos enfrentar com a automa\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos anos, mas tamb\u00e9m como vamos responder a isso.\u201d<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">Barreiras de aceita\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Os especialistas consultados peloEstad\u00e3oacreditam que uma das causas para a acelera\u00e7\u00e3o da automa\u00e7\u00e3o na pandemia \u00e9 uma mudan\u00e7a de paradigma na rela\u00e7\u00e3o das pessoas com a tecnologia. \u201cOs consumidores est\u00e3o tendo uma maior predisposi\u00e7\u00e3o em ter uma rela\u00e7\u00e3o com as empresas por canais digitais, os funcion\u00e1rios s\u00e3o obrigados a operar pela via da tecnologia\u201d, fala&nbsp;Ricardo Basaglia, diretor-executivo da consultoria de RH PageGroup no Brasil.<\/p>\n<p>Para Pedro Albuquerque, da UnB, h\u00e1 uma queda de barreiras no que as pessoas achavam aceit\u00e1vel ser automatizado ou n\u00e3o. \u201cHoje voc\u00ea precisa fazer uma consulta m\u00e9dica remotamente se n\u00e3o \u00e9 caso de urg\u00eancia, voc\u00ea precisa assistir aulas a dist\u00e2ncia e essas s\u00e3o mudan\u00e7as comportamentais que n\u00e3o ser\u00e3o desfeitas com o fim da pandemia.\u201d<\/p>\n<p>Segundo Basaglia, um sinal de alerta para saber se sua profiss\u00e3o ser\u00e1 automatizada ou n\u00e3o \u00e9 pensar: quando voc\u00ea sai de f\u00e9rias seu substituto realiza suas tarefas com a mesma precis\u00e3o que voc\u00ea? \u201cSe a resposta for sim, grandes chances do seu emprego estar na linha de frente da automa\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>As mudan\u00e7as comportamentais causadas pela pandemia, falam os especialistas, v\u00e3o invariavelmente causar uma redu\u00e7\u00e3o de for\u00e7a de trabalho para priorizar quem desempenha tarefas mais cognitivas e que tragam valor para a empresa. \u201cEstamos vendo uma otimiza\u00e7\u00e3o do fluxo de trabalho por conta da pandemia que vai prestigiar quem conseguir se adaptar e tamb\u00e9m quem desempenha fun\u00e7\u00f5es essencialmente humanas\u201d, define o pesquisador da UnB.<\/p>\n<p>Ricardo Basaglia gosta de citar o&nbsp;paradoxo de Moravec, articulado pelo engenheiro austr\u00edaco&nbsp;Hans Moravec&nbsp;nos anos 1980, quando perguntado sobre quais s\u00e3o as profiss\u00f5es blindadas da automa\u00e7\u00e3o. \u201cTarefas que n\u00f3s achamos complicadas s\u00e3o facilmente resolvidas por m\u00e1quinas e as que achamos simples os computadores n\u00e3o conseguem resolver\u201d, o que inclui, diz ele, tarefas exigem habilidades emocionais.<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">Tempo para tarefas &#8216;humanas&#8217;<\/h3>\n<p>As chamadas&nbsp;<em>\u201csoft skills\u201d<\/em>, ou habilidades comportamentais, ser\u00e3o extremamente importantes para o trabalhador neste contexto de automa\u00e7\u00e3o do mundo do trabalho.&nbsp;Cleber Castro, cofundador da edtech Walk Skills&nbsp;e&nbsp;ex-Great Place to Work Brasil, acredita que uma vez que a tecnologia substituir fun\u00e7\u00f5es operacionais, vai sobrar tempo para o profissional buscar inova\u00e7\u00e3o, ser criativo e trazer o lado humano que efetivamente geram valor para uma empresa.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s percebemos que ainda h\u00e1 um d\u00e9ficit muito grande de oferecimento, por parte das empresas, de ferramentas para seus funcion\u00e1rios realizarem um aprimoramento nas suas habilidades comportamentais e que isso pode vir a ser um problema\u201d, comenta Castro. A plataforma de cursos criada pela&nbsp;Walk Skills&nbsp;oferece ensino de soft skills como lideran\u00e7a, resili\u00eancia, gest\u00e3o emocional, empatia nas rela\u00e7\u00f5es, comunica\u00e7\u00e3o assertiva, e outras que a edtech detectou como essenciais para o trabalhador do futuro.<\/p>\n<p>O futurologista brit\u00e2nico&nbsp;Ian Pearson&nbsp;aponta um outro caminho. Ele v\u00ea que o isolamento for\u00e7ado causado pela pandemia pode criar uma renova\u00e7\u00e3o do sentimento de empatia nas pessoas, \u201csalvando\u201d, ao menos que temporariamente, trabalhos que ele via na linha de frente da automa\u00e7\u00e3o. \u201cVejo que vamos sair dessa pandemia com um anseio maior por contato humano e n\u00e3o vamos querer continuar nestes ambientes est\u00e9reis de atualmente\u201d, prev\u00ea. \u201cEm um bar, hotel ou no supermercado, n\u00e3o vamos querer ser atendidos por um rob\u00f4, acho que depois do que estamos vivendo vamos querer conversar com algu\u00e9m.\u201d<\/p>\n<p>Daniel Susskind tem uma leitura otimista para o futuro do trabalho, no que envolve as mulheres. \u201cSe voc\u00ea perceber bem, muitos dos trabalhos que v\u00e3o sobreviver \u00e0 automa\u00e7\u00e3o hoje s\u00e3o realizadas predominantemente por mulheres, como enfermagem, tarefas dom\u00e9sticas, que nunca receberam a devida import\u00e2ncia por serem considerados fun\u00e7\u00f5es menores, na vis\u00e3o dos homens\u201d, comenta.<\/p>\n<p>\u201cUma das minhas esperan\u00e7as \u00e9 que, nesse mundo com menos trabalho, tenhamos a oportunidade de corrigir essa percep\u00e7\u00e3o e dar a import\u00e2ncia devida a trabalhos que socialmente s\u00e3o t\u00e3o importantes.\u201d<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">O que vem por a\u00ed<\/h3>\n<ul>\n<li>\n<h3 class=\"intertitulo\">Profiss\u00f5es que podem ser&nbsp;automatizadas:<\/h3>\n<\/li>\n<\/ul>\n<h3 class=\"intertitulo\">1. Atendente de call center<\/h3>\n<p>Atendimentos por meios eletr\u00f4nicos, como WhatsApp ou chatbots (conversas com rob\u00f4s), dispensam a necessidade de um humano pelo menos na fase inicial do atendimento.<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">2. Professor aulista<\/h3>\n<p>O professor n\u00e3o precisar\u00e1 apresentar o mesmo conte\u00fado em diversas turmas; pode fazer isso de forma digital. Com isso, o trabalho do professor vai ser muito mais como tutor do aluno.<\/p>\n<ul>\n<li>\n<h3 class=\"intertitulo\">Profiss\u00f5es que podem surgir:<\/h3>\n<\/li>\n<\/ul>\n<h3 class=\"intertitulo\">1. Especialista em servi\u00e7os sanit\u00e1rios<\/h3>\n<p>Mais do que ser um profissional de limpeza, ele vai garantir que determinado ambiente esteja livre de v\u00edrus e poss\u00edveis infec\u00e7\u00f5es, uma vez que isso ser\u00e1 mais demandado de empresas.<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">2. Coach<\/h3>\n<p>Com uma maior automa\u00e7\u00e3o, profissionais que capacitem outros nas habilidades comportamentais (as chamadas soft skills) ter\u00e3o import\u00e2ncia cada vez maior e devem ser disputados.<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">3. Especialista em TI sob demanda<\/h3>\n<p>Com pessoas permanentemente em home office, deve crescer a demanda por profissionais independentes que v\u00e3o at\u00e9 sua casa para resolver problemas de conectividade, de estrutura tecnol\u00f3gica \u2013 t\u00e3o comum como hoje chamamos um encanador.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Felipe Laurence, O Estado de S.Paulo &#8211; @internet 07\/11\/2020<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Covid-19 ajudou a impulsionar a automa\u00e7\u00e3o de parte do trabalho, o que especialistas consideram mais pernicioso que a substitui\u00e7\u00e3o total do humano pela m\u00e1quina A pandemia do novo coronav\u00edrus trouxe uma s\u00e9rie de mudan\u00e7as em 2020. 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